quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Vale a Pena Ler de Novo


Li o livro “Calvinismo: As Antigas Doutrinas da Graça” do Rev. Paulo Anglada neste ano, mais precisamente no mês de maio. O livro é fantástico! Agora, devido a série de estudos que iniciamos em nossa congregação sobre a TULIP, lerei o livro mais uma vez para "refrescar" o assunto. O LIVRO É ALTAMENTE RECOMENDÁVEL!

Sinopse do Livro:
O que é Calvinismo? Que sistema doutrinário é este que ficou conhecido pelo nome do grande reformador francês do século XVI? Qual a sua essência? Quais as suas afirmativas principais? Quais as objeções? Qual sua história? Faz justiça a revelação bíblica?

O Dr. Paulo Anglada responde a estas questões de uma forma simples e clara, afirmando que Calvinismo é o evangelho dos grandes pregadores do passado como Lutero, Calvino, John Knox, Tyndale, Latimer, os puritanos, J. C. Ryle, Martin Lloyd-Jones, Packer e os grandes missionários, como David Brainerd, David Livingstone, William Carey. Os que confessam o Calvinismo estão na mais excelente companhia.

Retornando ao Antigo e Verdadeiro Evangelho


S
orrateira e imperceptivelmente, temos trocado o evangelho puro e verdadeiro por outro inteiramente sujo e falso. O problema reside exatamente aí: o falso evangelho “aparenta” ser poderoso para salvar, entretanto, obscurece a verdade e sucumbisse na perdição. Ele é totalmente diferente. Ele falha justamente em não produzir arrependimento, humildade, transformação e salvação.

A diferença entre o falso e o verdadeiro evangelho jaz no fato de que o falso preocupa-se por demais em “ajudar” o homem (ele é antropocêntrico), suas bases estão no egocentrismo e na egolatria, já o verdadeiro evangelho glorifica a Deus (ele é teocêntrico), seu centro de referência é Deus.

O verdadeiro evangelho ensina os homens a glorificarem a Deus, o falso evangelho ensina os homens a se sentirem melhores. O verdadeiro evangelho prega a salvação pela graça – o caminho de Deus ao homem. O falso evangelho prega a salvação pelas obras – o caminho do homem a Deus. O verdadeiro evangelho aborda Deus, o falso evangelho aborda o homem.

Assim sendo, diante da realidade em que vivemos, necessitamos urgentemente retornar ao antigo e verdadeiro evangelho, ao evangelho de Cristo, ao evangelho da cruz, ao evangelho da graça, ao evangelho da salvação. Devemos ler, viver e pregar o antigo e verdadeiro evangelho. Devemos dizer como Charles Spurgeon: “Quanto a mim, continuarei a defender o antigo evangelho, não posso fazer outra coisa. Se Deus me ajudar, suportarei as consequências do que os homens julgam ser obstinação.”

Nos laços do Calvário que nos une,
Luciano Paes Landim.

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Autores Que Pretendo Ler em 2014


Coloco aqui uma lista de alguns autores que pretendo ler no ano que vem. Os mesmos não estão em ordem de importância.

1.    Vicent Cheung
2.    Gordon Clark
3.    João Calvino
4.    Alister McGrath
5.    Anthony Hoekema
6.    D.A. Carson
7.    John Piper
8.    John MacArthur
9.    R.C. Sproul
10. John Stott
11. John Owen
12. J.I Packer
13. Charles H. Spurgeon
14. Paul Washer
15. Don Richardson
16. C. S. Lewis
17. Augustus Nicodemus
18. Heber Campos
19. Paulo Anglada
20. Ronaldo Lidório

Você sugere outro autor? Deixe aqui o seu comentário.

Nos laços do Calvário que nos une,

Luciano Paes Landim.

sábado, 7 de dezembro de 2013

A Necessidade de Reevangelização




Jesus nos mandou contar a todas as nações as boas novas (Mt 28.18-20), mas não temos feito isso. Por que nós, que temos a melhor notícia do mundo, somos tão demorados em contá-la aos outros? Talvez pensemos que estamos evangelizando quando, de fato, não estamos ou talvez porque ainda não conhecemos de fato o evangelho de Jesus Cristo.

