quarta-feira, 30 de maio de 2012

Pastor é condenado na Ásia a três anos de prisão por evangelizar com filme sobre Jesus

O tribunal superior do Butão, na Ásia, condenou o missionário do Gospel For Asia (Evangelho para a Ásia), Ugyen Tashi, a três anos de prisão por “tentativa de promover a agitação civil” ao mostrar um filme sobre Jesus.

Ugyen andou por dois dias com um gerador e um projetor em aldeias do interior do Butão com o propósito de dar às pessoas uma chance de aprender sobre Jesus. Mas um dos chefes da aldeia soube do conteúdo do filme e informou o chefe do seu distrito, que então chamou a polícia para prender Ugyen, em maio do ano passado.

Enquanto a polícia investigava o caso, o pastor Ugyen foi mantido em um pequeno quarto juntamente com três outros detentos, entre maio e agosto de 2011. A investigação foi rodeada de diversos questionamentos, adiamentos, declarações e espera.

Um correspondente do Gospel For Asia relatou que o ”pastor Ugyen disse que não está ocioso, e embora ele não seja capaz de compartilhar abertamente, ele está fazendo o melhor de cada oportunidade para compartilhar a Boa Nova de Jesus… Há poucos detidos que estão interessados”.

Os líderes do Gospel For Asia inicialmente se reuniram com as autoridades locais para pedir a liberação de Ugyen sobre fiança, mas os oficiais recusaram a petição por considerar o caso muito grave e uma possível violação da Constituição do Butão, que afirma que “ninguém será obrigado a pertencer a outra fé por meio de coerção ou de incentivo”.

Em 17 de agosto, o tribunal apresentou todas as declarações de Ugyen na presença dos funcionários e pediu ao pastor que exibisse o filme polêmico sobre a vida de Jesus perante o tribunal no dia seguinte.

Embora tenha sido relatado que os funcionários judiciais queriam assistir ao filme, o veredito final foi pronunciado com a condenação de três anos e o filme nunca foi exibido.

O Butão é uma das nações menos evangelizadas do mundo, de acordo com a Operation World (Operação Mundo). Isto decorre em parte ao isolamento deliberado do país em razão de outras culturas. O governo e o povo procuram proteger suas antigas tradições, seu modo de vida e, especialmente, a sua religião.

Fonte: Gospel+

terça-feira, 29 de maio de 2012

INDICAÇÃO DE FILMES MISSIONÁRIOS:


Quero aqui indicar alguns filmes missionários:

1. A Cruz e o Punhal
2. A MORADA DA SEXTA FELICIDADE
3. A Verdade que Liberta
4. BONHOEFFER: O AGENTE DA GRAÇA
5. CARRUAGENS DE FOGO
6. COM QUEM VOCÊ VAI?
7. Ee-Taow 1 e 2
8. HAKANI
9. HUDSON TAYLOR - Missionário na China
10. John Hus
11. JOÃO WYCLIFFE - ESTRELA DA MANHÃ
12. Listras da Zebra
13. Lutero (Martinho)
14. MOODY
15. O ÚLTIMO VÔO
16. Primeiros Frutos
17. Prisioneiros da Fé
18. Taliabo - Em Busca do Rio da Vida Eterna
19. Terra Selvagem
20. Um Clamor na China
21. UMA CHAMA NA ESCURIDÃO
22. WESLEY

Nos laços do Calvário que nos une,
Rev. Luciano Paes Landim.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

SERVOS DE DEUS SOFRENDO DE DEPRESSÃO

Não podemos explicar as nossas depressões unicamente em termos espirituais. Infelizmente muitos cristãos interpretam a depressão somente como sintoma e sinal de pecado e desobediência a Deus. Não obstante, a Bíblia historia que a fé não nos impede de passar pela depressão. Alguns servos de Deus atravessaram por este desalento. Estes fatos nos mostram que, mesmo os gigantes da fé, podem sofrer de depressão. Vejamos:

1. Jó: “Por que não morri eu na madre? Por que não expirei ao sair dela?” (Jó 3.11).

2. Moisés: “Se assim me tratas, mata-me de uma vez, eu te peço, se tenho achado favor aos teus olhos” (Números 11.15).

3. Davi: “Por que estás abatida, ó minha alma? Por que te perturbas dentro de mim?” (Salmo 42.5).

4. Jonas: “Peço-te, pois, ó Senhor, tira-me a vida, porque melhor me é morrer do que viver” (Jonas 4.3).

5. Noemi: “... Não me chames Noemi; chamai-me Mara, porque grande amargura me tem dado o Todo-Poderoso” (Rute 1.20).

Para muitos estudiosos, o exemplo mais forte de angústia é o de Jesus. No Getsêmani, ele ora: “A minha alma está profundamente triste até à morte” (Mt 26.28). A “tristeza até a morte” que Jesus experimentava é decorrência de ter atravessado por sofrimentos, sensações e sentimentos de grande agonia.

Estudando a história da igreja cristã encontramos mais pessoas, tementes e fiéis a Deus, pelejando contra esta aflição. São homens de Deus que tiveram intransigentes conflitos de depressão: Agostinho, Lutero, David Brainerd, John Bunyan, Willian Carey, Richard Wurmbrand, etc... Pessoas que souberam lidar e vencer este mal.

Portanto, a depressão pode atacar até mesmo os cristãos. Este entendimento colaborará muito para tratar com afabilidade e complacência aqueles que estão atravessando por essas águas tumultuosas. Esses exemplos desvendam o realismo bíblico da depressão. Porém, acima de tudo, enchem-nos de esperança: “Porque não temos sumo-sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas...” (Hebreus 4.15). “Pois, naquilo que ele mesmo sofreu, tendo sido tentado, é poderoso para socorrer os que são tentados!” (Hebreus 2.18).

Nos laços do Calvário que nos une,
Rev. Luciano Paes Landim.

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Lemas Missionários (Parte 02)


“Aquele que não ama missões, é possível que nunca tenha encontrado Cristo” (Frase dita por um Africano).

“Apoiar um trabalho misssionário é um grande desafio aceito apenas por aqueles que são portadores de uma grande visão” – Olinto de Oliveria missionário em Macau/China.

