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sexta-feira, 1 de agosto de 2014
Livreto: LOUVOR É MAIS QUE MÚSICA
É com muita alegria que
apresento a vocês o meu novo lançamento pela SAEM Publicações: LOUVOR É MAIS
QUE MÚSICA.
Um trecho:
“É possível louvar a Deus sem música? Como se portariam os músicos na
igreja se o “ministério de louvor” não tivesse música? Músico na igreja é o
mesmo que levita? O que é o louvor a Deus? O louvor liberta mesmo? O que Deus
espera dos músicos? O que Deus não espera dos músicos? A música que estamos
escutando ou cantando tem consistência e coerência moral e teológica tanto na
letra como na melodia? Qual o intento que está por trás da música? Ela
transmite a mensagem bíblica? Glorifica a Deus? Oferece o que é mais nobre e
melhor?”
Entregamos em qualquer
lugar do Brasil!
Valor: R$ 10,00 (inclusa taxa de Correios)
Para adquirir, envie uma mensagem para lucianolandim@hotmail.com
sábado, 19 de julho de 2014
Muitos insistem em dizer que músico é levita
(Trecho do livreto "Louvor é Mais Que Música" que será publicado em agosto pela SAEM Publicações)
M
|
uitos têm usado “levita” como sinônimo de músico. Puro engano. Não temos
mais levitas.[1] Realmente, a Bíblia relata
que existiam levitas envolvidos com a música no antigo Israel.[2]
No entanto, nem todos os levitas eram músicos. A música no serviço levítico era
a menor das tarefas. Alguns levitas cuidavam de outras atividades cultuais,
como o sacrifício, tarefas administrativas e operacionais.[3]
Havia,
então, entre eles porteiros, guardas, padeiros e também cantores e
instrumentistas.[4]
Muitas das vezes em que se fala sobre os levitas no Antigo Testamento, a
referência se aplica aos ajudantes dos sacerdotes. Seu serviço era cuidar do
tabernáculo e de seus utensílios, inclusive carregando tudo isso durante a
viagem pelo deserto (Nm capítulos 3, 4, 8, 18). Naquele tempo, os levitas não
eram responsáveis pela música no tabernáculo. Afinal, não havia uma parte
musical no culto estabelecido pela lei de Moisés, embora as orações e
sacrifícios incluíssem o sentido de louvor, adoração e ações de graças.[5] Assim, músico na igreja não é o mesmo que
levita. Levitas eram os membros da tribo de Levi. Músico que se autodenomina
“levita” imputa para si uma identificação judaizante e se ergue mais que os
outros irmãos. Alguns usam este termo para se autodenominar para se sentirem
mais especiais e intocáveis. Institui uma categoria entre crentes “levitas” e
“não-levitas”. Se houvesse ainda o sacerdócio levítico, ele não estaria
acoplado a músicos na igreja. Com a morte e ressurreição de Cristo, o
sacerdócio levítico tornou-se caduco. O levita tinha um papel de mediador,
assumido por Cristo. Vale lembrar que em nenhum lugar do Novo Testamento
encontramos referência de que líderes de música, cantores ou instrumentistas
sejam considerados como levitas do Senhor.
Algumas coisas que os ditos “levitas” de hoje
se esqueceram:
1. De circuncidar o prepúcio.
2. Das maldições destinadas à Israel
explícitas em Dt 28. 15...
3. De raspar os pelos do corpo como esclarece.[6]
4. De abandonar as suas casas e mudarem para
as cidades determinadas em Israel, se ainda existirem.[7]
Portanto, como não somos descendentes da
tribo de Levi e não existe mais o templo, então, está dispensado do serviço
“levítico”, mas não da adoração e louvor a Deus. Ou seja, é melhor continuar
sendo músico de igreja do que “levita” de Israel. Músico é músico e pronto! Como
disse Stephen
Altrodgge: "Caros líderes de adoração: Vocês não levam ninguém à presença de Deus. Jesus já fez isso."[8]
Nos laços do Calvário que nos une,
Luciano Paes Landim.
[1] Originalmente,
"levita" significa "descendente de Levi", que era um dos 12
filhos de Jacó.
[2]
1Cr 15.22: “Quenanias, chefe dos levitas
músicos, tinha o encargo de dirigir o canto, porque era perito nisso.”
