segunda-feira, 29 de abril de 2013

Parabéns Bonfim do Piauí!



Sou brasiliense com muito orgulho. Amo muito minha cidade. Mas confesso que tenho também uma profunda paixão pela cidade dos meus pais e dos meus irmãos: Bonfim do Piauí. Hoje, a cidade que tanto desejo um dia morar, está fazendo aniversário. Minha saudosa mãe, Raimunda Paes Landim, certa feita me disse que quando ela era criança ouviu o meu avô, Véi Né, dizer que um dia o Bonfim do Piauí se tornaria uma cidade. De fato, a profecia do meu avô materno se cumpriu no dia 29 de abril de 1992. 

Sei que a cidade é pequena em número de habitantes (5.393 pessoas, segundo o IBGE de 2010), mas é gigante em vontade de ver o povo crescer. Ela é sofredora por causa das secas e falta de investimentos. Contudo, possui um povo batalhador que deseja muito avançar e crescer, apesar das limitações.

A minha oração sincera é para que Deus olhe para os bonfinenses neste dia e agracie o coração de cada um renovando as esperanças e dando novos sonhos. A minha palavra é para que todos os cidadãos de Bonfim do Piauí olhem para Jesus. Olhem para Deus, pois é dele que vem o nosso socorro. Desejo muito ver este povo evangelizado (aproveito para mandar um forte abraço aos irmãos da Igreja Assembleia de Deus pastoreada pelo nosso amigo Pr. Assis), que têm trabalhado arduamente em prol da evangelização da cidade. 

E se Deus permitir, em breve estaremos aí visitando os familiares, igreja e amigos.

Parabéns Bonfim do Piauí!

Nos laços do Calvário que nos une,
Luciano Paes Landim.

Por que Eu Não Creio na Teologia da Prosperidade?




A teologia da prosperidade é um movimento de genealogia norte-americana que tem tido espantosa aceitação no meio evangélico brasileiro desde a década de 1980. Ela é também conhecida como “confissão positiva”, “palavra da fé”, “movimento da fé” e “evangelho da saúde e da prosperidade”. O que de fato a teologia da prosperidade ensina é uma doutrina diferente dos ensinamentos bíblicos. E, portanto, deve ser rejeitada por todo cristão sincero e verdadeiro. Eis alguns motivos porque eu não creio na teologia da prosperidade:

1.      Porque a Bíblia afirma que não posso servir a Deus e ao dinheiro: “Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de aborrecer-se de um e amar ao outro, ou se devotará a um e desprezará ao outro. Não podeis servir a Deus e às riquezas” (Mt 6.24).

2.      Porque o amor do dinheiro é raiz de todos os males: “Porque o amor do dinheiro é raiz de todos os males; e alguns, nessa cobiça, se desviaram da fé e a si mesmos se atormentaram com muitas dores” (1Tm 6.10).

3.      Porque a teologia da prosperidade não ensina o arrependimento de pecados, ensino este (arrependimento) que é ordenado por Jesus: “e que em seu nome se pregasse arrependimento para remissão de pecados a todas as nações, começando de Jerusalém” (Lc 24.47).

4.      Porque a teologia da prosperidade não me ensina estar contente: “Tendo sustento e com que nos vestir, estejamos contentes” (1Tm 6.8).

5.      Porque a teologia da prosperidade ensina falsamente a imunidade a qualquer tipo de sofrimento, coisa esta que não tem base bíblica: “Digo isto, não por causa da pobreza, porque aprendi a viver contente em toda e qualquer situação. Tanto sei estar humilhado como também ser honrado; de tudo e em todas as circunstâncias, já tenho experiência, tanto de fartura como de fome; assim de abundância como de escassez; tudo posso naquele que me fortalece” (Fp 4.11-13).

6.      Porque na teologia da prosperidade não há lugar para a mensagem da cruz: “tendo cancelado o escrito de dívida, que era contra nós e que constava de ordenanças, o qual nos era prejudicial, removeu-o inteiramente, encravando-o na cruz” (Cl 2.14).

7.      Porque a teologia da prosperidade relativiza a importância das Escrituras por meio de novas revelações supostamente recebidas pelos seus líderes: “Mas, ainda que nós ou mesmo um anjo vindo do céu vos pregue evangelho que vá além do que vos temos pregado, seja anátema” (Gl 1.8).

