quinta-feira, 28 de junho de 2012

BIBLIOGRAFIA DE GEOGRAFIA BÍBLICA

QUERO AQUI SUGERIR ALGUNS LIVROS NO ESTUDO DA GEOGRAFIA BÍBLICA:


ANDRADE, Claudionor de. Geografia Bíblica. Rio de Janeiro, RJ: CPAD.

BRUCE, F. F. Merece Confiança o Novo Testamento? São Paulo: Vida Nova, 1990, (2a edição).

COLEMAN, W. Manual dos Tempos e Costumes Bíblicos. Venda Nova: Betânia, 1998.

COSTA, Hermisten M. P. da. A Literatura Apocalíptico–Judaica. São Paulo: Casa Editora Presbiteriana, 1992.

CURRID, John. Arqueologia nas Terras Bíblicas. São Paulo: Cultura Cristã, 2003.

DANA, H.E. Mundo do Novo Testamento. 4ª Ed. Rio de Janeiro: JUERP. 1990.

DANIEL-ROPS, Henry. A Vida Diária nos Tempos de Jesus. São Paulo: Vida Nova, 1983.

GUNDRY, R. H. Panorama do Novo Testamento. São Paulo: Vida.

HILL, A. e WALTON, J. Panorama do Antigo Testamento. São Paulo: Editora Vida, 2006.

MONEY, Netta Kemp de. Geografia Histórica do Mundo Bíblico. São Paulo, SP: Editora Vida.

NASCIMENTO, Washington R. Caminhos da Revelação Bíblica. Rio de Janeiro, RJ: JUERP, 1991.

ORRÚ, Geruásio F. Os Manuscritos de Qumran e o Novo Testamento. São Paulo: Vida Nova, 1993.

PACKER, J., TENNEY, M. e WHITE Jr, W. O Mundo do Novo Testamento. São Paulo: Editora Vida, 1988.

PACKER, J., TENNEY, M. e WHITE Jr, W. Vida Cotidiana nos Tempos Bíblicos. São Paulo: Editora Vida, 1984.

PRICE, Randall. PEDRAS QUE CLAMAM. Rio de Janeiro: CPAD, 2001.

ROBERTSON, O. Palmer. Terra de Deus. São Paulo: Cultura Cristã, 1998.

SCHULTZ, S. História de Israel no Antigo Testamento. São Paulo: Vida Nova.

SHANKS, Hershel. PARA COMPREENDER OS MANUSCRITOS DO MAR MORTO. Rio de Janeiro: Imago, 1993.

THOMPSON, John Arthur. A BÍBLIA E A ARQUEOLOGIA. São Paulo, SP: Editora Vida Cristã, 2004.

UNGER, Merril F. ARQUEOLOGIA DO VELHO TESTAMENTO. São Paulo: Batista Regular, 1980.

quarta-feira, 27 de junho de 2012

VAMOS ORAR PELA SÍRIA

VAMOS ORAR PELOS CRISTÃOS PERSEGUIDOS

Ore para que a igreja na Síria continue ativa e para que ela tenha cuidado com os necessitados.

Obs: A Síria é a 36ª nação na classisificação de países por perseguição.

Boletim de Oração da Missão Portas Abertas.

www.portasabertas.org.br

terça-feira, 26 de junho de 2012

VAMOS ORAR



Vamos orar pelos cristãos perseguidos

Terça-feira, 26 de junho, Marrocos (29º)

Nos últimos meses, a polícia tem pressionado os cristãos ao prendê-los sem motivo. O objetivo deles é alertar os marroquinos que "ser cristão é errado". Ore para que esses irmãos se mantenham firmes.

Fonte: Boletim de oração da Missão Portas Abertas

www.portasabertas.org.br

domingo, 24 de junho de 2012

UMA MOEDA DE POUCO VALOR



Conta-se que certa vez um menino ouvira uma mensagem sobre a obra missionária.

Procurou, então, a esposa do pastor e entregou-lhe uma moeda de pouco valor.

Aquela senhora estava fazendo um embrulho com roupas, remédios e alimentos para enviar ao campo missionário. Ela, então, comprou um folheto com aquela pequena moeda e colocou-o dentro do pacote.

O folheto caiu nas mãos de um dos chefes da Birmânia, que por meio de sua leitura converteu-se ao evangelho. Mais tarde esse chefe, depois de haver experimentado as alegrias da salvação, falou da sua regeneração a seus amigos. Ao ouvirem seu testemunho, muitos deles também se converteram. Depois, foi organizada uma igreja que por sua vez, solicitou um missionário. Como fruto desse trabalho, quinze mil pessoas, direta ou indiretamente, foram atingidas pelo evangelho.

E tudo isso devido a uma pequena moeda dada com o coração.


"E disse-lhes: Ide por todo o mundo,
pregai o evangelho a toda criatura."

Marcos 16.15

Ler mais: http://basemissionariadeguaraquecaba.webnode.pt/ilustra%C3%A7%C3%B5es/
Crie o seu website grátis: http://www.webnode.com.pt

O campo é o mundo



Algumas igrejas lembram o homem que bombeava continuamente seu poço de petróleo.
Um dia, seu vizinho vendo jorrar tanto petróleo, perguntou-lhe:

"Vejo seu poço jorrando óleo o dia inteiro, mas nunca vi você vender um barril sequer. O que está havendo aqui?"

A resposta: "Muito simples. É que todo o óleo que produzimos se destina exclusivamente a manter a bomba em funcionamento".

Muitas igrejas são assim.

Dissipam todo o seu potencial em seus trabalhos internos.

Não tem, por isso, tempo e energia para sair ao campo e fazer a obra de evangelização ou de missões.

(Cesar Thomé - O Jornal Batista)

As últimas notícias sobre Aasiya Bibi

23 jun 2012Paquistão

Por quase quatro anos, cristãos de todo o mundo têm orado por Aasiya Noreen, também conhecida como Aasiya Bibi.

Como a primeira mulher a ser condenada à pena de morte pela lei de blasfêmia do Paquistão, ela destaca a situação atual dos direitos humanos e da dignidade no sistema legal deste país.

Seus longos anos de prisão não foram um mar de rosas. Para sua própria segurança, a Portas Abertas no Paquistão, têm sido cautelosa ao dar informações sobre sua situação àqueles que fazem perguntas e querem ajudá-la de alguma forma. Por questões de segurança, sua própria família foi forçada a se esconder, sua vida pessoal foi atingida em todos os sentidos. A unica informação que temos é de que ela continua presa e tem pouco ou nenhum contato com outras pessoas. Quaisquer advogados ou ativistas que se envolvam em seu caso, colocam ainda mais risco à vida de Aasiya, assim como à sua família.

A Igreja no Paquistão é muito grata aos cristãos ao redor do mundo que fielmente oram por Aasiya. Enquanto sua situação continua instável, e dois homens (ministros) foram mortos por falar contra a injustiça da lei de blasfêmia, o fato é que ela ainda está viva, e isso é resposta de oração.

Ao longo dos anos a lei de blasfêmia tornou-se cada vez mais perigosa e cruel aos cristãos e outras minorias na República Islâmica. Mais de 4.000 casos de blasfêmia foram registrados pelos tribunais desde 1978.

Aasiya é um caso clássico. Quando as comunidades se cansam dos cristãos em seu meio ou simplesmente quando querem tomar as posses de uma minoria, fazem uma lavagem cerebral sobre os perigos de ter esses 'infiéis' por perto. Uma vez que a acusação de blasfêmia foi realizada e o caso registrado, há pouca esperança de evitar a prisão.

Aasiya foi, por semanas e meses, torturada emocionalmente e sofreu insultos por parte dos muçulmanos locais. Fontes locais dizem que à Aasiya foi negada água do poço e a permissão para usufruir dos grãos durante a colheita. Foram esses ataques contra a sua fé que a levaram a questionar o Islã e a defender suas próprias crenças.

Aasiya não é apenas uma pobre figura atrás das grades. Ela é uma mulher, uma esposa, uma mãe, uma irmã, e uma filha. A igreja que ora por ela precisa se lembrar que ela é uma mulher real, e que tudo o que enfrenta no seu cotidiano é real.

Infelizmente, não há nenhuma "nova" informação sobre o caso Aasiya Bibi. Ultimamente, uma onda de informações superfíciais tem surgido no Paquistão e no exterior, mas dificilmente qualquer uma delas é confiável. Como as informações não são comprovadas, divulgá-las pode colocar Aasiya em risco, por isso as equipes de campo são cautelosos ao divulgar informações sobre ela.

Embora os políticos e líderes do governo queiram resolver a situação de Aasiya, uma questão crucial permanece sem resposta: "Quem realmente controla o país"? O presidente, o Primeiro-Ministro ou os membros do Parlamento? Ou os grupos radicais como o Talibã e a Al Qaeda?

No contexto de um país dilacerado pela violência e pelo terrorismo, a história de Aasiya Bibi passou a representar as necessidades de outros cristãos que buscam justiça e socorro. Sua história mostra à igreja local e à Igreja ao redor do mundo a necessidade de não deixar de orar e de acreditar na libertação de Aasiya, e de milhões de outros cristãos, que passam pelas mesmas dificuldades.

Pedidos de oração

• Louve a Deus pela vida Aasiya Bibi, seu testemunho corajoso de não negar a Cristo mesmo na prisão.

• Ore para que, Aasiya Bibi seja visitada por Jesus dentro da prisão, e que as orações dos irmãos por ela possam fazê-la espiritualmente livre, quebrando as cadeias do isolamento, medo e desesperança, assim como Paulo e Silas experimentaram em Atos 16.

• Ore para que caso de Aasiya Bibi vai seja usado por Deus de alguma forma, para reverter os esforços de Satanás de intimidar os cristãos do Paquistão, que ao invés disso a fidelidade de Deus se mostre ao Seu povo.

Leia o livro CRISTÃOS SECRETOS e saiba mais sobre o cotidiano de cristãos que vivem em países de maioria muçulmana, como o Paquistão.

Fonte: Portas Abertas

Tradução: Marcelo Peixoto

Link: http://www.portasabertas.org.br/noticias/2012/06/1610856/

sábado, 23 de junho de 2012

O PASTOR E A PREGAÇÃO


(Esboço de aula preparado para a turma de “Teologia Pastoral II” do CETADEB em São Sebastião/DF para o 25/06/12).

1. O púlpito é lugar de santidade, porque se espera que dele emane a pregação sadia, pura e simples do Evangelho.

2. Paulo adverte a Timóteo que deveria manter linguagem sadia e de alto padrão, no púlpito e fora dele: “Mantém o padrão das sãs palavras que de mim ouviste com fé e com o amor que está em Cristo Jesus.” (2Tm 1.13).

3. O púlpito não é lugar de brincadeiras de mau gosto. Aliás, nenhum lugar é lugar para brincadeiras de mau gosto.

4. No púlpito não se deve usar linguagem chula e baixa, pois a mesma tira a autoridade do pregador.

5. As palavras no púlpito devem comunicar o que é saudável às pessoas.

6. Muitos pregam filosofias e ensinos de homens, mas devem pregar de tal maneira que produza fé no coração das pessoas: “Como, porém, invocarão aquele em quem não creram? E como crerão naquele de quem nada ouviram? E como ouvirão, se não há quem pregue?” (Rm 10.14).

7. Não se deve usar o púlpito para ofender as pessoas e sim para se comunicar o arrependimento e a salvação única em Jesus Cristo.

8. O pastor deve ocupar o púlpito para falar apenas a Palavra de Deus, pregando e ensinando: “E ali permaneceu um ano e seis meses, ensinando entre eles a palavra de Deus.” (At 18.11).

