sábado, 26 de janeiro de 2013

Mais 07 Conselhos Importantes aos Pregadores


A pregação é o fundamental meio de graça. É a ocupação primordial da igreja. É a baliza essencial da verdadeira igreja. É o meio pelo qual o Reino de Deus é acessível ou fechado aos perdidos. A pregação não pode ser desprezada. A igreja cresce ou diminui por causa da pregação. Daí, a importância e o valor da pregação. A pregação deve ser feita para a glória de Deus, para a edificação da Igreja e para a salvação dos pecadores.

Pregar é anunciar a salvação de Deus em Jesus Cristo. Os métodos são diversos, e não podem ser limitados, contudo nunca se deve abrir mão da fidelidade às Escrituras.
Assim sendo, vejamos mais sete (07) conselhos importantes aos pregadores (para ver os outros doze 12 conselhos acessem o link: http://www.lucianopaeslandim.blogspot.com.br/2013/01/12-conselhos-importantes-aos-pregadores_7997.html):

1. Pregadores, sejam diretos em suas mensagens. Não se delonguem na explanação do sermão. Vão direto ao assunto do texto bíblico. Centralizem-se no ensino principal da passagem bíblica da pregação. Não rodeiem. Expliquem direta e logicamente o Texto Sagrado. Não floreiem nem enfeitem a Bíblia. Não acrescentem ou diminuam nada às Escrituras. Falem o que precisa ser dito com economia de palavras. As Escrituras são suficientes.

2. Pregadores, sejam espontâneos. Não imitem outros pregadores. Sejam vocês mesmos. Sejam naturais ao pregarem de tal forma que demonstre não estar fingindo. Preguem calorosa e fervorosamente. Assim, seus sermões serão desenvoltos e envolventes.

3. Pregadores, sejam exegéticos na abordagem. Cada palavra do texto bíblico tem de ser interpretada conforme o ambiente histórico específico, as línguas originais, as estruturas gramaticais e o contexto bíblico. Portanto, busquem o sentido original do texto básico do sermão e apresenta-o aos ouvintes.

4. Pregadores, apliquem o texto ao coração dos ouvintes. Além de explicarem aos ouvintes o sentido original da passagem bíblica, apliquem o texto à vida dos ouvintes. Lembrem-se, pregar não é só apresentar informações, mas também compartilhar visando a mudanças comportamentais. Portanto, pregadores, sejam práticos na apresentação do sermão sem serem pragmáticos. Convoquem o povo a se arrepender de seus maus caminhos.

5. Pregadores, sejam encorajadores enquanto estiverem pregando. Não preguem friamente, nem percam de vista o aspecto pastoral da pregação. Exortem amavelmente os ouvintes para que sigam a Palavra de Deus. Estimulem e encorajem as ovelhas a confiarem inteiramente em Deus. Chamem as pessoas a se auto-examinarem à medida que forem aplicando a verdade bíblica. Admoestem os ouvintes a abandonarem o pecado.

6. Pregadores, defendam a verdade. Todo sermão deve ser uma defesa apologética da fé. Portanto, defendam a verdade e confrontem as mentiras do Diabo.

7. Pregadores, preguem cheios de paixão. Tenham grande ardor em alcançar almas perdidas. Apresentem um apelo aos perdidos. Levem vidas a Cristo. Sejam verdadeiros evangelistas.

Que o Senhor da seara levante mais pregadores fiéis nesta última hora!

Nos laços do Calvário que nos une,
Luciano Paes Landim.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

O Deus vivo é um Deus missionário


O Deus vivo é um Deus missionário. O caráter de Deus exprime isto. Missões existem para a própria glória do Senhor da missão. Missões nunca foi invenção humana. Nenhum ser do mundo seria capaz de criar um projeto tão perfeito e tão singelo como este. Missões é algo criado por Deus. É a batida do coração da igreja.

