quinta-feira, 13 de setembro de 2012
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
Testemunho do indígena Wem Caramain - Pacaas Novos
Depois de sermos contatados pelos missionários [o povo de Deus]. Eu fiquei de aldeia em aldeia. Fui morar na aldeia Laje por um tempo. Lá o missionário Abraão me falou sobre Deus. Eu não entendi muito bem o que ouvi sobre Deus, pois nunca tinha ouvido nada sobre Ele. Então fui para uma outra aldeia chamada Sagarana e lá não ouvi mais nada sobre Deus. No Sagarana uma aldeia onde eram ensinados os costumes católicos eu passei a imitar o que era ensinado lá. Lá eu passei a adorar imagens e fazer tudo o que os padres ensinavam. Lá eles não ouviam nada sobre a palavra de Deus.
Depois de um tempo retornei para uma aldeia no rio Pacaas Novos [Rio Negro Ocáia] onde morava minha mãe. Nesta aldeia já tinham alguns crentes e a palavra de Deus era pregada. Nesta aldeia o missionário Abílio [Soares] me falava sobre a palavra de Deus. Ele me dizia: Wem Caramain você sabe sobre Deus, Ele existe. Eu dizia: Existe um Deus? Os índios Macurape me disseram que não existe nenhum Deus, eu dizia para o missionário Abílio. Eu tinha ouvido dos índios Macurape que não existia nenhum Deus nos céus. Eles diziam que éramos nós e os nossos espíritos que ficam lá nos céus.
Então o missionário Abílio me disse: Wem Caramain, quem crê em Deus, quem crê em Jesus verá a Deus, mas quem não crer vai ficar muito longe de Deus. Somente quem crê no filho de Deus o verá. Então eu disse: É mesmo? Abílio me disse: Se você não crer na palavra que fala sobre o filho de Deus que morreu na cruz por você. Se não crer em Jesus não terá a vida eterna. Se você morrer sem crer irá para o grande fogo [ inferno ]. Quem crer em Jesus será salvo.
Então comecei a ouvir a palavra de Deus. Freqüentava todas as reuniões. Mas um dia eu fiquei doente e me mandaram para o Rio de Janeiro. Quando eu voltei muitos tinham abandonado a Deus. Então não quis mais ouvir a palavra de Deus.
Então voltei às antigas práticas que os meus antepassados diziam que era para fazer. Então exerci as práticas de feitiçarias, obedecia ao Diabo, mas de vez em quando me vinha na cabeça o que eu tinha ouvido sobre Deus.
Então chegaram novos missionários, Valmir, sua esposa Fátima, Regina e Teresa. Eles insistiram em pregar a palavra de Deus para mim. Então voltei a ouvir a palavra de Deus e com o tempo entendi a mensagem de salvação. Então Deus trabalhou em meu coração e eu aceitei Jesus como meu salvador. Então fui até os missionários e contei a eles sobre minha conversão e que reconhecia minha condição de pecador e que necessitava de Jesus. Eu reconhecia que era eu que devia morrer, mas Jesus morreu em meu lugar. Minha esposa também aceitou Jesus.
O diabo estava sempre me tentando, querendo me derrubar, mas eu sempre orava a Deus e rejeitava quem me procurava para fazer pajelança. Deus me deu forças e crescimento e estou firme até aos dias de hoje. Hoje muitos dos meus filhos são crentes, e eu continuo a falar da palavra de Deus para os que não são.
Link: http://novastribosdobrasil.org.br/conteudo/item/152-testemunho-do-indigena-wem-caramain-pacaas-novos
Arábia Saudita
A liberdade religiosa não existe nesse reino islâmico. Todos os envolvidos em reuniões religiosas não muçulmanas podem ser presos, deportados ou torturados
A Igreja e a Perseguição Religiosa
A Igreja
De acordo com a tradição, o apóstolo Barnabé foi o primeiro a levar o evangelho à Arábia Saudita. Quando o islamismo chegou à região já havia uma grande população de cristãos. Após o islamismo assumir o controle no século VII, todos os cristãos foram expulsos do país. Desde então, nenhuma missão foi autorizada a entrar na Arábia Saudita. Atualmente, a maioria dos cristãos no território saudita é constituída de estrangeiros que vivem e trabalham nas bases militares ou para as companhias de petróleo. Há um pequeno grupo de cristãos sauditas não declarados, vivendo sob constante temor de ser descobertos, presos e executados. Eles encaram os novos convertidos não com júbilo, mas com medo e suspeita, e esta atitude impede o crescimento da Igreja. Há convertidos sauditas, mas é extremamente difícil se chegar a um número exato, pois não estão organizados em igrejas, nem em grupos domésticos.
