quinta-feira, 16 de março de 2017

O papel missionário em situações de guerra e injustiça social

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O fato é que a guerra e a injustiça social só existem por causa da Queda (Gn 3), mas nem por isso, como igreja, podemos fechar os olhos diante de tamanhos desafios e oportunidades de exercer nosso papel missionário. Pois, ser indiferente ante os contextos de guerra e injustiça social não é algo cristão.
Afinal, a missão da igreja é uma missão de paz e justiça, dois temas vinculados tanto ao AT como ao NT. John Stott, o maior teólogo da segunda metade do século XX, falando sobre o legado evangélico do compromisso social, disse: “O avivamento evangélico, que revolucionou ambos os continentes, não pode ser visto apenas em termos de pregação do evangelho e conversão de pecadores a Cristo; ele suscitou também uma vasta filantropia e afetou profundamente a sociedade nos dois lados do Atlântico.”
O livro do profeta Isaías mostra que onde não há justiça, não há paz: “E o efeito da justiça será paz, e a operação da justiça, repouso e segurança para sempre” (Is 32.17). Vemos na Carta de Tiago mais do que em qualquer outro lugar do NT, um exemplo extremo de severidade no que refere ao trato para com a discriminação social e opressão econômica (confira os textos de Tg 2.1-4, 6, 15-17 e 5.1-6).
Quando acompanhamos a história da igreja vemos homens como Martinho Lutero, que afirmou que o dado religioso se constrói na história em meio aos fenômenos sociais, políticos e econômicos; João Calvino, que fez sérias denúncias sobre os pecados sociais, falando sobre a estocagem de alimentos que visam ao enriquecimento de poucos, denunciando a especulação financeira oriunda do egoísmo e da avareza do ser humano; Jonathan Edwards, que dizia que para se experimentar uma transformação social e cultural é preciso exaltar a Cristo; John Wesley, que segundo historiadores, foi um dos principais responsáveis em poupar a Inglaterra dos horrores de uma revolução sangrenta que ocorreu na França; William Wilberforce, que lutou no Parlamento inglês a favor da abolição da escravatura; Abraham Kuyper, que como primeiro ministro da Holanda dizia que a felicidade social e liberdade humana derivam-se totalmente de Deus; C.S. Lewis, que durante a Segunda Guerra Mundial, foi convidado pela BBC para dar uma série de palestras por rádio para a população britânica, explanando sobre o que é o cristianismo (mais tarde, estas palestras transformaram-se no livro “Cristianismo Puro e Simples”). Seus discursos tinham a função de falar de Deus num momento em que as pessoas viviam dentro de conflitos armados. E Dietrich Bonhoeffer, que passou a ver a vida sob a perspectiva daqueles que sofrem, a ponto de opor-se radicalmente ao nazismo, algo que lhe custou a vida. Observe que todos esses homens foram pregadores da Palavra (missionários, pastores, teólogos, escritores, etc.), pois criam que antes de qualquer coisa, eles eram embaixadores de Deus na terra, que nenhuma transformação significativa acontece sem o verdadeiro evangelho.
Algumas ações que devem ser tomadas pela igreja:
  1. Convencer-se de que a justiça e a paz social é um compromisso inerente ao cristão, pois quem leva a Bíblia a sério obriga-se a levar também a sério as situações de injustiça social e guerra.
  2. Reconhecer que precisa duma mudança e que é semeadora de transformação.
  3. Atuar na política positivamente, elaborando leis de justiça social no papel e no modo de viver e em tratados de paz.
  4. Acompanhar, animar, escutar, chorar e falar àqueles que são vítimas de guerras e de injustiças sociais.
Porém, aqui fica um questionamento: se ao estudarmos a história dos avivamentos vemos transformações significativas que ocorreram acompanhadas pela pregação do evangelho, por que não vemos um forte impacto social provocado pelo número de cristãos no Brasil? Qual mensagem está sendo pregada em solo brasileiro? Ela tem promovido justiça social e paz?
Não podemos nos esquecer de que a justiça de Deus não falha, não inocenta o culpado nem culpa o inocente, não é negociada nem comprada e muito menos subornada. Todos os que torcem a justiça como os que promovem guerras terão de se apresentar ao Juiz de toda terra. Não haverá delação premiada nem foro privilegiado. Cada um dará conta de si a Deus. E também devemos lembrar de que o efeito da justiça é paz; e a intervenção da justiça, trégua e segurança para sempre.
Nos laços do Calvário que nos une,
Luciano Paes Landim.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Breve relatório sobre nossa viagem ao Sertão Nordestino

