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sábado, 11 de janeiro de 2014

Uma Vida Digna do Evangelho

Esboço de Sermão:
Fp 1.27-30
Introdução:
  1.      Vamos  ver, no sermão de hoje, o que é uma vida digna do evangelho.
  2.      A vida cristã é constituída de fé, alegrias e sofrimentos.
  3.      Muitas são as circunstâncias adversas que tentam enfraquecer o compromisso com o evangelho de Cristo.
 4.      O evangelho de Jesus produz em cada crente um comportamento digno e santo diante de Deus e do mundo.
5.      Esses versículos falam como devemos nos comportar em meio aos sofrimentos.
I. Uma vida digna do evangelho é uma vida de unanimidade e firmeza (v. 27):
1.      “Vivei, acima de tudo, por modo digno do evangelho de Cristo...”:
a)      A palavra “digno” sugere a figura de uma balança com dois pratos, onde o fiel da pesagem determina a medida exata daquilo que está sendo avaliado.
b)      Precisamos de firmeza e equilíbrio em nossa vida cotidiana, pois esta deve harmonizar-se à conduta do verdadeiro cidadão dos céus.
2.      “... que estais firmes em um só espírito, como uma só alma...”:
a)      A igreja deve ter uma só cabeça. Isto é unanimidade.
b)     Às vezes há pessoas que puxam para outro lado, sempre achando que sua ideia é a melhor e não se alinham com os demais. 
c)      Ilustração: A diferença entre união e unidade: O suco de laranja.
3.      “lutando juntos pela fé evangélica”:
a)      A vida cristã exige luta. A igreja luta em unanimidade e com firmeza.
b)     Sendo seus membros, temos uma causa em comum. Nossas causas pessoais não devem se impor à causa dela.
II. Uma vida digna do evangelho é uma vida que não se intimida diante dos adversários (v. 28):
1.      O ataque dos falsos obreiros:
a)      A resistência ao evangelho vinha através de pregadores que negavam a divindade de Cristo e os valores ensinados pelos apóstolos.
b)      Paulo exorta os filipenses quanto à postura que deveriam adotar em relação a tais falsos obreiros.
2.      O objetivo dos falsos obreiros:
a)      Os falsos obreiros queriam intimidar os cristãos sinceros. Eles aproveitavam a ausência de Paulo e de seus auxiliares para influenciar o pensamento dos filipenses e assim afastá-los da fé.
b)      Devemos guardar a fé e falar a verdade com amor.
III. Uma vida digna do evangelho é uma vida que entende que padecer por Cristo é glória (vv. 29 e 30):
1.      É um privilégio padecer (sofrer e suportar) por Jesus (v. 29).
2.      Paulo enfrentou diversas adversidades, todavia, não murmurou somente se gloriou em Cristo.
3.      Devemos ter uma postura firme na esperança de que um dia não haverá mais sofrimento para os que estão em Cristo.
Conclusão:
1.      Resumo: Vimos hoje a vida digna do evangelho. Ela se manifesta em vida de solidariedade (unanimidade), determinação (firmeza), em coragem (não se  intimida), e aceita o que vem das mãos do Senhor, seja o que for.
2.      Aplicações:
a)      O testemunho do crente é testado tanto pelos de fora, sociedade (perseguição) quanto pelos de dentro, igreja (desunião). Ilustração: Sorria, você está sendo filmado!
b)      Devemos confiar no propósito de Deus e não nos deixar abater pelas experiências amargas das lutas e perseguições contra nós.
3.      Apelo:
a)      Aos crentes: continuemos firmes no propósito de buscar a Deus com sinceridade, em ter uma vida digna do evangelho.
b)      Aos descrentes: você que ainda não confessou Jesus como seu Senhor e Salvador, confie Nele, entregue-se a Ele, chame por Ele, e tenha uma vida digna do evangelho.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Este ano vou pular (novamente) o Carnaval


Estamos nos aproximando de mais uma data festiva de nosso país. Para alguns, o ano só começa depois deste período. O Carnaval é conhecido por suas festas, multidões, escolas de samba, desfiles, bebidas, namoros sem compromisso, etc. São alguns dias em que muitos foliões se “divertem” pulando no Carnaval. Outros, porém, preferem passear, retirar-se ou estudar durante este período, etc. O fato é que são muitas as festas realizadas ao mesmo tempo em todo o país. O governo considera o Carnaval como cultura e que o mesmo movimenta muito dinheiro e que, portanto, uma verba é destinada anualmente para a realização da Festa da Carne.