9. A vida do pregador é importante: “Ter nome de pregador, ou ser pregador de nome, não importa nada; as ações, a vida, o exemplo, as obras, são as que convertem o mundo. O melhor conceito que o pregador leva ao púlpito é o conceito que de sua vida têm os ouvintes” (Antônio Vieira).

10. Cada sermão deve ter somente um assunto.

11. O sermão deve gerar luz, e não confusão.

12. A pregação deve ser simples e natural.

13. O púlpito não é lugar de se demonstrar conhecimento humano, mas o de Deus.

14. O pregador deve encarar sua plateia nos olhos.

15. A revelação especial de Deus, a Bíblia Sagrada, é o fundamento essencial sobre o qual devemos pregar.

16. “A verdadeira pregação nunca é uma exibição do brilhantismo ou do intelecto do pregador; antes, é uma exposição da sabedoria e do poder de Deus.” R. Albert Mohler, Jr.

17. Toda pregação bíblica é essencialmente cristocêntrica.

18. A eficácia do sermão não está na técnica, porém, fundamentalmente no conteúdo bíblico e no auxílio do Espírito Santo.

19. O nosso alvo em pregar não é de sermos conhecidos e obtermos “sucesso”, mas sermos fiéis ao Deus santo.

20. O propósito da pregação é glorificar a Deus e revelar o Seu propósito de salvação ao mundo.

21. O sermão bíblico é fundamental, invencível e inegociável.

22. Pregar é ler, explicar e aplicar o Texto Sagrado. Se não é isso que estamos fazendo, então, não estamos pregando.

23. Em vez de pregarem a Palavra de Deus, muitos estão pregando filosofia, auto-ajuda, confissão positiva, teologia da prosperidade, etc.

24. Pregar é sempre uma questão de vida ou morte.

25. Uma das principais causas da superficialidade da igreja evangélica de nosso país é a falta de pregadores bíblicos.

26. A pregação bíblica visa à glória de Deus, a edificação da igreja e a salvação dos perdidos.

27. A Bíblia é a Palavra de Deus inspirada, inerrante, autoritária e suficiente.

28. A pregação moderna sofre de esvaziamento de substância bíblica.

29. Os apóstolos pregavam consistentemente a morte, o sepultamento e a ressurreição de Jesus Cristo, isto é, o Evangelho.

30. O alvo da pregação: a glória de Deus.

31. A base da pregação: a cruz de Cristo.

32. O dom da pregação: o poder do Espírito Santo.

33. O que torna a pregação excelente?
a) Autoridade bíblica.
b) Cristocentricidade do sermão.
c) Espiritualidade e preparo do pregador.
d) Clareza e objetividade na ministração.
e) Exegese, relevância e contemporaneidade da mensagem.
f) Criatividade na comunicação.

Nos laços do Calvário que nos une,
Rev. Luciano Paes Landim.

O ACONSELHAMENTO PASTORAL: CONSIDERAÇÕES BÁSICAS



(Esboço de aula preparado para a turma de “Teologia Pastoral II” do CETADEB em São Sebastião/DF para o 25/06/12).

1. A tese preliminar na prática do aconselhamento pastoral é esta: O que almejamos, precisamente, com o ministério de aconselhamento pastoral? Bancar o psicólogo? Dissimular o profissional? Dominar as pessoas? Impor nosso ponto de vista? Ou instruir as pessoas verdadeiramente na Palavra Deus?

2. O conselheiro pastoral necessita de um espaço para estudo da Palavra e outro para atendimento pastoral com privacidades.

3. Um espaço físico necessário: “Ora, Moisés costumava tomar a tenda e armá-la para si, fora, bem longe do arraial; e lhe chamava a tenda da congregação. Todo aquele que buscava ao SENHOR saía à tenda da congregação, que estava fora do arraial.” (Ex 33.7).

4. O conselheiro pastoral deve evitar trabalhar na sala de casa: não se traz pessoas para dentro da intimidade do lar para aconselhamento.

5. O lar deve manter-se puro, e o conselheiro cristão deve manter sua família longe dos “negócios” da igreja e dos assuntos espirituais dos irmãos.

6. O lar é lugar da privacidade da família.

7. A importância do gabinete pastoral: espaço para oração e estudo da Palavra e liderança eclesiástica.

8. O ministro da Palavra precisa de tempo para se dedicar ao estudo da Palavra, oração e pastoreio (ver At 6.1-7).

9. O conselheiro pastoral deve preservar as conversas de gabinete.

10. O conselheiro pastoral é um depositário de informações e confidências que não devem ser partilhados, às vezes, nem com a esposa.

11. O conselheiro pastoral deve evitar conversas do gabinete pastoral no púlpito.

12. Ao aconselhar, o pastor descobre as necessidades do rebanho, vê as carências do povo e assim diagnostica seu estágio espiritual, como também vê por onde deve andar no ensino do púlpito.

13. “O gabinete pastoral é um termômetro que indica algumas enfermidades da igreja, e assinala para o pastor o que ele deve pregar, se deseja a terapia que vem da Palavra de Deus” (Isaltino Gomes Coelho Filho).

14. A tarefa do conselheiro pastoral não é de ajudar os pecadores a viverem bem com seus pecados, mas “anunciar todo o conselho de Deus” (At 20.27).

15. O conselheiro pastoral deve ter a postura de aceitação da pessoa e cultivar a imagem (que deve corresponder à realidade) de ser uma pessoa confiável.

16. “Se você almeja ser um conselheiro cristão, estas duas virtudes são indispensáveis: aceitação da pessoa e manutenção de sigilo” (Isaltino Gomes Coelho Filho).

17. O conselheiro pastoral deve se preparar antes do aconselhamento.

18. “Seja amigável, mas evite a intimidade e o excesso de camaradagem que pode impedir sua ação como conselheiro pastoral” (Isaltino Gomes Coelho Filho).

19. Se o aconselhamento for a longo prazo, faça anotações.

20. A área do aconselhamento em muitas igrejas tem se divorciado da Palavra de Deus. Aconselhamento pastoral sem base bíblica não é cristão.

21. O conselheiro pastoral deve lembrar que a autoridade última é da Bíblia e não da Psicologia.

22. O conselheiro pastoral deve ser zeloso no uso da Bíblia.

23. O conselheiro pastoral não pode aceitar os padrões psicológicos que atribuem todas as nossas mazelas a doenças. Todo aconselhamento pastoral deve ser guiado pelas Escrituras.

24. O perfil do conselheiro pastoral:
a) Biblicidade;
b) Empatia;
c) Respeito;
d) Sigilo;
e) Sobriedade (etc).

25. Algumas atitudes necessárias ao conselheiro pastoral:
a) Proceder sem preconceito quando aconselha;
b) Evitar dar ordens;
c) Cultivar objetividade e não ser envolvido emocionalmente;
d) Saber filtrar o que está sendo dito;
e) Conduzir biblicamente todo o processo de aconselhamento pastoral.

Nos laços do Calvário que nos une,
Rev. Luciano Paes Landim.

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Governo ordena a demolição de 20 igrejas na Indonésia

21 jun 2012Indonésia

Um prefeito ordenou a derrubada de 20 igrejas, na Indonésia. Outras 16 igrejas menores foram fechadas no mesmo distrito, no mês passado.

Razali Abdul Rahman, o prefeito interino de Aceh Singkil, na semiautônoma província de Aceh, ordenou o fechamento das igrejas e deu o prazo máximo até oito de junho para a demolição do templo.

Veryanto Sitohang, membro do grupo de direitos humanos Aliança Unida Sumatra do Norte explicou o caso: “A administração local diz, que já que os membros da igreja se recusam a cumprir a ordem, então a própria administração irá fechar e demolir os prédios. O prazo para a demolição foi oito de junho, mas até agora nada aconteceu”.

A ordem foi emitida no mesmo dia em que os grupos radicais islâmicos, incluindo a Frente de Defensores do Islã (FPI), fizeram um protesto em frente ao escritório do governo local contra a existência de igrejas em Aceh Singkil.

As autoridades também fecharam 16 undung-undung, pequenas construções não classificadas oficialmente como igrejas, após os protestos, embora o senhor Razali tenha afirmado que seu governo agiu de forma independente da iniciativa dos radicais. As undung-undung se diferem das igrejas por não serem denominacionais e não terem cruzes.

A FPI alegou que o número de igrejas e undung-undung viola os acordos assinados em 1979 e 2001 por líderes muçulmanos e cristãos. Os acordos afirmaram que os cristãos são autorizados a terem apenas uma igreja e quatro undung-undung na província.

Erde Barutu, pastor de uma das igrejas ameaçadas, Igreja Cristã Protestante de Pakpak Dairi, disse que, na epoca, os líderes da igreja só assinaram os documentos, porque estavam sob pressão e foram ameaçados. Ele acrescentou ainda que, o número de cristãos que vivem em Aceh Singkil, tinha aumentado significativamente desde 1979, e que agora somam mais de 15 mil. O fechamento de igrejas deixará apenas duas no distrito.

A mairia das 20 congregações, ameaçadas de demolição, continuam suas atividades e cultos com as portas dos templos fechadas e com alguns membros, do lado de fora, montando guarda contra possíveis ataques.

Os líderes cristãos escreveram cartas ao Presidente Susilo Bambang Yudhoyono, e aos departamentos do governo e da polícia para protestar contra o fechamento das igrejas.

O Ministro do Interior, Gamawan Fauzi,disse que não estava ciente dos planos de fechamento dos templos e que entraria em contato com o Sr. Razali para pedir esclarecimentos, dizendo que “os cidadãos têm o direito de culto, desde que cumpram os regulamentos”.

Ele disse:

“A maioria não deve impor sua vontade à minoria. A tolerância deve prevalecer”.

Elementos da lei Islâmica (Sharia) são impostos por uma espécie de polícia religiosa, em Aceh, que ganhou autonomia do governo nacional em 2001, após uma insurreição islâmica.

Adquira o DVD Uma Jornada de Perdão e conheça a emocionante história de familias indonésias.

Fonte: Barnabas Fund
Tradução: Marcelo Peixoto

Link: http://www.portasabertas.org.br/noticias/2012/06/1609928/

quarta-feira, 20 de junho de 2012

AS CAUSAS DAS DOENÇAS



Extraído do livro "Quando Deus Decide Não Curar".

A doença pode ter diferentes causas. Ela envolve muito mais que o mau funcionamento físico, como foi mostrado no capítulo anterior. Ela gera reações psicológicas e espirituais que preocupam médicos e terapeutas que podem agravar bastante a doença de maneira, às vezes, irrecuperável.
Algumas causas das doenças são:

1. Contato com vírus e plantas ou animais portadores de doenças.
2. Ferimentos.
3. Ingestão de substâncias nocivas (drogas ou venenos).
4. Desgaste ou degeneração dos órgãos e contato com calor ou frio extremos.
5. Dieta inadequada.
6. Falta de exercício ou de cuidados com o corpo.
7. Defeitos genéticos e outras.

Segundo Hernandes Dias Lopes, as causas das enfermidades também podem ser:

1. O pecado original: “Portanto, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram” (Romanos 5.12, ARA).

2. O pecado pessoal não confessado: “Mais tarde, Jesus o encontrou no templo e lhe disse: Olha que já estás curado; não peques mais, para que não te suceda coisa pior” (João 5.14, ARA. Conferir Tiago 5.14-16; 1 Coríntios 11.30; Salmos 32 e 38).

3. Ingerência de Satanás: “Então, saiu Satanás da presença do SENHOR e feriu a Jó de tumores malignos, desde a planta do pé até ao alto da cabeça” (Jó 2.7, ARA).