“A menos que a Igreja seja mobilizada, o mundo inteiro não poderá ser alcançado. Esta mobilização só verá o resultado do seu esforço tornar-se realidade se efetivamente existir uma operação conjunta do Povo de Deus” – John Stott

“Por que alguém deveria ouvir do evangelho duas vezes, quando há pessoas que não ouviram nenhuma vez”. – Oswald Smith
“A minha paróquia é o mundo”. – João Wesley

“As possibilidades são tão maravilhosas como as promessas de Deus”. – Hudson Taylor

“Coloque missões em primeiro lugar e Deus dará as coisas necessárias”. – Edison Queiróz

“Será que chamada é quando uma porta se abre onde a igreja está estabelecida ou é o comando de Jesus para ir a todas as nações, principalmente onde não há igrejas ou onde a mesma é muito pequena?” – David Botelho

“Chamada é uma questão de obediência ao IDE de Jesus a todas as nações, incluindo os povos não alcançados pelo Evangelho”. – David Botelho

“É justo uma igreja de 1000 membros ter 20 obreiros enquanto cada um milhão de muçulmanos tem só 2,8 missionários transculturais?” – David Botelho

“Uma igreja pode considerar-se missionária quando investe mais de 50% de suas finanças em missões transculturais, pois a Bíblia diz que onde está seu tesouro aí está seu coração”. – David Botelho

“É raro ver o sustento de pastores locais ser cortado ou diminuído, mas isto é comum na vida de missionários. É isto justo?” – David Botelho

“É inconcebível imaginar que pastores locais devem ser desafiados para missões transculturais quando isto é ordem de nosso Senhor Jesus”. – David Botelho

“Quem não ama missões transculturais deve começar a duvidar de sua salvação, pois é o diabo que odeia o término da tarefa da evangelização mundial, pois isso significaria o fim de sua obra na terra”. – David Botelho

“Uma igreja não existe para si mesma, mas sim para o mundo”. – George Carey

“Se você acredita no que você gosta no Evangelho e rejeita aquilo que quiser então você não acredita no Evangelho mas em si mesmo”. – Santo Agostinho

“Uma igreja que não prega e envia pessoas para missões transculturais não está cumprindo plenamente o Evangelho de Jesus”. – Fred Nuckley

“Obediência parcial às palavras de Jesus ainda é desobediência – precisamos ir nós mesmos ou então enviar pessoas para os ‘confins da Terra’ “. – Fred Nuckley

“Se entusiasme com missões mundiais, pelo amor de Deus!” – Fred Nuckley

“Eu o desafio para adquirir a visão da “Grande Colheita” e ver como Jesus poderá mudar sua cosmovisão e o futuro dos povos”. – Fred Nuckley

“Vida com Jesus é eterna e cheia de felicidade, mas vida sem Jesus é morte e sofrimento – que direito você tem de guardar esse dom para si mesmo diante de 96% da população mundial que ainda não O conhece?” – Fred Nuckley

“A oração mais perigosa é aquela de que devemos pedir ao Senhor que envie obreiros para a Sua seara, pois Ele pode gostar da mesma e nos enviar aos lugares mais esquecidos e negligenciados pela igreja evangélica”. – David Botelho

“O único interesse do diabo é impedir que os cristãos orem. Ele não tem medo algum dos estudos sem oração, do trabalho sem oração e da religião sem oração. Ele ri-se de nossa labuta e zomba da nossa sabedoria, mas treme quando oramos”. – Samuel Chadwick

“Os que não podem suportar a fumaça nunca alcançarão o fogo”. – Provérbio Woaadabe – África

“Quem não tem uma causa pela qual morrer não tem motivo para viver”. – Martin Luther King Jr.

“Nós não precisamos de uma grande chamada de Deus, o que realmente necessitamos é de um bom chute no traseiro”. – Jim Elliot – mártir entre os índios Aucas no Equador

“Evangélicos brasileiros gastam mais com Coca-Cola do que investem naquilo que dizem acreditar: MISSÕES”. – David Botelho

“O Espirito de Cristo é o espirito de missões e quanto mais próximos estivermos d’Ele mais nos tornaremos missionários com maior intensidade”. – Henry Martin

“O mundo está muito mais preparado para receber o Evangelho do que os cristãos para o propagar”. – George Peters

“Se Deus chamar você para ser um missionário não se incline na ideia de ser o rei da Inglaterra”. – Jordan Grooms

“Eu fui feito uma tocha de vida para arder e prefiro iluminar onde as pessoas estão morrendo nas trevas do que numa terra inundada com luz”. – Um missionário

“Dá-me um homem de Deus – um homem fiel à visão que lhe é dada e eu reconstruirei vossos santuários destruídos e porei as nações de joelhos, humilhadas”. – George Liddell

“A saúde de uma igreja é medida pela sua capacidade de enviar missionários e não pela capacidade de lotação dos bancos que possui”. – Rick Warren

“A Janela 10-40 é realmente grande – 62 países, 2.3 bilhões sem conhecimento de Cristo, 97% dos povos não alcançados, 99% dos pobres menos evangelizados do mundo, portanto rogai ao Senhor da Janela que envie obreiros para o cinturão de resistência ao Evangelho”. – Mt. 9:37-38 (paráfrase de David Botelho)

“A qualquer lugar, contanto que seja para a frente, em Cristo”. – David Livingstone

A IMPORTÂNCIA DA FIDELIDADE DOS DÍZIMOS E DAS OFERTAS


Introdução:
O assunto do dízimo é um dos mais importantes na vida do cristão. A prática do dízimo é um tema controvertido nas igrejas evangélicas, tendo, de um lado, defensores apaixonados e, do outro, críticos ardorosos. Para alguns, é uma espécie de legalismo judaico preservado na igreja cristã. Para outros, trata-se de uma norma divina que tem valor permanente para o povo de Deus, na antiga e na nova dispensação. Os críticos do dízimo afirmam que sua obrigatoriedade é contrária ao espírito do evangelho, pois Cristo liberta as pessoas das imposições da lei. Os defensores alegam que essa posição é interesseira, porque permite às pessoas se eximirem da responsabilidade de sustentar generosamente a igreja e suas atividades. O grande desafio nessa área é encontrar o equilíbrio entre tais posições divergentes. O que está em jogo é uma questão mais ampla — o conceito da mordomia cristã, do uso que os cristãos fazem de seus recursos e bens. A Bíblia trata do dízimo em vários textos, isto é, uma restituição ao Senhor de 10% do que ganha.

