quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Comentários Bíblicos de FILIPENSES


Estamos pregando aos domingos em nossa congregação, Igreja Internacional BOAS NOVAS - São Sebastião/DF, mensagens expositivas na Carta de Paulo aos FILIPENSES. Abaixo, uma lista de livros sobre FILIPENSES:

  1.      Boyd, Frank M. Comentário Bíblico de Gálatas, Filipenses, 1 e 2 Tessalonicenses e Hebreus. Rio de Janeiro, RJ: CPAD.

   2.      Bruce, F.F. Novo Comentário Bíblico Contemporâneo – Filipenses. São Paulo, SP: Editora Vida.

   3.      Cabral, Elienai. Filipenses – A humildade de Cristo como exemplo para a igreja. Rio de Janeiro, RJ: CPAD.

   4.      Calvino, João. Gálatas, Efésios, Filipenses e Colossenses. São José dos Campos, SP: Editora Fiel.

     5.      Cheung, Vicent. Comentário Sobre Filipenses. Monergismo.com.

6.      Getz, Gene A. A Estatura de Um Cristão – Estudos em Filipenses. São Paulo, SP: Editora Vida.

7.      Hendriksen, Willian. Efésios e Filipenses – Comentário do Novo Testamento. São Paulo, SP: Editora Cultura Cristã.

8.      Lopes, Hernandes Dias. Filipenses – A alegria triunfante no meio das provas. São Paulo, SP: Editora Hagnos.

9.      MacArthur, John. Filipenses – Cristo, fonte de alegria e poder. São Paulo, SP: Editora Cultura Cristã.

10.  Martin, Lloyd-Jones. A Vida de Alegria – Comentário sobre Filipenses. São Paulo, SP: Editora PES.

11.  Martin, Ralph P. Filipenses – Introdução e comentário. São Paulo, SP: Editora Vida Nova.

12.  Shedd, Russell P. Alegrai-vos no Senhor – Uma exposição de Filipenses. São Paulo, SP: Editora Vida Nova.

Nos laços do Calvário que nos une,

Luciano Paes Landim.

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Pequeno trecho do livro “Missões no Poder Espírito Santo” do Pastor Luciano Paes Landim, pela SAEM Publicações

“e sereis minhas testemunhas” (At 1.8)

 
A expressão “e sereis” expõe enfaticamente a inevitabilidade da obra missionária. Quando Jesus disse “e sereis”, Ele não estava dando uma ordem aos discípulos. Como alguém disse: “se fosse uma ordem Ele teria dito: ‘vocês deverão ser’. Ele não está dando uma ordem, Ele está afirmando e garantindo um acontecimento infalível, inevitável: ‘vocês serão minhas testemunhas’. Assim que eles recebessem o batismo com o Espírito Santo, eles se transformariam, espontaneamente, em testemunhas de Jesus”. A evidência de que estamos cheios do Espírito Santo é a ação missionária inevitável em nossas vidas.

Outro ponto importante neste assunto é: a essência da obra missionária é ser testemunha de Cristo; de sua vida, morte e ressurreição. Testemunhar é falar daquilo viu e ouviu. Testemunhas são pessoas que contam a verdade sobre Jesus. Testemunhar é sofrer e padecer por amor a Cristo. A palavra “testemunha” significa “pessoa que dá a vida pela sua fé”, pois esse foi o preço comumente pago pelo testemunho.

Isto significa que, como afirma Hernandes Dias Lopes, cada cristão é um missionário:

a)      O médico cristão é missionário de Cristo no hospital.

b)      O advogado é missionário de Cristo no seu escritório.

c)      O juiz é missionário de Cristo no tribunal.

d)      O comerciante é portador de boas novas atrás do balcão.

e)      O negociante é veículo da graça de Deus por onde anda.

f)       O estudante é missionário na escola e faculdade.

g)      A empregada doméstica flameja a luz de Cristo na casa onde trabalha. Etc.

Isto implica que todo aquele que teve uma experiência pessoal com Cristo, automaticamente torna-se uma testemunha. Jesus Cristo quer que todos os seus seguidores sejam fieis testemunhas da sua realidade e poder.

Entretanto, há uma falsa ideia missionária no meio do povo de Deus. Alguns pregam que há três atitudes diante de missões: fazer algo, ficar olhando ou fugir. Todavia, este pensamento é antibíblico. Em nenhum lugar da Bíblia Deus diz que podemos ficar olhando ou fugir de missões. Pelo contrário, só temos uma alternativa: Ir. Marcos 16.15 não diz: “Fiquem olhando, fujam ou preguem o Evangelho em todo o mundo”. Mas:

“E disse-lhes: Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura.”