Foi Deus quem deu a iniciativa missionária quando se auto-enviou ao jardim no Éden e anunciou as boas novas ao primeiro casal humano (Gn 3.15, proto-evangelho), depois enviou o Filho missionário (Jo 3.16) e por fim, Deus Pai e Deus Filho enviaram o Espírito missionário (At 1.8). Ainda hoje, Deus é o sustentador da obra missionária. Deus ama missões. Missões existem para a glória de Deus. A igreja existe para proclamar a glória de Cristo. Alguém disse que se Deus Pai é missionário, se Deus Filho é missionário e se Deus Espírito é missionário, não temos escolha, ou somos missionários ou somos impostores.

Deus também nos deixou um livro missionário para nos orientar no trabalho da seara: a Bíblia. A Bíblia é a Palavra de Deus inspirada, inerrante, suficiente e autoritativa. Nela há um clamor missionário do primeiro livro (Gênesis) ao último (Apocalipse). Há um teor evangelístico nas Sagradas Escrituras, de modo que todo cristão é chamado a proclamar as boas novas de salvação única e exclusiva em Jesus Cristo. As Escrituras mostram muitos homens que Deus levantou na história com o único propósito de proclamar o Evangelho. Assim, não temos alternativa, ou evidenciamos a fé cristã através da obra missionária ou a negamos.

A igreja foi chamada para exultar o Senhor da glória. Existimos para adorar a Deus com todo o nosso ser, alma, força e entendimento. Devemos obedecer ao mandamento de Cristo: Ir e fazer discípulos, para Ele, de todas as nações, povos e línguas, ensinando-os a guardar tudo o que Ele ensinou e batizando-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo (Mt 28.19-20).

O meu desejo é para que o Senhor da missão agracie o coração do leitor, de maneira que a chama missionária o levante como um soldado do exército poderoso de Cristo e o leve a proclamar a glória do Deus vivo.

Nos laços do Calvário que nos une,
Luciano Paes Landim.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

LOUVOR É MAIS QUE MÚSICA

VIVA E CANTE PARA A GLÓRIA DE CRISTO


“Todo ser que respira louve ao SENHOR. Aleluia.” Sl 150.6

PARA INÍCIO DE CONVERSA, algumas perguntas: É possível louvar a Deus sem música? Como se portariam os músicos na igreja se o “ministério de louvor” não tivesse música? Músico na igreja é o mesmo que levita? O que é o louvor a Deus? O louvor liberta mesmo? O que Deus espera dos músicos? O que Deus não espera dos músicos?

Vejamos alguns pontos relevantes no que refere ao louvor e a música:

Primeiro: A música tem um valor inestimável. Há quem subestima e menospreza a música na igreja. Entretanto, a música é uma arte briosa e ilustre presente tanto no céu como na terra, empregada tanto por anjos como por homens. A música enleva e extasia a alma e nos motiva a despejar o coração em fervente louvor ao Deus Criador. A música precisa ser dirigida a mente e também ao coração, à razão e às emoções. A música tem uma extensão vertical (a exaltação e a glória de Deus) e uma extensão horizontal (levar as pessoas a confiar em Deus).

Segundo: Muitos se interessam pela música, porém, poucos pelo louvor a Deus com música. Louvar é uma coisa, tocar é outra. Você pode ser o melhor músico do mundo, mas se não houver louvor, Deus não recebe. O louvor pode conter música, mas nem sempre a música contém louvor. Louvor é mais que música. Ou seja, o músico deve ser um adorador na vida antes de se colocar frente ao povo de Deus. Louvar a Deus significa reconhecê-Lo, agradecê-Lo e exaltá-Lo.

Terceiro: Muitos insistem em dizer que músico é levita. Músico na igreja não é o mesmo que levita. Levitas eram os membros da tribo de Levi. A Bíblia relata que existiam levitas envolvidos com a música no antigo Israel. No entanto, nem todos os levitas eram músicos. Alguns levitas cuidavam de outras atividades cultuais, como o sacrifício, tarefas administrativas e operacionais. Se houvesse ainda o sacerdócio levítico, ele não estaria acoplado a músicos na igreja. Músico que se autodenomina “levita” imputa para si uma identificação judaizante e se ergue mais que os outros irmãos. Institui uma categoria entre crentes “levitas” e “não-levitas”. Todavia, com a morte e ressurreição de Cristo, o sacerdócio levítico tornou-se caduco. O levita tinha um papel de mediador, assumido por Cristo. Em Cristo, todos somos sacerdotes.