Os dados bíblicos:
O dízimo (do latim “decimu”) pode ser definido como a prática de dar a décima parte de todos os frutos e rendimentos para o sustento das instituições religiosas e dos seus ministros. Trata-se de um costume antigo e generalizado, sendo encontrado tanto no judaísmo como nas culturas vizinhas do Oriente Médio. Essa prática é claramente estabelecida no Antigo Testamento, sendo até mesmo anterior à lei de Moisés (Gn 14.20; 28.22). O dízimo era devido primariamente a Deus, como expressão de gratidão por suas bênçãos e consagração a ele. Mais tarde, tornou-se um preceito formal na vida religiosa dos hebreus (Lv 27.30-32), sendo destinado especificamente para o sustento dos levitas (Nm 18.21-24). Em Deuteronômio, está associado a uma refeição comunitária festiva e ao auxílio aos necessitados (12.17-19; 14.22-29; 26.12-14). Às vezes era dado liberalmente (2Cr 31.5-6; Ne 10.37-39; 12.44) e em outras ocasiões retido fraudulentamente (Ml 3.8-10).

A décima parte, tanto das colheitas como dos animais, que os israelitas ofereciam a Deus (Lv 27.30-32; Hb 7.1-10). O dízimo era usado para o sustento dos LEVITAS (Nm 18.21-24), dos estrangeiros, dos órfãos e das viúvas (Dt 14.28-29).
O dízimo não é invenção da igreja, é princípio perpétuo estabelecido por Deus. O dízimo não é dar dinheiro à igreja, é ato de adoração ao Senhor.

O dízimo não é opcional, é mandamento; não é oferta, é dívida; não é sobra, é primícias. O dízimo é ensinado em toda a Bíblia:
 Antes da lei (Gn 14.20)
 Na lei (Lv 27.30),
 Nos livros históricos (Ne 12.44),
 Poéticos (Pv 3.9,10),
 Proféticos (Ml 3.8-12)
 No Novo Testamento (Mt 23.23; Hb 7.8).

Negligenciar a devolução dos dízimos é infidelidade a Deus. Sonegar o dízimo é roubar a Deus.
 O dízimo não é lei, pois foi praticado por Abraão, que viveu na graça antes da lei dada por Moisés (Gênesis 14:20,Hebreu 7:1-3)
 Fazia parte da vida dos patriarcas. (Gênesis 28:22))
 Deve ser praticado com amor. (Marcos 12:41-44)
 Deve ser praticado com alegria. (II Cor. 9:7)
 Esteja no amor de Deus, com relação as finanças. (IICor. 9:8)
 Devemos contribuir com liberalidade. (Rm. 12:8) Isto significa, satisfação no contribuir.
 Não deve ser sonegado (retido). (Malaquias 3:8-10)

A fidelidade nos fará prósperos e abençoados.
• a) Repreende o devorador. (Malaquias 3:11)
• b) Abre as janelas do céu. (Malaquias 3:11)
• c) O nosso trabalho será proveitoso. (Malaquias 3:11)
• d) O fruto da terra será abundante. (Malaquias 3:11)
• e) Nos chamarão de felizes. (Malaquias 3:12)

Reter o dízimo, que é santo ao Senhor, é colocar-se debaixo de maldição. Entretanto, entregar o dízimo com obediência é repreender o devorador e contar com a promessa das janelas abertas do céu, de onde promanam toda sorte de bênção.
Malaquias, o último profeta do Velho Testamento, registra no capítulo 3.8-12, alguns perigos quanto ao dízimo:

Primeiro, reter o dízimo – “Roubará o homem a Deus? Todavia, vós me roubais a nação toda.” Se o dízimo é santo ao Senhor, não podemos lançar mão dele, não podemos comê-lo nem usá-lo. Precisa ser criteriosamente devolvido ao Senhor. Não devolver o dízimo é roubo, assalto acintoso a Deus.

Segundo, subtrair o dízimo – “Trazei TODOS os dízimos.” O dízimo é integral. Não podemos enganar a Deus. Ananias e Safira tentaram reter parte da oferta, e Pedro disse que eles não mentiram a homens, mas ao Espírito Santo. Deus não precisa do nosso dinheiro, pois dele é o ouro e a prata, os animais do campo, a terra, a sua plenitude e todos os que nela habitam. Aliás, tudo o que somos e temos pertence a Deus. Tudo que damos ao Senhor, vem das suas próprias mãos. O que Deus requer de nós é fidelidade.

Terceiro, administrar o dízimo – “Trazei todos os dízimos à CASA DO TESOURO.” Deus não nos autorizou administrar o dízimo. Não podemos fazer o que bem entendemos com o que é de Deus. Ele mesmo já estabeleceu em sua Palavra que o dízimo deve ser entregue em sua casa. Deus não nos constituiu administradores do dízimo, mas nos ordenou a entregá-lo com fidelidade em sua casa.

Por que sou dizimista?
1. Eu sou dizimista porque a Bíblia traz este mandamento de maneira muito clara: "Trazei o dízimo", diz Ml 3:10. Eu não discuto, obedeço.
2. Eu sou dizimista porque eu fui salvo pela graça de Deus e em gratidão ao que ele fez por mim eu trago o meu dízimo todos os meses.
3. Eu sou dizimista porque eu quero contribuir com a pregação do evangelho no mundo todo. Eu quero ver o reino de Deus sendo implantado.
4. Eu sou dizimista porque eu quero ajudar a mandar mais missionários para as regiões onde o nome de Jesus ainda não é conhecido, onde a sua salvação ainda não foi pregada.
5. Eu sou dizimista porque eu quero ver a minha igreja ajudando os pobres, as viúvas e os órfãos.
6. Eu sou dizimista porque eu quero ver as crianças da igreja crescerem ouvindo de Jesus e das suas maravilhas. Eu sei que isso fará com que elas andem nos caminhos do Senhor.
7. Eu sou dizimista porque eu creio que a igreja é a única instituição na face da Terra, que tem uma mensagem de esperança para esse mundo perdido em seus delitos e pecados.
8. Eu sou dizimista porque eu não quero ficar de fora quando Deus abrir as janelas do céu e derramar bênçãos sem medidas sobre o seu povo.
9. Eu sou dizimista porque alguns crentes têm falhado com esse compromisso e se todos falharem, como ficará a nossa igreja?
10. Eu sou dizimista porque eu sou crente.
Conclusão:

Deus prometeu que nem um justo sequer será desamparado por ele, portanto, mesmo que você não possua uma polpuda conta bancária ou reserva econômica, que possa lhe proporcionar segurança e prazer, o Senhor lhe dará o necessário para seu sustento e de sua família.

Como dono de tudo e sendo um Pai extremamente amoroso e bom, muitas vezes ele nos dá muito mais do que imaginamos. Que possamos sempre honrá-lo com nossa confiança.