Missões não é uma alternativa, mas a evidência de que estamos cheios do Espírito Santo. Quando estamos cheios do poder do Espírito Santo missões é inevitável. Ninguém entra na obra missionária sem ser chamado e ninguém consegue sair da obra missionária quando se é chamado.

sábado, 16 de novembro de 2013

Resumo da 1ª Palestra do TREINAMENTO BÍBLICO DE EVANGELISMO

O Que é o Evangelho?
 
Rm 1.16,17 e Gl 1.9

(Ontem, 15 de novembro, foi realizado o Treinamento Bíblico de Evangelismo na Igreja Internacional BOAS NOVAS em São Sebastião/DF. Abaixo, um resumo da 1ª Palestra)

Introdução:

1.      Sorrateira e imperceptivelmente, temos trocado o evangelho puro e verdadeiro por outro inteiramente sujo e falso. O problema reside exatamente aí: o falso evangelho “aparenta” ser poderoso para salvar, entretanto, obscurece a verdade e sucumbisse na perdição. Ele é totalmente diferente. Ele falha justamente em não produzir arrependimento, humildade, transformação e salvação.

2.      O evangelismo moderno diz: “Jesus te ama, vamos à minha igreja?”, porém, o evangelismo bíblico diz: “Arrependa-se dos seus pecados e creia no Filho de Deus”.

3.      Hoje as pessoas “testemunham”: “Antes de conhecer Jesus eu não tinha casa nem carro, agora que eu conheço Jesus tenho casa e carro”, mas os cristãos da igreja primitiva testemunhavam: “Antes de conhecer Jesus eu tinha casa e fazenda, agora que conheço Jesus vendi tudo e distribui aos pobres”.

4.      O evangelho moderno diz: “Não morrerei enquanto as promessas de Deus não se cumprir... Quem tem promessas de Deus não morre não”. O antigo e verdadeiro evangelho diz: Todos estes morreram na fé, sem ter obtido as promessas; vendo-as, porém, de longe, e saudando-as, e confessando que eram estrangeiros e peregrinos sobre a terra” (Hb 11.13).

5.      Inquirições: O que é o evangelho? O que não é o evangelho? Como distinguir o verdadeiro do falso?

I. O que não é o evangelho:

1.      Evangelho não é autoajuda: “Acredite em si mesmo” (o mantra mais repetido da Nova Era), “Siga o seu coração”. Por que eu não creio em pregações de autoajuda:

a)      Pregações de autoajuda ensinam aquilo que o povo quer ouvir e não o que precisa ouvir.

b)      Pregações de autoajuda tiram Cristo do foco. O foco central de mensagens deste tipo de mensagem é a satisfação humana.

c)      Pregações de autoajuda são desprovidas de arrependimento, quebrantamento e centralidade das Escrituras.

d)     Pregações de autoajuda não focam na glória de Deus. Para os pregadores do bem estar, o que importa é a busca pela plenitude de vida, ainda que com isso, Deus tenha que ser transformado em um menino de recados.

2.      Evangelho não é confissão positiva: “Determine e as coisas vão acontecer”, “determine que o seu casamento vai ser restaurado”, “decrete a sua vitória” (isso é paganismo). O certo é crer e obedecer a Palavra de Deus. Razões porque eu não creio na confissão positiva:

a)      A confissão positiva substitui a fé em Deus pela habilidade de ter fé em si mesmo: O simples fato de confessar positivamente o que se crê faz com que o desejo confessado aconteça. Devemos lembrar de que o termo “decreto” pertence somente ao Senhor

b)      A confissão positiva aniquila a soberania de Deus: Deus não depende das palavras dos homens para agir. Deus é e sempre será Soberano. Soberania é o atributo pelo qual Deus possui completa autoridade sobre todas as coisas criadas, determinando-lhe o fim que desejar.

c)      A confissão positiva enaltece o homem: Quando entendemos biblicamente quem na realidade é o homem, ficamos sobremaneira conscientes de nossas falhas e limitações. Quanto mais a confissão positiva enaltece o homem, mais vemos o seu erro. A Bíblia nos mostra claramente que o homem nada é comparado ao Senhor nosso Deus.

d)     A confissão positiva dá mais valor a palavra falada do que às Escrituras: Onde fica a luta de reformadores como Lutero? Muitos foram aqueles que lutaram para que hoje tivéssemos a Palavra de Deus em nossas mãos. Muito sangue foi derramado para que pudéssemos ler às Escrituras sem a interferência da vontade humana.