A perseguição
O governo não reconhece legalmente a liberdade religiosa e nem dá proteção a grupos que se reúnam ilegalmente. A prática pública de religiões não muçulmanas é proibida. A Arábia Saudita é uma monarquia islâmica sem proteção legal à liberdade de religião. O islamismo é a religião oficial e a lei exige que todos os cidadãos sejam muçulmanos. De acordo com a Sharia, a apostasia (abandono do islamismo) é considerada um crime punível com a morte, se o acusado não se retratar. O governo reconhece o direito de cristãos estrangeiros cultuarem em particular.
Os cristãos que exercem sua fé de modo particular e discreto quase nunca são incomodados. Entretanto, há problemas quando cidadãos se queixam dos cultos realizados pelos vizinhos. Alguns alegam que informantes pagos pelas autoridades se infiltram em seus grupos cristãos particulares. O governo oferece uma recompensa equivalente a um ano de salário – um prêmio tentador para muitos – a qualquer pessoa que denunciar uma reunião cristã. O proselitismo e a distribuição de materiais não muçulmanos, como Bíblias, são ilegais. Tais materiais estão sujeitos ao confisco, apesar de as normas parecerem aplicar-se arbitrariamente. O governo restringe a liberdade de expressão e de associação; a imprensa exerce a autocensura com relação a assuntos delicados, como a liberdade de religião.
História e Política
Circundada pelo Mar Vermelho e pelo Golfo Pérsico, a Arábia Saudita está localizada no coração do Oriente Médio e possui fronteiras com sete países. Grande parte de seu território é desértico, com a presença de alguns poucos oásis. A maioria dos sauditas vive em grandes cidades, tais como Riad (sede do reinado), Jidá (onde se localiza o mais importante porto do país), Ad Damman (produtora de petróleo), Meca (o coração do islã, aonde todos os muçulmanos do mundo devem ir pelo menos uma vez na vida) e Medina (cidade sagrada e centro cultural). Medina é a cidade para a qual Maomé fugiu, [Hégira] em 622 d.C., quando foi perseguido em Meca por divulgar o Islã.
Acredita-se que a Arábia Saudita era o lar original de alguns povos bíblicos, como os cananeus e os amorreus. Muitos impérios antigos dominaram o território saudita nos períodos anteriores ao nascimento de Cristo. Alexandre, o Grande, tinha planos de conquistar a região, mas morreu antes de realizá-los. O primeiro grande acontecimento que marcou a Arábia Saudita foi o nascimento de Maomé, em 570. Por seu intermédio, o islã foi fundado no século VII e, desde então, as batalhas políticas e históricas ocorridas no país ficaram restritas às várias vertentes islâmicas lutando pelo poder. O nome saudita deriva de uma disputa política entre duas famílias tradicionais da Arábia, os Al Saud e os Al Rashid, em que os primeiros saíram vitoriosos. Após reconquistar e unificar (1932) os reinos dominados pela família Al Rashid, o rei Ibn Saud deu à Arábia seu sobrenome, permanecendo até hoje como Reino Arábia Saudita.
Desde então, este reino tem procurado caminhar em uma frágil linha entre o relacionamento com o mundo exterior e o isolamento, para preservar a pureza da fé islâmica. Atualmente, o país continua sendo governado por uma monarquia baseada na Sharia, a lei islâmica. Em março de 1992, uma série de decretos reais criou o primeiro Código de Direitos do país. Não há poder legislativo e as leis são estabelecidas pelo rei e por seus ministros. Em sua bandeira há uma frase que define o tipo de política adotada pelo Reino Saudita - o país é um Estado islâmico governado por uma monarquia, o rei é o chefe de estado e governo. O texto em árabe diz: “Não há nenhum Deus além de Alá e Maomé é seu profeta”. Esse texto é a Shahada, que significa “testemunho” e é a declaração de fé islâmica, a profissão de fé dos muçulmanos e o primeiro dos cinco pilares do Islã.
Na Arábia Saudita, é o Islã que legitima o governo do rei, que é responsável pela manutenção do estado teocrático.
População
Há cerca de 42 grupos étnicos na Árabia Saudita, todos unidos por um forte nacionalismo religioso. A população é adepta do Islamismo Sunita.