Para tanto, avalie suas prioridades. O que de fato mais importa em sua vida?
"Onde está o teu tesouro, aí está também o teu coração". Mateus 6.21

1. Você ama a Deus? Você se importa com o que Deus se importa?
2. Quanto você tem investido no Reino de Deus? Que rubrica do seu orçamento você aponta como sua prioridade de vida?
3. Você ama as pessoas? O quanto do seu orçamento você tem investido para ajudar outras pessoas e abençoar outras vidas?
4. Quando você recebe um dinheiro extra qual é o seu primeiro pensamento? Você pergunta a Deus se ele lhe abençoou para você abençoar uma outra pessoa?
5. Que caminho você seguirá na sua vida financeira? Você deixará ser influenciado pela cultura ou seguirá as orientações de Deus para a sua vida?

Que Deus nos abençoe!
Pr. Luizinho Paes Landim
(Igreja Cristã Presbiteriana em Ceilândia/DF)

Ciganos traduzem a Bíblia para língua materna


Acredita-se que os ciganos sejam originários da Índia. Suas histórias de viagens e caminhadas são longas e abrangem a Ásia, África e Europa até chegarem ao Brasil no século XVI. Não há dados estatísticos concretos, mas estimase que em nosso país a população de ciganos esteja entre 600 mil e 1 milhão.

Os ciganos representam um dos povos étnicos minoritários não alcançados que preservam língua materna, tradições, costumes e religiosidade sincrética, ou seja, uma grande mistura de credos e práticas assimiladas ao catolicismo popular e ao animismo. A falta de informação da sociedade brasileira e do restante do mundo faz destes grupos étnicos ciganos o alvo de preconceito, discriminação e de exclusão.

Os ciganos estão divididos em três grandes grupos: Sinti, Rom e Calon. Os mais encontrados no Brasil são os “Rom” e os “Calon”. Os ciganos possuem uma língua comumente conhecida como romanês, que se diversifica em dialetos. Cada dialeto é denominado com nomenclaturas próprias de cada grupo (Chibi, Romá, Romanô, Caló etc) e podem ter grandes diferenças entre si. Podemos encontrar por todo território brasileiro comunidades de ciganos nômades ou sedentários e muitas delas vivem à margem da sociedade majoritária, sem acesso à saúde, educação ou cidadania e recebendo pouca valorização cultural. Os ciganos são seres humanos amados por Deus, incluídos no Seu plano eterno de salvar “toda” a humanidade caída. O plano de Deus foi ratificado por Jesus Cristo ao ordenar a nós a proclamação das Boas Novas a “todas as nações” (Mateus 28:18-20), portanto, evangelizar os ciganos não é opção, é ordem divina e faz parte da Grande Comissão.

Há poucos ministérios dedicados à evangelização dos ciganos no Brasil, por isso, em 2002, um grupo de jovens cristãos começou um movimento de missão integral entre os ciganos que tem crescido a cada dia. Nasceu assim a Missão Amigos dos Ciganos (MACi), cujos objetivos são o atendimento nas áreas de educação, cidadania, saúde, evangelização, plantação de igrejas ciganas, produção de materiais evangelísticos e manuais de evangelização contextualizados, treinamento e mobilização missionária e, projetos de tradução da Bíblia nos dialetos ciganos.

Estamos juntos no intuito de traduzir a Bíblia para os dialetos de cada grupo cigano e o primeiro grupo a ser contemplado são os Calon, que falam a língua “Chibi” – palavra usada pelo próprio grupo. A Chibi é bastante peculiar e não dispõe de nenhuma tradução bíblica publicada no Brasil. O missionário Calon Antônio Pereira sentiu a necessidade de ler a Bíblia em sua língua e começou a escrevê-la no seu idioma. Para apoiar essa iniciativa, nos dias 24 a 27 de outubro aconteceu na ALEM o Curso Introdutório para Capacitação de Facilitadores e Tradutores da Bíblia Cigana. Participaram alguns ciganos Calon e missionários que já trabalham neste ministério. O projeto de tradução para língua Chibi conta com o apoio do Instituto Antropos e faz parte do macro projeto de tradução para as línguas indígenas de nosso país. O macro projeto denominado Tradutores Indígenas Brasileiros (TIB) é uma iniciativa do Conselho Nacional de Pastores e Líderes Evangélicos Indígenas (CONPLEI) e conta com a parceria da ALEM, Sociedade Internacional de Linguística (SIL) e The Seed Company.

Disponha-se a comunicar o Evangelho ao povo cigano. Como Igreja, é nossa tarefa interceder por este grande projeto e investir esforços para alcançá-los com as Boas Novas de Salvação. É tempo de alargar a visão missionária em nossas “tendas”, alongar as cordas, firmar bem as estacas (Isaías 54:2), transpor as barreiras da discriminação e do preconceito para levar a Bíblia além de nossas fronteiras.


Maiores informações:
E-mail: amigosdosciganos@yahoo.com.brEste endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
Blog: http://amigosdosciganos.blogspot.com
Adaptação e ampliação do Folder “CIGANOS:
incluídos e amados por Deus”

JANELA 10 X 40


Alcançando o centro do mundo

É no centro do nosso mundo que vive um expressivo número de povos não alcançados, num espaço comparado a uma janela retangular, identificado como “Janela 10/40”.

Antes era conhecido como “Cinturão de Resistência”. Essa janela se estende desde o oeste da África até o leste da Ásia, sendo 10 a 40 graus ao norte do Equador.

Essa região especifica começa a ser conhecida como “Janela 10/40”. É um ajuntamento do mundo muçulmano, hindu e budista, onde vivem bilhões de almas empobrecidas no seu espírito.

Ao nos aproximarmos ao final dos tempos, é imperativo que nossos recursos estejam focalizados sobre os povos que habitam a “Janela 10/40”. Se nós estamos seriamente comprometidos em prover uma oportunidade efetiva para que cada pessoa tenha uma experiência com a verdade do Salvador Jesus, não podemos ignorar as constrangedoras realidades de sta região.

A “Janela 10/40” nos confronta a importantes considerações:
1) O significado histórico e bíblico.
2) Os países menos evangelizados.
3) O domínio de três blocos religiosos.
4) A predominância da pobreza.
5) Os grupos étnicos-lingüisticos não alcançados.
6) As cidades (megalópolis) menos evangelizadas.
7) As fortalezas de Satanás estão concentradas na “Janela 10/40”.

A primeira e fundamental razão porque os cristãos devem focalizar a “Janela 10/40” é por causa do significados bíblico e histórico dessa área. Realmente, a Bíblia começa com a explicação de que Adão e Eva foram colocados por Deus no “coração” do que agora é a “Janela 10/40”. O plano de Deus expresso em Gênesis 1.26, é que os seres humanos teriam domínio sobre a terra e deveriam preenchê-la. E quando Adão e Eva pecaram perante Deus, perderam seu domínio sobre a terra.

