quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Os Planos de Deus Não Podem Ser Frustrados

Esboço de Sermão

Jó 42.2

Introdução:
1.      Os nossos planos nem sempre saem da maneira que planejamos. Os nossos planos podem ser frustrados.
2.      O homem não consegue discernir os acontecimentos futuros que somente Deus sabe.
3.      Deus nunca prometeu que nossos planos dariam certo. Ele prometeu que os planos dEle não dariam errados.
4.      Os planos de Deus não podem ser frustrados.

I. As Características de Jó:
1.      Integridade, retidão, temor a Deus e desvio do mal (1.1).
2.      Tinha sete filhos e três filhas (1.2).
3.      Possuía sete mil ovelhas, três mil camelos, quinhentas juntas de bois e quinhentas jumentas (1.3a).
4.      Tinha muitos trabalhadores ao seu dispor (1.3b).
5.      Era o maior de todos os do Oriente (1.3c).
6.      Seus filhos banqueteavam-se entre si (1.4a).
7.      Jó intercedia pelos seus filhos (1.5).

II. O motivo das provações de Jó:
1.      Satanás apresentou-se perante a Deus: “Num dia em que os filhos de Deus vieram apresentar-se perante o SENHOR, veio também Satanás entre eles” (1.6).
2.      Satanás levanta suspeitas sobre as motivações de Jó: Então, perguntou o SENHOR a Satanás: Donde vens? Satanás respondeu ao SENHOR e disse: De rodear a terra e passear por ela. Perguntou ainda o SENHOR a Satanás: Observaste o meu servo Jó? Porque ninguém há na terra semelhante a ele, homem íntegro e reto, temente a Deus e que se desvia do mal. Então, respondeu Satanás ao SENHOR: Porventura, Jó debalde teme a Deus? Acaso, não o cercaste com sebe, a ele, a sua casa e a tudo quanto tem? A obra de suas mãos abençoaste, e os seus bens se multiplicaram na terra. Estende, porém, a mão, e toca-lhe em tudo quanto tem, e verás se não blasfema contra ti na tua face. Disse o SENHOR a Satanás: Eis que tudo quanto ele tem está em teu poder; somente contra ele não estendas a mão. E Satanás saiu da presença do SENHOR” (1.7-12).
3.      Nem sempre o sofrimento vem em consequência do pecado pessoal.
4.      A igreja moderna confundiu provações com maldições, prosperidade com materialismo.
5.      O próprio Deus afirma que Jó era um homem íntegro, reto, temente ao Senhor e que se desviava do mal.

III. As Provações de Jó:
1.      A perda dos bens materiais: Sucedeu um dia, em que seus filhos e suas filhas comiam e bebiam vinho na casa do irmão primogênito, que veio um mensageiro a Jó e lhe disse: Os bois lavravam, e as jumentas pasciam junto a eles; de repente, deram sobre eles os sabeus, e os levaram, e mataram aos servos a fio de espada; só eu escapei, para trazer-te a nova. Falava este ainda quando veio outro e disse: Fogo de Deus caiu do céu, e queimou as ovelhas e os servos, e os consumiu; só eu escapei, para trazer-te a nova. Falava este ainda quando veio outro e disse: Dividiram-se os caldeus em três bandos, deram sobre os camelos, os levaram e mataram aos servos a fio de espada; só eu escapei, para trazer-te a nova” (1.13-17).
2.      A perda dos filhos: Também este falava ainda quando veio outro e disse: Estando teus filhos e tuas filhas comendo e bebendo vinho, em casa do irmão primogênito, eis que se levantou grande vento do lado do deserto e deu nos quatro cantos da casa, a qual caiu sobre eles, e morreram; só eu escapei, para trazer-te a nova” (1.18,19).
3.      A perda da saúde: Então, Satanás respondeu ao SENHOR: Pele por pele, e tudo quanto o homem tem dará pela sua vida. Estende, porém, a mão, toca-lhe nos ossos e na carne e verás se não blasfema contra ti na tua face. Disse o SENHOR a Satanás: Eis que ele está em teu poder; mas poupa-lhe a vida. Então, saiu Satanás da presença do SENHOR e feriu a Jó de tumores malignos, desde a planta do pé até ao alto da cabeça” (2.4-7).
4.      A apostasia de sua esposa: Então, sua mulher lhe disse: Ainda conservas a tua integridade? Amaldiçoa a Deus e morre” (2.9).
5.      A perda da reputação: Da minha honra me despojou e tirou-me da cabeça a coroa” (19.9).
6.      A perda dos melhores amigos: Compadecei-vos de mim, amigos meus, compadecei-vos de mim, porque a mão de Deus me atingiu” (19.21).
7.      A repreensão de Deus a Jó: Quem primeiro me deu a mim, para que eu haja de retribuir-lhe? Pois o que está debaixo de todos os céus é meu” (41.11).

