domingo, 31 de março de 2013

Minha Nova Igreja



Meus irmãos é com muita alegria que comunico que hoje fomos recebidos na Igreja Internacional BOAS NOVAS no Guará II/DF, pastoreada pelo Rev. Natanael Maria do Santos. Será maravilhoso trabalhar novamente com o pastor que nos pastoreou por oito anos.

Foi maravilhosa a recepção que tivemos. Vamos trabalhar com a Missão SAEM, plantação de igrejas, treinamentos missionários, evangelismo, etc.

Estamos bastante felizes com a nossa transferência para a Igreja Internacional BOAS NOVAS e oramos para que o Senhor da missão nos use como instrumentos de bênçãos nesta nova igreja que serviremos.

Nos laços do Calvário que nos une,
Luciano Paes Landim.

terça-feira, 26 de março de 2013

Sete Razões Porque Devemos Evangelizar


Não há esperança para o mundo fora do Evangelho. Nenhuma religião pode levar o homem a Deus. Não há salvação para ao homem fora de Jesus Cristo (Jo 14.6 e 1Tm 2.5). Somente Jesus salva. O mundo precisa de Cristo; precisa do Evangelho. Jesus é o Salvador do mundo. Como servos de Deus devemos pregar o arrependimento e proclamar expiação de pecados.

Pensando nisto, enumerei sete razões porque devemos evangelizar:

1. Devemos evangelizar porque Jesus nos deu esta ordem: “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado. E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século.” (Mt 28.10-20)

2. Devemos evangelizar motivado pelo exemplo do próprio Deus como Evangelista: “Porei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e o seu descendente. Este te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar.” (Gn 3.15, primeira menção ao Evangelho – Proto-Evangelho).

3. Devemos evangelizar pelo desejo de manifestar a glória de Deus até aos confins da terra: “Louvem-te os povos, ó Deus; louvem-te os povos todos. Abençoe-nos Deus, e todos os confins da terra o temerão.” (Sl 67.5,7)

4. Devemos evangelizar porque isto agrada a Deus: “Seja Deus gracioso para conosco, e nos abençoe, e faça resplandecer sobre nós o rosto; para que se conheça na terra o teu caminho e, em todas as nações, a tua salvação.” (Sl 67.1-2)

5. Devemos evangelizar porque é nossa responsabilidade e nosso dever: “Se anuncio o evangelho, não tenho de que me gloriar, pois sobre mim pesa essa obrigação; porque ai de mim se não pregar o evangelho!” (1Co 9.16)

6. Devemos evangelizar porque o homem sem o Evangelho está perdido: “pois todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Rm 3.23).

7. Devemos evangelizar por gratidão a Deus pela alegria da nossa própria salvação e em amor ao próximo: “Nisto conhecemos o amor: que Cristo deu sua vida por nós; e devemos dar nossa vida pelos irmãos.” (1Jo 3.16)

Assim sendo, não evangelizar é um pecado de negligência e omissão. Chegou o momento da Igreja se erguer, na unção do Espírito Santo, e proclamar ardentemente arrependimento aos pecadores e anunciar Jesus como único e suficiente Salvador.

Nos laços do Calvário que nos une,
Luciano Paes Landim.

segunda-feira, 25 de março de 2013

GUERRA SANTA: O DEUS DE FELICIANO CONTRA OS ORIXÁS DE WYLLYS

Por Anatote Lopes

O Deputado Marco Feliciano, quer gostem quer não, representa a liberdade religiosa e de expressão neste contexto, a qual interessa a todas as partes envolvidas nesta polêmica. O Deputado Marco Feliciano e o Deputado Jean Wyllys são duas pessoas imaturas, despreparadas representando duas causas importantes, e, desviando o foco do debate. Digo isto por causa de suas declarações infundadas e impensadas e de seus perfis filosóficos e teológicos. Agora está à liberdade ideológica, religiosa e de expressão ameaçada neste país.


A homofobia para o Deputado Jean Wyllys é simplesmente o discurso religioso que se opõe ao comportamento homossexual, já que ninguém concorda com a violência e preconceito contra as minorias. Não é possível que um ou o outro acreditem que queiram privar um ou o outro de suas próprias vidas religiosas, familiares e íntimas, que acreditem que um ou o outro impõem atentado violento ao pudor ou privação sexual ou violação de seus direitos, e imposição de práticas hétero ou homossexuais.


O que o Wyllys defende é a imposição do silêncio aos religiosos que ensinam que a relação homossexual é pecado segundo a Bíblia. Wyllys atribui a este discurso, em sua analise, o nome de discurso fundamentalista, intolerante e homofóbico, e ainda atribui a este discurso a culpa de todos os crimes que envolvam os homossexuais; ele acusa estes cristãos usando as palavras do profeta Isaías de “mãos sujas de sangue”, diz ele “sangue de gays mortos”.


O que o Feliciano defende é uma família tradicional, a heterossexualidade e a preservação dos valores cristãos na maior nação católica do mundo. Ocorreu, logo, uma mistificação do debate, a ponto de se falar em “guerra santa”. Wyllys que antes argumentava em defesa de um estado laico contra as imposições baseadas em valores cristãos, mormente no discurso de Feliciano, agora recorre ao discurso religioso, atribui sua autoridade parlamentar aos orixás, entidades do candomblé, para cumprir sua missão nesta demanda legislativa.


Os gays após a incitação de Wyllys passaram a atacar os dogmas religiosos nas redes sociais, acusando o próprio Feliciano de usar calcinha por baixo do paletó, depois, invadiram as dependências da Câmara, obstruíram os trabalhos da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados; também foram para a porta da igreja pastoreada por Feliciano para exibir seus corpos, baixar seus santos do candomblé, tumultuar e atrapalhar o culto, conforme o vídeo difundido pela acessória de Feliciano; ainda declarou o deputado que, atiraram pedra em seu carro na porta da igreja e causaram terror a sua família.