O comportamento pecaminoso do homem cresceu muito diante de Deus e Ele interveio e julgou a terra com a catástrofe do dilúvio.
Depois os homens inutilmente vieram a estabelecer seu novo intento para dominar, construindo a Torre de Babel. Essa obra ocorreu no “coração” da “Janela 10/40”, e foi feita como uma provocação contra Deus. Novamente, Deus estendeu Sua mão como julgamento. O resultado foi a introdução de diferentes línguas, feita como uma divisão de povos da terra, e assim a formação de nações.

Na “Janela 10/40” nós podemos ver claramente a verdade expressa no livro de Graham Scroggies: “O Drama da Redenção do Mundo” (The Drama of World Redemption), que diz: “Há um mundo que esta voltado contra Deus; Ele vendo isso escolheu um Homem com o qual alcançaria o mundo”. Podemos observar que mais uma vez a historia antiga faz menção do mesmo território que é marcado pela “Janela 10/40”, vindo do berço da civilização da Mesopotâmia, cruzando a parte fértil do Egito. Os impérios se levantaram e caíram, isso pelo fato do povo de Israel ter vacilado em sua relação de obediência ao governo de Deus.

Foi por isso que Cristo nasceu, viveu uma vida perfeita, morreu sacrificialmente na cruz, e se ergueu triunfalmente sobre a morte.

A Igreja primitiva anunciou isto; mas foi somente após as viagens missionárias de Paulo, que a proclamação ocorreu mais alem da “Janela 10/40”. Sem duvida, é uma área de significação bíblica e histórica.

A segunda razão porque devemos focalizar a “Janela 10/40”, é porque ali vive o maior numero de povos não-alcançados, que têm o mínimo conhecimento do evangelho e nenhuma oportunidade de conhecê-lo.

Isto consiste somente em 1/3 da área total da terra, mas perto de 2/3 da população do mundo reside nessa área.
Com um total aproximado de 3 bilhões de pessoas, a “Janela10/40” inclui 62 países, Estados soberanos e não-soberanos.

Dos 50 países menos evangelizados do mundo, 37 estão localizados na “Janela 10/40”; esses 37 países consistem em 97% do total da população dos países menos evangelizados.

Se tomarmos com seriedade o chamado de pregar o evangelho a toda criatura, fazermos discípulos de todos os povos e sermos testemunhas de Jesus até o último da terra, precisamos reconhecer a prioridade de concentrar nossos esforços na “Janela 10/40”. Em nenhum lugar é tão gritante a necessidade da verdadeira salvação, que está somente em Jesus Cristo.

PAÍSES LOCALIZADOS NA JANELA 10X40

Afeganistão Chade Gâmbia Japão Mongólia Tadjiquistão
Arábia Saudita China Gaza Jordânia Nepal Tailândia
Argélia Chipre Gibraltar Kweit Niger Tibet
Bahrein Coréia do Norte Grecia Laos Omão Tunísia
Bangladesh Coréia do Sul Guine Líbano Paquistão Turcomenistão
Benim Djibuti Guiné – Bissau Líbia Portugal Turquia
Burkina–Faso Egito Iemen Malásia Saara Oriental Vietnã
Butão Emirados Árabes Índia Maldivias Senegal
Camboja Etiopía Irã Mali Síria
Casaquistão Filipinas Iraque Marrocos Sri Lanka
Catar Formosa Israel Mauritânia Sudão

A terceira razão porque focalizarmos a “Janela 10/40”, é a presença das três religiões de grande domínio no mundo. A maioria dos adeptos do Hinduismo, Budismo e Islamismo está concentrada nessa área.

Olhando o mapa (página 3) da esquerda para a direita, o mundo muçulmano pode ser distinguido numa extensão desde o norte da África até o Oriente Médio, num bloco representando cerca de 700 milhões de pessoas. No meio do mapa cobrindo o subcontinente da Índia, como uma grande sombra, está presente o Hinduísmo também com mais de 700 milhões de pessoas.

No lado direito do mapa, encontra-se o mundo budista cercando toda a China. Saindo do centro da “Janela 10/40”, o Islamismo está se expandindo energicamente em outras partes do globo. Com uma estratégia similar, devemos penetrar no mundo islâmico com a mensagem libertadora do evangelho. Nós devemos fazer o máximo que pudermos para mostrar aos muçulmanos que o grande profeta descrito no Alcorão não é Maomé, mas sim Jesus Cristo. E que Ele não é somente um grande profeta, mas o próprio Filho de Deus que morreu e ressuscitou para poder salvar milhões de muçulmanos.

Com imensa pobreza e danos causados por enfermidades, a Índia tem sido uma vítima severa da cegueira do Hinduísmo. E m uma nação que tem engordado livremente vacas e emagrecido vidas humanas, nós devemos proclamar a verdade de que Jesus veio para nos dar vida, e vida em abundância.

Ainda que oficialmente seja um país ateu, desde a revolução marxista no final da década de 1940, a China está profundamente influenciada pelas raízes do Budismo. Alguns estudiosos consideram que a realidade religiosa da China é de um sincretismo que inclui folclore, misticismo, animismo e práticas ocultistas.

Considerando essa situação, o fato mostra 1,2 bilhão de chineses que precisam desesperadamente de Jesus Cristo. Eles representam o maior bloco identificável na “Janela 10/40”.

A quarta razão por que devemos focalizar a “Janela 10/40” consiste também, na enorme quantidade de pobres que vivem ali. São os “pobres dos pobres”, oito em cada dez, com um orçamento inferior a 500 dólares por ano por pessoa. Ainda que 2,4 bilhões de pessoas nestas condições vivam na “Janela 10/40”, apenas 8% dos missionários trabalham entre eles.

Bryant Myres, em seu perspectivo artigo diz: “Onde estão os perdidos e os pobres?” Responde: “os pobres são os perdidos e os perdidos os pobres.”

Ele chegou a essa conclusão após demonstrar que a maioria dos não alcançados vive nos países mais pobres do mundo.

Quando cristãos de 170 países se encontram em Lausanne II (Manila-1989), houve um grande interesse pelos materialmente pobres. Na segunda sessão de Manila, o interesse foi lembrado com a seguinte declaração: “Nós temos sido novamente confrontados com a ênfase de Lucas, que o evangelho é boas novas para o pobre (Lc. 4.18; 6.20; 7.22) e temos que perguntar se isso não significa que a maioria da população do mundo não está destituída, sofrendo e oprimida. Nós temos sido lembrados que na lei, nos profetas, nos livros de sabedoria e nos ensinamentos e ministério de Jesus, Deus sempre interessou-se pelos pobres materialmente defende-los e cuidar deles.”