Para minha surpresa, ao buscar o significado da palavra “Carnaval” no meu computador deparei-me com algumas definições pertinentes: Confusão, desordem, trapalhada, etc. Realmente, esta é a imagem que fica na mente de muitos quando leem os jornais depois que a festa acaba: brigas, mortes no trânsito, pessoas presas, outras contaminadas por doenças sexualmente transmissíveis, overdoses, comas-alcoólicos, gravidez indesejada, etc. Entretanto, a imagem para outros é a da folia, novos namoros, prazeres do sexo, muita cerveja, etc.

Confesso que antes mesmo de ser convertido ao Evangelho eu já não gostava de Carnaval. Sempre tive em mente que o nosso país pode viver sem Carnaval. Somos conhecidos lá fora assim: Brasil, o país do Carnaval. Bom seria se fôssemos conhecidos como o país da educação, da saúde, da justiça social, da honestidade; principalmente na política. Portanto, decidi novamente pular o Carnaval (e não pular no Carnaval). Sim, pularei esta festa. Saltarei do mesmo modo que no ano passado e nos anos anteriores. O salto será bem alto e grande. Decidi ficar em casa curtindo a minha família.

E você, vai pular o Carnaval ou vai pular no Carnaval?

Nos laços do Calvário que nos une,
Luciano Paes Landim.

domingo, 26 de agosto de 2012

Espelhos Que Refletem a Glória de Deus


Esboço de Sermão

2 Co 3.18

Introdução:
1. Refletindo a glória do Senhor:
a) Significa experimentar a sua presença, o seu amor, a sua justiça e o seu poder através da oração e do Espírito Santo, quando permanecemos Nele e na sua Palavra.
b) Isto resulta em sermos transformados à sua semelhança (Cl 1.15; Hb 1.3).
c) Na presente era, essa transformação é progressiva e parcial. Quando, porém, Cristo voltar, nós o contemplaremos face a face, e a nossa transformação será completa (1 Jo 3.2; Ap 22.4).
2. Contexto imediato: 2 Co 3.12-18.
3. Contexto remoto: Êx 34.29-35.

Divisões:

I. “todos nós”:
a) Aquilo que, no AT, aconteceu com Moisés passa a ser, agora, no NT, um privilégio de todo o povo de Deus.
b) Não somente Moisés, ou os profetas, apóstolos e pregadores, mas todos os cristãos.
c) Uma experiência característica dos crentes da nova aliança é descrita aqui.

II. “com o rosto desvendado”:
a) Na nova aliança, os cristãos não têm nada mais obstruindo a visão deles de Cristo e sua glória, como revelado na Escritura.
b) Diferente de Moisés (v. 13).

III. “contemplando, como por espelho”:
a) A ênfase de Paulo aqui não é tanto na qualidade de reflexão do espelho, mas na observação exata que ele possibilita. Uma pessoa pode colocar um espelho na frente do seu rosto e ter uma imagem desobstruída. Na época de Paulo, os espelhos eram metais polidos, e, portanto, ofereciam um reflexo muito aquém do perfeito. Embora a visão não esteja obstruída e seja familiar, os cristãos não veem uma representação perfeita da glória de Deus agora, mas a verão um dia (1Co 13.12).
b) Ou “refletindo” (como em um espelho). Moisés cobria o seu rosto com o véu a fim de esconder a glória que desvanecia. Paulo permanecia descoberto diante das pessoas com o rosto desvendado, sabendo que a glória da nova aliança nunca iria diminuir, mas somente aumentar. Do mesmo modo, os crentes agora se mostram desembaraçadamente diante do mundo, “refletindo” na própria vida a glória de Cristo. Longe de manifestarem glória temporária, os crentes refletem uma glória sempre crescente à medida que são transformados progressivamente à semelhança de Cristo.

IV. “a glória do Senhor”:
1. Essa glória refletida do Senhor não é algo que os cristãos só experimentam passivamente.
2. Pelo contrário, eles refletem a glória de Cristo como um exercício que é ativo e que coincide com o processo da santificação.