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Instruindo acerca do significado do batismo.
Desafios:
Tivemos alguns desafios durante a viagem missionária ao sertão nordestino, dentre eles:
  1. A fundação da Base Missão SAEM Sertão em Marizópolis-PB, que atuará como agência missionária visando contribuir para a evangelização do Sertão Nordestino.
  2. Inauguração da Escola de Formação Missionária do Sertão em Marizópolis-PB, um projeto que visa proporcionar treinamento teórico e prático em missões no contexto sertanejo/nordestino. No primeiro módulo, ministramos cinco (05) aulas de Teologia Bíblica de Missões.
  3. Pregações nas cidades de Pilões e Riacho de Santana, ambas no Rio Grande do Norte. Na ocasião, também tivemos a oportunidade de pregar em um povoado de Riacho de Santana chamado “Tabuleiro do Padre”.
  4. Batismo na cidade de Pilões-RN.
  5. Visitação ao Pr. Gilliard Nunes e família, onde ficamos hospedados por três dias.
  6. Conhecimento de campo, para futuramente desenvolver projetos de evangelização, discipulado e plantação de igrejas.
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Pr. Gilliard e eu antes de pregarmos no povoado “Tabuleiro do Padre” em Riacho de Santana-RN
Perspectivas:
  • Sobre a Base da Missão SAEM no Sertão, nossa expectativa é que o Deus Missionário nos use na proclamação do evangelho a fim de que muitos sertanejos sejam alcançados. Cremos que é apenas o início de uma grande obra missionária.
  • Escola de Formação Missionária do Sertão chega ao Sertão Nordestino com muita motivação. Os alunos creem que o curso de formação missiológica veio para ser um diferencial na região.
  • Estágio missionário. Firmamos uma parceria com o Pr. Gilliard Nunes (Pilões-RN) em que cooperará com a Base em Marizópolis com o intuito de oferecer estágio ou treinamento prático missionário a quem deseja ter experiências no contexto missionário sertanejo.
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Batismo.
Agradecimentos:
  • Aos intercessores. Agradecemos aos queridos irmãos que oraram para que essa viagem fosse realizada. Tudo aconteceu conforme a vontade de Deus.
  • Agradecemos aos irmãos que compraram ou ajudaram a vender nossos livros e livretos com o propósito de levantar recursos financeiros para a viagem, e também aqueles que ofertaram.
  • Agradecemos aqueles que nos deram palavras de apoio e ânimo. Vocês também tiveram grande importância nessa viagem missionária.
  • SAEM Sertão. Agradecemos a diretoria da SAEM Sertão (Victor, Frankle, Ricardo e Gilliard) pela recepção, hospitalidade e todo apoio nos proporcionado.
A nossa oração é para que o Deus Missionário nos use cada vez mais na proclamação do evangelho.
Vamos unir nossas forças em prol da evangelização do Sertão Nordestino!
Nos laços do Calvário que nos une,
Luciano Paes Landim.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Não é o casamento que fará você feliz!