8.      Porque a teologia da prosperidade só tem enriquecido a vida dos seus pregadores e empobrecido a vida dos seus seguidores: “O ladrão vem somente para roubar, matar e destruir; eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância. Eu sou o bom pastor. O bom pastor dá a vida pelas ovelhas. O mercenário, que não é pastor, a quem não pertencem as ovelhas, vê vir o lobo, abandona as ovelhas e foge; então, o lobo as arrebata e dispersa” (Jo 10.10-12).

9.      Porque a teologia da prosperidade comete grave erro quando deixa de dizer que qualquer bênção vinda de Deus é pura graça e não um direito que nós temos e que podemos reivindicar ou exigir dele: “Estrangeiros edificarão os teus muros, e os seus reis te servirão; porque no meu furor te castiguei, mas na minha graça tive misericórdia de ti” (Is 60.10) e “Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus” (Ef 2.8).

10.  Porque a teologia da prosperidade está certa quando diz que devemos dar o dízimo e ofertas, mas está errada quando deixa de dizer que isto não obriga Deus a pagá-los de volta: “Que darei eu ao SENHOR por todos os benefícios que me tem feito?” (Sl 116.12).

11.  Porque a teologia da prosperidade diz que a pobreza é sinal de infidelidade e riqueza é sinal de aprovação da parte de Deus, coisas estas que não têm apoio bíblico: “Ora, havia certo homem rico que se vestia de púrpura e de linho finíssimo e que, todos os dias, se regalava esplendidamente. Havia também certo mendigo, chamado Lázaro, coberto de chagas, que jazia à porta daquele; e desejava alimentar-se das migalhas que caíam da mesa do rico; e até os cães vinham lamber-lhe as úlceras. Aconteceu morrer o mendigo e ser levado pelos anjos para o seio de Abraão; morreu também o rico e foi sepultado. No inferno, estando em tormentos, levantou os olhos e viu ao longe a Abraão e Lázaro no seu seio” (Lc 16.19).

12.  Porque a teologia da prosperidade ensina buscar as bênçãos de Deus, em vez de ensinar a buscar o Deus das bênçãos: “buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas” (Mt 6.33).

13.  Porque a teologia da prosperidade ensina que o “deleite não está no Senhor, mas no(s) serviço(s) que Ele, supostamente, se habilita a prestar”: “Deleite-se no Senhor, e ele atenderá aos desejos do seu coração” (Sl 37:4).

Lamentavelmente, a teologia da prosperidade continua a influenciar as igrejas evangélicas no Brasil. Aquelas ideias que teriam sido imediatamente consideradas como heréticas há três décadas, agora são lançadas sem que as pessoas franzam a testa. O fato é que grande parte do evangelicalismo brasileiro tem perdido o rumo. Antigamente, os falsos mestres batiam no portão de nossas casas (testemunhas de Jeová, Mórmons, etc.), hoje os hereges estão dentro de nossas igrejas: os pregadores da teologia da prosperidade. Tristemente, devemos confessar que a maioria dos “evangélicos” de todas as ramificações de nosso país tem dobrado os joelhos diante de Mamom. Entre defender seus luxos e seguir a Jesus, eles escolheram imitar o jovem rico (Mc 10.21-22): “E Jesus, fitando-o, o amou e disse: Só uma coisa te falta: Vai, vende tudo o que tens, dá-o aos pobres e terás um tesouro no céu; então, vem e segue-me. Ele, porém, contrariado com esta palavra, retirou-se triste, porque era dono de muitas propriedades”. A solução é voltar-se para o evangelho puro e verdadeiro.  A saída é professar as Escrituras, vivê-las e proclamá-las.

Nos laços do Calvário que nos une,

Luciano Paes Landim.

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Ilustração Missionária: “A Missão de Uma Vela”


 Contam que certo dia um fósforo disse a uma vela: “Eu tenho a tarefa de acender-te.” Assustada, a vela respondeu: “Não, isto não! Se eu for acesa, os meus dias estarão contados. Ninguém vai mais admirar a milha beleza”.