Estas coisas foram movidas para fazer pressão, a fim de que Feliciano abra mão do direito de presidir a Comissão de Direitos Humanos e Minorias para a qual foi eleito. Eles exigem a sua renuncia e ameaçam: senão a gritaria dos protestos continuará obstruindo os trabalhos da Comissão.


A persistência de Feliciano e de Wyllys envolve a disposição mística de lutar por Deus (Feliciano) e pelos orixás (Wyllys). Por parte de Feliciano, de servir a Deus evitando à degradação moral da família e da nação e restrições à pregação, e, por parte de Wyllys a pedido dos orixás que lhe deram o mandato segundo ele declarou defender o direito das minorias.


Wyllys reivindica patrocínio do Governo para o movimento LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Travestis), o avanço de leis que ampliem os direitos da população discriminada de lésbicas, gays, travestis e das prostitutas. Mas, ninguém está privando estas pessoas do direito de manterem suas relações sexuais em suas casas ou aposentos como bem quiserem, pois esse direito já está garantido pela Constituição Brasileira. Querem mais: a inclusão de gays no programa de cotas do Governo, principalmente na Escola Pública, a inclusão do ensino de orientação sexual homossexual para as crianças na Escola Pública, a criminalização da homofobia, a restrição ao discurso religioso que condena o homossexualismo aos ambientes fechados dos templos, a aprovação do casamento gay e do direito de adoção aos homossexuais, mas, não são só estes direitos, são no mínimo estes direitos, é o que se houve nas declarações de Wyllys e de lideranças do movimento.


Ele trata o povo brasileiro como uma massa de ignorantes, homofóbicos e não aceita um plebiscito para decidir a questão e ainda diz que todos que se baseiam na Bíblia são ignorantes. Ao passo que maconha, prostituição, orgia e aborto recebem o status de sagrado nestes movimentos, o que fica evidente no discurso das lideranças LGBT que, ainda tratam os seus oponentes com suposta superioridade religiosa e filosófica e fazem imposições absolutistas e mostram disposição de "pegar até em armas" em defesa de seus direitos.


Se há um pouco de decência na Câmara dos Deputados, acredito que no plenário os projetos com a assinatura de Wyllys serão todos derrotados, e, este deputado verá o plenário silenciar para evitar a continuidade do barraco gay na Câmara, mas irão derrotá-lo democraticamente. Wyllys ficará na história como o criador do fascismo gay, da incitação do ódio contra os cristãos e atrairá a antipatia da população que ele considera despreparada para pensar e decidir sobre a questão por meio de um plebiscito.


Link: http://anatotelopes.blogspot.com.br/2013/03/guerra-santa-o-deus-de-feliciano-contra.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed:+CoisasNovasECoisasVelhas+%28Coisas+novas+e+coisas+velhas%29

sexta-feira, 22 de março de 2013

A Doutrina da Predestinação nos Leva à Passividade na Evangelização?



A doutrina bíblica da predestinação não nos leva à passividade na evangelização. Pelo contrário, nos leva à atividade evangelística com profunda paixão pela glória de Deus e consequentemente, pela proclamação do Evangelho aos perdidos. Os eleitos de Deus evangelizam, dentre outras razões, maiormente para a glória de Deus. Missões existem para a glória do Senhor do Universo. Deus é um Deus missionário. Por conseguinte, todo eleito é um evangelista.

O fato é que há uma necessidade da evangelização fundamentada na soberania de Deus (predestinação), e que realce a responsabilidade do homem (evangelização). O problema é que muitos ainda não compreendem que não se pode separar a doutrina da soberania de Deus (predestinação) dos meios através dos quais essa soberania é exercida (morte de Cristo, pregação do Evangelho, santificação). A soberania de Deus (predestinação) e a responsabilidade humana (evangelização) nos são doutrinadas na Bíblia como se fossem coisas que andam lado a lado, aparecendo muitas vezes até mesmo na mesma passagem escriturística.

Portanto, não podemos dizer que se existe predestinação não haveria a necessidade de Cristo morrer na cruz, de pregarmos o Evangelho ou de vivermos em santidade. Pelo contrário, a cruz de Cristo, a evangelização e a santificação são meios em que a soberania de Deus é evidenciada e confirmada. Logo, a doutrina da predestinação nos leva à evangelização.

Nos laços do Calvário que nos une,
Luciano Paes Landim.

João Calvino e Missões no Brasil



É verdade que João Calvino não tinha visão missionária?

João Calvino não mediu esforços missionários na França e até mesmo no Brasil. O grande reformador esteve envolvido no primeiro esforço missionário além-mar, numa missão que foi mandada especificamente para o Brasil. Calvino mandou dois pastores juntamente com onze leigos para o Brasil. Todos eles tinham cartas assinadas por Calvino. Infelizmente, o resultado final foi trágico devido o líder da expedição colonizadora, Villeagaignon, que outrora havia pedido missionários, mudou seu pensamento em relação a Calvino e ao próprio movimento da Reforma. Villeagaignon estrangulou e jogou ao mar três desses missionários calvinistas, em 1558. O restante dos missionários foram atacados e destruídos pelos portugueses. Porém, a missão não acabou. O sangue daqueles mártires é a sementeira da igreja no Brasil.