4. Desobediência aos mandamentos de Deus: “e disse: Se ouvires atento a voz do SENHOR, teu Deus, e fizeres o que é reto diante dos seus olhos, e deres ouvido aos seus mandamentos, e guardares todos os seus estatutos, nenhuma enfermidade virá sobre ti, das que enviei sobre os egípcios; pois eu sou o SENHOR, que te sara” (Êxodo 15.26, ARA. Conferir Deuteronômio 28. Os mandamentos de Deus na lei sobre circuncisão, lepra, higiene, gorduras).

5. Inobservância das leis naturais de Deus: Higiene, cuidado com o corpo, alimentos, sono.

6. Problemas naturais: Catástrofes, acidentes, terremotos, enchentes, etc.

7. Epidemias: Dengue, etc.

8. Vícios e vida desregrada: Álcool, fumo, drogas, sexo irresponsável, ansiedade, etc.

9. Castigo de Deus: “O SENHOR fará que a pestilência te pegue a ti, até que te consuma a terra a que passas para possuí-la. O SENHOR te ferirá com a tísica, e a febre, e a inflamação, e com o calor ardente, e a secura, e com o crestamento, e a ferrugem; e isto te perseguirá até que pereças” (Deuteronômio 28.21,22, ARA).

10. Manifestar a glória de Deus: “Respondeu Jesus: Nem ele pecou, nem seus pais; mas foi para que se manifestem nele as obras de Deus” (João 9.3, ARA). “Ao receber a notícia, disse Jesus: Esta enfermidade não é para morte, e sim para a glória de Deus, a fim de que o Filho de Deus seja por ela glorificado” (João 11.4, ARA).

Assim sendo, muitas são as causas das doenças. O diagnóstico deve ser preciso. Não podemos confundir as causas para não fazermos julgamentos precipitados.

Nos laços do Calvário que nos une,
Rev. Luciano Paes Landim.

A Mercantilização das Igrejas



"Porque nós não estamos, como tantos outros, mercadejando a palavra de Deus; antes, em Cristo é que falamos na presença de Deus, com sinceridade e da parte do próprio Deus." (2Co 2.17)

Muitas igrejas têm trocado o modelo comunidade pelo molde empresarial. Estão buscando executivos da fé, enquanto as igrejas precisam de pastores. Ou seja, estão buscando profissionais nas áreas de Administração de Empresas, Contabilidade, Direito, Gestão de Pessoas, Psicologia, Filosofia, Sociologia e Antropologia, enquanto o rebanho necessita urgentemente de pastores que conheçam profundamente a Bíblia.

Infelizmente, muitos pastores vestiram suas igrejas com padrões seculares e empresariais de administração. Quando um pastor faz isso é porque vendeu a sua alma. O fato é que estruturas empresariais não produzem comunidades. Pois, as pessoas sentem-se usadas e esgotadas pelas empresas, não nutridas por elas. Assim, incontáveis são os perigos e ameaças proporcionados pela secularização e mercantilização das igrejas.

O padrão empresarial ressalta programas, produtos, tarefas, ocupações, domínio, controle, benefícios e vantagens, prerrogativas, dinheiro, emprego, profissão, encargos, produção, obras, sistemas de organização, regras, normas e regulamentos, gerenciamento, concorrência, produtividade, lucros, números e estatísticas, promoção, agenciamento, marketing, propaganda, exigências e cronogramas. Enquanto a igreja (modelo comunitário) é absolutamente contrária ao empresarial, pois realça a glória de Deus, a edificação da igreja e a salvação dos perdidos. Isto significa que nossas igrejas devem cuidar das pessoas, terem senso de propósito, capacitação, graça, missão, exortação, providência, salvação, discipulado, investimento em vidas, misericórdia, crescimento pessoal, ternura, relacionamentos (não simplesmente eventos), amizade, convívio e organismo (não meramente organização).

O alvo da igreja não pode e não deve ser o lucro financeiro. A igreja não pode ser entendida e conduzida como um comércio. Igreja não é empresa, por isso não pode ser regida como tal. Igreja não é lugar de lucro, não é secular. Na igreja do Senhor não há lugar para executivos da fé. Igreja é uma instituição sem fins lucrativos. A missão da igreja é adorar ao Senhor e proclamar o Evangelho para a glória de Deus!

Assim, o pastor ao contrário do executivo da fé, prioriza relacionamentos, alenta e anima o rebanho, trabalha para o crescimento das pessoas, pautando-se pelos princípios bíblicos aprofundados na identidade e caráter de Cristo como o Pastor, com o intento último da concretização espiritual e uma absoluta dependência em Deus.

Nos laços do Calvário que nos une,
Rev. Luciano Paes Landim.

terça-feira, 19 de junho de 2012

AMILA – ALIANÇA MISSIONÁRIA LATINO-AMERICANA

Amados irmãos e pastores a graça e a paz do Senhor seja com todos. Estamos escrevendo somente para informá-los a respeito dos trabalhos missionários no Peru, graças a Deus a obra está andando, apesar das dificuldades financeiras e recursos para concluirmos os trabalhos, mesmo assim, não temos parado. Em 2011 tivemos uma entrada financeira anual de cerca de 25 mil reais em nosso caixa, media de 2000 (dois mil) por mês, com esse pequeno recurso nós mantivemos uma ajuda mensal aos obreiros que ali estão, cerca de 12 no total. Também construímos o muro do terreno que compramos em Nãuimpuquio, compramos mesas, cadeiras, quadro negro e material didático para 3 clubes de crianças e parte do material necessário para a construção do templo da igreja em Huancayo.
Queremos agradecê-los pela ajuda que os amados tem nos enviado, mas também informá-los que a contribuição neste ano de 2012 caiu muito, por isso, pedimos a todos que não se esqueçam de depositar sua ajuda, ela é muito importante, mesmo sendo pequena.
Como instituição agradecemos seu apoio e compreensão.

Em Cristo Jesus, Pr. Beto
Diretor Adm. AMILA

www.amilabrasil.com.br

5ª EXPEDIÇÃO MISSIONÁRIA AO SERTÃO DO PIAUÍ – JULHO DE 2012

Meus irmãos!

Está chegando o dia da próxima expedição missionária ao Piauí.

Além da seca que tem castigado o povo, estaremos indo em uma cidade de menos de 5.000 habitantes, que será uma das piores que já visitamos na questão da pobreza.

Visitaremos bairros que as casas são de barro e chão batido.

Venho colocar estas informações pois ainda não temos todo o dinheiro para a viagem e estamos tendo dificuldade para a divulgação.

Portanto peço que estejam orando mas também contribuindo com nossas despesas de viagem, que serão de R$ 1.500,00 por missionário.

Estávamos em 7 pessoas, mas já estamos em 3 (menos da metade da equipe) pelas dificuldades financeiras.

Para nos auxiliar, tem uma igreja de São Paulo que conseguiu arrecadar 25 toneladas e de cestas básicas para doarmos às pessoas e ainda estão enviando roupas. A carreta sai dia 02 de Julho da cidade.

Também teremos médicos e enfermeiros para o atendimento no local.

Nossa função nesta expedição será a de liderar as equipes de trabalho.
Ore, divulgue e contribua!

Quem ainda não conhece nosso trabalho visite o blog:

www.paulowegner.blogspot.com


Contamos com seu apoio:

Paulo Sergio Wegner
Caixa Econômica Federal
Agência: 1001
Conta Poupança: 9491-9
OP 013

Deus nos abençoe!

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Autoridades fecham igrejas no Irã

16 jun 2012 Irã

No início do mês, autoridades do Irã determinaram o fechamento de uma igreja na capital Teerã, durante uma campanha do governo para reprimir as poucas igrejas oficiais que oferecem culto na língua farsi, de acordo com um grupo de direitos humanos.

A ordem veio de um ramo da Inteligência da Guarda Revolucionária do Irã, conhecida por sua agressão militar.

“Infelizmente, agora é oficial. A igreja, no distrito de Janat-Abad, recebeu ordem para fechar”, disse Monsour Borji, um cristão iraniano e defensor de iniciativas de direito do Artigo 18. “Se nenhuma decisão para reverter isso for tomada, não haverá mais reuniões a partir deste mês”.

Artigo 18 é uma iniciativa do Conselho Unido das Igrejas Iranianas (Hamgaam), baseado em Londres, que busca defender e promover liberdade religiosa no Irã. O Hamgaam é composto de igrejas cristãs iranianas na Europa.

A igreja, no distrito de Janat-Abad, pertence à Igreja Assembleias de Deus no Irã. Originalmente, localizava-se em Karaj, 20 km a oeste de Teerã, mas as autoridades determinaram que fosse fechada há alguns anos, disse Borji.

Os líderes da igreja haviam negociado com as autoridades, para usarem a propriedade que tinham adquirido em Janat-Abad, a fim de servir os cristãos de origem assíria que viviam a oeste de Teerã. Com o passar do tempo, entretanto, o número de iranianos de famílias muçulmanas de língua farsi que frequentavam a igreja cresceu, atraindo a atenção das autoridades.

Mais de 70 cristãos se reúnem aos domingos para o culto de língua farsi em Janat-Abad. Indubitavelmente, o ordem de fechar a igreja no subúrbio de Teerã foi dada verbalmente, disse Borji.

“O crescente número de cristãos de língua farsi, de maioria ex-muçulmana, tornou-se uma fonte de preocupação das autoridades e, agora, determinaram que a igreja fechasse”, disse ele.

No mês passado, a liderança da Igreja Central das Assembleias de Deus, após 20 anos de pressão das autoridades para fornecerem uma lista de membros da igreja, pediu a seus membros que apresentassem seus nomes e seus números de identidade. Esse movimento do governo visava limitar a frequência de convertidos do islã ao cristianismo, assim como melhor monitorar seus membros, disseram fontes. Quase todos os membros, dos dois cultos de domingos, vêm de famílias muçulmanas. Ambos os cultos são realizados em farsi.

Borji disse que alguns membros apresentaram seus dados no mês passado e as autoridades já usaram isso para pressionar os cristãos, alarmando aqueles que não deram suas informações.

“Alguns apresentaram, mas não todos, especialmente após alguns membros terem passado por problemas no trabalho e na universidade, depois de terem fornecido detalhes a seu respeito”, disse Borji.

Um universitário que frequentava a igreja foi impedido de fazer a prova final e outro membro foi despedido do trabalho, disse ele.

Quando membros da Igreja Central das Assembleias de Deus de Teerã, inicialmente ouviram a notícia, alguns creram estarem enfrentando o dilema ético de estar negando Cristo ao recusarem se revelar dessa forma.

Em fevereiro, a Igreja Protestante Emmanuel e a Igreja Evangélica São Pedro, foram proibidas de realizarem os cultos de sexta-feira. Estas duas igrejas eram as últimas igrejas oficiais que ofereciam cultos na língua farsi às sextas-feiras, em Teerã.

“Se esta campanha agressiva, para eliminar o cristianismo evangélico, não for interrompida, será uma questão de tempo até que as igrejas de língua farsi sejam forçadas a fechar”, disse Borji.

Se a igreja em Janat-Abad, fechar suas portas este mês, apenas três igrejas permanecerão em Teerã oferecendo cultos em farsi: A Igreja Central das Assembleias de Deus em Teerã, a Igreja Protestante Emmanuel e a Igreja Evangélica São Pedro. Embora estas duas últimas tenham sido proibidas de realizar cultos às sextas-feiras, continuam com os cultos em farsi aos domingos.

No mês passado, as autoridades prenderam um dos anciãos da Igreja Emmanuel em Teerã, Mehrdad Sajadi, e sua esposa, Forough Dashtiani, de acordo com a agência Mohabat News.

