sábado, 6 de fevereiro de 2016
CURSO A DISTÂNCIA – O MISSIONÁRIO APROVADO - 01/03
ESBOÇO DO ÁUDIO:
Título: Perfil e Integridade do Missionário
Texto Bíblico: 1Tm 4.7
Introdução:
1. Caráter e reputação.
2. Perfil e integridade.
I. O caráter missionário:
1. É o caráter que reflete o caráter da Bíblia:
2. É o caráter que reflete o caráter de Deus:
3. É o caráter que visa à glória de Deus:
II. Como é forjado o caráter do missionário:
1. Dave Harvey: “Deus pega um homem comum, lapida seu caráter, dá-lhe graça, treina-o por meio de provações, enche-o de zelo e encurrala-o em suas circunstâncias. Depois, você tem um obreiro.”
2. Martinho Lutero: “Para se fazer um obreiro são necessários três coisas: oração, estudo da Palavra e tribulações."
3. Meditação.
4. Oração.
5. Tribulação.
III. Características do Caráter Missionário:
1. Conversão.
2. Chamado.
3. Santificação.
4. Compaixão.
5. Compromisso.
Implicações:
1. Reúna uma equipe com os mesmos sentimentos e mãos à obra.
2. Deus escolhe pessoas para serem missionários e os tornam missionários de acordo com seu plano.
3. A convicção da chamada impede o missionário de ficar louco através de todos os altos e baixos da vida ministerial.
4. “A igreja só é igreja quando o é para os de fora.” Dietrich Bonhoeffer
PERGUNTAS:
1. Qual é a diferença entre caráter e reputação?
2. Como você define o caráter do missionário?
3. Segundo o seu entendimento, como é forjado o caráter do missionário?
4. Enumere algumas características do caráter missionário.
5. Segundo o seu entendimento, qual é a razão principal de missões?
sexta-feira, 29 de janeiro de 2016
LI E RECOMENDO - EVANGELIZAÇÃO - J. MACK STILES
LI E RECOMENDO
O livro EVANGELIZAÇÃO
– COMO CRIAR UMA CULTURA CONTAGIANTE DE EVANGELISMO NA IGREJA LOCAL mostra que a
evangelização é mais que um programa. J. Mack Stiles expõe que evangelização
não são eventos. Diz ainda que a evangelização tem que fazer parte da cultura
da igreja. Ou seja, a igreja tem que viver e compartilhar o evangelho.
Para mim é o melhor
livro que já li sobre o tema, mesmo o conteúdo sendo curto, porém, não
insuficiente ou simplório. O autor não perde tempo, vai direto ao ponto, é
objetivo. Ele faz uma junção entre maturidade bíblica e praticidade
evangelística. A obra exalta a Cristo. Não se perde em métodos, mas
compromete-se com a mensagem – Cristo, na vivência do evangelho e na
proclamação do mesmo.
O livro foi publicado
em 2015 pela Editora Vida Nova e possui 144 páginas.
Link para compra - https://vidanova.com.br/684-evangelizacao.html
Nos laços do Calvário
que nos une,
Luciano Paes Landim.
segunda-feira, 11 de janeiro de 2016
sexta-feira, 1 de janeiro de 2016
Os 10 Melhores Livros Que Li em 2015
O ano de 2015 foi um tanto
proveitoso no que refere à leitura. Não foi nada fácil selecionar os dez
melhores livros. Para ver a lista completa clica no link: http://www.lucianopaeslandim.blogspot.com.br/p/leituras.html
Abaixo, aquilo que considero
o TOP 10 – os dez melhores livros que li no ano. Não está necessariamente em
ordem de importância.
1.
CRISTIANISMO BÁSICO. John Stott, 208 páginas,
Editora Ultimato.
Stott diz que Jesus não somente deve ser admirado, mas adorado.
Stott diz que Jesus não somente deve ser admirado, mas adorado.
2.