Cristãos comprometidos não podem ignorar a realidade de que há um paralelo marcante entre os países pobres do mundo e os não evangelizados.

A quinta razão pela qual devemos fixar a nossa atenção na “Janela 10/40”é porque nela se encontra o maior grupo espiritualmente quebrado de megapovos etnolingüísticos (mais de 1 milhão).

De fato, mais de 90% dos indivíduos desses grupos populacionais vivem na área da “Janela 10/40”.
A sexta razão pela qual devemos focalizar a “Janela 10/40” é que nela estão situadas as maiores megalópolis não-alcançadas do mundo.

E isto quer dizer que em cada uma delas há uma população de mais de 1 milhão e pessoas. Na lista das primeiras 50 maiores cidades do mundo, todas estão situadas na “Janela 10/40”!

De fato só estes fatos nos levam a ver a prioridade de investir recursos para levar o amor e a verdade e a verdade de Cristo a essas cidades gigantes.

A sétima e última razão para focalizarmos a “Janela 10/40”é que nela se incluem as fortalezas de Satanás. Bilhões de pessoas que vivem na “Janela 10/40”, não só estão debaixo de enfermidades, pobreza e calamidades, mas têm sido impossibilitadas de conhecer o poder transformador do evangelho. Elas um exemplo claro do que temos em 2 Co. 4.4: “O deus deste século cegou os entendimentos dos incrédulos, para que não lhes resplandeça a luz do evangelho da glória de Deus.”

Nós não estamos vendo esta situação de forma fatalista, mas temos tido fé de que isto pode se inverter.

Mais para a frente nesse mesmo texto, o apóstolo Paulo declara: “Porque as armas da nossa milícia não são carnais, e sim, poderosas em Deus, para destruir fortalezas, anulando sofismas.” (2 Co.10.4)

Ainda que Satanás estabeleça um território de fortaleza na “Janela 10/40”, nós não podemos conceder nenhuma parcela da terra, nem uma pessoa. O evangelho deve avançar!

Olhando as páginas da história, descobrimos uma difícil batalha espiritual, escrita pelo profeta Daniel.

Daniel, um fervoroso homem de oração, foi altamente estimado por Deus e pelo povo de sua época. Numa ocasião, enquanto esperava em oração na presença de Deus, Daniel jejuou por três semanas. Finalmente, um anjo do Senhor veio a ele em resposta a sua oração (Dn 10.12). Continuando, o anjo explicou as coisas que ocorreram enquanto se dirigia a caminho dizendo que foi detido 21 dias por um demônio chamado “Rei da Pérsia” (Dn 10.13). isto ocorreu até que o anjo Miguel veio para ajuda-lo na luta, continuando a seguir seu objetivo de ir até Daniel.

Essa fascinante passagem bíblica nos leva a entender a realidade da batalha territorial nas regiões celestiais. O anjo que visitou Daniel depois de deixar a mensagem disse-lhe que deveria voltar para a batalha com o reinado da Pérsia. Aparentemente essa batalha continua. A antiga Pérsia é conhecida atualmente como Irã, e continua a ser uma fortaleza segura de Satanás. O Irã situa-se no centro da “Janela 10/40”.

George Otis Jr. tem concluído que duas poderosas forças demoníacas, com grande significado bíblico, aparecem no epicentro do mundo não-alcançados: o Príncipe da Pérsia (Irã) e o espírito da Babilônia (Iraque). Ambos deverão ser penetrados antes que se possa completar a Grande Comissão.

Otis observa que isso ocorrerá na região do Jardim do Éden, onde o comando de “dominar a terra”veio originalmente.

Grandes centros urbanos menos evangelizados localizados na Janela 10/40

Afeganistão China Índia Japão Marrocos Senegal
Cabul Cantão Calcutá Fukuoka Casablanca Dakar
Chiannampu Jaipur Hiroshima Rabat
Arábia Saudita Pequin Kanpur Iokoama Tailândia
Jidá Tianjin Surat Kawasaki Paquistão Bancoc
Meca Xangai Vadodara Kobe Faisalabade
Medina Xeniang Varanas Nagoi Islamabade Tunisía
Riad Osaka Lahore Túnis
Coréia do Norte Irã Quioto
Argélia Pionguiang Meshed Saporo Senegal Turquia
Argel Teerã Tóquio Dakar Ancara
Iraque Esmirna
Bangladesh Bagdá Israel Jordânia Tailândia Istambul
Chitagong Basra Telaviv Amã Bancoc
Dacá

Isso é evidente. As forças de Satanás têm grande poder e irão resistir a todo intento de triunfarmos. Se nós estamos em luta no território de Satanás, devemos nos revestir da armadura de Deus e lutar com armas próprias da batalha espiritual descritas em Efésios 6. Depender de outras coisas é total insensatez.

O foco da ação missionária da Igreja Crista há 200 anos foi concentrado nas regiões costeiras do mundo. Um século depois, os esforços concentram-se nas regiões interioranas dos continentes. Com o passar dos anos, o foco foi direcionado aos grupos e pessoas e suas etnias.

Mais recentemente, as megalópolis têm sido o ponto de concentração da ação missionária da igreja. Hoje, com o terceiro milênio se aproximando, devemos concentrar nossos esforços na “Janela 10/40”.
É claro que isso nos faz rever prioridades. Devemos encontrar a melhor maneira de inovar caminhos para alcançar com o amor de Cristo bilhões de pessoas que vivem na “Janela 10/40”. Devemos mobilizar um massivo grupo de oração que focalize a “Janela 10/40” com suas suplicas interecessoras.

Contudo, isso deve ser claramente entendido que a concentração na “Janela 10/40”, não deve cessar o trabalho do Senhor ao redor do mundo. Os missionários devem esforçar-se em evangelização, treinamento, ajuda e implantação de igrejas, cruzando culturas, sem nada que os impeça.

Se nós estamos crendo nas Escrituras, obedecendo o mandato de Cristo e não estamos esmorecendo em plantar igrejas em todo lugar, conseguiremos o centro do mundo na “Janela 10/40”.

Que Deus nos encha de intrepidez, sabedoria e energia para assumirmos a nossa parte nesse grande desafio.

