Pular para o conteúdo principal

A CRUZ DE CRISTO: SOLUÇÃO PARA O PECADO HUMANO

Quem foi responsável pela execução de Jesus? Jesus morreria de qualquer maneira, mesmo que Pilatos não O tivesse condenado? Deus planejou a morte de Jesus tal como ocorreu? Poderia ser diferente? Quem é o culpado?

Falar da cruz é entender que a mesma era repugnante para os romanos. Era nela que os romanos executavam judeus condenados à morte. Todavia, evangelicamente falando (refiro-me propriamente ao Evangelho e não a um movimento), cruz é o centro da mensagem bíblica. Cruz é o lugar em que Cristo morreu para nos salvar. Como disse o Pr. Luiz César Nunes de Araújo: “Acima das atitudes dos homens, a morte de Cristo foi determinada pelo Pai, pela vontade do Filho e por amor de nós”. Jesus se entregou por amor. Ele se identificou com os pecadores. Ele nunca se desviou da cruz. Jesus sabia da sua morte e porque morreria.

Mas a verdade é que a cruz de Cristo revela a gravidade do nosso pecado. Pecado que é uma afronta a Deus. Pecado que foi perdoado quando Deus entregou o seu Filho para morrer em nosso lugar. Assim, a cruz responde a todos os questionamentos a respeito de Deus e da salvação porque ela é o símbolo do amor de Deus.

Deste modo, a salvação de Deus é unicamente para os que crêem. Salvação esta preparada na história do homem, por intermédio da obra de Cristo, desde o Antigo Testamento. As profecias veterotestamentárias revelam gloriosamente Deus como o agente positivo da salvação. Foi Deus quem tomou a atitude logo após a queda do homem. Foi Ele quem proporcionou a solução para o pecado humano. A salvação é ato peculiar de Deus (Jn 2.9). Através da cruz, Jesus, sem pecado algum, assume nossa culpa, e abre o caminho da salvação para o que crer.

Nos laços do Calvário que nos une,
Rev. Luciano Paes Landim.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

A IMPORTÂNCIA DA FIDELIDADE DOS DÍZIMOS E DAS OFERTAS

Introdução:
O assunto do dízimo é um dos mais importantes na vida do cristão. A prática do dízimo é um tema controvertido nas igrejas evangélicas, tendo, de um lado, defensores apaixonados e, do outro, críticos ardorosos. Para alguns, é uma espécie de legalismo judaico preservado na igreja cristã. Para outros, trata-se de uma norma divina que tem valor permanente para o povo de Deus, na antiga e na nova dispensação. Os críticos do dízimo afirmam que sua obrigatoriedade é contrária ao espírito do evangelho, pois Cristo liberta as pessoas das imposições da lei. Os defensores alegam que essa posição é interesseira, porque permite às pessoas se eximirem da responsabilidade de sustentar generosamente a igreja e suas atividades. O grande desafio nessa área é encontrar o equilíbrio entre tais posições divergentes. O que está em jogo é uma questão mais ampla — o conceito da mordomia cristã, do uso que os cristãos fazem de seus recursos e bens. A Bíblia trata do dízimo em vários textos, isto é…

A ORAÇÃO É A CHAVE PARA A OBRA MISSIONÁRIA

“Quando o homem trabalha, o homem trabalha. Quando o homem ora, Deus trabalha.” Patrick Johnstone

INTRODUÇÃO
O mundo luta com armas químicas, biológicas, bombas atômicas e etc.. São armas consideradas de muito poder. No entanto, existe uma arma mais poderosa do que essas citadas: a oração do justo (Tg 5.16). Ela é mais potente do que os mísseis norte-americanos, pois nunca erra o alvo. A nossa arma é a oração. A oração nos orienta a tomar decisões importantes na obra missionária e em tudo na vida. Ela promove comunhão na igreja (At 2.42).
A oração é a marca distintiva da igreja missionária. A oração é um meio para enfrentar a perseguição. Em At 12.1 diz: “Por aquele tempo, mandou o rei Herodes prender alguns da igreja para os maltratar.” No versículo 5 diz que enquanto o apóstolo Pedro estava aguardando o seu martírio: “... havia oração incessante a Deus por parte da igreja a favor dele.” Toda igreja que faz missão passa por perseguição. Todavia, a perseguição não é capaz de acorre…

Ilustração Missionária: “A Missão de Uma Vela”