sábado, 26 de julho de 2014

Sugestão de Leituras: 10 Autores Brasileiros e 10 Autores Estrangeiros



Os alunos da FATEE, núcleo de São Sebastião/DF, me solicitaram uma lista de autores com o fim de lerem suas obras. Selecionei dez autores brasileiros e dez autores estrangeiros. Noutra oportunidade, citarei mais autores. A lista não está necessariamente em ordem de importância.

10 Autores Brasileiros:
01. Augustus Nicodemus.
02. Paulo Anglada.
03. Heber Carlos de Campos.
04. Heber Carlos de Campos Junior.
05. Luiz Sayão.
06. Wadislau Martins Gomes.
07. Franklin Ferreira.
08. Ronaldo Lidorio.
09. Leandro Lima.
10. Solano Portela.

10 Autores Estrangeiros:
01. John Stott.
02. John Piper.
03. John MacArthur.
04. Paul Washer.
05. Steve Lawson.
06. J. I. Packer.
07. R. C. Sproul.
08. Gordon Clark.
09. Charles Spurgeon.
10. Mark Dever.

Boas leituras!

Nos laços do Calvário que nos une,
Luciano Paes Landim.
(Jacarepaguá/RJ)

sábado, 19 de julho de 2014

Muitos insistem em dizer que músico é levita


(Trecho do livreto "Louvor é Mais Que Música" que será publicado em agosto pela SAEM Publicações)

M
uitos têm usado “levita” como sinônimo de músico. Puro engano. Não temos mais levitas.[1] Realmente, a Bíblia relata que existiam levitas envolvidos com a música no antigo Israel.[2] No entanto, nem todos os levitas eram músicos. A música no serviço levítico era a menor das tarefas. Alguns levitas cuidavam de outras atividades cultuais, como o sacrifício, tarefas administrativas e operacionais.[3] Havia, então, entre eles porteiros, guardas, padeiros e também cantores e instrumentistas.[4] Muitas das vezes em que se fala sobre os levitas no Antigo Testamento, a referência se aplica aos ajudantes dos sacerdotes. Seu serviço era cuidar do tabernáculo e de seus utensílios, inclusive carregando tudo isso durante a viagem pelo deserto (Nm capítulos 3, 4, 8, 18). Naquele tempo, os levitas não eram responsáveis pela música no tabernáculo. Afinal, não havia uma parte musical no culto estabelecido pela lei de Moisés, embora as orações e sacrifícios incluíssem o sentido de louvor, adoração e ações de graças.[5] Assim, músico na igreja não é o mesmo que levita. Levitas eram os membros da tribo de Levi. Músico que se autodenomina “levita” imputa para si uma identificação judaizante e se ergue mais que os outros irmãos. Alguns usam este termo para se autodenominar para se sentirem mais especiais e intocáveis. Institui uma categoria entre crentes “levitas” e “não-levitas”. Se houvesse ainda o sacerdócio levítico, ele não estaria acoplado a músicos na igreja. Com a morte e ressurreição de Cristo, o sacerdócio levítico tornou-se caduco. O levita tinha um papel de mediador, assumido por Cristo. Vale lembrar que em nenhum lugar do Novo Testamento encontramos referência de que líderes de música, cantores ou instrumentistas sejam considerados como levitas do Senhor.

Algumas coisas que os ditos “levitas” de hoje se esqueceram:

1. De circuncidar o prepúcio.
2. Das maldições destinadas à Israel explícitas em Dt 28. 15...
3. De raspar os pelos do corpo como esclarece.[6]
4. De abandonar as suas casas e mudarem para as cidades determinadas em Israel, se ainda existirem.[7]

Portanto, como não somos descendentes da tribo de Levi e não existe mais o templo, então, está dispensado do serviço “levítico”, mas não da adoração e louvor a Deus. Ou seja, é melhor continuar sendo músico de igreja do que “levita” de Israel. Músico é músico e pronto! Como disse Stephen Altrodgge: "Caros líderes de adoração: Vocês não levam ninguém à presença de Deus. Jesus já fez isso."[8]

Nos laços do Calvário que nos une,
Luciano Paes Landim.