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Começando…
A título de introdução, vamos pensar rapidamente sobre dois pontos:
  1. Primariamente, o propósito principal do casamento é refletir a glória de Cristo e magnificar o nome Dele, ser centralizado no evangelho e ser dirigido pelo evangelho.
  2. Secundariamente, o alvo do casamento é satisfazer o outro, isto é, mostrando com palavras e atitudes, indispensavelmente, o quanto ama o cônjuge, visando sempre a glória de Deus.
Há pessoas que se não tivessem casadas e se mantivessem puras sexualmente, estariam melhores. Porém, há pessoas que desfrutam da alegria do casamento exatamente por centralizá-lo em Deus. Com isso quero dizer que, as pessoas que não vivem bem sozinhas só pioram as coisas quando decidem casar-se. O casamento não é feito por duas metades, mas por dois inteiros, por duas pessoas maduras, que se tornam uma só carne (Gn 2.24).
Considerações básicas:
  1. Todo casamento legítimo é selado no céu. O casamento é sagrado. Deus o criou. Deus é testemunha.
  2. O amor não é o suficiente. O seu amor por seu cônjuge nem sempre é suficiente para proteger o seu casamento. Portanto, antes de qualquer coisa, ame e tema a Deus.
  3. Muitos casamentos são destruídos por causa do egoísmo. Pior do que centralizar o casamento no cônjuge é centralizá-lo em si. Muitos casais arruínam-se por causa do egocentrismo. Muitos homens pensam que a família deve girar em torno deles. Muitas mulheres também pensam assim. Todo matrimônio e toda família devem ser centrados em Deus. Quando pelo menos um dos cônjuges pensa somente em si, em receber, em ser servido, mas não em servir, dar, cuidar, doar-se, etc., está caminhando para a destruição.
  4. Grande chance de separação. Pesquisas afirmam que o segundo casamento tem 70% de chance de acabar em divórcio.
Não idolatre seu casamento
Um alerta: não idolatre o seu casamento nem a felicidade, pois você perderá seu casamento e será totalmente infeliz no amor. Busque adorar a Deus por meio do seu casamento. Uma falha que muitos casais cometem é o de passar tempo demais olhando a si mesmos e um ao outro, mas muito pouco tempo olhando para Deus. O cerne do casamento não é o casamento em si, contudo Deus. Veja alguns indícios de que você está idolatrando seu casamento:
  1. Quando você é dominado (a) pelo ciúme.
  2. Quando você quer controlar o seu cônjuge.
  3. Quando você diz “Eu mereço ser feliz”, quando deveria dizer “Eu tenho a missão de amar o meu cônjuge”. O propósito secundário do casamento não é ser feliz, mas amar. Observação: o propósito primário do matrimônio é refletir a glória de Deus.
  4. Quando o seu casamento gira em torno do matrimônio e não de Cristo.
  5. Quando falta intimidade com Deus e você procura substituir Deus com o seu casamento.
Problemas no casamento
Francis Chan disse, com razão, que nossos problemas conjugais não são de fato problemas conjugais, mas problemas do coração, ou seja, problemas com Deus. Por não entenderem isso, muitas pessoas pensam que o divórcio é a solução. O fato é que um casal só se separa quando está decidido a se separar, pois a vontade de permanecer casado é capaz de vencer qualquer obstáculo. Há exceção na Bíblia para o divórcio (em caso de adultério), sendo que há também a possibilidade de perdão e reconciliação. Nem sempre o fato de ser permitido divorciar-se significa, necessariamente, ser, também, autorizado a casar-se novamente. Alguns exemplos: divórcios em questão de incompatibilidade de gênio, impaciência, desculpa de que acabou o amor (sendo que amor não é um sentimento, mas uma atitude; se acabou o amor busque tê-lo novamente). Todos esses exemplos não possuem base bíblica. Não pretendo aqui aprofundar sobre o assunto do divórcio, pois tratar de casamento, divórcio e novo casamento são três temas super complexos e que exigirão bastante tempo e espaço, portanto, recomendo a leitura de dois livros sobre o tópico: Casamento, Divórcio e Novo Casamento (Hernandes Dias Lopes, Editora Hagnos) e Casamento, Divórcio e Novo Casamento na Bíblia (Jay Adams, PES). Quero, simplesmente, dizer que Deus odeia o divórcio (Ml 2.16) e que se deve buscar a remissão e a reconciliação.
Não desperdice seu casamento
Qualquer casal que vive para si viverá em vão, pois há um propósito mais profundo para o casamento: servir ao Rei Jesus. Não desperdice o seu casamento buscando felicidade individual (assim você nunca será feliz), mas use-o para exaltar a Deus e desfrutar da alegria do Espírito Santo. Concentre-se em algo maior: Deus. Concentre-se em algo mais importante: seu relacionamento com Deus. Garanto que esse relacionamento é muito mais relevante e importante do que seu casamento, e é eterno.
Concluindo…
Entenda uma coisa: não é o casamento que fará você feliz, mas Cristo. A alegria será uma consequência. Ou seja, o casamento deve ser visto à luz da eternidade. Deve ser centralizado em Deus.
Siga os preceitos bíblicos para o casamento: cada casal deve praticar os conceitos bíblicos e atender às necessidades mais profundas da alma um e do outro (Ef 5.22-33). Ou seja, o casal não deve focar principalmente um no outro, mas na missão de Deus, pois assim o casamento se tornará incrível.
A vida só tem sentido em Jesus: sua vida e seu casamento perderão em significância a não ser que você o use para a glória de Deus. Um bom e belo casamento só é possível quando está edificado sobre Cristo. O seu casamento precisa ser projetado para refletir a glória de Deus, isto é, seus familiares, amigos, vizinhos e até inimigos precisam ver o reflexo fiel da glória de Cristo na maneira como você lida com o casamento. Aproxime-se de Deus e deixe seu casamento transbordar com essa proximidade.
Nos laços do Calvário que nos une,
Luciano Paes Landim.