IV. A Reação de Jó:
1.      Depois de ter perdido os bens e os filhos, Jó adorou ao Senhor: Então, Jó se levantou, rasgou o seu manto, rapou a cabeça e lançou-se em terra e adorou; e disse: Nu saí do ventre de minha mãe e nu voltarei; o SENHOR o deu e o SENHOR o tomou; bendito seja o nome do SENHOR! Em tudo isto Jó não pecou, nem atribuiu a Deus falta alguma” (1.20-22).
2.      Depois que sua esposa falou pra Jó não conservar mais a sua integridade, amaldiçoar a Deus e morrer, Jó respondeu: Mas ele lhe respondeu: Falas como qualquer doida; temos recebido o bem de Deus e não receberíamos também o mal? Em tudo isto não pecou Jó com os seus lábios” (2.10).
3.      Jó compreende muito bem quem enviou esses males a ele: “Então, vieram a ele todos os seus irmãos, e todas as suas irmãs, e todos quantos dantes o conheceram, e comeram com ele em sua casa, e se condoeram dele, e o consolaram de todo o mal que o SENHOR lhe havia enviado; cada um lhe deu dinheiro e um anel de ouro” (42.11).

V. Deus restaura a prosperidade de Jó:
1.      Atrás da cara carrancuda de Deus há um sorriso escondido. 
2.      Tudo que Satanás intentou contra Jó, Deus reverteu em bênção.
3.      O exemplo de José: Vós, na verdade, intentastes o mal contra mim; porém Deus o tornou em bem, para fazer, como vedes agora, que se conserve muita gente em vida” (Gn 50.20).
4.      Rm 8.28: “Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito”.
5.      Fp 4.11-13: Digo isto, não por causa da pobreza, porque aprendi a viver contente em toda e qualquer situação. Tanto sei estar humilhado como também ser honrado; de tudo e em todas as circunstâncias, já tenho experiência, tanto de fartura como de fome; assim de abundância como de escassez; tudo posso naquele que me fortalece”.
6.      Ilustração “O ateu e a crente pobre”.
7.      Não existem duas forças iguais operando no universo – um dualismo. Os demônios estão sujeitos a Deus. Eles nada fazem sem a permissão de Deus. Jó 1.1ss. Deus é o único todo-poderoso.
8.      Deus restaurou todas as áreas atingidas na vida de Jó:
a)      Deus restaurou os bens de Jó - dando-lhe o dobro: Assim, abençoou o SENHOR o último estado de Jó mais do que o primeiro; porque veio a ter catorze mil ovelhas, seis mil camelos, mil juntas de bois e mil jumentas” (42.12).
b)      Deus restaurou a saúde de Jó – Viveu mais 140 anos: Depois disto, viveu Jó cento e quarenta anos; e viu a seus filhos e aos filhos de seus filhos, até à quarta geração. Então, morreu Jó, velho e farto de dias” (42.16,17).
c)      Deus restaurou os filhos de Jó: Também teve outros sete filhos e três filhas” (42.13). Agora, Jó tem 10 filhos no céu e 10 filhos na terra. Não deu o dobro, porque não perdemos os nossos filhos com a morte. Seus filhos são filhos da promessa.
d)     Deus restaurou o casamento de Jó: O casamento de Jó foi curado, transformado. Ele teve mais dez filhos como frutos do casamento.
e)      Deus restaurou os amigos de Jó: Mudou o SENHOR a sorte de Jó, quando este orava pelos seus amigos; e o SENHOR deu-lhe o dobro de tudo o que antes possuíra. Então, vieram a ele todos os seus irmãos, e todas as suas irmãs, e todos quantos dantes o conheceram, e comeram com ele em sua casa, e se condoeram dele, e o consolaram de todo o mal que o SENHOR lhe havia enviado; cada um lhe deu dinheiro e um anel de ouro” (42.10,11). Em vez de guardar mágoa das pessoas que falam mal de você, ore por elas. Porque através da intercessão Deus vai curar você e perdoar seus amigos.
Conclusão e Aplicações:
1.      Satanás tentou afastar Jó de Deus, mas Jó ficou mais perto do Senhor. Agostinho disse: "Deus está mais perto de mim do que eu de mim mesmo". DEUS ESTÁ CONOSCO!
2.      A ênfase do livro não são as provações de Jó ou a sua fidelidade a Deus, mas a soberania, providência, fidelidade e cuidado de Deus na vida dos seus servos.
3.      Alguém disse: “Prefiro a tempestade e Jesus dormindo, do que o mar calmo e o Diabo remando”. É MELHOR TER JESUS DENTRO DO BARCO!
4.      Martinho Lutero: “Posso não saber o caminho, mas conheço bem o meu guia”. CONHEÇA E CONFIE EM JESUS, POIS ELE TE LEVARÁ À TERRA PROMETIDA!
5.      Jó provou e viu que Deus é bom: Eu te conhecia só de ouvir, mas agora os meus olhos te veem” (42.5). PROVE DE DEUS!