O fósforo perguntou: “Tu preferes passar a vida inteira, inerte e sozinha, sem ter experimentado a vida?” - “Mas queimar dói e consome as minhas forças”, sussurrou a vela insegura e apavorada. “É verdade”, respondeu o fósforo, “mas este é o segredo da nossa vocação. Nós somos chamados para ser luz! O que eu posso fazer é pouco. Se não te acender, perco o sentido da minha vida. Existo para acender o fogo.

Tu és uma vela: tu existes para iluminar os outros, para aquecer.

Tudo o que tu ofereceres através da dor, do sofrimento e do teu empenho será transformado em luz; Tu não te acabarás consumindo-te pelos outros. Outros passarão o teu fogo adiante. Só quando tu te recusares, então morrerás!

Querem saber o que aconteceu? Dizem que, em seguida, a vela afinou o seu pavio e disse cheia de alegria: “Eu te peço, acende-me”.

Link: http://servoporemlivre.blogspot.com.br/2012/05/ilustracao-para-enriquecer-sua-mensagem_19.html

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Ministração evangelica: "Escolhidos para um propósito" - Pr. Luciano Paes Landim

Ministração evangelica: "Escolhidos para um propósito" - Pr. Luciano Paes Landim

Confiar em Jesus, amadurecer em santidade e viver em missão

ESBOÇO DE SERMÃO

Sl 37.3,5

Considerações iniciais:
a) O nosso alvo é Cristo!
b) A evidência de que somos salvos é a total confiança que temos em Jesus.
c) Sl 78.22: “porque não creram em Deus, nem confiaram na sua salvação.”
d) Deus nos salvou para glorificar a Cristo, sermos santos e irrepreensíveis e para proclamar o evangelho.
e) Fomos chamados para confiar em Jesus, amadurecer em santidade e viver em missão.

1. Confiar em Jesus:
a) Primeiro, confiar em Jesus significa que você não está confiando em você mesmo: “Assim diz o SENHOR: “Maldito é o homem que confia nas suas próprias forças e na capacidade humana, afastando o seu coração do SENHOR” (Jr 17.5, NBV).
 Charles Spurgeon disse: “Deus não irá adiante com o homem que marcha com suas próprias forças.”
 John Piper falou: "Se você é suficiente para sua tarefa, então ela é pequena demais."
b) Segundo, confiar em Jesus significa segui-Lo: “Então, disse Jesus a seus discípulos: Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz e siga-me” (Mt 16.24).
c) Terceiro, confiar em Jesus significa aprender Dele: “Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma” (Mt 11.29).
d) Ilustração: A Corda Bamba.

2. Amadurecer em santidade:
a) Amadurecer em santidade implica caminhar perseverantemente em direção a Cristo, de tal forma que sua vida gloriosa seja vivida por nós pelo poder do Espírito Santo.
b) A oração consistente e o estudo da Palavra fortalecem os nossos músculos para a santidade:
 Oração: “Orai sem cessar” (1Ts 5.17) .
 Estudo da Palavra: “Não cesses de falar deste Livro da Lei; antes, medita nele dia e noite, para que tenhas cuidado de fazer segundo tudo quanto nele está escrito; então, farás prosperar o teu caminho e serás bem-sucedido” (Js 1.8).
c) As provações são importantes para o nosso amadurecimento em santidade: “Assentar-se-á como derretedor e purificador de prata; purificará os filhos de Levi e os refinará como ouro e como prata; eles trarão ao SENHOR justas ofertas” (Ml 3.3).
d) Ilustração: O Processo de Purificação da Prata.

3. Viver em missão:
a) Viver em missão envolve glorificar a Deus: “ao Deus único e sábio seja dada glória, por meio de Jesus Cristo, pelos séculos dos séculos. Amém!” (Rm 16.27).
b) Viver em missão envolve a busca pela santidade: “porque escrito está: Sede santos, porque eu sou santo” (1 Pe 1.16).
c) Viver em missão envolve o proclamar o Evangelho: “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado. E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século” (Mt 28.19-20).
 Converter os perdidos.
 Corrigir os desviados.
d) Viver em missão envolve prestar assistência.
e) Ilustração: O Porco e a Galinha.

Considerações finais:
a) Devemos confiar nossas vidas a Jesus.
b) Devemos odiar o pecado e buscar ardentemente a santificação.
c) Devemos viver a missão de Jesus conferida a nós.
d) Ilustração: A Conferência de Ratos.

Educando para a glória de Deus