Tristemente, chegamos numa época em que precisamos reevangelizar muitas igrejas em nosso país. Antes, batizávamos os convertidos, agora devemos tentar converter os batizados. É por isso que evangelizo “crentes” que não tem visão missionária. Na verdade, eles são verdadeiros campos missionários que precisam ser alcançados. Aquele que não ama missões é possível que nunca tenha encontrado Cristo. Se você diz que ama a Deus, mas não tem visão missionária, então você é um mentiroso. O Príncipe dos Pregadores, Charles Spurgeon, disse: “Todo cristão ou é um missionário ou é um impostor”. Ser cristão é ser missionário.

Pergunto: Quando, então, vamos perceber que um dos grandes campos missionários do nosso país são os bancos das igrejas aos domingos?

Nos laços do Calvário que nos une, 
Luciano Paes Landim.

domingo, 1 de dezembro de 2013

Teólogo e Missionário


Michael Green disse: “quase todo teólogo não gosta de evangelização e quase todo evangelista não gosta de teologia”. A afirmação de Green é verdadeira e imprimi um triste fato. O correto, biblicamente falando, seria toda reflexão teológica desembocar em ferramentas para o avanço missionário mundial. Ou seja, teologia em ação. Mas, missões sem os seus fundamentos teológicos torna-se mero ativismo ou pragmatismo. O problema reside no fato de que, infelizmente, a separação entre teologia e missões tem penetrado nas igrejas e organizações missionárias hodiernamente. Tem havido, lamentavelmente, uma polarização tamanha entre teologia e missões. Os frutos dessa dicotomia são conhecimento sem prática e prática sem conhecimento, ou seja, apatia missionária e prática missionária deficiente. Há teólogos sem visão missionária e missionários sem capacitação teológica.

Alguém disse que os teólogos têm o conhecimento da Palavra de Deus e os missionários buscam pregar a Palavra de Deus. Então, significa que os missionários precisam estudar teologia e os teólogos precisam fazer missões. No apóstolo Paulo encontramos esta combinação: teólogo com visão missionária. Paulo era um plantador de igrejas com um forte fundamento teológico. Nele vemos o exemplo de teólogo/missionário. O calejado apóstolo era a junção de teólogo profundo e missionário apaixonado. Paulo passou para a história não somente como o maior teólogo da fé cristã, mas também como o seu maior missionário. A presteza missionária de Paulo era implicação direta da sua teologia. Paulo foi um grande missionário porque era um grande teólogo. Ele foi um grande teólogo porque foi um grande missionário. Em Paulo a missão é teológica e a teologia é missiológica. Em menos de dez anos, entre os anos 47 e 57, ele plantou igrejas em quatro províncias do Império Romano: Galácia, Macedônia, Acaia e Ásia proconsular. Paulo passa para a história, então, como uma combinação de teólogo profundo e missionário fervoroso.

Portanto, missões está no âmago da teologia. Missões é a extensão das convicções teológicas do crente. Todo crescimento quantitativo da igreja deve ser fruto do crescimento do estudo sério da Bíblia. Missões tem que ser o resultado inevitável de uma teologia fundamenta na Palavra de Deus. O estudo sério da teologia e o desejo de fazer a igreja crescer encaixam-se harmoniosamente. A teologia é, em essência, missiológica. Logo, significa que não são os antropólogos, os sociólogos, os marqueteiros ou os psicólogos que são os responsáveis por moldar a mensagem da proclamação, mas os teólogos, aqueles que se dedicam à interpretação das Escrituras. Teólogos precisam fazer missões e os missionários precisam estudar teologia.

Nos laços do Calvário que nos une,

Luciano Paes Landim.

Educando para a glória de Deus