Nos laços do Calvário que nos une,
Luciano Paes Landim.

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Um Modelo a Ser Seguido/Um Modelo a Ser Evitado

Esboço de Sermão
(Sermão pregado no domingo 29 de dezembro de 2013 na Igreja Internacional BOAS NOVAS em São Sebastião/DF. 17º Sermão da série baseada na Carta de Paulo aos Filipenses)

Fp 3.17-19

Introdução:
1. Todos os cristãos são imperfeitos, portanto, eles precisam de exemplos de pessoas menos imperfeitas que saibam lidar com a imperfeição e que possam modelar o processo de busca do objetivo da semelhança de Cristo.

2. Paulo era fiel à cruz. Cristo era a glória de Paulo. A mente de Paulo estava voltada para as coisas celestiais.

3. Os cristãos filipenses tinham de concentrar-se em outros exemplos piedosos, como Timóteo e Epafrodito (2.19-20), e ver como eles se comportaram no serviço a Cristo.

I. Devemos seguir bons exemplos de comportamento cristão:
1. Devemos seguir bons exemplos de doutrina e de vida (v. 17):
a) Paulo era um exemplo para os crentes tanto na questão da doutrina quanto na questão ética.
b) Paulo, aqui, chama os crentes à obediência.

2. Devemos seguir exemplos de pessoas que protegem, dos falsos mestres o rebanho (v. 18):
a) Paulo pregou a verdade e denunciou o erro. Ele proclamou o evangelho e combateu a mentira.
b) Paulo chamou os falsos mestres de inimigos da cruz.
c) Inimigos da cruz eram aqueles que pregavam a salvação pelas obras e não pela graça.

3. Devemos seguir exemplos de exortação com firmeza e com lágrimas (v. 18):
a) Paulo tem firmeza e doçura nas palavras.
b) Paulo advertiu sobre o erro e chorou sobre aqueles que permaneceram nele.

II. Devemos estar em guarda contra maus exemplos:
1. Não devemos nos enganar acerca dos falsos mestres (v. 19).

2. Os falsos mestres adoram a si mesmos:
a) Paulo diz: “... o deus deles é o ventre”.
b) Eles vivem encurvados para o próprio umbigo.
c) O deus deles são eles mesmos. A vida deles é centrada neles mesmos. São adoradores de si mesmos.
d) A glutonaria é obra da carne, assim como a prostituição, a idolatria e a feitiçaria (Gl 5.19-21).

3. Os falsos mestres invertem os padrões morais:
a) Paulo continua: “... e a glória deles está na sua infâmia...” (v. 19).
b) Eles deveriam ter vergonha daquilo em que se gloriavam.
c) Eles não apenas levavam a bom termo seus maus desígnios, mas ainda se vangloriavam disso.
d) A recompensa deles é fugaz. A decepção deles é certa. A ruína deles é veloz.