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Três pensamentos sobre missões

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Pensando sobre a obra missionária, tenho meditado sobre três pontos:
Primeiro, como pastor de igreja local, sinto-me no dever de me comprometer com missões no que refere a conscientização e capacitação missionárias. Vejo-me na obrigação de despertar e preparar as ovelhas no que refere a obra de missões. Entendo que todo pastor, por ser o líder da igreja local, tem o papel de engajar a igreja na obra missionária local e mundial. Um pastor sem visão missionária é uma tragédia.
Segundo, existem pessoas tentando fazer missões à distância. Sim, eu disse “fazer missões à distância”. Muitas pessoas acham que orar e ofertar são o suficiente. É claro que sem oração e sem o sustento financeiro fica inviável a obra de missões, porém, a questão não é somente receber as notícias dos missionários e interceder e ofertar pelos os mesmos. É preciso comprometer-se com o evangelismo e o discipulado individual e coletivo, seja perto ou longe. Afinal, aprouve a Deus salvar os que creem pela loucura da pregação (1Co 2.21). Orar e ofertar não te isenta de ir. Alguns usam isso como desculpa para não ir. Ir não é questão de escolha, mas de obediência. Nada substitui a pregação. Outra coisa que desejo falar aqui, é que não há um cristão que não seja missionário, pois se é cristão, automaticamente é um missionário. Se não é um cristão, é um campo missionário. Ser missionário não é questão de escolha, mas de ser cristão. O cristianismo é missionário em sua essência. Portanto, orar, ofertar e ir, não é questão de alternativa, mas de submissão.
Terceiro, não podemos fazer missões semipresencialmente. Isto é, evangelizar os povos e não discípulá-los, ir de vez em quando ao campo missionário. O trabalho precisa ser presente, consistente, atuante e contextual. Uma das maiores tragédias que podemos cometer no campo missionário é a evangelização sem o discipulado. É como uma mãe que dá à luz, mas não assume a criança (não amamenta, não protege, não cuida, não dá banho, e etc. no bebê). Missões é a evangelização com o propósito de discipular, amadurecer e fazer multiplicar aqueles discípulos que foram alcançados com o evangelho, e isto só é possível com a implantação de igrejas saudáveis.
Nos laços do Calvário que nos une,
Luciano Paes Landim