Quarto: O “mercado gospel”. Toda pressão desse mercado tem apenas contribuído para a falta de conteúdo e de qualidade nas músicas. Há uma exaustão e empobrecimento das letras e um simplismo que beira a repetição e a imitação mundana. Devemos nos empenhar pela excelência na musicalidade e nas letras das canções que cantamos. No “mercado gospel” a motivação deixa de ser “louvar e enaltecer a glória de Cristo” e passa a ser “produzir entretenimento, divertimento e distração na maioria das vezes pautada em emocionalismo e sensacionalismo ou em apelos proféticos de avivamento e de extravagância que só aumentam a idolatrização e egolatrização do ser”. Hoje em dia, vende-se mais porcaria do que canções sérias. Sem querer tornar mínimo a acuidade da música no culto, o que chamamos de ministério de louvor, é na verdade uma equipe de música que deve louvar a Deus, musicalmente falando. Qualquer atitude ou ação oposta a isto deve ser rejeitada, indispensavelmente.

Quinto: O “culto-show”. Subir no altar e fazer imitação de crente não é louvor, é show, ou melhor, rascunho de show mal feito. É uma grande incoerência essa coisa de se tornar estrela gospel. O tratamento dado a artistas gospel é inadmissível. Quando a música na igreja é reduzida a entretenimento e recreação, ela se torna um ídolo. Muita música dita “evangélica” é “do mundo”. A música deve louvar a Deus e não aos homens. O culto é feito para Deus e não para nós mesmos. A verdade é que o show tem que parar e a mensagem da cruz precisa ser cantada em nossas igrejas. Um músico no culto público pode estar profanando o nome de Deus se seu alvo não for a glória de Cristo.

Sexto: Por que os músicos são uma das partes mais complicada da igreja? Porque muitos deles são egocêntricos, crêem piamente que o mundo gira em torno deles e acham que nada funciona sem eles. A maioria dos cantores evangélicos se comporta como artistas e não como servos. A postura é a de um ídolo e não de um servo que recebeu dons. Vale lembrar que os músicos na igreja não são estrelas. Músicos na igreja que agem assim deveriam se arrepender de sua egolatria e aprender sobre a humildade de Cristo. Deus não espera dos músicos o que muitos estão buscando: estatus. Deus espera dos músicos louvor, santidade, conhecimento e intimidade. Os músicos na igreja devem ser humildes.

Sétimo: Barulho não é avivamento. Outro problema no que refere a música na igreja é achar que barulho é sinal de avivamento. Alguns cantores acham que incitando o povo a fazer barulho, levando-os a histeria coletiva estará promovendo um mover de Deus. Isso não é verdade. Barulho não é sinal de avivamento. Se fosse, canteiro de obras seria o lugar mais avivado do mundo! Nosso culto precisa ser racional, isto é, lógico. Precisa ser inteligível e espiritual. A gritaria é uma das formas mais primitivas de extravasar a emoção e não sinal de espiritualidade e avivamento.

Oitavo: O músico precisa conhecer profundamente a Bíblia. É muito ruim ouvir músicos dentro da igreja falando besteiras por não conhecer as Escrituras. Portanto, assim como a oração, a leitura da Palavra de Deus e principalmente a pregação dela, a música também usa a palavra falada e escrita e faz parte do culto solene para juntos transmitirem os ensinamentos das Escrituras. Por isso, é indispensável a ordem: Cante as Escrituras! Para se cantar a Bíblia, antes é preciso conhecê-la. Músicos que não conhecem profundamente as Escrituras não podem estar à frente da igreja.