Mohabat News e outras agências de notícias relatam uma repressão contra os cristãos nos últimos meses. Em um relato no início do mês, a agência Middle East Concern (MEC) relatou que “a campanha do governo de intimidação contra os cristãos e as igrejas continua”, e observou que as autoridades estão alvejando tanto as igrejas domésticas quanto o “pequeno remanescente de igrejas protestantes reconhecidas oficialmente”.

Como uma república islâmica, o Irã vê os cristãos e especialmente os convertidos cristãos como inimigos do estado e peões do Ocidente para minar o governo. As autoridades associam o cristianismo com algumas minorias étnicas no Irã, ou seja, armênios e assírios, e não toleram a noção de uma igreja de língua farsi.

Convertidos cristãos do islã recorrem a reuniões em secreto em seus lares e formam uma igreja clandestina feita de grupos caseiros. Não há informação disponível sobre quantos iranianos deixaram o islã pelo cristianismo.

Em nome do Hamgaam, Borji pede que a comunidade internacional levante a voz contra a perseguição de cristãos no Irã.

“Pedimos pelo apoio e solidariedade de todos os iranianos e da comunidade internacional para pôr fim a essas políticas opressivas que visam estrangular a igreja”, disse ele.

Mais de 20 cristãos permanecem presos no Irã devido à sua fé, de acordo com o relato do MEC. Cinco deles estão em Teerã, cinco em Shiraz, três em Kermanshah e pelo menos dois em Isfahan. Cinco outros em Isfahan foram confirmados soltos no início de maio, incluindo Hekmat Salimi, líder leigo da Igreja Anglicana de São Lucas.

Noorallah Qabitizade, no sudoeste da cidade de Ahwaz, e Farshid Fathi, na Prisão Evin de Teerã, estão presos desde dezembro de 2010.

Yousef Nadarkhani, da Igreja do Irã, está preso desde outubro de 2009 e ainda se encontra sob pena de morte. Behnam Irani, também membro da Igreja do Irã, está preso em Karaj desde maio de 2011 e seu estado de saúde é precário.

Fonte: Portas Abertas
Tradução: Getúlio Cidade

Link: http://www.portasabertas.org.br/noticias/2012/06/1604135/

sábado, 16 de junho de 2012

O VALOR DE UM FOLHETO

Nilson Dimárzio

Sebastião Custódio da Silva e Antônio Messias eram bons cooperadores nos trabalhos de evangelização, membros da Igreja em São João da Boa Vista, Estado de São Paulo.

Um dos trabalhos que mais apreciavam era o culto de evangelização ao ar livre.

Certa vez, estando ambos em Aguaí, cidade próxima, num dia de Finados, aproveitaram a oportunidade para realizar um trabalho dessa natureza na porta do cemitério. Acompanhados por um grupo de crentes, para lá se dirigiram desejosos de anunciar as boas novas de salvação por meio de Jesus Cristo.

Por ali passavam muitas pessoas. Algumas, paravam para ouvir os cânticos e a pregação, enquanto que outras, indiferentes, passavam de largo, sem dar atenção aos servos de Deus.

E, enquanto o abençoado trabalho de evangelização era realizado, ali estava, nas proximidades, um velho amigo de Sebastião, chamado Ramon, vendendo melancias.

Terminada a reunião junto à porta do cemitério, Sebastião e Messias passaram a distribuir folhetos evangelísticos entre os transeuntes. E, ao passarem junto ao vendedor de melancias, este, em tom de brincadeira, disse ao Sebastião: "Como eu nunca lhe dei nada, leve esta melancia" , colocando-a, em seguida, nas mãos do amigo. Este, ao receber e agradecer o presente inesperado, diz ao amigo, parafraseando as palavras que ouvira: "Ramon, como eu nunca lhe dei nada, leve este folheto."

Despediram-se sorridentes. Sebastião e Messias continuaram semeando a boa semente, enquanto Ramon, não tendo tempo ou interesse em ler aquele folheto, apenas leu o título antes de guardá-lo. Aliás, um título muito interessante: "Onde Passarás a Eternidade?"

Três meses depois, Ramon veio a enfrentar um grande sofrimento. E tão grande foi a tormenta que, por pouco não o levou ao desespero. Mas, como Deus muitas vezes nos fala através do sofrimento, ele fez com que Ramon se lembrasse do folheto que havia guardado. E, com a alma sequiosa de paz, leu-o com sofreguidão. E enquanto lia e meditava na mensagem do folheto, sentiu o desejo de ir a São João da Boa Vista a procura de um pastor que o ajudasse naquela hora difícil. E, ao fazê-lo, encontrou, na pessoa do pastor Francisco Alves Sobrinho, a ajuda necessária e toda orientação espiritual.

Dentro em pouco, não só o Sr. Ramon se converteu, mas toda a sua família. Os problemas foram resolvidos e a paz e a alegria resultantes da atuação poderosa do Espírito Santo tornaram-se uma realidade em suas vidas.

E note-se que toda aquela chuva de bênçãos começou a cair com a leitura de um folheto.

Eis porque precisamos acreditar mais no valor da página impressa, como poderoso meio de divulgação do Evangelho. Em particular, no valor de um folheto, quando bem escrito, em bom papel e com boa apresentação gráfica, sem dúvida, pode ser usado pelo Espírito de Deus para orientar, confortar e salvar as almas sedentas de paz e esperança eterna.

O leitor costuma distribuir folhetos evangelísticos? Ah, nunca os distribui? Então, comece hoje essa distribuição. Faça dessa distribuição um ministério em sua vida diária. Tenha sempre à mão folhetos próprios para distribuir em hospitais, em escolas, em consultórios médicos ou dentários. Aproveite também as oportunidades que surgem durante as viagens; espalhando as bênçãos do Evangelho em muitas almas, que talvez estejam sedentas da verdade.

Torne-se, assim, um ganhador de vidas para Cristo. E esteja certo que dessa situação resultarão muitas bênçãos para a sua própria vida e para aqueles que vivem ainda sem Cristo e sem salvação.

(O Jornal Batista)
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FOLHETO

O pregador silencioso
As vantagens desse pregador

Ele prega no silêncio.
Ele acompanha o pecador.
Ele é um pregador temperado e paciente.
Ele não discorda com o incrédulo.
Ele deixa o pecador lhe ofender, amassar e rasgar.
Ele é humilde e resignado.
Ele não desanima, nem perde a esperança.
Ele tem uma mensagem que permanece.
Ele percorre todas as distancias.
Ele viaja por terra, mar e ar.
Ele viaja de qualquer forma.
Ele segue pelo correio.
Ele entra em todos os lugares.
Ele entra em todos os ambientes.
Ele não faz acepção de pessoas.
Ele não faz diferença de posição social, racial ou religiosa.
Ele não se importa com o tempo ou com horário.
Ele não é atingido pelo pecado do mundo.
Ele não pede licença da comunhão com Deus.
Ele não tira férias nem pede aposentadoria.
Ele é usado por Deus.
Ele tem vida, é persistente, é incansável.

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Valdemar Fontoura (Instituto Bíblico Esperança, Porto alegre)

Parábola Missionária



Antonio Oliveira

Na sala de espera de um diretor de agência missionária, encontravam-se três sujeitos. O primeiro, meio fedido, tinha mãos calejadas e aspecto ignorante. O segundo tinha aparência de ser de classe social superior, face obstinada e fina. O terceiro estava com uma Bíblia gigante debaixo do braço, orando baixinho enquanto aguardava.

O diretor manda entrar o primeiro:

- Então, o irmão quer ser missionário. É membro de qual comunidade?

- Olha, num sô membro di ninhum lugar não sinhô.

- Não? O irmão não congrega?

- Oia moço. Maômeno. O ocorrido foi o seguinte: eu tava lá pescando, quando Jesus me chamô e eu fui. Fiquei andando com ele uns ano. Nóis às veiz parava numa sinagoga, mais era difícir de nóis ficá muito tempo numa, sabe como é, né? Bom, depois teve aquela confusão toda, e num é que Jesus apareceu pra mim de novo? E ele me enviô e mandô fazê discípulo de tudo quanto é gente. Pur isso eu tô aqui.

- Hmmm... mas sem igreja local, fica difícil, irmão. O irmão precisa da Igreja local. É assim que fazemos missões. E curso teológico, o irmão tem?

- Curso o quê?

- Bíblico... seminário...

- Olha, sei disso não... o que sei é o que meus pais me ensinô, depois o que Jesus me ensinô. Mas tenho estudado bastante por mim mesmo e acredito que o Espírito Santo tem me ajudado a entendê umas coisa muito bonita. O sinhô acredita que...

- Sem curso teológico... - o diretor falou vagarosamente enquanto escrevia numa folha de papel.

- Algum curso superior?

- Olha moço, num sei se dá prá percebê, mas eu sô pescadô. Não tenho curso superiô, não sinhô.

- Pescador... olha irmão, hoje em dia, é impossível ser missionário sem curso superior. Os países querem profissionais da área de saúde, educação...

- Ih... ó moço, o sinhô tá complicano. Num vim aqui prá ser professor, longe di mim. Nem tenho educação direito. Eu só tô aqui porque Jesus mandô eu ensiná pros outro o que ele ensinô prá mim.

- Imagino que o irmão tem uma vida muito piedosa então, sem mácula...

- Olha moço, prá lhe falá a verdade... teve uma vez que Jesus me deu uma bronca, dizendo "sai de perto de mim, Satanais!" Teve uma otra vez também que eu cortei a orelha dum homi... e, prá sê bem sincero pro sinhô, eu já neguei Jesus três veiz...

- Irmão Simão, infelizmente tenho que comunica-lo que o irmão não tem a mínima condição de ser missionário. Olhe, o senhor procure uma igreja local, um diploma de curso superior, formação teológica e também é aconselhável que o irmão faça aconselhamento prá conter essa impulsividade. Depois disso podemos conversar.
Simão ficou meio sem entender e saiu. O diretor mandou chamar o segundo candidato:

- Bom dia. Não me diga o irmão que também não é membro de nenhuma congregação...

- Eu? Por quê? Sou membro, sim. Aliás, o pessoal orou, impôs as mãos sobre mim e me enviou, por isto estou aqui.

- Ah, me desculpe. É que me aparece cada um... e curso bíblico, o irmão possui?

- Possuo sim. Estudei as Escrituras e Filosofia muito tempo com um dos grandes mestres de nosso tempo. Sou de uma tradicional família hebraica, e fui muito zeloso em guardar e Lei quando era judeu. Até fui perseguidor, mas hoje estou salvo.

- Que maravilha, que testemunho! Tenho certeza que muitos judeus se converterão pela sua mão. Você é judeu messiânico? Pretende ir para Israel? E quipá, você não usa?

- Olha irmão, prá falar a verdade, tenho um chamado específico para os não-judeus.

- Como assim não-judeus? O irmão vem de família hebraica, conhece a Torah de cabo a rabo, é parte da comunidade. O irmão vai desperdiçar esses dons que Deus lhe deu?

- Vou. E digo mais, prá mim, tudo isso é esterco de vaca!

- Hmpf... bem que estou vendo aqui no seu exame psicotécnico que o irmão tem grande tendência à desobediência a autoridades. Além disso vejo aqui que o irmão tem também tendências a correr muito risco e procurar o perigo. Veja bem, nós não queremos investir em alguém teimoso que chegará no campo e correrá o risco de morrer.

- Então não invista em mim, disse o segundo candidato deixando a sala.

O candidato restante vê o seu antecessor passando furioso pela sala, e logo em seguida a cabeça do diretor olhando para fora da porta.

- O irmão permite que eu entre?

- Claro, respondeu o diretor, com o humor já afetado.

- Olha, o irmão me perdoe, mas não estou tendo um dia bom. O que esses jovens querem? Não se faz mais missões como antigamente... enfim, o irmão é membro de alguma comunidade?