[3]
1Cr 9.26: “porque havia sempre, naquele
ofício, quatro porteiros principais, que eram levitas, e tinham a seu cargo as
câmaras e os tesouros da Casa de Deus.” Nm 1.50: “mas incumbe tu os levitas de cuidarem do tabernáculo do Testemunho, e
de todos os seus utensílios, e de tudo o que lhe pertence; eles levarão o
tabernáculo e todos os seus utensílios; eles ministrarão no tabernáculo e
acampar-se-ão ao redor dele.”
[4]
2Cr 34.13: “Todos os levitas peritos em
instrumentos músicos eram superintendentes dos carregadores e dirigiam a todos
os que faziam a obra, em qualquer sorte de trabalho. Outros levitas eram
escrivães, oficiais e porteiros.”
[5] Muito tempo depois, Davi
inseriu a música como parte integrante do culto. Então, atribuiu a alguns
levitas a responsabilidade musical.
Em I Crônicas (9.14-33; 23.1-32; 25.1-7), vemos diversas atribuições dos
levitas.
[6]
Lv 8.7: “assim lhes farás, para os
purificar: asperge sobre eles a água da expiação; e sobre todo o seu corpo
farão passar a navalha, lavarão as suas vestes e se purificarão.”
[7]
Lv 35.2: “Dá ordem aos filhos de Israel
que, da herança da sua possessão, dêem cidades aos levitas, em que habitem; e
também, em torno delas, dareis aos levitas arredores para o seu gado.”
[8] O Yago Martins citou esta frase numa rede
social. Acredito que o autor da frase, Stephen Altrodgge, quando diz “Caros líderes de
adoração”, refere-se à adoração coletiva, comunitária ou congregacional.
terça-feira, 28 de janeiro de 2014
Louvor é mais que música (Esboço)
Esboço de Palestra
(Palestra ministrada na manhã do domingo 26 de janeiro de 2014, na Igreja Cristã Evangélica da Aliança em São Sebastião/DF).
Sl
150.6
1.
É
possível louvar a Deus sem música? Como se portariam os músicos na igreja se o
“ministério de louvor” não tivesse música? Músico na igreja é o mesmo que
levita? O que é o louvor a Deus? O louvor liberta mesmo? O que Deus espera dos
músicos? O que Deus não espera dos músicos?
2.
A
música que estamos escutando ou cantando tem consistência e coerência moral e
teológica tanto na letra como na melodia? Qual o intento que está por trás da
música? Ela transmite a mensagem bíblica? Glorifica a Deus (1Co 10.31)? Oferece
o que é mais nobre e melhor (Fp 4.8)?
I. A música tem um valor inestimável:
1.
É
uma arte presente tanto no céu como na terra.
2.
Nos
motiva a despejar o coração em fervente louvor ao único Deus verdadeiro.
3.
Tem
uma extensão vertical (glorificar a Deus) e uma extensão horizontal (levar as
pessoas a confiar em Deus).
4.
Não
deve ser pobre em conteúdo, mas rica em teor bíblico.
5.
Deve
moldar nossa visão de mundo pela verdade bíblica e nos ensinar o significado da
Palavra de Deus.
II. Muitos se interessam pela música,
porém, poucos pelo louvor a Deus com música:
1.
Louvar
é uma coisa, tocar é outra.
2.
Você
pode ser o mais perfeito músico do planeta, mas se não houver louvor, Deus não
aceita.
3.
É
verdade que o louvor pode conter música, mas nem sempre a música contém louvor.
4.
O
músico deve ser um adorador na vida antes de se colocar frente ao povo de Deus.
Louvar a Deus significa reconhecê-Lo, agradecê-Lo e exaltá-Lo.
5.
Louvar
a Deus é ter uma vida piedosa, santa, obediente e temente a Deus.
III. Muitos insistem em dizer que
músico é levita:
1.
Não
temos mais levitas.
2.
A
Bíblia relata que existiam levitas envolvidos com a música no antigo Israel. No
entanto, nem todos os levitas eram músicos.
3.
A
música no serviço levítico era a menor das tarefas. Alguns levitas cuidavam de
outras atividades cultuais, como o sacrifício, tarefas administrativas e
operacionais.