O DISCIPULADO SEGUNDO JESUS. James Montgomery
Boice, 240 páginas, Cultura Cristã, 2001. O livro nos convoca a avaliarmos o
significado, o caminho, o preço e as recompensas do verdadeiro discipulado.
3.
O DEUS PRÓDIGO: descubra a essência da fé cristã
na parábola mais tocante de Jesus. Timothy Keller, 176 páginas, Thomas Nelson
Brasil, 2010. O livro fala sobre esperança e salvação. Mostra o caminho
para se resgatar a essência do evangelho.
4.
VOCÊ NÃO PRECISA DE UM CHAMADO MISSIONÁRIO. Yago
Martins, 218 páginas, BTBooks, 2015. Parabéns ao jovem Yago Martins pelo seu
primeiro livro, diga-se de passagem, ótimo livro. A abordagem é bíblica e
recheada de citações de vários autores. O livro ficou ótimo!
5.
PERSUASÕES. Douglas J. Wilson, 142 páginas,
Editora Monergismo, 2009.
Já conhecia o autor. Tinha lido dois livros dele sobre família. O presente livro é apologético. Wilson refuta cosmovisões antibíblicas com maestria, fundamentado no pressuposicionalismo. A linguagem é clara e contundente. Amei a leitura!
Já conhecia o autor. Tinha lido dois livros dele sobre família. O presente livro é apologético. Wilson refuta cosmovisões antibíblicas com maestria, fundamentado no pressuposicionalismo. A linguagem é clara e contundente. Amei a leitura!
6.
DELEITANDO-SE NA TRINDADE: uma introdução à fé
cristã. Michael Reeves, 146 páginas, Editora Monergismo, 2014. O livro é cativante,
profundo, de linguagem acessível. É esclarecedor deleitoso!
7.
A TRELIÇA E A VIDEIRA: a mentalidade de
discipulado que muda tudo. Colin Marshall & Tony Payne, 208 páginas,
Editora Fiel, 2015. O livro fala sobre como trabalhar de perto com as pessoas,
ajudá-las a crescer e a florescer no ministério.
8.
O QUE A BÍBLIA ENSINA SOBRE A HOMOSSEXUALIDADE?.
Kevin DeYoung, 200 páginas, Editora Fiel, 2015. Somos desafiados a
olhar firmemente para o que a Bíblia diz sobre a homossexualidade. Resumindo o
livro: a atividade homossexual não é uma bênção a ser celebrada e solenizada, e
sim um pecado que precisa de arrependimento, perdão e abandono.
9.
RAZÕES DO CORAÇÃO: reconquistando a persuasão
cristã. William Edgar, 144 páginas, Editora Refúgio, 2000. O que o autor faz é
uma ótima explicação do evangelho de forma a alcançar a pessoa toda - mente e
coração. O livro é apologético e altamente convincente.
10.
EVANGELISMO: como criar uma cultura contagiante
de evangelismo na igreja local. J. Mack Stiles, 144 páginas, Editora Vida Nova,
2015. É apenas um pequeno livro, mas é o melhor livro que já li sobre o
assunto.
Nos laços do Calvário
que nos une,
Luciano Paes Landim.
quinta-feira, 31 de dezembro de 2015
POR QUE AS IGREJAS DEVERIAM REPENSAR O SALÁRIO DO PREGADOR?
Por john macarthur
A
relação entre o trabalho que um pregador realiza e o dinheiro que ele leva para
casa parece ser muito clara para a maioria dos membros de igrejas: “nosso
pregador ‘ministra’ à esta igreja – ele visita os doentes, ela aconselha, ele
evangeliza, ele prega, ele ensina, ele faz o boletim e tudo o mais que pedirmos
a ele – e nós o pagamos para que ele faça estas coisas.” Esta é a forma como a
maioria dos cristãos pensam sobre seus pregadores e o “salário” que pagam para
ele. Mas será que esta é de fato a forma como deveríamos pensar sobre isto?