- Sim, claro que sim. Desde criança congrego no mesmo lugar. Fui criado lá e instruído também. Sou dizimista fiel, dando até o dízimo da hortelã e do cominho. O senhor ouvirá os melhores relatórios sobre mim da minha liderança. Sempre fui obediente a eles.

- Que bênção!

- Aliás, na minha cidade sou conhecido pela minha espiritualidade e devoção. O pessoal até brinca. Sabe como é, estou sempre nas praças orando, fazendo caridade, em jejuns... a gente até tenta esconder essas coisas, mas Deus nos honra. Além disso fiz diversos cursos teológicos, sou mestre em divindade e doutor da Lei. Minha família ocupa os melhores lugares nos banquetes e igrejas, tendo contatos políticos que me permitem viajar para onde eu quiser também.

- Uau...

- Sim, e eles também estão dispostos a me sustentar. Recursos prá nós, não é problema, o que importa é levar ao mundo as Escrituras. Se for preciso, eu atravesso o mar e viajo toda a terra para fazer um discípulo!

- Olha, temos que fazer mais algumas análises, mas já posso adiantar pro irmão que você está praticamente aprovado. Glórias a Deus, o irmão salvou meu dia! Ainda bem que ainda temos gente séria fazendo missões nesse país!

(Missão Portas Abertas)

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ÍNDIOS E URGÊNCIA MISSIONÁRIA



Vivemos em um país com 257 tribos indígenas perfazendo uma população aproximada de 364.000 pessoas. Segundo o pesquisador Paulo Bottrel(1) apenas 4 etnias (Katuena, Mawayana, Wai-Wai e Xereu) possuem a Bíblia completa, 34 dispõem do Novo Testamento e outras 59 contam com porções bíblicas. Entretanto mais de 120 tribos necessitam urgentemente da tradução das Escrituras. Apesar das 25 Agências Missionárias que bravamente atuam entre os índios em nosso país ainda contamos com um vasto campo que necessita do evangelho e 103 grupos permanecem sem presença missionária.

É certo que o desafio vai muito além das estatísticas e das palavras, pois é prefigurada por faces, vidas, histórias e culturas milenares as quais tem sofrido ao longo dos séculos a devassa dos conquistadores, a forte imposição sócioeconômica, etnofagias e perdas culturais.

Em meio a todo este quadro há necessidade gritante de homens e mulheres que se disponham a encarar a transmissão do evangelho valorizando o homem e sua cultura dentro de uma esfera de compreensão lingüística e aplicabilidade social, o que envolve o ultrapassar de várias barreiras. Uma delas é o estudo, registro, preservação, uso e valorização das línguas maternas.

O Apelo das Minorias

No contexto sul-americano nosso país possui a maior densidade lingüística e diversidade genética e, paradoxalmente, uma das menores concentrações demográficas por língua falada. As 185 línguas indígenas são distribuídas em 41 famílias, dois troncos e uma variedade desconhecida de línguas isoladas(2). Em meio a esta grande diversidade apenas 3 etnias (Tikuna, Kaingang e Kaiwá) possuem mais de 20.000 pessoas e a média de falantes por língua é de 196 pessoas. 53 povos têm menos de 100 indivíduos e há aqueles com menos de 10 representantes como os Akunsu, com 7 pessoas, os Arua com 6 e os Juma também com 7 indivíduos. Quando pensamos em grupos indígenas nos confrontamos com a realidade de povos minoritários.

Nos anos 80 pesquisadores do Museu Goeldi encontraram os dois últimos falantes do Puruborá. Em 1995 foi identificado um grupo arredio como sendo falante do até então desconhecido Canoê(3) e Pierre Grenand reconhece a existência de 52 grupos ainda sem contato com o mundo exterior cujas línguas não foram estudadas, praticamente todas minoritárias.

O Brasil evangélico não indígena, por sua vez, experimenta desde os anos 80 um rápido crescimento tanto em número de templos como de convertidos, motivo de louvor a Deus. Isto por outro lado têm nos levado a desenvolver uma missiologia mais pragmática, que cultua os resultados, do que Escriturística, que valoriza a Palavra. Assim tanto a expectativa missionária por parte do corpo evangélico nacional quanto à prática no plantio de igrejas valoriza o quantitativo. E isto não será encontrado no universo indígena, pois a conversão de toda uma tribo pode representar, em alguns casos, apenas uma dúzia de pessoas. Precisamos ser relembrados da proposta de Jesus: tornar-se conhecido dentre todos os povos, tribos línguas e nações da terra(4) e isto jamais acontecerá enquanto não alcançarmos os grupos minoritários. Precisamos de uma Igreja apaixonada por Jesus e disposta a gastar bastante tempo e recursos no preparo de seus obreiros a fim de fazer o Evangelho de Cristo conhecido entre todos os povos, também os minoritários.

O Apelo da Subsistência Lingüística

Michael Kraus(5) afirma que 27% das línguas sul-americanas não são mais aprendidas pelas crianças. Isto significa que um número cada vez maior de crianças indígenas perde seu poder de comunicação a cada dia. Isto possui raízes diferenciadas que vai desde a imposição socioeconômica nas tribos mais próximas dos vilarejos e povoados até a falta de uma proposta educacional na língua materna, fazendo-os migrar para o português.

Rodrigues(6) estima que, na época da conquista, eram faladas 1273 línguas, ou seja, perdemos 85% de nossa diversidade lingüística em 500 anos. Luciana Storto delata uma crise sociolingüística no estado de Rondônia onde 65% das línguas estão seriamente em perigo por não serem mais usadas pelas crianças e por terem um número pequeno de falantes.

Precisamos perceber que a perda lingüística está associada às perdas culturais irreparáveis como a transmissão do conhecimento, formas artísticas, tradições orais, perspectivas ontológicas e cosmológicas. Perde-se também a ponte de comunicação para um pleno entendimento do evangelho. No processo de transição, quando a língua materna é perdida, normalmente há o que podemos chamar de ‘geração perdida’, um vácuo cultural que normalmente atinge uma geração inteira. Ou seja, no processo de perda lingüística e migração para o português, os grupos indígenas normalmente passam por um processo de adaptação quando não possuem mais fluência na antiga língua materna e também não aprenderam o suficiente do português para uma comunicação mais profunda, processo que em média dura 30 anos. Este é um momento de perigo onde a identidade indígena é auto-questionada, seus valores perdidos e sobretudo seu poder de comunicação. A presença missionária catalogando, analisando e registrando a língua indígena a valoriza perante seu próprio povo e abre caminho para sua preservação. O Evangelho assim não apenas responde os questionamentos da alma mas contribui para a sobrevivência cultural.

O Apelo da Tradução Bíblica

‘Se Deus nos ama, por que Ele não fala a nossa língua?’ Estas palavras impactaram a mente de William Cameron Townsend quando trabalhava com o povo Cakchiquel da Guatemala desde 1919. Após ser despertado para a necessidade de comunicar o evangelho na língua materna de cada povo ele se dispôs a fundar a SIL (Sociedade Internacional de Lingüística) que atua perseverantemente na tradução das Escrituras. Mas esta não é apenas uma preocupação moderna. Martinho Lutero, reformador protestante, percebeu rapidamente a incapacidade da Igreja conhecer a Deus sem conhecer a Palavra e assim lançou em 1534 a primeira edição da Bíblia por ele traduzida.

A força missionária tem sido ao longo das décadas um divisor de águas na subsistência das línguas indígenas brasileiras sob o esforço da SIL (7) e Missão Novas Tribos do Brasil dentre outras Agências missionárias e atualmente novas organizações como ALEM8 tem liderado o interesse pela tradução bíblica. Boa parte devido aos nossos preciosos irmãos norte-americanos que valorosamente trabalharam e trabalham na análise e grafia lingüística e tradução da Palavra para vários idiomas, como o caso do missionário Robert Hawkins que dedicou 54 anos de sua vida traduzindo a Bíblia completa para a língua Wai-Wai.

O presente apelo é por obreiros brasileiros, com desejo de se esmerarem no estudo lingüístico e se prepararem da melhor forma possível para transmitir o evangelho a mais de 120 línguas no Brasil Indígena.

Conclusão

Cerca de 3 anos atrás, quando estávamos integralmente envolvidos com a evangelização dos Konkombas em Gana na África, participei de uma conferência em Chicago onde se reuniam missiólogos e missionários de boa parte do mundo. Muitos temas eram estudados mas sobretudo havia oportunidade para desafios missionários nas preleções da noite. Em minha sessão, falando sobre povos ainda não alcançados, tentei confrontar o auditório com um silogismo bíblico de responsabilidade na comunicação do evangelho dizendo: ‘...em Gana a Igreja fortemente expressiva no sul do país ainda não se despertou para as quase 100 tribos não alcançadas ao norte, dentre elas os Konkombas-Bimonkpeln com os quais trabalhamos. Infelizmente ainda é necessário o envio de missionários estrangeiros para o alcance das tribos ao norte porque a Igreja dorme’.

Na preleção a seguir um norte americano falaria sobre o desenvolvimento de igrejas autóctones. Ele iniciou seu sermão mais ou menos da seguinte forma: “Fui missionário por mais de 20 anos na Amazônia brasileira entre indígenas ainda não alcançados pois apesar da existência de milhões de evangélicos naquele país não havia missionários suficientes. Isto por que a Igreja dorme.”

Senti-me muito constrangido mas reconheci, infelizmente, que suas palavras não estavam tão longe da verdade. É possível mudar.

Notas:
1 Responsável pelo banco de dados da AMTB
2 Segundo Aryon Rodrigues, ‘Línguas Indígenas – 500 anos de descobertas e perdas'
3 Segundo relato de Pierre e Fraçoise Grenand
4 Apocalipse 5:9
5 Michael Krauss - The world’s languages in crisis’
6 Idem Nota 2
7 Sociedade Internacional de Lingüística
8 Associação Lingüística Evangélica Brasileira

Ronaldo Lidório - Extraído da Revista AMEM, nº 13, 3º Trim/2003. pp.12-14.
(gravura: Debret)

(www.wecbrasil.com.br)

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CHAI LING, DA PRAÇA DA PAZ CELESTIAL



Líder revolucionária chinesa durante os prostestos de 1989 se converte ao cristianismo.

Chai Ling, a única mulher líder nos protestos da Praça da Paz Celestial, foi batizada no dia 4 de abril. Ela se tornou cristã em dezembro de 2009. No dia de seu batismo, ela explicou os motivos que a levaram ao cristianismo: sua incapacidade de mudar a China e a dor de ver tanta violência em seu país, não somente no campo de direitos humanos e democracia, mas principalmente pelos abortos provocados pela lei que ordena que se tenha apenas um filho, definida por ela como “um massacre diário, mil vezes pior que o da Praça da Paz Celestial e feito às claras”.

O testemunho foi publicado na íntegra no site da ChinaAid (em inglês), no qual ela fala sobre os diversos encontros e amigos que colaboraram para que ela abraçasse o cristianismo.

Chai Ling nasceu durante a Revolução Cultural, filha de soldados do Exército pela Libertação do Povo, na base nordeste da China. Durante os protestos na Praça da Paz Celestial em maio-junho de 1989, Chai Ling tinha 23 anos e estudava psicologia na Universidade de Beijing (Beishida). Ela era a única líder mulher, que previu com grande tristeza o triste fim do movimento democrático (“Haverá um banho de sangue”, disse ela em uma entrevista alguns dias antes de 4 de junho).

Juntamente com outros 11 estudantes, ela fez um juramento que derramaria seu sangue pelo país, tendo como modelo os heróis chineses do passado, que cometeram suicídio para despertar o povo.