Economia
A Arábia Saudita tem uma economia baseada no petróleo, com forte controle governamental sobre as principais atividades econômicas. Possui cerca de 20% das reservas mundiais de petróleo comprovadas, classificando-se como o maior exportador de petróleo do mundo e desempenhando um papel de liderança na OPEP (Organização dos Países Exportadores de Petróleo). O setor petrolífero representa cerca de 80% das receitas orçamentais, 45% do PIB e 90% das receitas de exportação. A Arábia Saudita incentiva o crescimento do setor privado, a fim de diversificar a sua economia e empregar mais cidadãos sauditas.
O país tem aumentado os esforços nas áreas de geração de energia, telecomunicações, exploração de gás natural e petroquímica. Quase 6 milhões de trabalhadores estrangeiros desempenham um papel importante na economia do país, especialmente nos setores de petróleo e de serviços, enquanto Riad luta para reduzir o desemprego entre os seus nacionais. As autoridades estão particularmente concentradas em empregar sua grande população jovem, que geralmente não tem a educação e as competências técnicas para atender às necessidades do setor privado. Riad substancialmente impulsionou as despesas relativas à formação profissional e educação, mais recentemente com a abertura da Universidade de Ciência e Tecnologia – a primeira universidade da Arábia Saudita, coeducacional. Como parte de seu esforço para atrair investimentos estrangeiros, a Arábia Saudita aderiu à OMC (Ordem Mundial do Comércio) em dezembro de 2005, depois de muitos anos de negociações. O governo começou a criação de seis "cidades econômicas" em diferentes regiões para atrair investimento estrangeiro, planejando gastar 373 bilhões de dólares entre 2010 e 2014 no desenvolvimento social e nos projetos de infraestrutura, para promover o desenvolvimento econômico do país.
Link: http://www.portasabertas.org.br/cristaosperseguidos/perfil/arabiasaudita/
Pastor é preso por distribuir literatura cristã na Índia
12 set 2012 Índia
Um pastor indiano foi detido por três dias porque agressores o acusaram de converter hindus ao cristianismo. Segundo os rebeldes, o cristão “criticava a religião hindu e suas práticas religiosas, e também os forçava a beber sangue de vaca”. O ataque ocorreu após 25 hindus radicais terem descoberto que o líder religioso estava distribuindo literatura cristã
O pastor John Pargy, de 26 anos, da Igreja Cristã em Birmawal, Ratlam, prega o evangelho de Jesus Cristo na Índia. Ele é casado com a jovem Neelu, de 23 anos, e tem dois filhos, um de dois, outro de cinco anos.
Na última sexta-feira (7), Pargy estava distribuindo literatura cristã na aldeia de Birmawal quando cerca de 25 ativistas dos grupos radicais hindus RSS e Bajranga Dal o atacaram. Agrediram-no e o acusaram de converter praticantes do hindu ao cristianismo.
Embora eles estivessem determinados a tirar sua vida, alguma coisa os fez mudar de decisão e eles o levaram à delegacia de polícia de Birmawal. Prestaram reclamações de que ele estava criticando a religião hindu e as práticas religiosas que a envolvem, e também forçava indivíduos a beberem sangue de vaca – animal considerado sagrado na Índia.
De Birmawal, ele foi transferido para a delegacia de Ratlam, onde foi acusado sob a legislação da Índia de perturbar a paz pública; enviado à prisão, foi liberto sob fiança, após três dias.
Conheça a história de outro pastor, Andrias Soni, evangelista que também trabalha para o Senhor na Índia. http://www.portasabertas.org.br/noticias/2012/08/1680209/
Fonte: Christian Persecution News
Tradução: Ana Luíza Vastag
Link: http://www.portasabertas.org.br/noticias/2012/09/1797600/
Um pastor indiano foi detido por três dias porque agressores o acusaram de converter hindus ao cristianismo. Segundo os rebeldes, o cristão “criticava a religião hindu e suas práticas religiosas, e também os forçava a beber sangue de vaca”. O ataque ocorreu após 25 hindus radicais terem descoberto que o líder religioso estava distribuindo literatura cristã
O pastor John Pargy, de 26 anos, da Igreja Cristã em Birmawal, Ratlam, prega o evangelho de Jesus Cristo na Índia. Ele é casado com a jovem Neelu, de 23 anos, e tem dois filhos, um de dois, outro de cinco anos.
Na última sexta-feira (7), Pargy estava distribuindo literatura cristã na aldeia de Birmawal quando cerca de 25 ativistas dos grupos radicais hindus RSS e Bajranga Dal o atacaram. Agrediram-no e o acusaram de converter praticantes do hindu ao cristianismo.