[1] Originalmente, "levita" significa "descendente de Levi", que era um dos 12 filhos de Jacó.
[2] 1Cr 15.22: “Quenanias, chefe dos levitas músicos, tinha o encargo de dirigir o canto, porque era perito nisso.”
[3] 1Cr 9.26: “porque havia sempre, naquele ofício, quatro porteiros principais, que eram levitas, e tinham a seu cargo as câmaras e os tesouros da Casa de Deus.” Nm 1.50: “mas incumbe tu os levitas de cuidarem do tabernáculo do Testemunho, e de todos os seus utensílios, e de tudo o que lhe pertence; eles levarão o tabernáculo e todos os seus utensílios; eles ministrarão no tabernáculo e acampar-se-ão ao redor dele.”
[4] 2Cr 34.13: “Todos os levitas peritos em instrumentos músicos eram superintendentes dos carregadores e dirigiam a todos os que faziam a obra, em qualquer sorte de trabalho. Outros levitas eram escrivães, oficiais e porteiros.”
[5] Muito tempo depois, Davi inseriu a música como parte integrante do culto. Então, atribuiu a alguns levitas a responsabilidade musical. Em I Crônicas (9.14-33; 23.1-32; 25.1-7), vemos diversas atribuições dos levitas.
[6] Lv 8.7: “assim lhes farás, para os purificar: asperge sobre eles a água da expiação; e sobre todo o seu corpo farão passar a navalha, lavarão as suas vestes e se purificarão.”
[7] Lv 35.2: “Dá ordem aos filhos de Israel que, da herança da sua possessão, dêem cidades aos levitas, em que habitem; e também, em torno delas, dareis aos levitas arredores para o seu gado.”
[8]  O Yago Martins citou esta frase numa rede social. Acredito que o autor da frase, Stephen Altrodgge, quando diz “Caros líderes de adoração”, refere-se à adoração coletiva, comunitária ou congregacional.

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Deus Prova Abraão

ESBOÇO DE SERMÃO

Gn 22.1-19 (ênfase no versículo 08)
Introdução:
1.        As promessas de Deus nunca falham. Deus não erra.
2.       Deus nunca prometeu em sua Palavra que todos os nossos planos dariam certo, mas prometeu que nenhum plano Dele daria errado.
3.       Deus não disse aos israelitas, no deserto, que não teriam de enfrentar gigantes em Canaã, mas prometeu que eles tomariam posse da terra prometida em segurança.
4.      O Deus da Bíblia é um Deus de promessas, é o Deus da providência, o Deus que cumpre promessas.

I. A disposição de Abraão em sacrificar Isaque evidencia sua confiança em Deus (vs. 09,10):
1.        A prova de Abraão consistia na exigência daquilo que lhe era mais caro, aquilo que lhe era absolutamente indispensável e de maior valor.
2.       Deus exige obediência e dedicação exclusivas.
3.       Em momento algum Abraão hesitou em obedecer a Deus.

II. Abraão admite que Isaque haveria de voltar com ele (v. 05):
1.        Duas razões para a confiança de Abraão na promessa de Deus:
a)      Quer por efeito de uma intervenção especial antes de oferecê-lo.
b)     Quer pela ressurreição da vítima (Hb 11.17-19): “Pela fé, Abraão, quando posto à prova, ofereceu Isaque; estava mesmo para sacrificar o seu unigênito aquele que acolheu alegremente as promessas, a quem se tinha dito: Em Isaque será chamada a tua descendência; porque considerou que Deus era poderoso até para ressuscitá-lo dentre os mortos, de onde também, figuradamente, o recobrou.”
2.       “Deus proverá” (v. 08): Significa “encarregar-se”, “ver”.
3.       O fato é que Abraão cria na providência divina.

III. Há uma profecia concernente a Cristo e sua morte sacrificial por nós (v. 08):
1.        Tanto Isaque como Cristo foram obedientes até à morte.
2.       Tanto Abraão como Deus, o Pai celestial, “não poupou a seu próprio Filho, antes por todos nós O entregou” (Rm 8.32).
3.       O cordeiro que viera a substituir Isaque é paralelo a Cristo, que se ofereceu em substituição por todos nós que nele cremos.

Conclusão e Aplicações:
1.        Abraão tinha a firme convicção de que ele e Isaque voltariam. AS PROMESSAS DE DEUS NÃO MORREM.
2.       A fé de Abraão se fundamentava sobre a promessa de Deus claramente proferida (Gn 21.12): “... por Isaque será chamada a tua descendência”. DEVEMOS CONFIAR NAS PROMESSAS DE DEUS. SE DEUS FALOU, TÁ FALADO!
3.       Deus prova a nossa fé para o nosso fortalecimento. A PROVA, EM VEZ DE NOS DESTRUIR, NOS LEVA AO CUME DE NOSSA VIDA, SEGUINDO A DEUS.
4.      Jeová Jiré – O Deus da Providência: Quem provê? Deus. Pra quem provê? Para si. O que provê? O cordeiro.