Depois do massacre, Chai Ling se tornou uma das 21 pessoas mais procuradas pela polícia chinesa. Com a ajuda de um grupo de budistas e organizações de Hong Kong, após um período escondida, ela conseguiu fugir para a França, e depois Estados Unidos. Morando em Boston, ela se formou em Economia em Harvard, e com seu marido, Robert Maggin Jr., criou uma empresa de software que emprega 300 pessoas.

Ela nunca esqueceu seu juramento e sempre doava parte de sua renda para orfanatos e organizações chinesas. As ameaças e as dificuldades a fizeram perder a esperança. “Apesar de todas as batalhas e sucessos, compreendi como sou pequena se comparada ao sistema. Como eu, uma simples cidadã, poderia enfrentar um sistema inteiro, com muitos recursos?”.

Em novembro de 2009, em Washington, ela ouviu o testemunho de Wujian, uma chinesa que teve que fazer um aborto porque engravidou sem permissão do escritório responsável pelo controle populacional. “Aquele momento trouxe de volta todas as memórias de abandono e dor que enfrentamos na noite de 4 de junho de 1989. Aquela noite foi tão brutal, não tivemos força para parar, nem o resto do mundo.” Chai Ling não teve ensino religioso. “Na China, não podemos acreditar em Deus. ‘Deus’ foi classificado pelos líderes como ‘o mal que os capitalistas usam para fazer lavagem cerebral nas pessoas’. ‘Deus’ era uma palavra proibida em nossa sociedade. Como resultado, o amor de Deus também assustava. A sociedade estava repleta de ódio, desconfiança e medo”.

Apoiada por seu marido, um cristão protestante, e alguns amigos que trabalham como voluntários contra o aborto, Chai Ling decidiu aceitar Cristo no dia 4 de dezembro de 2009. No dia 4 de abril, ela foi batizada. A fé na ressurreição de Cristo a deixa mais segura da “vitória em Deus” em meio às tribulações.

Em seu testemunho, Chai Ling demonstra compaixão pelos líderes chineses responsáveis pelo massacre: “O perdão de Deus é tão completo que mesmo um dos criminosos que estava com ele na cruz, quando se arrependeu de seus pecados, recebeu a promessa feita por Cristo de levá-lo ao céu. Se os líderes chineses soubessem que, não importa o que tenham feito, se eles se arrependerem, poderão receber o mesmo amor e perdão que todos nós recebemos. Qual é o presente que eles receberão? Liberdade para eles mesmos e para a China!”.

A conversão de Chai Ling é a mais recente entre as de diferentes líderes da Praça da Paz Celestial. Depois de lutar por ideias de igualdade e democracia, eles descobriram que só há razão em seu comprometimento com os direitos humanos se ele estiver baseado em Cristo. “Quando pensávamos que se iniciava um movimento democrático, gritávamos que todos os seres humanos são iguais. Agora, posso dizer isso com certeza, pois Deus nos criou iguais, segundo sua imagem e semelhança.”

Massacre da Paz Celestial

O Protesto na Praça da Paz Celestial (Tian’anmen) em 1989, mais conhecido como Massacre da Praça da Paz Celestial, ou ainda Massacre de 4 de Junho consistiu em uma série de manifestações lideradas por estudantes na República Popular da China, que ocorreram entre os dias 15 de abril e 4 de junho de 1989.

O protesto recebeu o nome do lugar em que o Exército Popular de Libertação suprimiu a mobilização: a praça Tiananmen, em Pequim, capital do país.

Os manifestantes (em torno de cem mil) eram oriundos de diferentes grupos, desde intelectuais que acreditavam que o governo do Partido Comunista era demasiado repressivo e corrupto, a trabalhadores da cidade, que acreditavam que as reformas econômicas na China haviam sido lentas e que a inflação e o desemprego estavam dificultando suas vidas.

O acontecimento que iniciou os protestos foi o falecimento de Hu Yaobang. A intenção dos protestos consistiam em marchas pacíficas nas ruas de Pequim, porém não foi o que aconteceu.

As estimativas das mortes civis variam: 400 a 800 (segundo o jornal The New York Times), 2 600 (segundo informações da Cruz Vermelha chinesa) e sete mil (segundo os manifestantes). O número de feridos é estimado em torno de sete mil e dez mil, de acordo com a Cruz Vermelha. Diante da violência, o governo empreendeu um grande número de arrestos para suprimir os líderes do movimento, expulsou a imprensa estrangeira e controlou completamente a cobertura dos acontecimentos na imprensa chinesa.

A repressão do protesto pelo governo da República Popular da China foi condenada pela comunidade internacional.

No dia 4 os protestos estudantis se intensificam muito. No dia 5 de junho, um jovem solitário e desarmado invade a Praça da Paz Celestial e anonimamente faz parar uma fileira de tanques de guerra. O fotógrafo Jeff Widener, da Associated Press, registrou o momento e a imagem ganhou os principais jornais do mundo. O rapaz, que ficou conhecido como “o rebelde desconhecido” ou “o homem dos tanques” foi eleito pela revista Time como uma das pessoas mais influentes do século XX. Sua identidade e seu paradeiro são desconhecidos até hoje.

Missão Portas Abertas

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sexta-feira, 15 de junho de 2012

O QUE É MISSÃO?


O que é missão? A palavra missão vem do latim missio, que significa envio. A terminologia missio somente veio aparecer no século XVI quando as ordens de monges jesuítas e carmelitas enviaram ao novo mundo de então centenas de missionários. Eles, os jesuítas, foram os primeiros a utilizarem a terminologia “missão” como a propagação da fé cristã entre os povos não-cristãos, ou seja, a disseminação da fé entre os povos não-católicos (os protestantes foram vistos como indivíduos a serem alcançados) (Gildásio Reis. Missões, Por Uma Conceituação Reformada. Extraído do site: www.monergismo.com [acesso em 20 de maio de 2011]. 

Até o século XVI, o termo “missão”, foi usado exclusivamente com referência à doutrina trinitária, ao papel da Trindade na história da redenção. O envio do Filho pelo Pai, e por sua vez, o envio do Espírito Santo pelo Pai e pelo Filho. Em grego, a palavra apostello, tem o mesmo significado. O termo se encontra bem destacado nas Sagradas Escrituras. No Novo Testamento as duas palavras apostello e pempo, que querem dizer envio, aparecem 210 vezes. Portanto, missão procede do plano e propósito de Deus. De tal modo, missão é tarefa vigente e urgente. É o método que Deus adotou para a divulgação do Evangelho. É urgente porque mais de dois bilhões de seres humanos jamais foram evangelizados e sequer ouviram o nome de Jesus. Portanto, é necessário para a igreja como comunidade missionária e portadora da Palavra, atravessar barreiras culturais para cumprir a sua vocação.

Sendo assim, missão não é uma alternativa da igreja. Não é uma atividade ou programa. Também não é um movimento. Missão é avivamento. É o estilo de vida do povo de Deus: “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado. E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século” (Mt 28.19,20). Missão é a evidência da plenitude do Espírito Santo: “mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judeia e Samaria e até aos confins da terra” (At 1.8).

Nos laços do Calvário que nos une,
Rev. Luciano Paes Landim.

quinta-feira, 14 de junho de 2012

A Galinha e o Porco



O que significa estar comprometido missões?

Estar comprometido com missões é entender missões como o empenho, ou antes, uma graça concedida por Deus à igreja.

Uma Ilustração prática para esclarecer o comprometimento da igreja com missões é a seguinte:

A galinha chegou ao porco e disse: “Pensei em nós dois contribuirmos para missões”.



O porco falou: “Muito bom... Mas de que maneira poderemos cooperar para missões?”

A galinha respondeu: “Eu pensei em contribuir com ovos e você com bacon”.

O porco disse: “Bem, pra você não será muito difícil, pois botar ovos é uma coisa natural sua, mas para mim terei de ser sacrificado”.

Ou seja, a galinha queria envolver-se, porém, o porco iria comprometer-se com missões.

Não basta estarmos envolvidos, precisamos estar comprometidos, empenhados e implicados com missões.

Assim sendo, na obra missionária devemos estar prontos para dar a nossa vida, sem nos preocuparmos com os holofotes, para que os perdidos sejam alcançados pelo Evangelho para a glória de Deus. Missões existem para a glória do Senhor do Universo.

Estar comprometido com missões é entender a evangelização como a natureza e estilo de vida do cristão.

Missões exigem sacrifícios.

Nos laços do Calvário que nos une,
Rev. Luciano Paes Landim.

Cristãos têm propriedade confiscada no Paquistão

13 jun 2012 Paquistão

Os cristãos de um vilarejo, na província de Punjab, estão lutando para salvar seu cemitério que existe há décadas; ele foi confiscado e transformado em fazenda de um coronel do exército aposentado, disseram as fontes.


Por causa da influência do ex-coronel, a polícia se recusou a responder à queixa feita pelos cristãos da vila de Wala Bhondary, em Narang Mandi, apesar das ordens de altos funcionários do governo.

Rehmat Masih, um cristão local, disse que o coronel Farrukh Alam, reinvindicou a propriedade de 150 acres de terra e fez ameaças aos cristãos da região, caso não desocupem o local. O cemitério, que foi construído antes da separação do Paquistão do território da Índia, já havia diminuído para cerca de um terço do seu tamanho original, depois que o coronel aposentado o cercou, delimitando seu espaço.

Masih disse que os cristãos foram à polícia de Narang Mandi, depois de o coronel Alam profanar as sepulturas em 24 de abril, mas os policiais se recusaram a registrar a denúncia.

O oficial do Exército aposentado reconheceu que a terra originalmente havia sido estabelecida como um cemitério cristão, mas que a propriedade fora desclassificada, como tal, e vendida em 1983.

"Neste momento não há indícios, no entanto, os túmulos continuam lá", afima Alam.

Ele disse que a propriedade pertence a ele há muitos anos. "Eu cerquei e delimitei o espaço do cemitério, limitando-o a três kanals [505.857 metros quadrados] cerca de dois anos atrás, o restante da terra está sendo usado para fins agrícolas", disse ele.

Alam negou que tivesse profanado as sepulturas cristãs, alegando que os cristãos estavam sendo usados por um membro da seita islâmica Ahmadia, considerada herética por muitos muçulmanos. Ele afirmou que "o Ahmadi" estava usando os cristãos para se opor a ele, por não ter tratado os membros desta seita, como muçulmanos verdadeiros.

O legislador provincial, Khurram Gulfam, membro da Liga Muçulmana do Paquistão-Nawaz, disse que pediu a seu tio para que os cristãos utilizem o terreno como cemitério deles, mas que o coronel insiste em ficar com a posse da terra.

Masih disse que Alam o estava ameaçando e também a outros cristãos da vila, e que a disputa foi alimentada pelas tensões religiosas na região. Em 11 de maio, cerca de 100 cristãos da região foram a Lahore para protestar contra a falta de providência da polícia nesse caso.

Os cristãos retornaram para sua aldeia depois de receber outra garantia de que o governo estudaria o assunto.

Acesse nosso catálogo de produtos e saiba como doar através de nossas campanhas.

Fonte: Compass Direct
Tradução: Marcelo Peixoto
Link: http://www.portasabertas.org.br/noticias/2012/06/1601067/

Boko Haram classifica os cristãos como "inimigos" e promete mais ataques a igrejas

"O Estado nigeriano e os cristãos são nossos inimigos e iremos lançar ataques contra o Estado e seu aparato de segurança, bem como contra as igrejas, até alcançarmos nosso objetivo de estabelecer um Estado islâmico no lugar do Estado laico que existe hoje". Disse o porta-voz do grupo radical Boko Haram.

Militantes do grupo radical islâmico Boko Haram, disseram , após cometer dois novos ataques no domingo (10), que as igrejas continuarão sendo alvo de seus ataques até que consigam estabelecer um Estado islâmico na Nigéria.