Pessoalmente, eu creio que não. Aqui estão algumas coisas para considerarmos…
1. Pare de pensar que o Pregador faz o que faz pelo
pagamento.
A maioria dos membros de igrejas pensam que os seus
pregadores fazem o que fazem porque eles o pagam para fazê-lo. Eu creio que
esta é uma forma invertida de se pensar sobre a situação. É muito mais saudável
pensar da seguinte forma: “O pregador comprometeu sua vida à
proclamação do evangelho e nós o apoiamos financeiramente neste esforço.” Ele
não faz o que faz porque vocês dão dinheiro a ele, vocês dão dinheiro a ele
porque ele faz o que ele faz.
O
Apóstolo Paulo abriu mão do seu direito de coletar apoio financeiro da maioria
das igrejas nas quais ele trabalhou, mas ela afirmou que as igrejas deveriam
apoiar aqueles que trabalhavam espalhando o evangelho (1 Coríntios 9). A igreja
deve sustentar tantos quantos pregadores, professores, evangelistas e
missionários ela for capaz. Quando homens querem devotar a vida deles à
proclamação do evangelho, nós devemos considerar como nosso privilégio e
alegria sustentar estes homens.
2. Pare de pensar que seu pregador faz o que ele
faz em seu lugar.
Muitos membros de igrejas pensam em seus pregadores
como os ministros (servos) da igreja. Eles consideram como tarefa do ministro
fazer o aconselhamento, a visitação, o evangelismo e o ensino da igreja. E quer
admitamos ou não muito deste pensamento vem do fato de que nós não queremos
fazer este trabalho, pensamos que não temos tempo, então contratamos
alguém que faça por nós.
Dizemos
coisas do tipo: “Eu não sei como fazer e não tenho tempo para ir no hospital e
visitar as pessoas que estão doentes, nem para fazer estudos bíblicos com
incrédulos; é para isso que pagamos o pastor.” Mas não poderíamos estar mais
errados por esta forma de pensarmos.
Não
existe nenhum precedente bíblico para se contratar alguém para fazer a obra que
nós deveríamos estar fazendo. De fato, uma das tarefas do pastor é “equipar” os
membros da igreja para que eles façam a “obra do ministério” (Efésios 4.11-12).
Você não sustenta um pastor para que você possa ser aliviado do trabalho, você
sustenta um pastor, em parte, para que ele ajude a te equipar e motivar para a
obra que você deve estar fazendo.
É
óbvio que ele ajuda a equipar a igreja sendo um bom exemplo de serviço, mas se
ele começar a fazer o trabalho por você, ele estará te mimando e não te
equipando. Muitos pastores precisam parar de mimar a igreja e começar a equipar
a igreja.
3. Pare de pensar que seu pregador pertence a você
Quando
uma igreja pensa em seu pregador como empregado dela, ela entendeu errado a
situação. O pastor não trabalha para a igreja. Ele não trabalha para os
presbíteros. Ele trabalha para o Senhor. Paulo chama os pregadores de “servos
do Senhor” (2 Timóteo 2.24), e é isto o que o pregador é, o servo do Senhor.
Não o nosso servo.
É
claro que o pregador e seu trabalho estão sob a supervisão dos presbíteros da
igreja. Os presbíteros pastoreiam o pregador, ajudando-o a balancear o trabalho
que ele realiza especificamente para a igreja local e o trabalho que ele
realiza pelo Reino. Um pregador pode decidir junto com seus presbíteros que seu
trabalho precisa focar primariamente – ou até mesmo exclusivamente – na obra
local; enquanto outro pregador e seus presbíteros podem decidir focar as
habilidades do pregador mais em espalhar o evangelho ao redor do mundo.
Mas
é vergonhoso quando uma igreja acredita que o pregador pertence a eles e se
ressentem pelo tempo que ele investe pregando e ensinando em outros lugares.