O Que você pode fazer?
Diante do exposto, certamente você percebeu que existem muitas maneiras de participar.
1) Crie um movimento de intercessão em favor dos povos não-alcançados pelo evangelho, especialmente pelas nações da “Janela 10/40”.
2) Leve sua igreja ou denominação a participar da adoção de um ou mais povos da “Janela 10/40”, procurando maiores informações sobre eles, tomando conhecimento de suas necessidades e desafios, envolvendo a sua igreja ou denominação em algum programa missionário a eles dirigido. Para isso procure conhecer AVANTE, que esta trabalhando na “Janela 10/40” ou indague de sua denominação sobre planos e atividades voltados para as nações desta região desafiadora.
3) Use este material como meio de informação e inspiração em favor de missões na “Janela 10/40”.

Os megapovos etnolingüisticos menos evangelizados Localizados na “Janela 10/40”

Sul da Ásia Gujarati 2- Nordeste da Ásia Uigur Tibetan Uzbek Fula
Assamese Hindi Bhotiya Yao Hausa
Baluchi Ho Chuang Yi 4-Oeste da Ásia 5-Povos na antiga Lobi
Bengali Kanauji Han Arab Tadzhik Malinka
Bhil Kashmir Hui 3-Sudeste da Ásia Azerbaijani Turkmen Tarueg
Bhotia Maharashtra Japanese Burmese Hazara União Soviética West-Arab
Bihari Nepali Manchu Iaô Jew Wolof
Bindili Orisi Miao Khmer Kurd 6-Oeste África
Braj Bhakha Rajasthani Mongol Mon Parsi Bedouin
Chattisgarhi Sindhi Puyi Shan Pathan Berber
Deccani Urdu Tujia Thai Turk Dyerma

Fonte: http://www.missaoavante.org.br/janela10x40.html

Falecimento do Pr. Silas Brum

A família Novas Tribense tem a tristeza de anunciar o falecimento do Pr. Silas Brum, nesta madrugada (dia 23) na cidade de Santarém, PA. O sepultamento será realizado amanhã e estão aguardando a chegada de parentes que moram no Rio de Janeiro. O Pr. Silas Brum era casado com Wilma, pais de três filhos, Rebecca, Thiago e Jéssica. Wilma é irmã do nosso missionário Robson, esposo da Emília. Silas e Wilma começaram os seus estudos em Peniel em 76 e foram aceitos como membros da MNTB em julho de 1981 e fizeram parte da equipe entre os Zoé até 1991. Já atuava como pastor de uma promissora Igreja na cidade de Santarém ministério que desenvolveu até a presente data. Nos últimos dois anos foi acometido por uma enfermidade conhecida como ELA (Esclerose Lateral Amiotrófica), doença neuro degenerativa progressiva e fatal. Todos nós oramos pela família e rogamos que as consolações dos céus estejam sobre todos, inclusive a Igreja que sentirá a falta do seu querido pastor. Pr. Silas foi um homem manso, de fala agradável e sempre viveu o que cantou no seu primeiro semestre como aluno de Peniel: “quem tem Jesus tem tudo, quem não tem, não tem nada...”. Jesus era sua suficiência em tudo. Agora o irmão Silas vive a plenitude do que ensinava, andando na presença do Senhor Jesus a quem tanto amava.


Edward Gomes da Luz

Presidente da Missão Novas Tribos do Brasil

Fonte: http://novastribosdobrasil.org.br/conteudo/item/93-a-familia-novas-tribense-tem-a-tristeza-de-anunciar-o-falecimento-do-pr-silas-brum

quarta-feira, 23 de maio de 2012

A Restauração de Deus na Vida do Seu Povo



“se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e me buscar, e se converter dos seus maus caminhos, então, eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra.” 2Cr 7.14

Introdução:
1.      Deus prometeu que a nação receberia alívio das dificuldades causadas pelo pecado se o povo se voltasse para ele numa atitude de humildade e oração.
2.      Dentro desse parâmetro geral, Deus manteve a prerrogativa de abençoar a quem lhe aprouvesse.
3.       “se o meu povo, que se chama pelo meu nome...”:
a)      Esse povo pertence a Deus.
b)      O povo de Deus tem uma identidade.
4.      2Cr 7.14 apresenta as condições para o perdão nacional dos pecados de Israel:

I. Humildade:
1.      2Cr 7.14: “se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar...”.
2.      Uma atitude de reconhecimento de suas próprias falhas.
3.      Uma atitude de contrição.
4.      Reconhecimento de pobreza espiritual.
5.      Uma atitude de dependência de Deus.

II. Oração:
1.      2Cr 7.14: “se o meu povo, que se chama pelo meu nome... e orar...”.
2.      Pedir a ajuda de Deus em tempos de necessidade.
3.      Clamar a Deus agonizantemente pedindo-Lhe misericórdia.
4.      Oração fervente e perseverante.

III. Buscar a Deus:
1.      2Cr 7.14: “se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar... e me buscar...”.
2.      Hebraico: procurar, recorrer, consultar, etc.
3.      Adorar e buscar a Deus com fidelidade e fervor.
4.      Buscar a Deus de todo o coração e ansiar pela sua presença.

IV. Arrependimento:
1.      2Cr 7.14: “se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar... e se converter dos seus maus caminhos...”.
2.      Arrepender-se com sinceridade.
3.      Do pecado para a obediência.
4.      Abandonar pecados específicos e todas as formas de idolatria.
5.      Renunciar o mundanismo e chegar-se a Deus.

Conclusão:
1.      2Cr 7.14: “... então, eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra.”
2.      A promessa de Deus é de ouvir a oração.
3.      Deus perdoa o seu povo.
4.      Deus purifica os pecados do seu povo.
5.      Deus restaura em seu povo o seu favor, presença, paz e justiça.



Uma igreja que busca a Deus em oração


“E perseveravam na doutrina... e nas orações.” (Atos 2.42)

INTRODUÇÃO:
1. Os irmãos morávios do século XVIII, da Bavária, na Europa Central, são um exemplo marcante de oração.
2. Eles iniciaram uma vigília de oração que durou mais de 100 anos!
3. Durante 28 anos enviaram mais missionários para Groelândia, América do Norte, Caribe, África e Ásia que todas as outras igrejas nos dois séculos depois da Reforma Protestante.
4. Os irmãos morávios eram fruto de oração e de total dependência de Deus.
5. Toda igreja tem de levar a sério a oração e a intercessão.
6. Toda igreja deve caminhar de joelhos para não tropeçar.