4.
Músico
na igreja não é o mesmo que levita. Levitas eram os membros da tribo de Levi.
5.
Com
a morte e ressurreição de Cristo, o sacerdócio levítico tornou-se caduco.
6.
Vale
lembrar que em nenhum lugar do Novo Testamento encontramos referência de que
líderes de música, cantores ou instrumentistas sejam considerados como levitas
do Senhor.
7.
Algumas
coisas que os ditos “levitas” de hoje se esqueceram:
a)
De
circuncidar o prepúcio.
b)
Das
maldições destinadas à Israel explícitas em Dt 28.15...
c)
De
raspar os pelos do corpo como esclarece Nm 8.7.
d)
De
abandonar as suas casas e mudarem para as cidades determinadas (Nm 35.2) em
Israel, se ainda existirem.
IV. O “mercado gospel”:
1.
Heber
Carlos de Campos: “A adoração moderna é planejada para atrair pessoas (os
consumidores de música contemporânea) ao invés de ser promovida para que as
pessoas levantem os olhos para o céu para cultuar corretamente o verdadeiro
Deus... Antes que verdadeiros adoradores, estamos vendo pessoas preocupadas com
o consumo musical e litúrgico, querendo ouvir o que lhes agrada, e não o que
agrada a Deus”.
V. O show tem que parar:
1.
Subir
no altar e fazer imitação de crente não é louvor, é show, ou melhor, rascunho
de show mal feito.
2.
É
uma grande incoerência essa coisa de se tornar estrela gospel.
3.
O
tratamento dado a artistas gospel é inadmissível.
4.
Quando
a música na igreja é reduzida a entretenimento e recreação, ela se torna um
ídolo. Músico na igreja não é animador de auditório.
5.
Louvor
através da música não é show. Muita música dita “evangélica” é “do mundo”.
6.
A
música deve louvar adorar a Deus e não aos homens. O culto é feito para Deus e
não para nós mesmos.
VI. Por que os músicos são uma das
partes mais complicada da igreja?
1.
Porque
muitos deles são egocêntricos, creem piamente que o mundo gira em torno deles e
acham que nada funciona sem eles. Eles se acham insubstituíveis.
2.
A
maioria dos cantores evangélicos se comporta como artistas e não como servos.
3.
Músicos
na igreja não são estrelas.
4.
Todo
músico na igreja deve estar integrado na vida da igreja. Deve ser assíduo nos
cultos, ter sua vida irrepreensível, ser exemplo e nada de, após o momento de
louvor através da música, sair e ficar do lado de fora da igreja.
5.
Louvor
a Deus através da música não é brincadeira. Deus vai nos cobrar se de fato
tocamos e cantamos para a glória Dele.
VII. O músico precisa
conhecer profundamente a Bíblia:
1.
Josemar
Bessa: “alguns dos maiores perigos teológicos de nossos dias são localizados
nas asas da canção”.
2.
Assim
como a oração, a leitura da Palavra e principalmente a pregação dela, a música
também usa a palavra falada e escrita e faz parte do culto solene para juntos
transmitirem os ensinamentos das Escrituras.
3.
É
indispensável a ordem: Cante as Escrituras!
4.
Para
se cantar a Bíblia, antes é preciso conhecê-la. Músicos que não conhecem
profundamente as Escrituras não podem estar à frente da igreja.
5.
O
problema é que a teologia de muitos músicos é a música e não a Bíblia.
6.
Hoje
em dia, há muitos cânticos com letras heréticas.
VIII. O louvor liberta ou Deus liberta
por intermédio do louvor?
1.
A
resposta é: O louvor não liberta. Dez mil vezes não! Deus é quem liberta. Não
podemos idolatrizar a música achando que ela liberta. Somente Deus liberta.
2.
O
propósito da música na igreja não é libertar, mas louvar a Deus.
3.
Ela
é poderosa, mas não tem o poder de libertar. Somente Deus o tem!
IX. A vida da igreja é adorar, louvar,
agradar e exaltar ao seu Senhor:
Aqui
ficam algumas ferramentas valiosas para se louvar a Deus apesar da música:
1.
Oração.
2.
Leitura
bíblica.
3.
Finanças.
4.
Testemunho.