Nono: O louvor liberta ou Deus liberta por intermédio do louvor? A resposta é: O louvor não liberta. Dez mil vezes não! Deus é quem liberta por intermédio do louvor. Não podemos idolatrizar a música achando que ela liberta. Somente Deus liberta. O propósito da música na igreja não é libertar, mas louvar a Deus.

Décimo: A vida da igreja é adorar, louvar, agradar e exaltar ao seu Senhor. Deus diariamente nos desafia a viver uma adoração sem palavras, onde quer que estejamos. Seja em casa, ou na rua, na faculdade, no ônibus, dentro do carro, no trabalho, em meio a uma grande multidão, ou sozinho. O louvor deve ser expresso de dentro do coração e de várias maneiras. Ele pode se exprimir de várias atitudes, até mesmo através da música. O fato é que Deus espera mais de nós do que temos dado a Ele. Devemos adorá-Lo também através da música. Mas não com músicas pobres e cânticos antropocêntricos, humanistas e personalistas. Mas com cânticos fundamentados na Bíblia, que glorifiquem a Cristo. Afinal, a música na igreja não é para nos entreter ou nos agradar, mas para louvar Aquele que é digno de toda honra e de toda glória.

Aqui ficam algumas ferramentas valiosas para se louvar a Deus apesar da música:

1. Oração.
2. Leitura bíblica.
3. Santidade.
4. Finanças.
5. Testemunho.
6. Jejum.
7. Serviço.
8. Pensamentos. Etc.

Portanto, precisamos rever o papel da música na adoração. Chegou a hora de pararmos de brincar de ministério de música e levar a sério o que Deus nos confiou. Deus procura adoradores que O adore em espírito e em verdade (Jo 4.24), com ou sem música. Assim, a música em seu conteúdo deve ser simples, resumida e direta aplicando os conceitos da sã doutrina a vida do crente. Nosso canto é para a glória de Deus e edificação da igreja. Portanto, vivamos e cantemos para a glória de Cristo!

Nos laços do Calvário que nos une,
Luciano Paes Landim.

domingo, 20 de janeiro de 2013

BIBLIOGRAFIA BÁSICA DE MISSÕES

Breve lista de livros sobre missões:

1. TEOLOGIA BÍBLICA DE MISSÕES:
Wright, Christopher J. H. A Missão do Povo de Deus – Uma teologia bíblica da missão da igreja. São Paulo, SP: Editora Vida Nova, 2012.

2. HISTÓRIA DAS MISSÕES:
González, Justo L. & Orlandi, Carlos Cardoza. História do Movimento Missionário. São Paulo, SP: Editora Hagnos, 2008.

3. VIDA E CARÁTER MISSIONÁRIO:
Edwards, Jonathan. A Vida de David Brainerd. São José dos Campos, SP: Editora Fiel.

4. A IGREJA LOCAL E MISSÕES:
Engen, Charles van. Povo Missionário, Povo de Deus – Por uma redefinição do papel da igreja local. São Paulo, SP: Editora Vida Nova, 1996.

5. MISSÃO HOLÍSTICA:
Stott, John. A Missão Cristã no Mundo Moderno. Viçosa, MG: Editora Ultimato, 2010.

6. EVANGELISMO:
MacArthur, John & e os pastore e missionários da Igreja Comunidade da Graça. Evangelismo: compartilhando o evangelho com fidelidade. São José dos Campos, SP: Editora Fiel, 2012.

7. MISSÕES URBANAS:
Muzio, Rubens R. (Organizador). Revolução Silenciosa (Volumes. I, II e III). Brasília, DF: Editora Palavra.

8. PLANTAÇÃO DE IGREJAS:
Lidório, Ronaldo. Plantando Igrejas - teologia bíblica, princípios e estratégias de plantio de igrejas. São Paulo, SP: Editora Cultura Cristã, 2007.

9. REVITALIZAÇÃO E CRESCIMENTO DE IGREJAS:
Reeder III, Harry L. & David Swavely. A Revitalização da Sua Igreja Segundo Deus - Para experimentar a ação visível do poder do Espírito Santo. São Paulo, SP: Editora Cultura Cristã, 2011.