I. A ORAÇÃO ERA O SEGREDO ESPIRITUAL DA IGREJA PRIMITIVA:
1. A Igreja Primitiva não era uma igreja que possuía grandes e muitos recursos, porém, não negligenciava o poder da oração.
2. Não era retentora de bens materiais, mas sabia e desfrutava do poder da oração.
3. A igreja em Atos preocupava-se com a prática da oração.
4. Em At 1.12-14 nos fala que a primeira reunião da Igreja Primitiva foi uma reunião de oração: “Então, voltaram para Jerusalém, do monte chamado Olival, que dista daquela cidade tanto como a jornada de um sábado. {Jornada de um sábado: cerca de um quilômetro}. Quando ali entraram, subiram para o cenáculo onde se reuniam Pedro, João, Tiago, André, Filipe, Tomé, Bartolomeu, Mateus, Tiago, filho de Alfeu, Simão, o Zelote, e Judas, filho de Tiago. Todos estes perseveravam unânimes em oração, com as mulheres, com Maria, mãe de Jesus, e com os irmãos dele.”
5. Três lições importantes sobre oração em At 1.12-14:
a) Quem estava orando? Todos os membros da igreja, homens e mulheres, líderes e liderados.
b) Como eles oravam? Todos oravam de forma perseverante e unânime (At 2.46 e 4.24). Indica oração determinada e em comum acordo, pois a oração é o melhor meio de unir o povo de Deus.
c) Por que estavam orando? Eles oravam enquanto aguardavam o agir de Deus, o cumprimento da promessa do derramar do Espírito.

II. A ORAÇÃO PROMOVE COMUNHÃO NA IGREJA:
1. “E perseveravam na doutrina dos apóstolos e na comunhão, no partir do pão e nas orações” (At 2.42).

III. A ORAÇÃO É UM MEIO PARA ENFRENTAR A PERSEGUIÇÃO:
1. Em At 12.1 diz: “Por aquele tempo, mandou o rei Herodes prender alguns da igreja para os maltratar.”
2. No versículo 5 diz que enquanto o apóstolo Pedro estava aguardando o seu martírio: “... havia oração incessante a Deus por parte da igreja a favor dele.”

CONCLUSÃO:
1. O mundo luta com armas químicas, biológicas, bombas atômicas e etc.. São armas consideradas de muito poder.
2. No entanto, existe uma arma mais poderosa do que essas citadas - a oração do justo: “... Muito pode, por sua eficácia, a súplica do justo” (Tg 5.16).
3. Ela é mais potente do que os mísseis norte-americanos, pois nunca erra o alvo.
4. A nossa arma é a oração.
5. Devemos orar e clamar a Deus por avivamento.

terça-feira, 22 de maio de 2012

O que eu devo fazer por missões?

Devo pregar fiel e incansavelmente o Evangelho para a glória de Deus, para a edificação da igreja e para a salvação dos perdidos: “Se anuncio o evangelho, não tenho de que me gloriar, pois sobre mim pesa essa obrigação; porque ai de mim se não pregar o evangelho!” (1Co 9.16) e “Visto como, na sabedoria de Deus, o mundo não o conheceu por sua própria sabedoria, aprouve a Deus salvar os que crêem pela loucura da pregação” (1Co 1.21).

Devo orar para que o Senhor da seara levante trabalhadores para a sua seara: “E, então, se dirigiu a seus discípulos: A seara, na verdade, é grande, mas os trabalhadores são poucos. Rogai, pois, ao Senhor da seara que mande trabalhadores para a sua seara” (Mt 9.37,38).

Devo ofertar liberadamente para o sustento da obra missionária: “Cada um contribua segundo tiver proposto no coração, não com tristeza ou por necessidade; porque Deus ama a quem dá com alegria” (2Co 9.7).

Tudo isso de maneira simultânea. Não podemos institucionalizar o ide de Jesus. Ou seja, alguns cristãos pensam que se alguém não pode ir, pode fazer missões contribuindo ou orando. Alguns aproveitam para usar isso como desculpa para não ir. Em momento algum a Bíblia oferece três opções para o cristão escolher uma: orar, contribuir ou ir. Pelo contrário, são três tarefas que devem ser efetuadas por todos nós. Não podemos escolher uma. Na obra de Deus não temos alternativa. Fomos chamados para ir, e enquanto estamos indo, devemos orar e contribuir.

Nos laços do Calvário que nos une,
Rev. Luciano Paes Landim.

A Igreja Que Queremos Ser (Parte 07)


Uma igreja que cresce numericamente

“louvando a Deus e contando com a simpatia de todo o povo. Enquanto isso, acrescentava-lhes o Senhor, dia a dia, os que iam sendo salvos” (Atos 2.47).

A salvação é uma obra soberana de Deus. A igreja não salva. Somente Jesus salva. Ele é quem acrescenta pessoas à igreja. Entretanto, por mais que a atividade esteja centralizada na atividade divina na salvação, sabe-se que “aprouve a Deus salvar os que crêem pela loucura da pregação” (1Co 1.21). Portanto, não se pode negar que o evangelismo era parte integral da vida da igreja primitiva, sendo que isto acontecia diariamente. Segue-se, então, que a proclamação da verdade na igreja primitiva era parte fundamental da vitalidade da igreja de Cristo, assim como todas as características já mencionadas (partes de 01 a 06).

Um exemplo profundo de missionário no período apostólico é o de Paulo. Ele era um homem que tinha um objetivo claro na vida, uma paixão que permeava suas entranhas e o impelia a avançar, não importando os obstáculos: anunciar a Cristo como único Senhor e Salvador. O apóstolo Paulo tinha uma santa obsessão de evangelizar. Falta-nos esse ardor missionário no evangelismo.

Uma igreja comprometida com missões é uma igreja que entende a evangelização como a natureza e estilo de vida do povo de Deus. Não como uma atividade ou um departamento eclesiástico, mas, como a filosofia de vida da igreja. Assim, não podemos substituir o ir por pagar, orar, ou por qualquer outra coisa. Devemos interpretar o ir como ir mesmo (Mc 16.15). Não podemos ficar parados onde estamos. Precisamos sair de nossa zona de conforto e semear a Palavra que transforma vidas. Alguém que se diz ser crente, mas que não prega o Evangelho está fugindo de sua responsabilidade perante Deus, ou pior, tem um forte indício de que ainda não experimentou o novo nascimento. Na verdade, Ele ainda é um campo missionário. Não é digno de ser chamado de cristão. Assim, devemos pregar onde quer que haja um homem em trevas espirituais.

Portanto, na obra missionária devemos estar prontos para dar a nossa vida, sem nos preocuparmos com os holofotes, para que os perdidos sejam alcançados pelo Evangelho para a glória de Deus.

Nos laços do Calvário que nos une,
Rev. Luciano Paes Landim.

Educando para a glória de Deus