Joel Beeke , A Tocha dos Puritanos – PES.

quinta-feira, 21 de março de 2013

O perigo de nos convertermos em “Martas ativistas”



“Indo eles de caminho, entrou Jesus num povoado. E certa mulher, chamada Marta, hospedou-o na sua casa. Tinha ela uma irmã, chamada Maria, e esta quedava-se assentada aos pés do Senhor a ouvir-lhe os ensinamentos. Marta agitava-se de um lado para outro, ocupada em muitos serviços. Então, se aproximou de Jesus e disse: Senhor, não te importas de que minha irmã tenha deixado que eu fique a servir sozinha? Ordena-lhe, pois, que venha ajudar-me. Respondeu-lhe o Senhor: Marta! Marta! Andas inquieta e te preocupas com muitas coisas. Entretanto, pouco é necessário ou mesmo uma só coisa; Maria, pois, escolheu a boa parte, e esta não lhe será tirada.” (Lc 10.38-42)

O texto bíblico diz que as irmãs, Marta e Maria, recebem Jesus em sua casa. Marta inquieta-se com os trabalhos para acolher bem o visitador na sua casa.
Maria, pelo contrário, senta-se aos pés do Mestre (posição típica de um discípulo diante do seu Mestre) e acolhe a Palavra de Jesus na sua alma. Aqui estão duas formas francas de acolher Jesus. No entanto, diante da queixa de Marta, Jesus assegura que a atitude de Maria lhe era mais agradável e deleitosa, pois a escuta da sua Palavra é o ponto de partida para uma vida cristã profunda. O texto diz que Marta agitava-se de um lado para outro. O procedimento indica que Marta estava em meio à grande movimento. Estava ocupada em muitos serviços. Marta estava exasperada com os muitos detalhes que eram desnecessariamente preparados. Jesus não estava falando da comida que seria servida. A única coisa indispensável era exemplificada por Maria, ou seja, uma atitude de adoração e meditação, ouvindo com a alma as palavras de Jesus.

Maria escolheu a melhor de todas as partes. A oportunidade de estar com Jesus e ouvir os seus ensinamentos eram a essência que ela buscava. A comida é fundamental, mas a Palavra de Deus é essencial. Marta poderia estar preparando a refeição de maneira desnecessariamente elaborada. Maria, por outro lado, demonstrou visivelmente a verdade que Jesus estava ensinando: adorá-lo é o mais importante. O fato é que é possível desviar-se de Deus ao tentar servi-lo. Isto acontece quando estamos com o Senhor, mas nossa conduta e obras estão voltadas para focos errados. Às vezes, vemos pessoas engajadas na obra, porém frustradas espiritualmente porque estão concentradas na obra e não no Dono da obra. A obra de Deus é importante, porém, o Deus da obra é mais importante ainda. Antes de pedirmos a Deus para nos usar, devemos pedir para Ele se revelar a nós! Não podemos deixar que o ministério se torne um ídolo em nossas vidas. Diante disso, uma coisa é necessária: embora o serviço ativo e prático do crente para Deus seja importante e bom, nossa tarefa primeira e mais importante são a adoração e o amor a Cristo. É a devoção que se expressa no ouvir as palavras de Cristo e na oração tranquila repleta de comunhão com o Senhor (Mt 26.13). Pergunto: Estamos tão ocupados na obra do Senhor, na frequência aos cultos da igreja, na execução das boas obras, que nos esquecemos da comunhão espiritual com nosso Salvador?

A verdade é que há tempo para servir Jesus e tempo para estar com Jesus (v. 41). Há tempo para servir, porém, quando só temos tempo para o serviço e não temos tempo para sentar aos pés do Mestre e ouvir suas palavras de vida eterna, corremos o risco de perder grandes ensejos de intimidade com Jesus. É sinal de que nos convertemos em “Martas ativistas”. Isso acontece quando oramos pelos outros, pregamos para os outros, mas não ficamos tempos a sós com Deus para orarmos por nós mesmos e meditarmos na Bíblia para o nosso próprio alimento e crescimento espiritual. Ou quando nos preocupamos com as muitas coisas do dia a dia, esquecendo-se do principal: estar na presença do Senhor. A partir do momento em que nos dedicamos a muitas atividades, porém, desprezamos momentos na presença de Deus na perspectiva de ovelha, filho e não um funcionário é um sinal de que abraçamos, infelizmente, o ativismo de Marta. Portanto, pergunto: Como servimos a Deus? O que tem sido prioridade em nossas vidas? O Evangelho mostra-nos dois modos: como Marta, que se preocupa com a obra de Deus, porém, perde a perplexidade diante de Deus; ou como Maria, que dá o devido tempo entre ação e contemplação, trabalho e oração, serviço e comunhão com Deus.

O perigo de nos convertemos em “Martas ativistas” é o de desaprender o valor da perplexidade e contemplação diante de Jesus. É o perigo de nos envolvermos tanto em atividades que acabamos negligenciando a nossa vida devocional. Precisamos praticar um tempo a sós com Deus. O próprio Jesus se retirava para lugares solitários para orar.

Você é Marta ou Maria?

Nos laços do Calvário que nos une,
Luciano Paes Landim.

terça-feira, 19 de março de 2013

Carta ao Meu Irmão Luizinho



Meu irmão Luizinho, na próxima Sexta-Feira da Paixão (29/03/2013) você será ordenado ao sagrado ministério pastoral. Como irmão e admirador seu, estou muito feliz e orgulhoso por este feito que se realizará em breve. Se bem que você já está na ativa por quatro anos pastoreando a sua segunda congregação como evangelista e recentemente se formou em Teologia.

Louvo ao Bom Pastor por ter te escolhido para tamanha e privilegiada vocação. Lembro-me quando nossa saudosa mãe desejava ardentemente que nós, filhos, fôssemos ministros do Evangelho. Foi então, que no dia 07 de janeiro de 2007, pela graça de Deus, fui ordenado ao ministério pastoral e no dia 07 julho de 2010 foi a vez do nosso irmão Irair ser ordenado. Depois do dia 29/03 ficará faltando somente o nosso irmão mais velho: Sardinha.