4. Os falsos mestres têm suas mentes voltadas para as coisas materiais, em vez de espirituais:
a) O apóstolo é enfático quando diz: “... visto que só se preocupam com as cousas terrenas” (v. 3.19).
b) O coração deles está sedento de coisas materiais, em vez de buscarem as riquezas espirituais.
c) Eles vivem sem a perspectiva da eternidade.

5. Os falsos mestres caminham inevitavelmente para a perdição:
a) O apóstolo Paulo é claro em afirmar: “O destino deles é a perdição”.
b) Não há salvação fora da verdade.
c) O caminho da heresia desemboca no abismo.

Conclusão:
1. Devemos ser bons exemplos de cristãos.

2. Devemos buscar bons exemplos de comportamento cristão para seguirmos.

3. Devemos estar em guarda contra maus exemplos.

4. Você é um bom exemplo de cristão? Como ser um bom exemplo de cristão?
a) Leia e pratique a Bíblia.
b) Ore constantemente.
c) Busque a Deus em primeiro lugar e a sua vontade, e as demais coisas te serão acrescentadas.

Nos laços do Calvário que nos une,
Luciano Paes Landim.

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Persevere Até o Fim

Esboço de Sermão
(Pregado na Igreja Internacional BOAS NOVAS, Guará II/DF, no domingo 05 de janeiro de 2014)

Tg 1.12
Introdução:
1. Tiago, continua, aqui, suas orientações a respeito do comportamento cristão em face das provações da fé, e com esse verso ele introduz um importante ponto: a diferença entre provação e tentação, estabelecida pela origem e propósito de ambas.
2. Um cristão maduro é paciente nas provas. Um cristão imaturo transforma provas em tentações.
3. Não podemos confundir provação e tentação. A provação vem de Deus e visa nos aperfeiçoar, a tentação vem de Satanás e visa nos derrubar.
4. A igreja moderna confundiu provação com maldição. Não é uma igreja que está disposta a ser provada.
5. Vejamos algumas lições extraídas deste versículo:
I. Aquele que suporta com firmeza a provação é bem-aventurado - “Bem-aventurado o homem que suporta”:
1. “Bem-aventurado”:
a) É uma expressão tipicamente hebraica e designa uma pessoa que é feliz por estar em aliança com Deus.
b) Os cristãos que conseguem suportar as provações são verdadeiramente felizes.
2. “suporta”:
a) Significa a sobrevivência passiva e dolorosa em meio a uma provação e a concentração no resultado vitorioso.
b) De que forma devemos suportar: com alegria (1.4), orando com sabedoria (1.5), gloriando-se na sua dignidade (1.9).
II. A perseverança é essencial para sermos aprovados - “com perseverança, a provação”:
1. “perseverança”:
a) Não se refere a suportar de qualquer maneira, mas com perseverança (firmeza, insistência).
b) Perseverança significa ser fiel a Cristo até a morte.
c) Essa perseverança será recompensada por Deus: “Não temas as coisas que tens de sofrer. Eis que o diabo está para lançar em prisão alguns dentre vós, para serdes postos à prova, e tereis tribulação de dez dias. Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida” (Ap 2.10).
2. “provação”:
a) Deus permite essas provas para provar e aumentar a força e a qualidade da fé que a pessoa professa e demonstrar a validade dela.
b) Toda provação torna-se uma prova de fé que tem por objetivo fortalecer.
III. As provas são necessárias - “porque, depois de ter sido aprovado, receberá a coroa da vida, a qual o Senhor prometeu aos que o amam”:
1. “aprovado”:
a) Tiago ensina que o alvo das provações é nossa aprovação, para que recebamos a vida eterna como a coroa.
b) Significa que “passou no teste”.
c) O cristão passou por suas provações com êxito e vitória, o que indica que ele é genuíno porque a sua fé resistiu como a de Jó.
2. “coroa da vida”:
a) “coroa” era o arranjo de flores em forma circular que era colocado sobre a cabeça do campeão nos antigos campeonatos atléticos da Grécia.
b) A recompensa dos que suportam com perseverança a provação é a vida eterna.
3. “a qual o Senhor prometeu aos que o amam”:
a) Recompensa máxima de um cristão: a vida eterna.
b) Isto é o que Deus prometeu e reservou aos que o amam.
c) Deus prometeu na morte e na segunda vinda de Cristo.
Conclusão:
1. Deus prova os que o amam com o objetivo de dar-lhes a coroa da vida. As tentações, por outro, não procedem de Deus, mas do nosso coração corrompido, quando cedemos à cobiça.
2. Quando Deus nos prova é para o nosso bem, por isso somos bem-aventurados.
3. Quando somos provados, desenvolvemos a paciência triunfadora.
4. Quando somos provados temos a oportunidade de demonstrar nosso amor por Deus.
5. A Bíblia diz que nossa leve e momentânea tribulação produz para nós eterno peso de glória (2Co 4.17).
6. Como Lutero expressou no hino “Castelo Forte”: Ainda que percamos família, bens, prazeres, Deus continua sendo nosso castelo forte.
7. NTLH: “Feliz é aquele que nas aflições continua fiel! Porque, depois de sair aprovado dessas aflições, receberá como prêmio a vida que Deus prometeu aos que o amam”.