3.      Evangelho não é teologia da prosperidade: Razões porque eu não creio na teologia da prosperidade:

a)      Porque a Bíblia afirma que não posso servir a Deus e ao dinheiro: “Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de aborrecer-se de um e amar ao outro, ou se devotará a um e desprezará ao outro. Não podeis servir a Deus e às riquezas” (Mt 6.24).

b)      Porque o amor do dinheiro é raiz de todos os males: “Porque o amor do dinheiro é raiz de todos os males; e alguns, nessa cobiça, se desviaram da fé e a si mesmos se atormentaram com muitas dores” (1Tm 6.10).

c)      Porque a teologia da prosperidade não ensina o arrependimento de pecados, ensino este (arrependimento) que é ordenado por Jesus: “e que em seu nome se pregasse arrependimento para remissão de pecados a todas as nações, começando de Jerusalém” (Lc 24.47).

d)     Porque a teologia da prosperidade não me ensina estar contente: “Tendo sustento e com que nos vestir, estejamos contentes” (1Tm 6.8).


II. O que é o evangelho:

1.      Evangelho não é moda ou diversão. No evangelho a renúncia é diária (Lc 9.23): “Dizia a todos: Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, dia a dia tome a sua cruz e siga-me.”

2.      Marcos 1.14-15 diz que Jesus começou seu ministério pregando o evangelho de Deus, uma mensagem resumida em “o tempo está cumprido, e o reino de Deus está próximo”.

3.      A diferença entre o falso e o verdadeiro evangelho jaz no fato de que o falso preocupa-se por demais em “ajudar” o homem (ele é antropocêntrico), suas bases estão no egocentrismo e na egolatria, e o verdadeiro glorifica a Deus (é cristocêntrico), seu centro de referência é Deus.

4.      O verdadeiro evangelho ensina os homens a glorificarem a Deus, o falso evangelho ensina os homens a se sentirem melhores.

5.      O verdadeiro evangelho prega a salvação pela graça – o caminho de Deus ao homem. O falso evangelho prega a salvação pelas obras – o caminho do homem a Deus. O verdadeiro aborda Deus, o falso aborda o homem.

6.      Evangelho não é apenas que tudo está bem conosco, mas também que a ira de Deus sobre nós foi tirada pelo sangue de Jesus.

7.      Evangelho não é apenas que Deus é amor. Deus também é justo e santo.

8.      Evangelho não é apenas que Jesus quer ser nosso amigo. Jesus é o nosso único Senhor e Salvador.

9.      O Evangelho é sobre o que Cristo fez.

10.  Evangelho é uma fé crescente, uma esperança firme e segura quanto ao que há de vir.

11.  As boas novas sobre Jesus não é que consigamos apenas nos livrar do inferno gratuitamente, mas que nós nos tornemos como o próprio Jesus e sejamos capacitados a viver e reinar com ele eternamente no novo céu e na nova terra.

12.  Deus nos chama a arrepender-nos de nossos pecados e crer somente em Cristo.

13.  Devemos pregar a Lei e a Graça. A Lei mostra a doença. A Graça mostra o remédio.

14.  Ilustração: Nenhum médico deve esconder a doença do paciente. E nenhum médico deve esconder o remédio do doente.

15.  Rm 1.16: “Pois não me envergonho do evangelho, porque é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê...”.

Conclusão e Aplicações:

1.      Renove o seu compromisso de crer no verdadeiro evangelho: “O evangelho é a única esperança para a humanidade. A igreja não pode substituir o evangelho por outra mensagem. O propósito de Deus é o evangelho todo, por toda a igreja, em todo o mundo” (Hernandes Dias Lopes).

2.      Renove o seu compromisso de defender o verdadeiro evangelho: “Quanto a mim, continuarei a defender o antigo evangelho, não posso fazer outra coisa. Se Deus me ajudar, suportarei as consequências do que os homens julgam ser obstinação” (Charles Spurgeon).

3.      Renove o seu compromisso de pregar a cruz de Cristo: “O evangelho é Cristo crucificado, sua obra consumada na cruz. E pregar o evangelho é apresentar Cristo publicamente como crucificado. O evangelho não é, antes de mais nada, as boas novas de um nenê na manjedoura, de um jovem numa banca de carpinteiro, de um pregador nos campos da Galileia, ou mesmo de uma sepultura vazia. O evangelho trata de Cristo na cruz. O evangelho só é pregado quando Cristo é 1publicamente exposto na sua cruz’” (John Stott).
Nos laços do calvário que nos une,
Luciano Paes Landim.

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Mais 10 Livros Que Você Deve Ler Antes de Morrer



Existem livros que lemos e nunca esquecemos. Alguns livros, lemos por mais de uma vez de tão maravilhosos que são. No meu caso, o livro “A Arte Expositiva de João Calvino” de Steve Lawson, Editora Fiel, li por duas vezes e pretendo ler mais vezes. Outros livros, porém, se pudéssemos, esqueceríamos para sempre. Há livros heréticos aos montões em nosso país. São livros que não deveríamos/devemos ler antes de morrer.
 