Gostaria de lhe dizer o quanto o ministério pastoral é árduo. A tarefa é constituída por vários desafios. Nele atravessamos desertos, escalamos montanhas, enfrentamos ventos fortes e contrários, descemos ao mais profundo do vale, contudo, temos a garantia de que a presença de Jesus é contínua em nossas vidas e ministério, ou seja, no final seremos vitoriosos. O trabalho pastoral é intenso, porém, é gratificante e recompensador. O nosso galardão vem do próprio Deus.

Meu irmão lembre-se de que Deus não lhe cobrará quantas almas você ganhou, pois só quem pode ganhar almas é o Espírito Santo. Porém, Deus lhe cobrará o quanto você foi fiel ao pastorear as almas que Ele ganhou. Não esqueça de que a santidade e a fidelidade são mais importantes do que o “sucesso”. Seja um pastor prático, mas não pragmático. Seja um ministro em que sua vida esteja alicerçada na leitura e prática da Bíblia, na oração constante e mentoria espiritual. Aconselho que persiga veementemente a prática da pregação e ensino bíblico, da visitação e aconselhamento pastoral. Ou seja, pregue bíblica e sistematicamente as Escrituras, conheça e oriente a ovelhas de acordo com a Palavra de Deus. Assim, você terá um ministério frutífero e, fundamentalmente, fiel. Cuidado com o ativismo ministerial.

Nunca esqueça de que em sua vida você deverá colocar Deus acima das pessoas, o seu cônjuge acima dos filhos, os filhos acima dos amigos e os relacionamentos acima das coisas. Agindo assim, o seu ministério virá a reboque. Não que o ministério fique em segundo plano, mas que o mesmo depende de sua vida com Deus, com a família e os relacionamentos.

Portanto, encerro minhas palavras dizendo que a minha oração é para que o Pastor dos pastores, o Senhor Jesus, use a sua vida como instrumento de bênção na vida das ovelhas que Ele lhe confiou.

Que sua vida seja um reflexo da glória de Deus!

Nos laços do Calvário que nos une,

E nos laços sanguíneos que nos prende,

Seu irmão e admirador,

Luciano Paes Landim.

segunda-feira, 18 de março de 2013

Motivo de Oração



Quer ajudar a 7ª Expedição Missionária em Acauã - PI e não sabe como?

É simples! Desafie sua igreja e amigos a fazer uma oração em favor da Expedição no próximo Domingo dia 24 de Março.

Converse com seu pastor e levante um clamor a Deus para que nossas necessidades sejam supridas!

Participe! Se envolva neste projeto!

Saiba mais:
www.aguavivaparaosertao.com.br

domingo, 17 de março de 2013

Palestra “Minha Cidade, Minha Missão”



MINHA CIDADE PARA CRISTO

No próximo dia 25 (março), às 19:30hs, estaremos ministrando a Palestra “Minha Cidade, Minha Missão” na Igreja de Cristo em São Sebastião/DF. Será uma ocasião onde estaremos mostrando alguns desafios e soluções bíblicas no que concerne a evangelização urbana no contexto de São Sebastião/DF. O palestrante será o Pr. Luciano Paes Landim. O evento será gratuito!

Inscrições no local.

Nos laços do Calvário que nos une,
Luciano Paes Landim.

sábado, 16 de março de 2013

Futuros Lançamentos do Pr. Luciano Paes Landim (em breve)

Para completar a trilogia da série de livretos “Missões Para a Glória de Deus”, em breve serão lançados os volumes dois (02) e três (03):

Volume 02: A Igreja Que Queremos Ser
Uma igreja comprometida com missões (At 2-42-47)

Na obra missionária devemos estar prontos para dar a nossa vida, sem nos preocuparmos com os holofotes, para que os perdidos sejam alcançados pelo Evangelho para a glória de Deus. Missões existem para a glória do Senhor do Universo.
Uma igreja comprometida com missões é uma igreja que entende a evangelização como a natureza e estilo de vida do povo de Deus. Não como uma atividade ou um departamento eclesiástico, mas, como a filosofia de vida da igreja.
A igreja missional gera pessoas mais parecidas com o caráter de Jesus. Essa é a igreja que queremos ser!

Volume 03: Missões no Poder do Espírito Santo
A estratégia missionária de Deus (At 1.8)

No livro de Atos dos Apóstolos, capítulo 1 versículo 8, missões não é uma mera ordem e sim uma declaração indicativa, explicando que, após serem cheios do Espírito Santo, os discípulos iriam ser levados a testemunhar da sua fé em todos os lugares do mundo. Se você quer saber se alguém é cheio do Espírito Santo, veja se ele é missionário. A missão dos apóstolos de difundir o Evangelho foi a razão principal para a qual o Espírito Santo os capacitou. Diante disto, uma coisa me preocupa muito: o fato de que cada crente prestará contas se e de como pregou o Evangelho aos perdidos. Isso me leva a crer que quem não prega o Evangelho pode estar indo para o inferno. E se você diz que ama a Deus, mas não tem visão missionária, então você é um mentiroso.

AGUARDEM!

Nos laços do Calvário que nos une,
Luciano Paes Landim.

sexta-feira, 15 de março de 2013

Uma Promoção Imperdível!


Você poderá adquirir diretamente do blog, o kit de três (03) livros do Pastor Luciano Paes Landim por apenas R$ 20,00. O frete fica por nossa conta!

- Quando Deus Decide Não Curar (2ª Edição)

- Restaurando o Ardor Missionário

- A Egolatria e a Sociedade Sem Deus

Para tanto, basta depositar o valor da promoção no banco abaixo e enviar o endereço de correspondência para entrega dos livros, além é claro da cópia digitalizada do depósito para o email: lucianolandim@hotmail.com

Observação: para saber mais sobre os livros, acesse a janela acima “Loja Virtual”.