5.
Jejum.
6.
Santidade
7.
Serviço.
8.
Pensamentos.
Etc.
Conclusão
1.
Portanto,
precisamos rever o papel da música na adoração. Chegou a hora de pararmos de
brincar de ministério de música e levar a sério o que Deus nos confiou. Deus
procura adoradores que O adore em espírito e em verdade (Jo 4.24), com ou sem
música.
2.
Assim,
a música em seu conteúdo deve ser simples, resumida e direta aplicando os
conceitos da sã doutrina a vida do crente.
3.
Devemos
buscar equilíbrio e bom senso em nossas músicas.
4.
Podemos
até renovar a nossa hinódia, desde que não esqueçamos que o nosso culto deve
ser teocêntrico e que nossas músicas devem ser bibliocêntricas.
5.
Nosso
canto é para a glória de Deus e edificação da igreja. Portanto, vivamos e
cantemos para a glória de Cristo! Tenhamos cuidado com
o que estamos ensinando por meio da música. As letras das músicas têm o poder
formativo porque são memoráveis. Assim, cantemos a Bíblia para a glória de
Deus.
Nos laços do calvário que nos une,
Luciano Paes Landim.
sábado, 5 de outubro de 2013
A música tem um valor inestimável
Há
quem não tem em grande conta a música. Entretanto, a música é uma arte briosa e
ilustre presente tanto no céu como na terra. Ela é consagrada tanto por anjos
como por homens. A música fascina e extasia a alma. Ela nos motiva a despejar o
coração em fervente louvor ao Deus verdadeiro. Assim sendo, a música precisa
ser regida à reflexão e também à alma. Ou seja, necessita ser conduzida à razão
e às emoções. Devemos lembrar que, fazer manipulação emocional é uma coisa,
louvar a Deus com as emoções é outra.
O
louvor musical, ainda que emocionado, deve ser absolutamente racional (Rm
12.1). A música tem uma extensão vertical (a exaltação e a glória de Deus) e
uma extensão horizontal (levar as pessoas a confiar em Deus, serem edificadas).
Deste modo, nossas músicas devem conter teologia consistente e sólida. Não
devem ser pobres em conteúdo, mas ricas em teor bíblico. Ou seja, não devem ser
baseadas em experiências humanas ou agitação emocional, porém, substancialmente
centradas em Deus. A música no culto deve ser a teologia cantada.
Portanto,
o valor da música no culto é inestimável. Expressa-se não no foco humano, mas
no caráter de Deus. Ela enche a nossa mente de glória e magnitude da presença
do Senhor. Molda nossa visão de mundo pela verdade bíblica e nos ensina o
significado da Palavra de Deus. Ou seja, nos ensina as implicações do evangelho
focado e centrado em Cristo e não no homem. Este é o valor magnífico da música
no culto.
Nos
laços do Calvário que nos une,
Luciano
Paes Landim.
quinta-feira, 25 de julho de 2013
As consequências do “mercado gospel”
O Rev. Heber Carlos de Campos, em seu artigo “Crescimento de
Igreja: Com Reforma ou Com Reavivamento” diz: “A adoração
moderna é planejada para atrair pessoas (os consumidores de música
contemporânea) ao invés de ser promovida para que as pessoas levantem os olhos
para o céu para cultuar corretamente o verdadeiro Deus... Antes que verdadeiros
adoradores, estamos vendo pessoas preocupadas com o consumo musical e
litúrgico, querendo ouvir o que lhes agrada, e não o que agrada a Deus”. Toda pressão desse mercado tem apenas cooperado para a falta
de conteúdo e de qualidade nas músicas. Tirando raras ressalvas, é de ficar em
choque com a mesmice das letras e como são ininteligíveis. Há uma exaustão e empobrecimento das letras e um simplismo
que beira a repetição e a imitação mundana. Tudo isso para vender shows e
produtos. Devemos nos empenhar pela
excelência na musicalidade e nas letras das canções que cantamos.