4. Deixe seu pregador ser um membro de sua igreja
Quando
as igrejas pensam que seus pastores são empregados que pertencem a eles, elas
com frequência falham ao não tratá-los como co-membros de igreja. Nossos
pregadores precisam ser capazes de ter comunhão, aprender, confessar seus
pecados e dificuldades, serem encorajados, aconselhados e ter todos os
benefícios que desfrutamos como membros de uma família da fé. Mas muitas vezes
nós negamos estas bençãos a eles porque os tratamos como nossos empregados.
Considere
algumas destas questões:
·
O pregador está sempre
ensinando na Escola Bíblica Dominical, ou vocês deixam que ele seja o aluno
algumas vezes?
·
Você espera que seu pregador
seja sempre quem estará ensinando, aconselhando e encorajando você, ou algumas
vezes você oferece a ele os seus ouvidos?
·
O seu pregador se sente como
um membro da sua igreja ou como um empregado da sua igreja?
Conclusão
O
ponto central é este, temos que parar de pensar que o dinheiro que damos ao
nosso pregador faz com que ele tenha uma dívida com a gente. Ao invés disto,
devemos considerar nosso privilégio podermos sustentar homens que fiel e
diligentemente proclamam a mensagem do evangelho em nossa igreja ou ao redor do
mundo. Devemos encorajá-los de todas as formas que pudermos na obra que eles
realizam.
Fonte: http://revive.org.br/por-que-as-igrejas-deveriam-repensar-o-salario-do-pregador/
sábado, 12 de dezembro de 2015
12 Pensamentos Missionários
Colocarei aqui 12
pensamentos missionários de 12 autores:
1.
“Nada é mais instigante para os
cristãos envolvidos com a pregação do evangelho do que saber que Cristo fará a
sua obra!” Yago Martins
2.
“Missões não são primeiramente uma
atividade da igreja, mas um atributo de Deus. Deus é um Deus missionário.” David J. Bosch
3.
“A missão surge do coração do próprio
Deus e é transmitida de seu coração para o nosso. A missão é o alcance global
de um povo global que pertence ao Deus global.” John Stott
4.
“Não ganharão almas para Cristo até
que o Evangelho seja como um fogo em seus ossos, e sintam que, ai de vocês se
não pregarem o Evangelho.” Charles
Spurgeon
5.
“Missões não consistem em enviar
missionários, mas em enviar a verdade de Deus através de missionários.” Paul Washer
6.
“Em última instância, a razão pela
qual os crentes devem ir a todas as nações não é por termos pena dos que se
perdem, ou porque nossa cultura seja superior [...]. A principal razão é o
senhorio universal de Jesus Cristo.” Gonzáles
e Orlandi
7.
“A nossa pregação é motivada pelo
desejo de glorificar a Deus, através da conversão do seu povo. Qualquer outro
motivo que assuma a preponderância em nossa tarefa, desvia o sentido da
evangelização.” Herminsten Maia
8.
“Enraizamos a razão da obra missionária
não no ser humano, na sua carência de Deus, ou no seu amor para com aqueles que
não têm Deus, mas a razão da obra missionária está firmemente enraizada na
iniciativa e na misericórdia de Deus, isto é, na sua soberania.” Timóteo Carriker
9.
“Ide. Isso não é apenas uma ordem,
como ‘Filho, vai trabalhar’, mas também uma palavra de encorajamento: ‘Vai, e
não tenhas medo. Não fui eu quem te mandou?’” Matthew Henry
10. “as
verdades da graça soberana [...] são precisamente as doutrinas que encorajam a atividade
missionária.” Joel Beeke
11. “Não
é a Igreja que possui uma missão de salvação a cumprir no mundo; é a missão do
Filho e do Espírito, através do Pai, que inclui a Igreja.” Jürgen Moltmann
12. “Enquanto
houver tempo e houver nações a serem alcançadas, o mandamento de Jesus continua
válido: ‘Vão e façam discípulos’.” John
Piper
Nos laços do Calvário
que nos une,
Luciano Paes Landim.
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