No dia 16 de agosto do ano passado, eu publiquei um post com uma lista de 10 livros que você deve ler antes de morrer (para ver, click no link: http://www.lucianopaeslandim.blogspot.com.br/2012/08/dez-livros-que-voce-deve-ler-antes-de.html). Agora, posto mais uma lista de 10 livros que você deve ler antes de morrer. Os livros não estão necessariamente em ordem de importância:

1.      Com Vergonha do Evangelho (John MacArthur, Editora Fiel).

2.      O Peregrino (John Bunyan, Editora Fiel).

3.      O Espírito Santo (John Owen, Editora Os Puritanos).

4.      Irmãos, Nós Não Somos Profissionais (John Piper, Shedd Publicações).

5.      A Morte da Razão (Francis Schaeffer, Editora Fiel).

6.      A Genuína Experiência Espiritual (Jonathan Edwards, Editora PES).

7.      Os Perigos da Interpretação Bíblica (D. A. Carson, Edições Vida Nova).

8.      Entre os Gigantes de Deus (J. I. Packer, Editora Fiel).

9.      O Poder do Evangelho e Sua Mensagem (Paul Washer, Editora Fiel).

10.  O Que Você Precisa Saber Sobre Batalha Espiritual (Augustus Nicodemus Lopes, Editora Cultura Cristã).

Nos laços do Calvário que nos une,

Luciano Paes Landim.

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Os 10 Melhores Livros Que Li no Ano de 2013


O ano ainda não terminou, sei que ainda vou ler alguns ótimos livros (como relacionei no post anterior), mas me antecipo em colocar a minha lista Top Ten: os 10 melhores livros que li em 2013. Caso precise atualizar e aumentar a lista (é o que tudo indica), atualizarei este post. Observação: Os livros não estão necessariamente em ordem de importância:

1. Reforma – Ontem, Hoje e Amanhã (Carl Trueman, Editora Os Puritanos).

2. Deus e o Mal (Gordon Clark, Editora Monergismo).

3. Plantando Igrejas (Ronaldo Lidório, Editora Cultura Cristã).

4. Deus é Soberano (Artur Pink, Editora Fiel).

5. Calvinismo – As Antigas Doutrinas da Graça (Paulo Anglada, Knox Publicações).

6. Pregação e Pregadores (D. Martin Lloyd-Jones, Editora Fiel).

7. A Evangelização e a Soberania de Deus (J.I Packer, Editora Cultura Cristã).

8. A Heroica Ousadia de Martinho Lutero (Steve Lawson, Editora Fiel).

9. A Arte Expositiva de João Calvino (Steve Lawson, Editora Fiel).

10. Introdução à Pregação Reformada (Paulo Anglada, Knox Publicações).


Nos laços do Calvário nos une,
Luciano Paes Landim.

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Livros Para Ler Antes Que 2013 Se Acabe


Lembro-me de quando iniciei o seminário teológico e ouvi um professor dizer: “Ande sempre com um livro na mão, mesmo que você não tenha o costume de ler. Quando estiver na fila do banco, esperando alguém, no consultório esperando ser atendido, ou fazendo qualquer coisa, você vai acabar olhando para o livro em sua mão e vai despertar-se para lê-lo”.

Ler é como escovar os dentes. Quando criança, precisávamos de alguém para escovar ou nos motivar a escovar os dentes. Tínhamos preguiça, esquecíamos, não tínhamos o hábito. Depois de grande, descobrimos que escovar os dentes é uma necessidade. Assim também é com a leitura. No início não temos o costume, precisamos de um incentivo, porém, depois compreendemos que é uma necessidade.

Alguém disse que a leitura é algo categórico para a aprendizagem do ser humano, pois é através dela que podemos enriquecer nosso vocabulário, obter conhecimento, dinamizar o raciocínio e a interpretação. Muitas pessoas dizem não ter paciência para ler um livro, no entanto isso acontece por falta de hábito, pois se a leitura fosse um hábito as pessoas saberiam apreciar uma boa obra literária, por exemplo.

Assim, com o objetivo de enriquecer-me teologicamente, estou no desafio de ler, antes que 2013 se acabe, os seguintes livros:

- Soli Deo Gloria: O Ser e Obras de Deus (Paulo Anglada) – Knox Publicações.

- Sola Scriptura: A Doutrina Reformada das Escrituras (Paulo Anglada) – Knox Publicações.

- Imago Dei: Antropologia Reformada (Paulo Anglada) – Knox Publicações.

- Introdução à Hermenêutica Reformada (Paulo Anglada) – Knox Publicações.

Por já conhecer o autor Paulo Anglada e saber do seu compromisso com as Escrituras Sagradas, sugiro a leitura das obras supracitadas.

Nos laços do Calvário que nos une,

Luciano Paes Landim

(Pastor da IIBN e Presidente da Missão SAEM)

Educando para a glória de Deus