Em nome da “espiritualidade” a fé
cristã tem sido comercializada de modo ruidoso. E não adianta reclamarmos o
porquê dos músicos cobrarem, afinal, eles só cobram porque nós pagamos! É
privilégio compor, tocar e cantar pra Deus, não comércio. Isto não significa
que há problema em vender o material ou receber oferta das igrejas (de coração),
desde que não seja uma exigência, porém, um ato de amor. Penso que o músico
cristão deveria ganhar o necessário. Sem extravagância financeira. Deveria
ganhar aquilo que Deus graciosamente lhe der.
O problema é que no
“mercado gospel” a motivação deixa de ser “louvar e
enaltecer a glória de Deus” e passa a ser “produzir entretenimento,
divertimento e distração na maioria das vezes pautada em emocionalismo e
sensacionalismo ou em apelos proféticos de avivamento e de extravagância que só
aumentam a idolatrização e egolatrização do ser”. Hoje em dia, vende-se mais
porcaria do que canções sérias. Tudo isso porque tem gente pra comprar e
“apreciar”. Sem querer tornar mínimo a acuidade da música no culto, o que
chamamos de ministério de louvor, é na verdade uma equipe de música que deve
louvar a Deus, musicalmente falando. Qualquer atitude ou ação oposta a isto
deve ser rejeitada, indispensavelmente.
Precisamos pedir a Deus para que nos
livre definitivamente do mercado gospel que tem empurrado goela abaixo, ensinos
antibíblicos cujos fins são satisfazer e agradar o homem e não adorar a Deus.
Soli Deo Gloria.
Nos laços do Calvário que nos une,
Luciano Paes Landim.
domingo, 21 de julho de 2013
O músico precisa conhecer profundamente a Bíblia
Josemar Bessa disse que “alguns dos
maiores perigos teológicos de nossos dias são localizados nas asas da canção”.
É muito ruim ouvir músicos dentro da igreja falando, ou cantando, equívocos
teológicos por não conhecerem as Escrituras. Portanto,
assim como a oração, a leitura da Palavra e principalmente a pregação dela, a
música também usa a palavra falada e escrita e faz parte do culto solene para
juntos transmitirem os ensinamentos das Escrituras. Por isso, é indispensável a
ordem: Cante as Escrituras! Para se cantar a Bíblia, antes é preciso
conhecê-la. Músicos que não conhecem profundamente as Escrituras não podem
estar à frente da igreja. O problema é que a teologia de muitos músicos é a
música e não a Bíblia.
O músico que conhece a Bíblia evita que a igreja
cante, durante o culto, músicas sem fundamento bíblico. É indispensável que
voltemos às Escrituras. Basta de canções antropocêntricas! As músicas de antes
diziam “Tu és”, as de hoje dizem “eu sou”. A música na igreja deve focar o ser
de Deus e os seus atributos, e não as necessidades humanas.
O problema reside no empobrecimento das canções que
abandonaram a exposição e proclamação da Palavra. Hoje em dia, há muitos
cânticos com letras heréticas. São músicas cantadas em nossas igrejas onde
centralizam-se no homem com meras declarações repetitivas. Muitas músicas
dentro da igreja são mundanas, pois exaltam o poder material. Como disse Mark
Dever: "Precisamos resgatar a
centralidade da Palavra de Deus na adoração. A música é uma resposta, exigida
biblicamente, à Palavra de Deus. Mas a música que Deus nos deu, Ele não a deu
para que sobre ela edifiquemos nossas igrejas. Uma igreja edificada sobre a
música – de qualquer estilo – é uma igreja edificada sobre areia movediça."[1]
Os decretos de Deus devem ser o tema da nossa canção (Sl 119.54). Devemos ter
cuidado com o que estamos cantando. Portanto, é importante observar se a
letra das músicas que cantamos no ambiente eclesiástico está baseada na Bíblia.
O que edifica a igreja é quando se canta as Escrituras ou cânticos que refletem
o evangelho.
Nos laços do Calvário que
nos une,
Luciano Paes Landim.
[1] DEVER, Mark
& ALEXANDER, Paul. Deliberadamente
Igreja: edificando o seu ministério sobre o evangelho. São José dos Campos,
SP: Editora Fiel, 2008.
quarta-feira, 10 de julho de 2013
A vida da igreja é adorar, louvar, agradar e exaltar ao seu Senhor
|
D
|
eus diariamente nos desafia a viver uma adoração sem
palavras, onde quer que estejamos. Seja em casa, ou na rua, na faculdade, no
ônibus, dentro do carro, no trabalho, em meio a uma grande multidão, ou
sozinho. O louvor deve ser expresso de dentro do coração e de várias maneiras.