10. MISSÕES TRANSCULTURAIS:
HESSELGRAVE, David J.. A Comunicação Transcultural do Evangelho (Volumes I, II e III). São Paulo: Vida Nova, 1994.

11. ANTROPOLOGIA MISSIONÁRIA:
NIDA, Eugene A., Costumes e Culturas: Uma introdução à antropologia missionária. São Paulo: Vida Nova, 1985.

12. FENOMENOLOGIA DA RELIGIÃO:
SILVA, Cácio. Fenomenologia da Religião – Compreendendo as ideias religiosas a partir das suas manifestações. Anápolis, GO: Transcultural Editora, 2008.

13. CONTEXTUALIZAÇÃO MISSIONÁRIA:
Burns, Barbara (Ed.). Contextualização Missionária – Desafios, questões e diretrizes. São Paulo, SP: Editora Vida Nova.

Nos laços do Calvário que nos une,
Luciano Paes Landim.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

12 Conselhos Importantes aos Pregadores


"Pastores são chamados para proclamar, não gritar, não urrar, nem gemer, nem gracejar, apenas pregar, e quando fazem isso fielmente e expondo a Escritura Sagrada é Deus falando através deles.” Ewerton B. Tokashiki

Quando o apóstolo Paulo disse: “... aprouve a Deus salvar os que creem pela loucura da pregação” (1Co 1.21), ele quis mostrar o quanto a pregação é importante, necessária, inevitável e de valor inestimável na salvação dos que creem. Ou seja, a pregação é o meio pelo qual o Senhor Deus desperta o coração do pecador para a salvação em Jesus Cristo, através da ação do Espírito Santo. Nas palavras de Martyn Lloyd-Jones: “A pregação é a tarefa mais importante do mundo”. Pregação bíblica é o que carece os púlpitos da igreja brasileira. São raros os pregadores em que a mensagem pura e simples do evangelho sai fidedignamente. Ela está em escassez. Entretanto, o Poderoso Deus, por sua infinita graça, não nos deixa sem os seus mensageiros. Há quem ainda toma a Bíblia com seriedade e a anuncia no púlpito com fidelidade, pois eles entendem que pregar é ler, explicar, ilustrar e aplicar as Escrituras.

Pensando no assunto, eis alguns conselhos importantes aos pregadores:

1. Preguem para a glória de Deus. A pregação não tem o fim em si mesma, mas na glorificação de Deus: “Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus” (1Co 10.31, grifo meu).

2. Preguem somente a Bíblia. Apenas a Palavra de Deus poderá gerar fé no coração do pecador. Não preguem psicologia humana ou confissão positiva, mas única e exclusivamente a Bíblia: “E, assim, a fé vem pela pregação, e a pregação, pela palavra de Cristo” (Rm 10.17).

3. Preguem expositiva e sistematicamente. Não contem meras experiências, mas exponham fiel e ordenadamente as Escrituras: “E, começando por Moisés, discorrendo por todos os Profetas, expunha-lhes o que a seu respeito constava em todas as Escrituras” (Lc 24.27).

4. Preguem cheios do Espírito Santo. Certifiquem-se de que estão vazios de si mesmos, porém, cheios da unção de Deus: “Estêvão, cheio de graça e poder, fazia prodígios e grandes sinais entre o povo”, “e não podiam resistir à sabedoria e ao Espírito, pelo qual ele falava” (At 6.8,10).

5. Preguem para a edificação da igreja. A igreja cresce de forma saudável pela pregação fiel das Escrituras: “E perseveravam na doutrina dos apóstolos... Enquanto isso, acrescentava-lhes o Senhor, dia a dia, os que iam sendo salvos” (At 2.42,47).

6. Preguem sobre a necessidade de arrependimento. Mostrem a condição e a inclinação humana de pecaminosidade e a necessidade de conversão: “e que em seu nome se pregasse arrependimento para remissão de pecados a todas as nações, começando de Jerusalém” (Lc 24.47).

7. Preguem Jesus como único mediador entre Deus e os homens. Cristo é o único que pode restaurar e religar o homem a Deus: “Porquanto há um só Deus e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem” (1Tm 2.5).