Nos laços do Calvário que nos une,
Luciano Paes Landim

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quinta-feira, 7 de março de 2013

Autoajuda, Bibliomancia e Horóscopo Gospel



Lamentavelmente, temos visto o desprezo de muitos no que refere à meditação das Escrituras. Vivemos dias difíceis em que muitos abandonaram o estudo da Palavra de Deus. Há pesquisas que denunciam 86% de evangélicos brasileiros que nunca leram a Bíblia inteira nenhuma vez e 50,68% dos pastores e líderes brasileiros que nunca leram por inteiro o Livro de Deus pelo menos uma vez. 80% dos pastores da nossa nação só leem a Bíblia quando vão preparar sermões, afirmam pesquisas.

Tão terrível quanto não ler a Bíblia é tratar o Livro de Deus como palavras de autoajuda, horóscopo gospel e o que chamo de bibliomancia. A Palavra de Deus não é uma receita de palavras de auto aceitação e de autoajuda. Ela não fala de autoajuda, mas de ajuda do alto. A ênfase dela não está no homem, mas em Deus. Deus é quem nos aceita (os eleitos) por sua infinita graça. Vermos a Palavra de Deus como um livro de autoajuda só contriburá com uma visão distorcida do Eterno, fazendo de Deus um ser apequenado, cujo propósito de existência é satisfazer os caprichos humanos.

A Bíblia também não é um método de adivinhação onde tiramos uma pequena porção da mesma e nos dirigimos. Pelo contrário, as Escrituras devem ser lidas por completas, não através de porções, e deve nos guiar por inteiro. Não somos nós que nos guiamos, porém, é Deus quem nos guia. A ideia de ler a Bíblia através da “caixinha de promessas” onde são selecionados apenas versículos coniventes ao leitor, deve ser rejeitada completamente. As Escrituras devem ser lidas por completas. Devemos ler toda a Escritura e não somente aquilo que nós consideramos como conveniente.

A Bíblia também não é um amuleto. Não adianta colocarmos a Bíblia aberta no Salmo 23 ou 91 em cima da nossa estante. A Bíblia tem de estar em nossa mente e coração. Ela não é um talismã que vai atrair todo mal da nossa casa para ela e nos trazer sorte. Há uma diferença enorme e fundamental entre a fé bíblica e as crendices supersticiosas. Cristianismo não é animismo. Para o cristão não existe sorte nem azar, mas providência divina, plano de Deus.

A Bíblia também não é um livro mágico ou “psicografado” pelo Espírito Santo. Ela é a revelação escrita, inspirada, inerrante, autoritativa e suficiente Palavra de Deus: “Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça” (2Tm 3.16).

Portanto, digo: abandonemos o paganismo e façamos da Bíblia, mas toda Ela, a nossa meditação dia e noite. Pratiquemos a Palavra de Deus com toda a nossa força. Preguemos o Evangelho aos perdidos e vivamos para a glória de Deus.

Nos laços do Calvário que nos une
Luciano Paes Landim.

quarta-feira, 6 de março de 2013

O Choro Que se Silenciou



É notícia em todos os jornais. Luto e homenagens por todo o Brasil e até pelo mundo. Hoje recebemos a notícia de que morreu Alexandre Magno Abrão, mais conhecido por “Chorão”, o vocalista da Banda Charlie Brown Jr. Uma banda brasileira de rock formada em Santos no ano de 1992 onde mistura vários ritmos como o hardcore, o reggae, o rap, o skate punk, criando assim um estilo próprio. Charlie Brown Jr. lançou 10 discos e vendeu mais de 5 milhões de álbuns. A banda estava com diversas apresentações marcadas para este ano.

Chorão foi encontrado morto, em sua casa, no bairro de Pinheiros, na zona oeste de São Paulo, na madrugada desta quarta-feira (6). Ele tinha 42 anos. As causas da morte ainda são desconhecidas. O apartamento foi encontrado com marca de sangue, algumas coisas reviradas e um pó branco. Sonia Abrão, prima de Chorão, chegou ao prédio onde o cantor foi encontrado morto chorando muito. Em rápida entrevista, ela lamentou o ocorrido e disse: "ele não queria morrer sozinho". Amigos de Chorão relatam que ele vinha sofrendo de depressão.

Caro leitor, diante disto sou levado a meditar sobre a brevidade da vida, a futilidade dos prazeres do mundo e a infelicidade de uma vida distante de Deus.

1. Por mais que alguém viva, até mesmo mais do que o Chorão viveu, ainda assim a vida é como uma neblina que logo se dissipa: "Mediste os meus dias como a palmos. o tempo da minha vida é como nada diante de ti. Todo homem é como um sopro" (Sl 39.5). Isto nos leva a pensar sobre a brevidade da vida aqui diante do futuro eterno: céu e inferno. Ec 3.2 e 7.2 diz: "há tempo de nascer e tempo de morrer; tempo de plantar e tempo de arrancar o que se plantou", "Melhor é ir à casa onde há luto do que ir à casa onde há banquete, pois naquela se vê o fim de todos os homens; e os vivos que o tomem em consideração".

2. Os prazeres do mundo não são capazes de preencher o vazio da nossa alma. Pior do que não ter ninguém em sua volta, é ter várias pessoas em seu derredor e mesmo assim se sentir só. Era assim que também pensava o Chorão.

3. Uma vida sem a presença de Deus não vale a pena ser vivida. A nossa vida só tem sentido em Deus. Deus é a nossa fonte de vida.

A minha oração é para Deus console o coração dos familiares, amigos e admiradores do Alexandre Magno Abrão, o Chorão, pois o silêncio do choro dele tem feito muitos chorarem. E que acima de tudo, todos possam ouvir o Evangelho e ter a presença permanente de Cristo nesta vida e na eternidade.