Homens armados abriram fogo contra uma congregação durante um culto, enquanto um homem-bomba se explodiu do lado de fora de outra igreja em dois incidentes separados.
O primeiro aconteceu em Biu, uma cidade no nordeste do Estado de Borno. Homens armados invadiram a igreja EYN ("Igreja dos Irmãos na Nigéria") e dispararam diversas vezes contra a congregação.

Hamidu Wakawa, que estava na igreja, disse: “Três homens armados atiraram contra as pessoas que estavam do lado de fora da igreja, antes de entrarem no edifício principal, a fim de executar os irmãos. Muitas pessoas foram mortas e outras ficaram feridas.

O número exato de mortes ainda não foi divulgado, mas as autoridades confirmaram que uma mulher foi morta e pelo menos três pessoas ficaram feridas.

Mais tarde, em outro ataque no mesmo dia, um homem-bomba se explodiu próximo a uma igreja evangélica na cidade de Jos, no Estado de Plateau. Ele se dirigiu à Igreja de Cristo, ficando o mais próximo possível do templo antes de detonar a bomba. Pelo menos 50 pessoas ficaram feridas e seis pessoas foram mortas, após a explosão. A intensidade da explosão fez com que o templo da igreja sofresse danos irreparavéis.

O grupo radical islâmico, Boko Haram, que tem praticado vários ataques a igrejas na Nigéria, reivindicou a responsabilidade pelos dois incidentes de domingo (10).

Um porta-voz do grupo disse: “Lançamos esses ataques para provar que a segurança da Nigéria é patética, e para ridicularizar a alegação do governo de que temos sido enfraquecidos pela repressão militar.

Não passa uma semana na Nigéria sem que outro ataque a igrejas aconteça. No último domingo, pelo menos 12 pessoas foram mortas e mais de 40 ficaram feridas em um atentado suicida que atingiu duas igrejas, no Estado de Bauchi.

O Boko Haram está lutando para estabelecer um estado islâmico no norte da Nigéria e já deixou muito claro, que os cristãos não são bem-vindos nesta região. No dia de Ano Novo, o grupo emitiu um ultimato de três dias para que os cristãos deixassem o Norte do país, e desde então os ataques contra eles têm sido implacáveis.

Pedidos de oração

• Peça a Deus que proteja seus filhos dos ataques de grupos religiosos radicais.

• Ore para que que Cristo se revele de maneira sobrenatural aos militantes do Boko Haram.

• Só Jesus Cristo pode fazer com que haja paz entre os homens, então ore para que a paz de Cristo, descrita em João 14.27, se faça presente na Nigéria.

Assista ao DVD As Listras da Zebra e conheça a realidade de muitos cristãos que vivem em países da África.

Fonte: Barnabas Fund
Tradução: Marcelo Peixoto
Link: http://www.portasabertas.org.br/noticias/2012/06/1601231/

quarta-feira, 13 de junho de 2012

BREVE BIBLIOGRAFIA DE TEOLOGIA PASTORAL


QUERO AQUI SUGERIR UMA BREVE BIBLIOGRAFIA DE TEOLOGIA PASTORAL:

Armstrong, John (org.). (2007). O Ministério Pastoral Segundo a Bíblia. São Paulo, SP: Editora Mundo Cristão.

Barrientos, Alberto. (1999). Trabalho Pastoral – princípios e alternativas. Editora United Press.

Baxter, Richard. (1996). O Pastor Aprovado – modelo de ministério e crescimento pessoal. São Paulo, SP: Publicações Evangélicas Selecionadas.

Bickers, Dennis. (2001). Pastor e Profissional – a alegria do ministério bivocacionado. Rio de Janeiro, RJ: Editora Textus.

Carson, D.A. (2009). A Cruz e o Ministério Cristão. São José dos Campos, SP: Editora Fiel.

Drescher, John M. (1997). Se Eu Começasse Meu Ministério de Novo. Campinas, SP: Editora Cristã Unida.

Fábio, Caio. (1997). Confissões do Pastor. Rio de Janeiro, RJ: Editora Record.

Groeschel, Craig. (2007). Confissões de um Pastor – por que decidi tirar a máscara da perfeição. São Paulo, SP: Editora Mundo Cristão.

Kemp, Jaime. (1995). Pastores em Perigo – ajuda para o pastor, esperança para a Igreja. São Paulo, SP: Editora Sepal.

________________. (1999). Pastores Ainda em Perigo – ajuda para o pastor, esperança para a Igreja. São Paulo, SP: Editora Sepal.

Lopes, Hernandes Dias. (2007). Piedade e Paixão – a vida do ministro é a vida do seu ministério. São Paulo, SP: Arte Editorial e Editora Candeia.

________________. (2008). De Pastor a Pastor. São Paulo, SP: Editora Hagnos.

Lutzer, Erwin. (2000). De Pastor Para Pastor – respostas concretas para os problemas e desafios do ministério. São Paulo, SP: Editora Vida.

Macarthur, John & Wayne, Mack. (2004). Introdução ao Aconselhamento Bíblico – um guia básico dos princípios e prática do aconselhamento. São Paulo, SP: Editora Cultura Cristã.

Peterson, Eugene. (2000). Um Pastor Segundo o Coração de Deus – a forma da integridade pastoral. Rio de Janeiro, RJ: Editora Textus.
________________ & Marva J. Dawn. (2001). O Pastor Desnecessário – redescobrindo o chamado. Rio de Janeiro, RJ: Editora Textus.
________________. (2002). O Pastor Contemplativo – voltando à arte do aconselhamento. Rio de Janeiro, RJ: Editora Textus.
________________. (2006). A Vocação Espiritual do Pastor – redescobrindo o chamado ministerial. São Paulo, SP: Editora Mundo Cristão.
________________. (2008). O Pastor Que Deus Usa – cinco pilares da prática pastoral. São Paulo, SP: Editora Mundo Cristão.

Price, Donald E. (org.). (2001). Autenticidade ou Hipocrisia? – a integridade e os desafios do ministério. São Paulo, SP: Edições Vida Nova.

Sittema, John. (2004). Coração de Pastor – resgatando a responsabilidade pastoral do presbítero. São Paulo, SP: Editora Cultura Cristã.

White, Peter. (2003). O Pastor Mestre – lições indispensáveis que um ministro deve aprender. São Paulo, SP: Editora Cultura Cristã.

Zabatiero, Júlio. (2005). Fundamentos da Teologia Prática. São Paulo, SP: Editora Mundo Cristão.

Nos laços do Calvário que nos une,
Rev. Luciano Paes Landim.

terça-feira, 12 de junho de 2012

Classificação de Países por Perseguição

Para muitos cristãos é desconhecido o fato de que existem pessoas que são perguidas pela sua fé nos dias atuais. Sim, existem milhares de cristãos que sofrem perseguição, cristãos que pagam um alto preço pela sua fé. A missão portas abertas faz um excelente trabalho de apoio a esses irmãos, todo ano eles lançam a classificação de países por perseguição, eles já divulgaram a lista de 2010, como está abaixo. É nosso dever como servos transformados por Deus, o de orarmos, divulgarmos e ajudarmos de alguma maneira esses irmãos. Que possamos usar a nossa liberdade para fazermos discípulos pra Jesus.

CLIQUE NA IMAGEM PARA AUMENTÁ-LA



Fonte: http://missoesquemseimporta.blogspot.com.br/2010/05/classificacao-de-paises-por-perseguicao.html

As 10 maiores religiões do mundo



Cristianismo - com seus 2.106.962.000 de adeptos, fica em primeiro lugar da lista.

Islamismo - com cerca de 1,5 bilhão a 1,8 bilhão de adeptos segue em segundo lugar. Cidade de nascimento do profeta Maomé (fundador do Islã).

Hinduísmo - com seus 851.291.000 de adeptos vem um pouco atrás, em terceiro.

Religiões populares chinesas - com cerca de 402.065.000 de seguidores vem em quarto lugar. Nesta categoria estão várias crenças professadas principalmente na China, reunidas como cultos ancestrais, ética confucionista, xamanismo e elementos taoístas e budistas.

Budismo - com cerca de 375.440.000 de praticantes vem em quinto lugar. O impressionante templo de Borobudur fica no meio de uma floresta em Java, ilha da Indonésia.

Sikhismo - com seus 24.989.000 de participantes vem bem mais atrás, em sexto lugar. Religião indiana que mistura elementos do hinduísmo e islamismo, foi fundada em época de conflitos entre adeptos dessas religiões.

Espiritismo - com 15.000.000 de adeptos vem em sétimo lugar. O Brasil apresenta o maior número de adeptos da religião. A maioria dos espíritas se diz cristão (por seguir os ensinamentos de Jesus), mas este artigo vale apenas para os seguidores do espiritismo sistematizado pelo francês Allan Kardec.

Judaísmo - com seus 14.990.000 de praticantes vem em oitavo. O Muro das Lamentações, é a única estrutura remanescente do Templo de Herodes.

Fé Bahá'í - com seus 7.496.000 participantes vem em nono lugar. Surgiu na antiga Pérsia, atual Irã, em 1844, e não possui dogmas, rituais, clero ou sacerdócio, baseando-se na crença pela unidade da humanidade, busca pela verdade e fim dos preconceitos.

Confucionismo - com 6.447.000 adeptos fica em último lugar. Nesta categoria estão os confucionistas não chineses. Os praticantes chineses já foram considerados antes na lista.

Ore para que Deus envie mais missionários para os povos que não conhecem o evangelho. Desafie a liderança de sua igreja a sustentar ou auxiliar no sustento de um missionário. Uma igreja sem missão é campo missionário no futuro.

Fonte: http://missoesquemseimporta.blogspot.com.br/2010/05/as-10-maiores-religioes-do-mundo.html

Religiões no Brasil



Principais religiões e crenças no Brasil e seus seguidores: (Fonte: IBGE - Censo Demográfico de 2000.)

Religião ou Crença Nº de seguidores no Brasil

Igreja Católica Apostólica Romana 124.980.132
Igreja Católica Ortodoxa 38.060
Igreja Batista 3.162.691
Igreja Luterana 1.062.145
Igreja Presbiteriana 981.064
Igreja Metodista 340.963
Assembléia de Deus 8.418.140
Congregação Cristã do Brasil 2.489.113
Igreja Universal do Reino de Deus 2.101.887
Igreja do Evangelho Quadrangular 1.318.805
Igreja Deus é Amor 774.830
Outros Penteconstais / Neopentecostais 2.514.532
Igreja Adventista do Sétimo Dia 1.209.842
Testemunhas de Jeová 1.104.886
Mórmons 199.645
Espiritismo 2.262.401
Umbanda 397.431
Budismo 214.873
Candomblé 127.582
Igreja Messiânica 109.310
Judaísmo 86.825
Tradições esotéricas 58.445
Islamismo 27.239
Crenças Indígenas 17.088
Orientais (bahaísmo, hare krishna, hinduísmo, taoísmo, xintoísmo, seicho-no-iê) 52.507
Outras religiões 41.373
Sem declaração / não determinadas 741.601
Sem religião 12.492.403

Fonte: http://missoesquemseimporta.blogspot.com.br/2010/05/religioes-no-brasil.html

Estatísticas Missionarias



Dos 24.000 povos no mundo, 8.000 ainda não foram alcançados com o Evangelho. • Dos 251 povos indígenas brasileiros, 118 ainda não têm missionários. • Das 7.158 línguas do mundo, a Bíblia ainda não foi traduzida para 4.000 delas.