8. Preguem para a salvação dos perdidos. Anunciem aos perdidos a vida eterna em Cristo: “... aprouve a Deus salvar os que creem pela loucura da pregação” (1Co 1.21).

9. Preguem contra a teologia da prosperidade. Há muita propaganda enganosa em algumas igrejas. Prometem pão, mas dão pedras; prometem peixes, mas dão cobras. Portanto, denunciem a teologia da prosperidade e preguem somente as riquezas dos céus: “Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de aborrecer-se de um e amar ao outro, ou se devotará a um e desprezará ao outro. Não podeis servir a Deus e às riquezas” (Mt 6.24).

10. Preguem preparados. Não se dirijam ao púlpito sem certificarem de que estão preparados espiritual, moral, intelectual e fisicamente: “Procura apresentar-te aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade” (2Tm 2.15).

11. Preguem com objetivo e clareza. Sejam bíblicos, simples, práticos e contextuais (não sincretistas): “Varões israelitas, atendei a estas palavras: Jesus, o Nazareno, varão aprovado por Deus diante de vós com milagres, prodígios e sinais, os quais o próprio Deus realizou por intermédio dele entre vós, como vós mesmos sabeis; sendo este entregue pelo determinado desígnio e presciência de Deus, vós o matastes, crucificando-o por mãos de iníquos; ao qual, porém, Deus ressuscitou, rompendo os grilhões da morte; porquanto não era possível fosse ele retido por ela” (At 2.22-24).

12. Preguem o que vivem e vivam o que pregam. A vida do pregador é a vida da sua pregação: “tu, pois, que ensinas a outrem, não te ensinas a ti mesmo? Tu, que pregas que não se deve furtar, furtas? Dizes que não se deve cometer adultério e o cometes? Abominas os ídolos e lhes roubas os templos?” (Rm 2.21,22).

Nos laços do Calvário que nos une,

Luciano Paes Landim.

Missões: opção ou mandamento?


quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Oito razões porque eu sou missionário

Mt 28.18-20

1. Sou missionário porque eu tive um encontro com Cristo. Eu sou fruto de missões. Aquele que não ama missões é possível que nunca tenha encontrado Cristo.

2. Sou missionário porque eu sou um cristão. “Todo cristão ou é um missionário ou é um impostor” (Charles Spurgeon).

3. Sou missionário porque missões é uma evidência de que estou cheio do Espírito Santo. “mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judeia e Samaria e até aos confins da terra” (At 1.8).

4. Sou missionário porque eu amo a Deus. Se você diz que ama a Deus, mas não tem visão missionária, então você é um mentiroso.

5. Sou missionário porque eu não sou um traidor. O único dos apóstolos que não foi missionário veio a ser um traidor.

6. Sou missionário porque fazer missões é um grande privilégio. Foi Charles Spurgeon que disse ao seu filho: “Meu filho, se Deus te chamou para ser missionário, eu ficaria triste ao ver-te ser reduzido a um rei”.

7. Sou missionário porque missões não é uma opção. Missões nunca foi uma obra opcional, que um crente pode ou não fazer. Também não é uma especialização exigida de uns poucos crentes. Em vez disso, é um pré-requisito ordenado a todos os cristãos.

8. Sou missionário porque eu vou prestar contas a Deus. Uma coisa me preocupa muito: o fato de que cada crente prestará contas se e de como pregou o Evangelho aos perdidos. Isso me leva a crer que quem não prega o Evangelho pode estar indo para o inferno.

Que o Senhor da missão levante mais missionários para os campos não alcançados!
Nos laços do Calvário que nos une,
Pr. Luciano Paes Landim.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

CONFIRA A NOVA CLASSIFICAÇÃO DE PAÍSES POR PERSEGUIÇÃO 2013!