sábado, 24 de dezembro de 2016

Sugestão de leituras para pastores


Fui ordenado ao ministério da Palavra e das ordenanças há dez anos. Na minha pouca experiência, vejo o quanto é importante o pastor ler bons livros. Na lista abaixo, sugiro a leitura de dez livros sobre o ministério pastoral. Indico os livros para quem é pastor, para quem almeja o pastorado e para quem deseja presentear um pastor.
A lista não está em ordem de importância:
01 – De pastor a pastor: princípios para ser um pastor segundo o coração de Deus. Hernandes Dias Lopes. Editora Hagnos, 2008, 168 páginas.
Li o livro por duas vezes e sei que o lerei por mais vezes. O autor aborda os seguintes temas no ministério pastoral: perigos, vocação, preparo, vida devocional, atributos, sofrimentos, compromissos e salário. A linguagem é peculiar. HDL é claro, direto e aplicativo na abordagem.
02 – Irmãos, nós não somos profissionais: um apelo aos pastores para ter um ministério radical. John Piper. Shedd Publicações, 2009, 278 páginas.
O pastor batista, John Piper, mostra que a mentalidade do profissional não é a mesma que a do profeta. Afirma que quem estabelece a agenda do homem profissional é o mundo, mas quem estabelece a agenda do pastor bíblico é o Bom Pastor. O livro nos desafia a buscar um ministério pastoral centrado na piedade e humildade de Jesus.
03 – Libertando o ministério da síndrome do sucesso. Kent & Barbara Hughes. Editora Anno Domini, 2013, 222 páginas.
O livro mostra que muitos obreiros enfrentam certas sensações de fracasso. Entretanto, de que essas sensações são frutos de uma visão distorcida e de uma expectativa equivocada do que realmente significa um ministério bem sucedido. O que os autores mostram é que todo ministério pastoral deve ser avaliado de acordo com a Bíblia, e não do ponto de vista do “sucesso”, pois o sucesso pode ser um verdadeiro fracasso. O texto nos convoca a nos libertar da “síndrome do sucesso” e passar a desejar fortemente agradar a Deus.
04 – A pregação expositiva e o pastor: redescobrindo o lugar da pregação expositiva no ministério pastoral. Richard R. Goertzen. Syllabus Editora, 2014, 180 páginas.
O livro apresenta a uma junção entre a pregação bíblica e o pastor. Mostra a pregação expositiva como um meio de proclamar bíblica, clara e fielmente as Escrituras. Dois pontos são enfatizados: pregação expositiva e cuidado pastoral do rebanho. A melhor forma de alimentar saudavelmente o rebanho é pregando as Escrituras expositiva e sistematicamente, assim como elas nos foram reveladas. O livro é ótimo!
05 – O pastor como mestre e o mestre como pastor: reflexões na vida e ministério. John Piper & D. A. Carson. Editora Fiel, 2011, 133 páginas.
Piper (pastor-mestre) e Carson (mestre-pastor) mostram a combinação de mente e coração como o ideal bíblico para quem é chamado ao ministério. O livro busca resgatar a visão do pastor como mestre e do mestre como pastor. Se você é pastor ou mestre, leia este livro, se não, presenteie um pastor ou um mestre com este livro.
06 – O pastor e o aconselhamento: um guia básico para pastoreio de membros em necessidade. Jeremy Pierre & Deepak Reju. Editora Fiel, 2015, 200 páginas.
É uma introdução ao aconselhamento pastoral. A abordagem é bíblica e fundamentada na autoridade e suficiência das Escrituras. O livro é simples e prático. Mostra como podemos cuidar bem dos outros. É um grande recurso para o pastor atarefado. Recomendo sem reservas.
07 – Amado Timóteo: Uma coletânea de cartas ao pastor. Thomas K. Ascol. Editora Fiel, 2005, 316 páginas.
Escrito por vários autores (idosos e jovens), aborda vários temas do pastorado, desde as prioridades do pastor, como família, caráter, trabalho, etc. Leitura obrigatória!
08 – O pastor aprovado: modelo de ministério e crescimento pessoal. Richard Baxter. PES, 2016, 224 páginas.
O livro é um clássico, é do século XVII. Aborda temas como o cuidado de si mesmo e do rebanho, dificuldades do pastorado, etc. Altamente recomendável.
09 – Sacerdotes não ficam deprimidos: um chamado à reflexão sobre o suicídio de pastores, causas e prevenções. Manoel Neto. Editora Ixtlan, 2016, 156 páginas.
Estou encantado com o livro. O autor é minucioso e claro. O livro fala sobre o alarmante crescimento de suicídios entre pastores e busca meios de tentar frear a banalização da tragédia do suicídio de pastores. O autor fala sobre o mito de que pastor não poder sofrer de depressão. Recomendo a leitura com muita estima.
10 – Sensato coração: a sexualidade do pastor. Jasiel Botelho & Marcos Kopeska. Editora Hagnos, 2013, 111 páginas.
O livro é distinto pelo fato de tratar-se exclusivamente acerca da sexualidade do pastor. Outro diferencial são os desenhos espalhados pelo livro, que são bastante engraçados, porém, fortemente verdadeiros. O livro nos chama a refletir e compreender melhor os tabus da sexualidade. Altamente recomendável.
Nos laços do Calvário que nos une,
Luciano Paes Landim.