Embora eles estivessem determinados a tirar sua vida, alguma coisa os fez mudar de decisão e eles o levaram à delegacia de polícia de Birmawal. Prestaram reclamações de que ele estava criticando a religião hindu e as práticas religiosas que a envolvem, e também forçava indivíduos a beberem sangue de vaca – animal considerado sagrado na Índia.
De Birmawal, ele foi transferido para a delegacia de Ratlam, onde foi acusado sob a legislação da Índia de perturbar a paz pública; enviado à prisão, foi liberto sob fiança, após três dias.
Conheça a história de outro pastor, Andrias Soni, evangelista que também trabalha para o Senhor na Índia. http://www.portasabertas.org.br/noticias/2012/08/1680209/
Fonte: Christian Persecution News
Tradução: Ana Luíza Vastag
Link: http://www.portasabertas.org.br/noticias/2012/09/1797600/
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
SOCIEDADE DO ESPETÁCULO
(Atualização do artigo "A Religião Show)
O show tem que parar
Foi Charles Haddon Spurgeon quem disse:
“O fato é que muitos gostariam de unir igreja e palco, baralho e oração, danças e ordenanças. Se nos encontramos incapazes de frear essa enxurrada, podemos, ao menos, prevenir os homens quanto à sua existência e suplicar que fujam dela. Quando a antiga fé desaparece e o entusiasmo pelo evangelho é extinto, não é surpresa que as pessoas busquem outras coisas que lhes tragam satisfação. Na falta de pão, se alimentam de cinzas; rejeitando o caminho do Senhor, seguem avidamente pelo caminho da tolice”.
A sociedade do espetáculo adora o próprio homem. Onde o pregador e o cantor são aplaudidos e exaltados. É o culto onde constrói o reino dos homens e não o de Deus. A verdade para eles é irrelevante. O que importa é se eles são ou não entretidos e aclamados. Atribui-se pouco valor ao conteúdo; o estilo é tudo. Eles são energizados pelo pragmatismo. O que importa é o espetáculo e o crescimento numérico. Eles são movidos por ciclos tendenciosos, e não pelo Espírito Santo. Os púlpitos deles estão cada vez mais empobrecidos. Eles animam os seus auditórios com frases de efeito e contentam seus ouvintes com mensagens superficiais. Para muitos, o cristianismo tornou-se uma religião humana e politicamente atraente. Tornou-se moda em nosso país professar ser evangélico. Eles esqueceram que Deus não se deixa impressionar pelas filosofias populares, poder político e riqueza excêntrica, que o mundo tanto admira.
Steven J. Lawson afirmou:
“Entretanto, infelizmente vivemos numa geração que tem depreciado o chamado para pregar. A exposição da Palavra está sendo substituída por entretenimento, a pregação, por espetáculos teatrais, a doutrina, por obras dramáticas, e a teologia por manifestações artísticas. A igreja moderna precisa desesperadamente retomar o rumo certo e voltar a um púlpito que seja alicerçado na Bíblia, centrado em Cristo e capaz de transformar vidas. Deus sempre se alegra em honrar sua Palavra – especialmente a pregação de sua Palavra.”
Se as igrejas evangélicas abandonarem a centralidade da Bíblia perderão sua capacidade de lutar contra as fortalezas do diabo.
Conta-se a história do menino Paulinho. Ele tinha dez anos de idade. Era órfão de pai e tinha seis irmãos. Todos os dias ele ia trabalhar de engraxador de sapatos para ajudar nas despesas da casa. Ele era assíduo na igreja e sempre adorava a Deus com suas finanças. Um dia, Paulinho trabalhou bastante e se atrasou para ir à sua igreja. Portanto, decidiu entrar na igreja mais próxima do lugar em que estava. Colocou a sua caixa de engraxar sapatos na porta do templo, entrou e ficou no primeiro banco para ouvir melhor a pregação e entregar a Deus a contribuição daquele dia de trabalho. De repente, os diáconos daquela igreja o tiraram dali e o colocaram lá fora, alegando que ele era um moleque sujo e nojento. Paulinho sentou-se na caixa de engraxar sapatos e começou a chorar por ter sido expulso da igreja. Então, de repente, apareceu um homem, também chorando, e perguntou ao garoto: “Paulinho, por que você está chorando?” A quem o menino respondeu: “Estou chorando porque eu fui expulso da igreja”. Paulinho perguntou ao homem: “E você, por que também está chorando? Como você sabe o meu nome, quem é você?” O homem respondeu: “Eu sou Jesus, e estou chorando porque também fui expulso desta igreja; porque eles cantam, oram e pregam para si mesmos”.
