Pular para o conteúdo principal

Deus Prova Abraão

ESBOÇO DE SERMÃO

Gn 22.1-19 (ênfase no versículo 08)
Introdução:
1.        As promessas de Deus nunca falham. Deus não erra.
2.       Deus nunca prometeu em sua Palavra que todos os nossos planos dariam certo, mas prometeu que nenhum plano Dele daria errado.
3.       Deus não disse aos israelitas, no deserto, que não teriam de enfrentar gigantes em Canaã, mas prometeu que eles tomariam posse da terra prometida em segurança.
4.      O Deus da Bíblia é um Deus de promessas, é o Deus da providência, o Deus que cumpre promessas.

I. A disposição de Abraão em sacrificar Isaque evidencia sua confiança em Deus (vs. 09,10):
1.        A prova de Abraão consistia na exigência daquilo que lhe era mais caro, aquilo que lhe era absolutamente indispensável e de maior valor.
2.       Deus exige obediência e dedicação exclusivas.
3.       Em momento algum Abraão hesitou em obedecer a Deus.

II. Abraão admite que Isaque haveria de voltar com ele (v. 05):
1.        Duas razões para a confiança de Abraão na promessa de Deus:
a)      Quer por efeito de uma intervenção especial antes de oferecê-lo.
b)     Quer pela ressurreição da vítima (Hb 11.17-19): “Pela fé, Abraão, quando posto à prova, ofereceu Isaque; estava mesmo para sacrificar o seu unigênito aquele que acolheu alegremente as promessas, a quem se tinha dito: Em Isaque será chamada a tua descendência; porque considerou que Deus era poderoso até para ressuscitá-lo dentre os mortos, de onde também, figuradamente, o recobrou.”
2.       “Deus proverá” (v. 08): Significa “encarregar-se”, “ver”.
3.       O fato é que Abraão cria na providência divina.

III. Há uma profecia concernente a Cristo e sua morte sacrificial por nós (v. 08):
1.        Tanto Isaque como Cristo foram obedientes até à morte.
2.       Tanto Abraão como Deus, o Pai celestial, “não poupou a seu próprio Filho, antes por todos nós O entregou” (Rm 8.32).
3.       O cordeiro que viera a substituir Isaque é paralelo a Cristo, que se ofereceu em substituição por todos nós que nele cremos.

Conclusão e Aplicações:
1.        Abraão tinha a firme convicção de que ele e Isaque voltariam. AS PROMESSAS DE DEUS NÃO MORREM.
2.       A fé de Abraão se fundamentava sobre a promessa de Deus claramente proferida (Gn 21.12): “... por Isaque será chamada a tua descendência”. DEVEMOS CONFIAR NAS PROMESSAS DE DEUS. SE DEUS FALOU, TÁ FALADO!
3.       Deus prova a nossa fé para o nosso fortalecimento. A PROVA, EM VEZ DE NOS DESTRUIR, NOS LEVA AO CUME DE NOSSA VIDA, SEGUINDO A DEUS.
4.      Jeová Jiré – O Deus da Providência: Quem provê? Deus. Pra quem provê? Para si. O que provê? O cordeiro.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

A IMPORTÂNCIA DA FIDELIDADE DOS DÍZIMOS E DAS OFERTAS

Introdução:
O assunto do dízimo é um dos mais importantes na vida do cristão. A prática do dízimo é um tema controvertido nas igrejas evangélicas, tendo, de um lado, defensores apaixonados e, do outro, críticos ardorosos. Para alguns, é uma espécie de legalismo judaico preservado na igreja cristã. Para outros, trata-se de uma norma divina que tem valor permanente para o povo de Deus, na antiga e na nova dispensação. Os críticos do dízimo afirmam que sua obrigatoriedade é contrária ao espírito do evangelho, pois Cristo liberta as pessoas das imposições da lei. Os defensores alegam que essa posição é interesseira, porque permite às pessoas se eximirem da responsabilidade de sustentar generosamente a igreja e suas atividades. O grande desafio nessa área é encontrar o equilíbrio entre tais posições divergentes. O que está em jogo é uma questão mais ampla — o conceito da mordomia cristã, do uso que os cristãos fazem de seus recursos e bens. A Bíblia trata do dízimo em vários textos, isto é…

A ORAÇÃO É A CHAVE PARA A OBRA MISSIONÁRIA

“Quando o homem trabalha, o homem trabalha. Quando o homem ora, Deus trabalha.” Patrick Johnstone

INTRODUÇÃO
O mundo luta com armas químicas, biológicas, bombas atômicas e etc.. São armas consideradas de muito poder. No entanto, existe uma arma mais poderosa do que essas citadas: a oração do justo (Tg 5.16). Ela é mais potente do que os mísseis norte-americanos, pois nunca erra o alvo. A nossa arma é a oração. A oração nos orienta a tomar decisões importantes na obra missionária e em tudo na vida. Ela promove comunhão na igreja (At 2.42).
A oração é a marca distintiva da igreja missionária. A oração é um meio para enfrentar a perseguição. Em At 12.1 diz: “Por aquele tempo, mandou o rei Herodes prender alguns da igreja para os maltratar.” No versículo 5 diz que enquanto o apóstolo Pedro estava aguardando o seu martírio: “... havia oração incessante a Deus por parte da igreja a favor dele.” Toda igreja que faz missão passa por perseguição. Todavia, a perseguição não é capaz de acorre…

Ilustração Missionária: “A Missão de Uma Vela”