Curiosidade: Ele foi apelidado como Chorão quando andava de skate, por qualquer motivo chorava de verdade.

Nos laços Calvário que nos une,
Luciano Paes Landim.

O Dia do Meu Aniversário



Sou imensamente grato a Deus por mais um ano de vida. Louvo ao Senhor por me dirigir, sustentar e proteger. A Ele tributo todo o meu louvor. Agradeço também a todos os irmãos que me enviaram mensagens de felicitações no meu celular, e-mail e facebook e que me ligaram ou falaram pessoalmente. A minha oração é para que Deus retribua a vocês todo o bem que me desejam.

Nos laços do Calvário que nos une,
Luciano Paes Landim.

segunda-feira, 4 de março de 2013

10 Conselhos Importantes aos Responsáveis Pela Música na Igreja


“Aleluia. Cantem ao SENHOR uma nova canção, louvem-no na assembleia dos fiéis.” Sl 149.1


Diante da necessidade de realizarmos o culto centrado em Deus, onde se deve ler, pregar, orar, cantar e ver (ordenanças: Batismo e Ceia do Senhor) a Bíblia, deixo aqui dez (10) breves conselhos indispensáveis aos responsáveis pela música na igreja:

1. Não usem canções que contêm teologia inconsistente.

2. Não usem canções que têm pobre conteúdo doutrinário.

3. Não usem canções sobre experiências humanas.

4. Não usem canções de agitação emocional.

5. Não usem canções que se focalizam em nós mesmos.

6. Usem canções que enchem nossa mente com o caráter de Deus.

7. Usem canções que moldem nossa cosmovisão pela verdade de Deus.

8. Usem canções que nos ensinem sobre o significado bíblico.

9. Usem canções que nos ensinem as implicações do Evangelho de Cristo.

10. Usem canções focadas e centradas em Deus.


Portanto, tenham cuidado com o que vocês estão ensinando por meio da música. As letras das músicas têm o poder formativo porque são memoráveis. Assim, cantem a Bíblia para a glória de Deus.

Que o bondoso Deus coloque em nossos lábios um novo cântico ao Senhor, de maneira que O louvemos na assembleia dos fiéis.

Nos laços do Calvário que nos une,
Luciano Paes Landim.

7ª Expedição Missionária

7ª Expedição Missionária em Betânia do Piauí de 14 a 20 de Julho de 2013.



Saiba mais em: www.aguavivaparaosertao.com.br

Semana de Oração de 03 a 09 de março de 2013

SOCIEDADE BÍBLICA DO BRASIL

Bulgária
Sobre o país
Localização: Europa
Capital: Sófia
População: 7.037.935 habitantes
Idiomas: búlgaro (oficial), turco e italiano
Crenças e religiões: ortodoxa oriental (59,4%)
e islâmica (7,8%) (Censo: 2011)
Sociedade Bíblica da Bulgária: http://www.bs -bg.org
Pedido de oração: Ore por novas oportunidades de distribuir
Bíblias a diferentes segmentos da população não cristã, especialmente
os jovens.

Burkina Fasso
Sobre o país
Localização: África
Capital: Uagadugu
População: 17.275.115 habitantes
Idiomas: francês, mossi e dialetos regionais
Crenças e religiões: islâmica (60,5%),
católica (19%) e protestante (4,2%)
Sociedade Bíblica de Burkina Fasso: http://alliancebiblique -bf.org/
Pedido de oração: Ore por projetos novos e criativos para a distribuição
da Palavra de Deus.

Burundi
Sobre o país
Localização: África
Capital: Bujumbura
População: 10.557.259 habitantes
Idiomas: kirundi e francês (oficiais) e swahili
Crenças e religiões: católica (62%), protestante (5%),
muçulmana (10%) e crenças nativas (23%)
Sociedade Bíblica do Burundi: não possui site.
Pedido de oração: Ore para que a Palavra de Deus restaure essa população e leve esperança aos refugiados. Peça, ainda, por programas bíblicos que promovam a paz. Clame a Deus por proteção, estímulo e ânimo a todos que trabalham pela Causa da
Bíblia no país.

Butão
Sobre o país
Localização: Ásia
Capital: Timphu
População: 716.896 habitantes
Idiomas: sharchhopka, dzongkha (oficial)
e lhotshamkha
Crenças e religiões: budista (75%) e hindu (25%)
O país é atendido pela Sociedade Bíblica da Índia:
http://www.bsind.org/
Pedido de oração: Ore pela obra bíblica nesse país. Que a Palavra
de Deus transforme milhares de vidas.

Fonte: http://www.sbb.org.br/interna.asp?areaID=83

sábado, 2 de março de 2013

Deus salve o Piauí!


Sou de naturalidade brasiliense, porém, sou filho de piauienses. Confesso que amo muito Brasília, apesar de tantos criticarem a política de maneira que acusam a nossa cidade de tantas falcatruas e corrupções. Todavia, a grande maioria dos políticos que vem trabalhar aqui é dos outros Estados. Ou seja, a corrupção política está generalizada em nosso país. Mas não quero aqui falar sobre política, porém, sobre evangelização. Quero falar sobre o amor que tenho por uma terra seca e sedenta de Deus: PIAUÍ. O Piauí é um Estado que tem uma população de 3.118.360 habitantes, sendo 2.653.135 de católicos (85,08% da população), 302.982 são considerados evangélicos (9,72% da população), 9.840 espíritas (0,32% da população), 1.915 praticantes da umbanda e candomblé (0,06% da população), 41.372 religiões indefinidas (1,33% da população), 106.722 sem religião (3,42% da população) e 2.393 não sabe qual religião pertence (0,08%). Segundo informações, o Piauí é o Estado mais católico do Brasil e o segundo do mundo, perdendo somente para o Estado do Vaticano em proporção. No sertão (semi-árido) do Piauí existem cidades com 4,5 ou um pouco mais de habitantes onde o número de cristãos evangélicos não chega a 0,01% da população. Ou seja, o Piauí é o Estado menos evangelizado do Brasil (em segundo lugar está o Estado do Maranhão).

