MISSÕES: AGORA OU NUNCA!


Estatísticas missionárias afirmam que, de cada seis habitantes no mundo, dois são cristãos (católicos, protestantes, ortodoxos e evangélicos), um já ouviu falar de Jesus pelo menos uma vez (mas, ainda não correspondeu), um é muçulmano e dois nunca ouviram falar de Jesus nenhuma vez.

Existem no mundo 1.700 línguas e dialetos que não têm sequer um versículo bíblico traduzido; mais de 210 milhões de alcoólatras, 110 milhões de homossexuais (gays e lésbicas), 53 milhões que morrem de fome por ano e 140 que morrem por dia devido doenças, violências, guerras, suicídios e etc.

Diante de dados como esses, nos vêm algumas perguntas: Se não formos nós, quem há de ir? Se não for agora, quando? Se não for aqui, onde?

Ainda podemos indagar: Onde estão aqueles com o coração inflamado pelo poder de Deus impulsionados a pregar o Evangelho até o último povo da terra?

Fundamentalmente, a missão intransferível da Igreja é a proclamação do Evangelho, para a glória de Deus, a todos os povos, raças, tribos e nações. Para isso, é necessário visão, determinação e amor:

Visão missionária é a capacidade de enxergar com os próprios olhos de Deus. É ver os pecadores como Deus os vê e se compadecer deles de maneira que o impulsione a evangelizá-los.

Determinação na obra missionária é a atitude que permeia toda a obra divina. É a característica que envolve os objetivos e a insistência naquilo que é valioso.

E amor pelas almas é o atributo supremo na vida do verdadeiro cristão. Pois, sem ele, é impossível realizar os propósitos de Deus de maneira eficiente.

A verdade é que precisamos de um despertar por meio da graça, de maneira tal, que jovens, velhos e crianças estejam empenhados nesta nobre e majestosa missão: Levar o Nome de Jesus ao mundo inteiro (Mc 16.15).

Precisamos acordar e ter a consciência de que a razão porque ainda estamos neste mundo é tão somente para pregar as boas novas de salvação e saber que a obra missionária é tarefa urgente, pois as vidas não nos esperam ir pregar para depois morrerem.

Portanto, não podemos mais perder tempo. Devemos fazer missões agora, ou depois será tarde demais!

Nos laços do Calvário que nos une,
Rev. Luciano Paes Landim

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