terça-feira, 8 de julho de 2014

10 Razões Porque Devemos Ler Gordon Clark


Particularmente, tenho-me “deliciado” com as obras de Gordon Clark. Pena que demoraram muito a começar a traduzir suas obras para a língua portuguesa. Mesmo assim, devemos agradecer a Editora Monergismo pela iniciativa e por já ter traduzido alguns livros do autor (“Em Defesa da Teologia”, “Deus e o Mal”, “Uma Visão Cristã dos Homens e do Mundo”, “Introdução à Filosofia Cristã” e “Três Tipos de Filosofia Religiosa”, "A racionalidade da revelação divina especial" e "William James e John Dewey") e uma obra com o título “O Escrituralismo de Gordon Clark” de autoria do W. Gary Crampton, e a Editora Cultura Cristã por ter publicado o livro “De Tales a Dewey”.

Desejo colocar aqui alguns motivos porque devemos ler as obras do então conhecido “Agostinho da América”: Gordon Haddon Clark (1902-1985). Ele que foi um brilhante filósofo e teólogo calvinista, autor de mais de 40 livros, professor de várias faculdades e seminários, conhecedor profundo de filosofia antiga e contemporânea. Resumindo: Um dos maiores pensadores do século XX.

1.        Porque ele defendeu a revelação proposicional contra o empirismo e o racionalismo.

2.       Por ter empregado um método filosófico inteiramente cristão, que chamamos de Escrituralismo: ele via as Escrituras como o fundamento de todo o conhecimento.

3.       Porque o seu pensamento é intensamente bíblico e profundamente lógico.

4.      Por possuir uma apologética puramente bíblica.

5.       Por não possuir uma apologética evidencialista.

6.       Porque suas obras literárias abrangem todo o pensamento humano.

7.       Por tratar de filosofia: tanto a antiga quanto a moderna.

8.       Por ter se mantido nos princípios da Reforma Protestante.

9.       Porque, mesmo de maneira desconfortável, sustentou, ensinou e defendeu a Bíblia como o fundamento do verdadeiro pensamento.

10.    Por ser um dos filósofos mais interessantes e prolíficos do século XX.

Por esses e outro motivos, recomendo a leitura das obras do Gordon H. Clark. Pois, somente com uma filosofia em que se inicia e termina na Bíblia que poderemos experimentar um despertamento e avivamento em nosso país. Se eu pudesse colocaria exemplares das obras do Clark em cada casa, chamaria os jovens a lerem seus livros, desafiaria os pastores a “comerem” seus pensamentos e pregarem a Bíblia fielmente.

Nos laços do Calvário que nos une,


Luciano Paes Landim.

sexta-feira, 4 de julho de 2014

10 Livros Sobre Evangelismo


Volta e meia, os alunos costumam me pedir uma bibliografia na área de evangelismo. Portanto, gostaria de recomendar não somente aos alunos, mas também aos leitores do blog dez (10) livros na área de evangelismo. Noutra ocasião, relacionarei mais livros específicos da área. A lista NÃO está na ordem de importância:

1.        HISTÓRIA DA EVANGELIZAÇÃO DO BRASIL. Elben M. Lenz César. Editora Ultimato.
2.       EVANGELIZAÇÃO TEOCÊNTRICA. R. B. Kuiper. Publicações Evangélicas Selecionadas.
3.       A TOCHA DOS PURITANOS. Joel Beeke. Publicações Evangélicas Selecionadas.
4.      BREVE TEOLOGIA DA EVANGELIZAÇÃO. Hermisten Maia. Publicações Evangélicas Selecionadas.
5.       4 DIMENSÕES DA EVANGELIZAÇÃO. Owen Thomas. Publicações Evangélicas Selecionadas.
6.       EVANGELISMO, COMO COMPARTILHAR O EVANGELHO COM FIDELIDADE. John MacArthur. Editora Fiel.
7.       EVANGELIZAÇÃO, FUNDAMENTOS BÍBLICOS. Russell P. Shedd. Shedd Publicações.
8.       O EVANGELHO E A EVANGELIZAÇÃO. Mark Dever. Editora Fiel.
9.       JESUS, O ÚNICO CAMINHO PARA DEUS. John Piper. Editora Cultura Cristã.
10.    A EVANGELIZAÇÃO E A SOBERANIA DE DEUS. J. I. Packer. Editora Cultura Cristã.

Nos laços do Calvário que nos une,

Luciano Paes Landim.

Educando para a glória de Deus