Confesso que diante de tantas igrejas e pastores que há em minha cidade (que é bom, desde que as igrejas sejam saudáveis e os pastores fiéis ao Evangelho), procuro entender o porquê dos nossos olhos não observarem as necessidades dos nossos vizinhos que clamam por salvação. Talvez seja por desinformação acerca desta realidade, comodismo, frieza espiritual ou por falta de amor a Deus e aos perdidos. Entretanto, Deus deseja a salvação dos piauienses e Ele cobrará de nós a negligência que tanto persiste em nossas vidas no que refere à evangelização do Piauí. Talvez, o maior problema da nossa cidade (ou Estado) não seja a corrupção política, mas a falta de conversão da nossa parte. Sim, falta de arrependimento de pecados, de confissão de Jesus como Senhor em nossa boca e fé que Deus ressuscitou Jesus dentre os mortos (Rm 10.9). Pois a principal evidência de que alguém dentro da igreja ainda não se converteu é quando esse alguém ainda não tem visão missionária.



Viajo todo ano ao Piauí. Às vezes, vou duas vezes à terra que tanto amo e desejo ver evangelizada. No ano de 2013, pretendo ir duas vezes: uma em Bonfim do Piauí e outra em Betânia do Piauí (cidade onde será realizada a 7ª Expedição Missionária “Água Viva Para o Sertão”, onde tem 6.015 habitantes, sendo 5.718 católicos e 127 evangélicos. Para mais informações sobre o projeto acesse: www.aguavivaparaosertao.com.br).

Portanto, quero aqui desafiar o leitor (a) a envolver-se na evangelização do Piauí. Sugiro algumas atitudes que o leitor (a) deve tomar:

1º - Orar para que Deus levante mais missionários para evangelizar o Piauí.

2º - Divulgar a realidade da carência de evangelização do Piauí.

3º - Contribuir com o envio e o sustento de missionários ao Piauí (ou com missionários que já estão lá).

4º - Contribuir com o envio de Bíblias, folhetos e literatura cristã em geral.

5º - Participar de Expedições Missionárias no Piauí.

6º - Colaborar na plantação de igrejas saudáveis no Piauí. Etc.

Portanto, se você também entende na Bíblia o mandamento da evangelização e sente o chamado para evangelizar o Piauí, junte-se a nós! Nós queremos formar grupos de oração, levantar contribuidores, evangelistas, plantadores de igrejas, promotores de missões, etc.

Envolva-se nesta tão nobre missão.

O meu clamor é: Deus salve o Piauí!

Contatos:
E-mail: lucianolandim@hotmail.com
Telefones: (61) 8460-9254 / 8176-6400

Nos laços do Calvário que nos une,
Luciano Paes Landim.

sexta-feira, 1 de março de 2013

Escola de Missões - David Brainerd

Curso Intensivo de Missões

Este curso tem o escopo de ser um desafio à Igreja Brasileira. É a implicação da real necessidade de conscientização e preparo missiológico em nossas igrejas. Ter a visão missionária como obra urgente é de suprema importância para todos os que se consideram cristãos. Para tanto, surgiu a necessidade de realizar este curso presencial e/ou à distância.

Observamos na Bíblia a urgência: “Escolhei hoje a quem sirvais... Eu e a minha casa serviremos ao Senhor” (grifo nosso, Js 24.15). “Eu te ouvi no tempo da oportunidade e te socorri no dia da salvação: eis agora o tempo sobremodo oportuno, eis agora o dia da salvação (grifo nosso, 2Co 6.2). Pregar o Evangelho para a glória de Cristo é a nossa missão (Mc 16.15). Mesmo que os outros não queiram ir, devemos ir. Devemos anunciar a Palavra de Vida mesmo que os recursos sejam poucos ou que haja obstáculos. Necessitamos obedecer à voz do Mestre usando os meios disponíveis, caso contrário, estaremos cometendo pecado de desobediência.

Verdadeiramente, a seara é grande e poucos são os ceifeiros (Mt 9.37). Entretanto, fomos salvos, chamados e escolhidos para exercer o maior ofício que alguém pode ter na Terra: o trabalho de um missionário. Legitimamente, somos privilegiados por sermos cooperadores de Deus no projeto de redenção. Pois, levando a sério a vocação missionária da Igreja, experimentaremos as grandes riquezas do nosso Senhor. A Igreja não é decorrência da ação humana. A sua procedência é divina. Foi Jesus quem disse: “... edificarei a minha igreja...” (Mt 16.18). Jesus Cristo é o Dono e Edificador da Igreja. Portanto, a missão de proclamar a mensagem do Evangelho foi conferida à Igreja. No entanto, quando isto não acontece, ela não tem o direito de ser apontada de “Igreja de Cristo”.

Se realmente fomos alcançados pela graça salvadora de Deus, a mesma é evidenciada através da nossa obediência ao mandamento: “E disse-lhes: Ide por todo o mundo, e pregai o evangelho a toda criatura” (Mc 16.15). Assim sendo, teremos a grande recompensa.

A Escola de Missões David Brainerd está organizada da seguinte forma:

Aulas Teóricas:
“O Caráter Missionário da Bíblia”, “O Que é Missões?”, “O Que é Ser Um Missionário?”, “O Preparo Missionário”, “O Envio e o Cuidado do Missionário”, “A Oração e o Sustento da Obra Missionária”, “O Sustento Financeiro da Obra Missionária”, e “Missões Para a Glória de Deus”.