V. “somos transformados”:
a) Uma transformação contínua e progressiva (Rm 12.2).
b) “Transformados”: Mudar a realidade interior para outra diferente.
c) As outras aplicações dessa palavra grega no Novo Testamento se referem à transfiguração de Cristo (Mt 17.2; Mc 9.2), e à contínua transformação dos crentes pela renovação de suas mentes (Rm 12.2).

VI. “de glória em glória”:
a) De um nível de glória a outro nível de glória – de um nível de manifestação e Cristo a outro.
b) Esse versículo descreve a santificação progressiva. Quanto mais os cristãos crescem no conhecimento de Cristo, mais ele se revela na vida deles (Fp 3.12-14).

VII. “na sua própria imagem”:
a) Enquanto contemplam a glória do Senhor, os cristãos são, de maneira contínua, transformados à semelhança de Cristo. O objetivo final do cristão é ser como Cristo, e na medida em que ele concentra-se continuamente em Cristo, o Espírito o torna cada vez mais à imagem de Cristo.
b) Uma referência ao crescimento da pessoa ao longo de sua vida à semelhança de Cristo. Trata-se de um crescimento moral e espiritual que Paulo chamou de “a crescente glória”. Os crentes estão sendo restaurados a uma semelhança cada vez maior à imagem de Deus, imagem essa que foi desfigurada na queda de Adão.

VIII. “como pelo Senhor, o Espírito”:
1. Como Moisés se voltou para Deus, assim nós nos voltamos para o Senhor e derivamos dele nossa glória mediante a operação do Espírito Santo (ver v. 17).
2. “Toda a nossa transformação é operação do Senhor no Espírito e por meio dele”.
3. Paulo conclui dizendo que todos os crentes refletem a glória do Senhor quando são transformados na sua imagem.

Conclusão:
1. 2 Co 3.18 (Nova Bíblia Viva): “E todos nós, no entanto, não temos um véu sobre nosso rosto e podemos ser espelhos que refletem claramente a glória do Senhor. À medida que o Espírito do Senhor trabalha dentro de nós, somos transformados com glória cada vez maior, e tornamo-nos mais e mais semelhantes a ele.”
2. O próprio Cristo é a glória de Deus na plenitude do seu fulgor (Hb 1.3); dele é a glória eterna que não desvanece, a qual tinha com o Pai antes de haver mundo (Jo 17.5).
3. Nós, que cremos, somos feitos participantes dessa glória ao sermos paulatinamente transformados na semelhança de Cristo.
4. Sejamos espelhos que refletem a glória do Senhor em casa, na escola e faculdade, no trabalho, na rua e no mundo inteiro.

Bibliografia Consultada:
Bíblia de Estudo de Genebra. Edição Revista e Ampliada. Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 2009.
Bíblia de Estudo MacArthur. Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 2010.
Bíblia de Estudo NTLH. Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 2008.
Bíblia de Estudo NVI, org. geral Kenneth Barker. São Paulo, SP: Editora Vida, 2003.
Bíblia Shedd, ed. responsável Russel Shedd. São Paulo, SP: Edições Vida Nova, 2009.


domingo, 8 de abril de 2012

Ética: Ser ou Fazer / Ser e Fazer


Um candidato a cargo político que se auto-elogia dizendo-se ser ético e ficha limpa é de doer o coração de qualquer um. O mesmo gaba-se como se isso fosse o suficiente para merecer o voto do eleitor. A ética não deve ser algo meramente propagado e exibido pelas pessoas, mas impregnado e existencializado no ser. Coisa natural de que tem caráter. Ética só é ética quando faz com que o indivíduo não somente “seja”, mas que também “faça” algo. Ética não é somente uma virtude que impossibilita alguém de fazer algo errado, entretanto, de também impulsionar alguém a fazer algo certo. “Não usar drogas não é o suficiente, deve-se impedir que outros peregrinem por esse caminho perigoso”. O político que não foi pego em nenhum tipo de corrupção, todavia, não fez nada em prol do benefício da sociedade, deveria ser cassado. A ética resume-se no caráter incorrupto e na ação pro bem comum.

Nos laços do Calvário que nos une,
Rev. Luciano Paes Landim.

LANÇAMENTO DA REVISTA MISSIONÁRIA “MISSIO DEI”

Estamos no mês de aniversário da Missão SAEM. No dia 21 de abril, comemoraremos 18 anos de existência da Sociedade de Apoio Evangelístico e ...