Essa história também se repete em muitas igrejas que cantam, oram e pregam para si mesmas. São ególatras. Expulsam Jesus para que sejam “estrelas” e “reinem”. A simplicidade do culto do Novo Testamento se perdeu e a prática da pregação está em total decadência. Pregadores não falam da Bíblia, citam milagres (invés do Deus de milagres), promoção e atividades das igrejas (invés do Senhor da igreja), e filosofias e psicologias do mundo secular (invés do evangelho).
Quando nos tornarmos enojados com a ostentosa diversão e egolatria, que passa por verdadeiro culto a Deus em muitas de nossas igrejas, esse será um sinal de que estamos voltando aos princípios bíblicos. Afinal, a única maneira como o Espírito Santo trabalha para regenerar os perdidos é através dos ensinamentos da Bíblia (“pois fostes regenerados não de semente corruptível, mas de incorruptível, mediante a palavra de Deus, a qual vive e é permanente” (1Pe 1.23), que são suficientes para a evangelização, santificação, orientação e também reforma social. Somente a Palavra de Deus pode regenerar pecadores perdidos e erguer igrejas. Nela está toda a orientação de que precisamos. Deste modo, o povo de Deus precisa ouvir e pregar as verdades da fé bíblica.
Nos laços do Calvário que nos une,
Pr. Luciano Paes Landim.
www.opastoraprovado.blogspot.com
O show tem que parar
Foi Charles Haddon Spurgeon quem disse:
“O fato é que muitos gostariam de unir igreja e palco, baralho e oração, danças e ordenanças. Se nos encontramos incapazes de frear essa enxurrada, podemos, ao menos, prevenir os homens quanto à sua existência e suplicar que fujam dela. Quando a antiga fé desaparece e o entusiasmo pelo evangelho é extinto, não é surpresa que as pessoas busquem outras coisas que lhes tragam satisfação. Na falta de pão, se alimentam de cinzas; rejeitando o caminho do Senhor, seguem avidamente pelo caminho da tolice”.
A sociedade do espetáculo adora o próprio homem. Onde o pregador e o cantor são aplaudidos e exaltados. É o culto onde constrói o reino dos homens e não o de Deus. A verdade para eles é irrelevante. O que importa é se eles são ou não entretidos e aclamados. Atribui-se pouco valor ao conteúdo; o estilo é tudo. Eles são energizados pelo pragmatismo. O que importa é o espetáculo e o crescimento numérico. Eles são movidos por ciclos tendenciosos, e não pelo Espírito Santo. Os púlpitos deles estão cada vez mais empobrecidos. Eles animam os seus auditórios com frases de efeito e contentam seus ouvintes com mensagens superficiais. Para muitos, o cristianismo tornou-se uma religião humana e politicamente atraente. Tornou-se moda em nosso país professar ser evangélico. Eles esqueceram que Deus não se deixa impressionar pelas filosofias populares, poder político e riqueza excêntrica, que o mundo tanto admira.
Steven J. Lawson afirmou:
“Entretanto, infelizmente vivemos numa geração que tem depreciado o chamado para pregar. A exposição da Palavra está sendo substituída por entretenimento, a pregação, por espetáculos teatrais, a doutrina, por obras dramáticas, e a teologia por manifestações artísticas. A igreja moderna precisa desesperadamente retomar o rumo certo e voltar a um púlpito que seja alicerçado na Bíblia, centrado em Cristo e capaz de transformar vidas. Deus sempre se alegra em honrar sua Palavra – especialmente a pregação de sua Palavra.”
Se as igrejas evangélicas abandonarem a centralidade da Bíblia perderão sua capacidade de lutar contra as fortalezas do diabo.