Aulas Práticas:
Evangelismo pessoal, evangelismo de rua, visitação, culto evangelístico e viagem missionária.

Agende a Escola de Missões David Brainerd em sua igreja ou faça à distância.

Maiores Informações:

E-mail: lucianolandim@hotmail.com
Fones: (61) 8460-9254 / 8176-6400

Ao Senhor do Universo seja toda honra e toda glória!

Nos laços do Calvário que nos une,

Luciano Paes Landim

O Propósito de Deus de Alcançar Todos os Povos


“A palavra de Deus não é apenas para consumo interno, é também, para exportação.” Willian Freel

A Bíblia inteira mostra o desígnio claro e intenso de Deus de alcançar todos os povos. A promessa do Salvador em Gênesis 3.15 foi dada aos pais de toda a raça humana: Adão e Eva. Isto nos mostra o plano abrangente de Deus desde o início. A aliança de Deus com Noé abarca seus três filhos, não excepcionalmente Sem. Em Abraão, compreendemos a eleição do mesmo para ser o pai duma nação com desígnio universal. É esclarecido mais ainda na aliança com Moisés que Israel era um povo escolhido de Deus para servir as nações (Isaías 40-44): para ser sacerdote de Deus no mundo (Êxodo 10.4-6). A aliança de Deus com Davi e Salomão mostra também sua amplidão mundial. Nos Salmos é mostrado que Deus é merecedor de todo louvor, de todas as nações. Nos profetas, o anúncio da glória de Deus é a evidência de que o seu Nome deve ser anunciado e temido entre todos os povos. Nos Evangelhos, Cristo é o mensageiro, a mensagem e o método de Deus para o anúncio das boas novas de salvação. Ele é o Missionário por excelência. Em Atos dos Apóstolos nos é apresentado o Espírito Santo como o Espírito Missionário e também o exemplo dos primeiros missionários cristãos. Nas Epístolas encontramos a forma de apologética missionária, instrumentos atuais e legítimos do trabalho missionário. Em Apocalipse, vemos o clímax missionário e a certeza do êxito da obra do Senhor. Ou seja, missões é central na Bíblia. Do início ao fim, missões fundamenta-se na Palavra de Deus.

Entretanto, apesar de a Bíblia expressar tudo isso de maneira clara a todos que a lêem, tendo sido o primeiro livro impresso e o livro mais vendido no mundo, ainda assim, das cerca de 6.700 línguas existentes no mundo, apenas 2.508 tem um trecho da Bíblia traduzido. A Bíblia completa está disponível somente em 459 línguas. O Novo Testamento pode ser encontrado somente em 1.213 línguas. Cerca de 840 línguas têm uma porção da Bíblia traduzida (um Evangelho, por exemplo). Ou seja, restam mais de 4 mil línguas no mundo que não têm nenhum trecho da Bíblia em tradução, que são faladas por cerca de 350 milhões de pessoas e são consideradas minoritárias por serem faladas por um número reduzido de pessoas. No Brasil, dezenas de tribos indígenas não têm nenhum contato com o evangelho. Graças à parceria entre a SIL (Associação Internacional de Linguística) e SBB (Sociedade Bíblica do Brasil), e também outras entidades, a igreja tem avançado na proclamação e tradução das Escrituras e assim está sendo possível evangelizar os índios brasileiros. A esperança avança à medida que o evangelho é proclamado.

Outro problema, além da não tradução das Escrituras em muitas línguas, é a negligência daqueles que as tem traduzidas em sua própria língua, no entanto, não as lêem devocional e constantemente. Os cristãos devem reafirmar a inspiração, inerrância, autoridade e suficiência das Escrituras. A Bíblia é divina, não contêm erros, é a nossa única regra de fé e prática e é suficiente para sabermos tudo o que necessitamos fazer para glorificar e obedecer a Deus. Isto significa que ao vivermos a Palavra de Deus seremos avivados e urgentes na proclamação do evangelho no mundo todo, a todas as pessoas. Se não estamos fazendo a obra missionária como deveria ser é porque não estamos crendo nas Escrituras. John Stott disse: “Toda a Escritura prega o evangelho. Deus evangeliza por meio dela”. Se Deus evangeliza por intermédio da Bíblia, logo significa que Deus é Missionário, então, nós cristãos também devemos ser missionários. Stott ainda afirma: “Sem a Bíblia, a evangelização mundial é impossível. Sem a Bíblia não temos nenhum evangelho para anunciar às nações, nenhuma garantia para ir até elas, nenhuma ideia de como ir e realizar a tarefa, e nenhuma esperança de sucesso. O grau de compromisso da igreja com a evangelização mundial é medido com o grau de sua convicção da autoridade da Bíblia. Quando os crentes perdem sua confiança na Bíblia, eles também perdem o zelo pelo evangelismo. Por outro lado, quando confiam na Bíblia, ficam determinados a evangelizar”.

Precisamos estar atentos às palavras de Stott quando diz “quando os crentes perdem sua confiança na Bíblia, eles também perdem o zelo pelo evangelismo. Por outro lado, quando confiam na Bíblia, ficam determinados a evangelizar”. Ou seja, necessitamos urgentemente voltar as nossas vidas para as Escrituras Sagradas e crer nelas como autoridade de Deus. Somente Elas poderão nos mostrar o caminho do avivamento que é evidenciado pela proclamação do evangelho. Somente a Bíblia poderá reformar e edificar o nosso coração e nos proporcionar vida e esperança em Jesus Cristo. Devemos lê-la de coração aberto, praticá-la com/em toda a vida e anunciá-la até o último povo da face da terra.

Nos laços do Calvário que nos une,
Luciano Paes Landim.

Educando para a glória de Deus