8. Você deve ser firme nas provações, perseverante até o final. Você tem sido fiel, firme e perseverante?

Nos laços do Calvário que nos une,
Luciano Paes Landim.

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Vale a Pena Ler de Novo


Li o livro “Calvinismo: As Antigas Doutrinas da Graça” do Rev. Paulo Anglada neste ano, mais precisamente no mês de maio. O livro é fantástico! Agora, devido a série de estudos que iniciamos em nossa congregação sobre a TULIP, lerei o livro mais uma vez para "refrescar" o assunto. O LIVRO É ALTAMENTE RECOMENDÁVEL!

Sinopse do Livro:
O que é Calvinismo? Que sistema doutrinário é este que ficou conhecido pelo nome do grande reformador francês do século XVI? Qual a sua essência? Quais as suas afirmativas principais? Quais as objeções? Qual sua história? Faz justiça a revelação bíblica?

O Dr. Paulo Anglada responde a estas questões de uma forma simples e clara, afirmando que Calvinismo é o evangelho dos grandes pregadores do passado como Lutero, Calvino, John Knox, Tyndale, Latimer, os puritanos, J. C. Ryle, Martin Lloyd-Jones, Packer e os grandes missionários, como David Brainerd, David Livingstone, William Carey. Os que confessam o Calvinismo estão na mais excelente companhia.

Retornando ao Antigo e Verdadeiro Evangelho


S
orrateira e imperceptivelmente, temos trocado o evangelho puro e verdadeiro por outro inteiramente sujo e falso. O problema reside exatamente aí: o falso evangelho “aparenta” ser poderoso para salvar, entretanto, obscurece a verdade e sucumbisse na perdição. Ele é totalmente diferente. Ele falha justamente em não produzir arrependimento, humildade, transformação e salvação.

A diferença entre o falso e o verdadeiro evangelho jaz no fato de que o falso preocupa-se por demais em “ajudar” o homem (ele é antropocêntrico), suas bases estão no egocentrismo e na egolatria, já o verdadeiro evangelho glorifica a Deus (ele é teocêntrico), seu centro de referência é Deus.

O verdadeiro evangelho ensina os homens a glorificarem a Deus, o falso evangelho ensina os homens a se sentirem melhores. O verdadeiro evangelho prega a salvação pela graça – o caminho de Deus ao homem. O falso evangelho prega a salvação pelas obras – o caminho do homem a Deus. O verdadeiro evangelho aborda Deus, o falso evangelho aborda o homem.

Assim sendo, diante da realidade em que vivemos, necessitamos urgentemente retornar ao antigo e verdadeiro evangelho, ao evangelho de Cristo, ao evangelho da cruz, ao evangelho da graça, ao evangelho da salvação. Devemos ler, viver e pregar o antigo e verdadeiro evangelho. Devemos dizer como Charles Spurgeon: “Quanto a mim, continuarei a defender o antigo evangelho, não posso fazer outra coisa. Se Deus me ajudar, suportarei as consequências do que os homens julgam ser obstinação.”

Nos laços do Calvário que nos une,
Luciano Paes Landim.

LANÇAMENTO DA REVISTA MISSIONÁRIA “MISSIO DEI”

Estamos no mês de aniversário da Missão SAEM. No dia 21 de abril, comemoraremos 18 anos de existência da Sociedade de Apoio Evangelístico e ...