• Ainda existem países que não possuem nenhum crente nacional conhecido. Entre eles estão Arábia Saudita, Saara Ocidental, Ilhas Maldivas e Catar

• Das 600.000 cidades e vilas na Índia, em 500.000 ainda não tem obreiros cristãos.

• Na China ainda existem 500.000.000 de pessoas que nunca ouviram falar de Jesus.

• Dentre as 250.000 igrejas existentes no Brasil menos de 400 delas possuem um missionário trabalhando com esses povos não alcançados (incluindo nossas tribos indígenas).

• Acredita-se que morrem 85.000 diariamente no mundo sem nunca terem ouvido falar da salvação em Jesus.• Menos de 1% dos recursos da Igreja brasileira são investidos na obra transcultural.

• A média de investimento do crente brasileiro em missões é de apenas R$ 1,30 por ano.

• Pra se ter uma ideia, se investe mais em chicletes e balas do que missoes.

Estas informações são conhecidas da maioria dos líderes denominacionais brasileiros, mas é algo pouco divulgado entre os crentes. Sendo assim, o projeto visa levantar não apenas candidatos, mas também igrejas e pessoas que estejam dispostos a interceder por missões e investir naqueles que pretendem ir.

Fonte: Sepal

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Não Siga o Seu Coração!


O orgulho antecede a queda

Talvez você fique chocado com esta afirmação, mas, com certeza vai se identificar com ela: Não siga o seu coração! Obadias 3 diz:

“A soberba do teu coração te enganou, ó tu que habitas nas fendas das rochas, na tua alta morada, e dizes no teu coração: Quem me deitará por terra?”

As palavras acima foram ditas pelo profeta Obadias referente aos edomitas, povo que vivia a sudeste de Israel. O coração dos edomitas (descendentes de Esaú) os induziu a pensar que eram indestrutíveis. Suas cidades foram construídas numa região montanhosa. Sela (Petra), sua cidade principal, estava sobre uma montanha de cerca de 1.500 metros de altura. Temã era uma crescida cidade fortificada ao sul. Esses recursos eram muito vantajosos na defesa das cidades na antiguidade. Por tê-los, os edomitas passaram a se sopesar imbatíveis.

Todavia, o profeta Obadias aponta os pecados que levaram os edomitas a uma condição de completa destruição: "... e serás exterminado para sempre... e ninguém mais restará da casa de Esaú" (vv.10,18). A mensagem de Obadias é, antes de qualquer coisa, um repúdio ao orgulho.

Podemos alistar aqui os pecados de que Edom se tornou culpado: soberba (v.3); violência cometida contra Israel (v.10); olhou com prazer o dia da calamidade de seu irmão (v.12); aproveitou-se da ruína de seu irmão (v. 13); e não teve misericórdia de Israel, e ainda ajudou o inimigo (v.16).

Porém, nos deteremos somente no pecado do orgulho que os edomitas praticaram. Os edomitas deram ouvidos ao que dizia o seu coração, assim enganaram a si mesmos. Eles estavam profundamente soberbos. Aqui fica uma lição bem clara: O orgulho antecede a queda.

O versículo 3 de Obadias nos mostra como vive enganado aquele que confia nas circunstâncias terrenas. Os edomitas, por habitarem em lugar aparentemente inexpugnável, ensoberbeceram-se. Mas não imaginavam que, no tempo e na hora de Deus, tudo aquilo em que confiavam cairia por terra. Confiar no dinheiro, na posição social que se ocupa, na saúde, na beleza física, etc., é loucura absoluta. Você confia nalguma destas coisas? A nossa suficiência vem de Deus.

Confiar no próprio coração é loucura total

A advertência de Jeremias é bem clara:

“Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e desesperadamente corrupto; quem o conhecerá?" (Jr 17.9).

Veja agora o que a Bíblia diz acerca do rei Uzias:

"Mas, havendo-se já fortificado, exaltou-se o seu coração para a sua própria ruína, e cometeu transgressões contra o SENHOR, seu Deus, porque entrou no templo do SENHOR para queimar incenso no altar do incenso." (2Cr 16.16).

O patético é que, também dentro da igreja, muitas pessoas têm aderido ao slogan: “Siga o seu coração”. O único poder que o nosso coração tem é o de nos enganar e ludibriar. O que deve ser seguido é: “Sola Scriptura” (somente a Escritura). A Bíblia é a nossa bússola e única regra de fé e prática. A Palavra de Deus não erra!

Finalmente, no versículo 21 encontramos a nossa grande esperança e perspectiva, o suspiro da nossa alma: "O reino será do SENHOR"! Sim, sabemos que Deus é Soberano e tem controle de tudo, mas suspiramos por aquele dia em que Jesus voltará e restaurará o paraíso perdido! Agora, vemos como que em espelho. Porém, naquele dia, veremos essa realidade numa outra grandeza. MARANATA!

"Contudo, já em nós mesmos, tivemos a sentença de morte, para que não confiemos em nós, e sim no Deus que ressuscita os mortos." (2Co 1.9)

Uma pergunta: Você segue o seu coração ou a Palavra de Deus?

Nos laços do Calvário que nos une,
Rev. Luciano Paes Landim.

domingo, 10 de junho de 2012

PALESTRA: DEUS É MISSIONÁRIO



A graça e a paz do Deus Missionário estejam contigo!

É com muita alegria que convidamos você para participar da palestra “DEUS É MISSIONÁRIO”, que será ministrada pelo Rev. Luciano Paes Landim no dia 30 de junho (sábado) a partir das 08:30hs, na Igreja Assembleia de Deus CIADSETA (Qd. 04 Lt. 36, São José – São Sebastião/DF).

Valor do investimento: R$ 10,00.

Na ocasião, será servido um delicioso café da manhã e cada participante receberá um exemplar dos livros do palestrante (INCLUSOS NO VALOR DO INVESTIMENTO).

Inscrições limitadas – Reserve a sua vaga: (61) 8460-9254 / 9134-3092

Nos laços do Calvário que nos une,
Luciano Paes Landim.

sábado, 9 de junho de 2012

É de NÃO aceitar


Rejeitando tudo que não provêm da Bíblia
 
ALGUMAS COISAS QUE não devemos aceitar em nossas igrejas:
 
É de não aceitar ver pessoas pensarem que a Bíblia é um livro mágico ou “psicografado” pelo Espírito Santo, e não a revelação escrita, inspirada, inerrante, autoritativa e suficiente Palavra de Deus:
 
“Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça” (2Tm 3.16).
 
É de não aceitar ver “líderes” que querem fixar “inspirações” doutrinais próprias, sonhos, visões e doutrinas extra-bíblicas, sendo que a Bíblia é o que é: inspirada (soprada) Palavra de Deus. A Bíblia é a nossa única regra de fé e prática.
 
É de não aceitar ouvir o evangelho da prosperidade, coisa esta que só traz miséria para a alma. O cristianismo não é comércio nem barganha. Muitos esqueceram as riquezas do alto e se afundaram no materialismo. Eles se esqueceram das palavras de Jesus que afirmam:
 
“E ainda vos digo que é mais fácil passar um camelo pelo fundo de uma agulha do que entrar um rico no reino de Deus” (Mt 19.24).
 
É de não aceitar os cultos-shows, onde a pregação fiel, pura e simples do evangelho é abandonada e o espetáculo é aplaudido. O culto hoje tem sido antropocêntrico. O show tem que parar e a adoração tem que continuar. O culto não visa entreter ou agradar o homem, mas adorar a Deus.
 
É de não aceitar os discursos repetitivos com palavras de efeito e aberrações dos que comercializam a Palavra de Deus. Esses são os verdadeiros “predadores” do evangelho, os vendedores de ilusão, os pulpiteiros da falsa riqueza. São comunicadores sem conteúdo bíblico, que exploram e enganam o povo.
 
É de não aceitar os programas de rádio e televisão em que os pastores não pregam as boas novas de salvação em Jesus Cristo, porém, gastam o tempo todo anunciando as atividades de suas próprias denominações e pregam seus próprios pensamentos afundados na psicologia humanista secular.
 
É de não aceitar as infinitas campanhas de prosperidade, colheita, sucesso financeiro, “vitória”, etc. É puro egoísmo e capitalismo selvagem. É pura mentira. Por que eles não fazem “campanhas” para se desapegarem das coisas deste mundo? Por que eles não preparam as pessoas para as intempéries da vida? Ou ainda, por que eles não falam que para seguir Jesus é necessário carregar a cruz?
 
É de não aceitar os “amuletos” evangélicos: réplicas da arca da aliança, candelabros, querubins, pulseira, sal grosso, sabonete, óleo, etc. Há uma diferença enorme e fundamental entre a fé bíblica e as crendices supersticiosas. Cristianismo não é o mesmo que animismo. Essas coisas são idolatria.
 
É de não aceitar ver pessoas confundirem o evangelho com autoajuda ou confissão positiva. Elas dizem “olhe pra dentro de você, você é capaz”, “determine a sua vitória”, “se aceite como você é”, “siga o seu coração”. Ledo engano! Ao olharmos para dentro de nós só vamos ver pecados. Devemos olhar para dentro de nós e reconhecer o nosso pecado e olhar para Deus e contemplar a Sua glória e santidade. Ele sim é Santo e capaz. A nossa suficiência vem de Deus. Devemos nos inconformar da nossa inclinação pecaminosa. A nossa vitória não está em palavras “determinadas” por nós, mas no sangue de Jesus Cristo, nas palavras determinadas por Deus. Não podemos seguir o nosso próprio caminho. Não devemos seguir o nosso próprio coração, mas a Bíblia, o caminho do Senhor. A advertência de Jeremias é bem clara:
 
“Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e desesperadamente corrupto; quem o conhecerá?” (Jr 17.9).
 
 A Bíblia exige atitudes corretas. Deus nos convoca à conversão genuína, mudança de direção. Devemos deixar a gerência e pedir ao Senhor das circunstâncias para que nos conduza.
 
É de não aceitar as expressões do tipo “eu decreto”, “eu determino”, “eu não aceito”, “eu profetizo a minha vitória”. Deveríamos dizer “eu clamo”, “eu peço”, “eu me rendo”, “eu confesso”, “eu me arrependo”, “eu sou pecador”, “eu estou perdido”, “eu preciso de Deus”, “eu preciso do Salvador”. O Evangelho não é mágica, mas o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê (Rm 1.16).
 
É de não aceitar as vaidades religiosas. É extenuante observar os líderes que adoram cargos, posições e títulos. É de não suportar ouvir que mais um se auto-intitulou apóstolo. Eles são ególatras. A igreja é lugar de humildade e simplicidade. Quem deseja ser servido não deve estar na igreja. Igreja é lugar de servir.
 
É de não aceitar esses cultos de amarrar demônios, adoração “extravagante”[1], liberar “palavra profética”, “dança profética” ou de desfazer as maldições. Muitos ainda não entenderam que a bênção está com o povo de Deus e a maldição está com o mundo. Está na hora de assumirmos a culpa. Não podemos transferi-la aos nossos ancestrais ou aos demônios. Se nos afastamos de Deus automaticamente ficamos debaixo de maldição. Ninguém tem o poder de nos amaldiçoar. Somos amaldiçoados quando abandonamos o caminho de Deus. Confessemos os nossos próprios pecados.

Portanto, sigamos o evangelho puro e verdadeiro de Cristo. Recusemos totalmente o evangelho da superstição, do sincretismo, do esoterismo, da autoajuda e da confissão positiva. Voltemos a Palavra de Deus. Ela é suficiente!

Nos laços do Calvário que nos une,

Luciano Paes Landim

(Pastor da IIBN e Presidente/Fundador da Missão SAEM)

[1] A Bíblia diz que a adoração tem que ser em espírito e em verdade (Jo 4.24), e não em extravagância.

Educando para a glória de Deus