Classificação de países por perseguição

Com base em experiências de campo, anualmente, a Portas Abertas publica uma lista com os 50 países mais opressores ao cristianismo. Há três principais objetivos para esse levantamento: fazer dessa classificação um instrumento mais preciso de medição da extensão da perseguição aos cristãos hoje; determinar onde a necessidade é mais urgente e; assim, planejar melhor projetos e ações.

Perseguição é "toda e qualquer hostilidade vivenciada em qualquer lugar do mundo, como resultado da identificação de uma pessoa com Cristo. Isso inclui atitudes, palavras ou ações hostis contra os cristãos, partindo de fora do cristianismo ou em meio a ele". Ron Boyd-MacMillan

Em comparação ao ano anterior, a Classificação de Países por Perseguição, originalmente chamada de World Watch List - WWL, chegou em 2013 com alterações significativas e destaques bastante curiosos; a começar pela maneira com que a listagem foi feita.

A explicação é bastante simples: até 2012, o questionário elaborado pela Portas Abertas, que considerava as áreas onde a perseguição religiosa era mais latente, era composto por perguntas genéricas, rápidas, e não muito aprofundadas. Para a classificação desse ano, o questionário apresentado aos cristãos em campo foi reestruturado e alguns fatores e detalhes foram postos na balança. O relatório passou a considerar dois aspectos da perseguição religiosa: o contexto da perseguição e as diferenças de perseguição de acordo com as comunidades hostilizadas.

Por esse motivo, esse ano surgiram importantes mudanças nas dez primeiras posições, com novos países que passam a integrar o quadro dos 50 mais intolerantes à fé cristã. Ao comparar a classificação de 2013 com a de 2012, atente-se aos seguintes destaques:

* Países novos entraram na lista: Mali (7ª), Tanzânia (25ª), Quênia (40ª), Uganda (47ª) e o Níger (50ª).

* Como já citado, o Mali, na África, que não apareceu em classificações anteriores, já chega ocupando a 7ª colocação. Isso se deu porque, após um golpe militar de Estado em março de 2012, o país vive hoje um momento de tensões e mudanças políticas, o que reflete diretamente na perseguição à Igreja. O norte foi dominado por milícias islâmicas e, portanto, todas as igrejas dessa região foram destruídas e milhares de cristãos tiveram que fugir para o sul ou para países vizinhos.

* Há onze anos consecutivos, a Coreia do Norte figura em primeiro lugar no ranking.

* O Iraque está agora no TOP 5 da lista. Pulou da 9ª para a 4ª posição no quadro geral. Desde 2003, quando a invasão liderada pelos EUA derrubou o regime de Saddam Hussein, os cristãos tem sido alvo constante de grupos radicais islâmicos que atuam no país.

* A Síria subiu 25 posições, a Etiópia 23 e a Líbia 9, o que significa que a perseguição nesses países se intensificou.

* A Nigéria se manteve no 13º lugar, mas a perseguição que antes era considerada somente no norte do país, agora se expandiu para todo o território.

* A China desceu do 21º lugar para o 37º e o Egito do 15º para o 25º. Entenda, porém, que essas alterações nas posições não significam, necessariamente, uma melhora na perseguição religiosa na China e no Egito, especificamente. O que acontece é que, devido à mudança na forma de classificação dos países, em alguns lugares a perseguição religiosa é maior do que nessas nações, o que fez com que muitos países descessem no ranking sem que a hostilidade aos cristãos tenha diminuído de fato.

O esclarecimento acima pode aclarar também porque alguns países deixaram o ranking, mas não devem sair da sua lista de orações, já que a perseguição não acabou. São eles: Cuba, Bangladesh, Chechênia, Turquia e Belarus. É, novamente, a nova maneira de aferir a perseguição que provocou tal movimento na tabela. Relatos do campo informam que, sim, em determinados países, como a China, há sinais de melhora, mas, mesmo assim, as pressões contra minorias religiosas permanecem.

A boa notícia é que a perseguição tende a estar relacionada com o crescimento e o testemunho, e normalmente refina e fortalece a fé dos cristãos, não o oposto. Por isso, em geral, o aumento das pressões contra o cristianismo mostra que a Igreja está crescendo.