Ele pode se exprimir de várias atitudes, até mesmo através da música. O fato é
que Deus espera mais de nós do que temos dado a Ele. Devemos adorá-Lo também através
da música. Mas não com músicas pobres e cânticos antropocêntricos, humanistas e
personalistas. Mas com cânticos fundamentados na Bíblia, que glorifiquem a
Deus. Afinal, a música na igreja não é para nos entreter ou nos agradar, mas
para louvar e agradar Aquele que é digno de toda honra e de toda glória.
Aqui ficam algumas ferramentas valiosas
para se louvar a Deus apesar da música:
1. Oração.
2. Leitura bíblica.
3. Finanças.
4. Testemunho.
5. Jejum.
6. Santidade
7. Serviço e trabalho.
8. Estudo.
9. Pensamentos.
10. Ações.
11. Alimentação. Etc.
J. Blanchard disse acertadamente: “A
adoração vem antes do serviço, e o Rei, antes dos negócios do Rei”.
Nos laços do Calvário que nos une,
Luciano Paes Landim.
domingo, 7 de julho de 2013
Louvor é Mais que Música
É
bom enfatizar que, louvar é uma coisa, tocar é outra. Você pode ser o mais
perfeito músico do planeta, mas se não houver louvor, Deus não aceita. É
verdade que o louvor pode conter música, mas nem sempre a música contém louvor.
Louvor é mais que música. A música é algo que pode ser usado no louvor, porém,
o louvor não é limitado à música. Isto significa que o músico deve ser um
adorador na vida antes de se colocar frente ao povo de Deus. Louvar a Deus
significa reconhecê-Lo, agradecê-Lo e exaltá-Lo. E isto deve ser feito através de uma vida piedosa,
santa, obediente e temente a Deus.
Louvamos
a Deus através da música, mas também louvamos a Deus por intermédio da oração,
leitura e pregação da Palavra, jejum, santificação, família, alimentação,
lazer, trabalho, estudo, etc (1 Co 10.31). O louvor a Deus não se limita apenas
a cantar. O mesmo abrange muito mais. É um estilo de vida, fundamentado nas
Escrituras, onde o Senhor é glorificado não somente pelo que cantamos, mas
também por ações, atitudes e comportamentos. Ou seja, é servir, amar, doar,
vigiar, trabalhar, etc. O cristão que não é um bom funcionário onde trabalha, não
está louvando a Deus. O cristão que é aluno, porém, não é um bom aluno (comporta-se mau), não
está louvando a Deus. Cristão que gasta o dinheiro compulsivamente não está louvando
a Deus, mas ao dinheiro. Tudo isso é consequência de uma interpretação
deficiente e distorcida que se fazem das Escrituras onde muitos criam uma visão dualista da
fé onde trabalho e faculdade é secular e igreja é sagrada. Entretanto, para o
cristão tudo é sagrado. Trabalhar, estudar, divertir-se, administrar
corretamente o dinheiro, exercitar-se, cantar, orar, pregar, jejuar e
etc. é sagrado. Neste contexto dualista de mundo, canta-se muito, mas louva-se
pouco.
Portanto,
o louvor por intermédio da música é reverente e envolve quebrantamento e
prostração. Não é uma “adoração extravagante” como está em moda em nosso país.
A adoração bíblica é em espírito e em verdade (Jo 4.24). Até mesmo porque a
palavra “extravagante” significa “delirante, aloucada, esdrúxula, esquisita,
excêntrica e insensata”. A adoração e louvor na Bíblia exprimem “prostração,
reverência, temor, amor, devoção, exclusividade a Deus”. Louvar a Deus é muito
mais que cantar apaixonadamente. É glorificar ao Senhor com uma vida honesta e
pura.
Nos laços
do Calvário que nos une,
Luciano
Paes Landim.
sábado, 15 de junho de 2013
Canção "Fazer Missões" - Ministério Renascer
Ouça a canção "Fazer Missões" com o Ministério Renascer.
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LANÇAMENTO DA REVISTA MISSIONÁRIA “MISSIO DEI”
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