Conta-se a história do menino Paulinho. Ele tinha dez anos de idade. Era órfão de pai e tinha seis irmãos. Todos os dias ele ia trabalhar de engraxador de sapatos para ajudar nas despesas da casa. Ele era assíduo na igreja e sempre adorava a Deus com suas finanças. Um dia, Paulinho trabalhou bastante e se atrasou para ir à sua igreja. Portanto, decidiu entrar na igreja mais próxima do lugar em que estava. Colocou a sua caixa de engraxar sapatos na porta do templo, entrou e ficou no primeiro banco para ouvir melhor a pregação e entregar a Deus a contribuição daquele dia de trabalho. De repente, os diáconos daquela igreja o tiraram dali e o colocaram lá fora, alegando que ele era um moleque sujo e nojento. Paulinho sentou-se na caixa de engraxar sapatos e começou a chorar por ter sido expulso da igreja. Então, de repente, apareceu um homem, também chorando, e perguntou ao garoto: “Paulinho, por que você está chorando?” A quem o menino respondeu: “Estou chorando porque eu fui expulso da igreja”. Paulinho perguntou ao homem: “E você, por que também está chorando? Como você sabe o meu nome, quem é você?” O homem respondeu: “Eu sou Jesus, e estou chorando porque também fui expulso desta igreja; porque eles cantam, oram e pregam para si mesmos”.
Essa história também se repete em muitas igrejas que cantam, oram e pregam para si mesmas. São ególatras. Expulsam Jesus para que sejam “estrelas” e “reinem”. A simplicidade do culto do Novo Testamento se perdeu e a prática da pregação está em total decadência. Pregadores não falam da Bíblia, citam milagres (invés do Deus de milagres), promoção e atividades das igrejas (invés do Senhor da igreja), e filosofias e psicologias do mundo secular (invés do evangelho).
Quando nos tornarmos enojados com a ostentosa diversão e egolatria, que passa por verdadeiro culto a Deus em muitas de nossas igrejas, esse será um sinal de que estamos voltando aos princípios bíblicos. Afinal, a única maneira como o Espírito Santo trabalha para regenerar os perdidos é através dos ensinamentos da Bíblia (“pois fostes regenerados não de semente corruptível, mas de incorruptível, mediante a palavra de Deus, a qual vive e é permanente” (1Pe 1.23), que são suficientes para a evangelização, santificação, orientação e também reforma social. Somente a Palavra de Deus pode regenerar pecadores perdidos e erguer igrejas. Nela está toda a orientação de que precisamos. Deste modo, o povo de Deus precisa ouvir e pregar as verdades da fé bíblica.
Nos laços do Calvário que nos une,
Pr. Luciano Paes Landim.
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sábado, 8 de setembro de 2012
URGENTE! Pastor Yousef Nadarkhani é solto da prisão!
08 set 2012 Irã
Após permanecer na prisão por quase três anos, sob a ameaça de ser executado por causa de sua fé, o Pastor Yousef Nadarkhani foi liberto da prisão e inocentado da acusação de apostasia
O pastor Yousef foi convocado a se apresentar no tribunal esta manhã. Sua audiência durou seis horas, mas ao final, ele pôde voltar para sua casa e sua família.
Algumas das fontes próximas ao caso relatam que o tribunal o inocentou das acusações de apostasia (as quais poderiam levá-lo à execução), mas foi considerado culpado na acusação de evangelizar muçulmanos e sentenciado a três anos de prisão por isso. Como ele já estava na prisão durante esse período, ser ser julgado, o tribunal considerou que sua sentença já havia sido cumprida.
Louvamos a Deus pela libertação de Yousef Nadarkhani e agradecemos a você, querido irmão em Cristo, que sofreu junto com essa parte do Corpo que estava sendo afligida.
Vamos orar pela readaptação de Yousef e sua família e por sua proteção. Que Deus seja honrado através do testemunho e vida deste cristão.
Fonte: http://www.portasabertas.org.br/noticias/2012/09/1784649/
Após permanecer na prisão por quase três anos, sob a ameaça de ser executado por causa de sua fé, o Pastor Yousef Nadarkhani foi liberto da prisão e inocentado da acusação de apostasia
O pastor Yousef foi convocado a se apresentar no tribunal esta manhã. Sua audiência durou seis horas, mas ao final, ele pôde voltar para sua casa e sua família.
Algumas das fontes próximas ao caso relatam que o tribunal o inocentou das acusações de apostasia (as quais poderiam levá-lo à execução), mas foi considerado culpado na acusação de evangelizar muçulmanos e sentenciado a três anos de prisão por isso. Como ele já estava na prisão durante esse período, ser ser julgado, o tribunal considerou que sua sentença já havia sido cumprida.
Louvamos a Deus pela libertação de Yousef Nadarkhani e agradecemos a você, querido irmão em Cristo, que sofreu junto com essa parte do Corpo que estava sendo afligida.
Vamos orar pela readaptação de Yousef e sua família e por sua proteção. Que Deus seja honrado através do testemunho e vida deste cristão.
Fonte: http://www.portasabertas.org.br/noticias/2012/09/1784649/
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