RANKING 2013 / 2012


Link: http://www.portasabertas.org.br/cristaosperseguidos/classificacao/#comment2006155

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Pregadores, proclamem somente a Bíblia


“... aprouve a Deus salvar os que creem pela loucura da pregação” (1Co 1.21).

Estamos vendo o empobrecimento dos púlpitos. O tema da Reforma Protestante Sola Scriptura e Tota Scriptura (Somente a Escritura e Toda a Escritura) deve ser resgatado urgentemente em nossas igrejas. Só pode ser considerada pregação quando se proclama a Bíblia. Se não se proclama a Bíblia, não é pregação, mas palestra, apresentação ou qualquer outra coisa, menos pregação. Pregar somente a Bíblia significa não pregar aquilo que não está e não tem base nas Escrituras. Ou seja, pregação é o ato de proclamar unicamente o que se encontra na Palavra de Deus. É anunciar as verdades contidas nas Escrituras.

O pregador não pode pregar o que é conveniente a ele ou aos ouvintes, ou somente “alguns” temas como se o pregador tivesse escolha para separar e pregar os assuntos, ou ainda, como se o pregador devesse pregar para simplesmente agradar as pessoas. Mas, pregar todos os temas da Bíblia. Isso só é possível quando se prega expositiva e sistematicamente. O pregador da conveniência não está preocupado na veracidade, mas no que funciona; não no que é correto, mas no que dá certo. Ele quer resultado e movimento, e não fidelidade e avivamento. Está mais preocupado no aplauso da terra do que na aprovação do céu.

Os falsos pregadores, os pulpiteiros hipócritas prestam um desserviço à causa de Cristo. Os pregadores infiéis estão a serviço de satanás. Eles pregam a teologia da prosperidade, a confissão positiva e a autoajuda. Porém, o pregador fiel deve lidar corretamente com a Palavra de Deus. Não a pode alterar nem mercadejá-la. Não pode furtá-la e pregar filosofias humanas. O pregador não tem outra coisa a oferecer ao povo a não ser a Palavra de Deus.

Pregar é o ato de proclamar a revelação escrita de Deus: a Bíblia. Não se pode diminuir ou acrescentar nada à pregação. Toda doutrina ou ensino estranho às Escrituras deve ser rejeitado. Somente a Palavra de Deus poderá gerar fé no coração do pecador. Não existe outro Livro para se pregar. Não existe outra forma. Unicamente a Bíblia é a voz de Deus ao coração dos homens. Exclusivamente a pregação bíblica gerará fé para salvação: “... aprouve a Deus salvar os que creem pela loucura da pregação” (1Co 1.21).

Portanto, pregadores, proclamem as boas novas de salvação em Jesus Cristo. Preguem sobre a necessidade de arrependimento. Anunciem a salvação pela graça. Preguem para a glória de Deus, para a edificação da igreja e para a salvação dos perdidos.

Nos laços do Calvário que nos une,
Luciano Paes Landim.

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Leituras Para o Mês de Janeiro de 2013


Esta é a lista de livros que pretendo ler no mês de janeiro de 2013. Indico a leitura dos mesmos:

- Edwards, Jonathan. A Verdadeira Excelência do Ministro Cristão. Editora Interferência.
- Olyott, Stuart. Ministrando Como o Mestre. Editora Fiel.
- Nicodemus, Augustus. O Culto Segundo Deus. Editora Vida Nova.
- Priolo, Lou. Maridos Perseguindo a Excelência. Nutra Publicações.
- Campos Jr, Heber Carlos de. Triunfo da Fé. Editora Fiel.

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

DESAFIO: LER O NOVO TESTAMENTO EM UM (01) MÊS


Intimidade, transformação e conhecimento de Deus!
Vamos buscar a Deus na Palavra. O desafio é ler o Novo Testamento em apenas um (01) mês. Valendo para o mês de janeiro de 2013. São apenas nove (09) capítulos por dia.
Você aceita o desafio?

Nos laços do Calvário que nos une,
Luciano Paes Landim.

Educando para a glória de Deus