sexta-feira, 26 de junho de 2015
PALESTRA "LOUVOR É MAIS QUE MÚSICA"
No dia 11 de julho de 2015, às 20h, estarei ministrando uma palestra sobre o meu livreto "Louvor é Mais Que Música". Será na Igreja Batista Gileade em São Sebastião/DF. Entrada gratuita!
quarta-feira, 24 de junho de 2015
DICAS DE LEITURAS – MAIS CINCO (05) LIVROS
Desejo indicar aqui a leitura de mais cinco (05) livros. Espero que gostem!
01 -
GUIA POLITICAMENTE INCORRETO DA FILOSOFIA. Luiz Felipe Pondé, 232 páginas,
Leya, 2012.
O
livro é um ensaio de ironia filosófica do cotidiano. O autor destrói todo o
conceito do politicamente correto, que é uma verdadeira praga. Para Pondé, o
politicamente correto é uma mentira moral. A leitura é fascinante!
02 -
AUTOESTIMA: UMA PERSPECTIVA BÍBLICA. Jay Adams, 160 páginas, ABCB, 2014.
Há
uma diferença enorme entre a autoestima e a auto-renúncia. Adams contrasta a
abordagem secular com a Bíblia. O autor convida o leitor a voltar-se
inteiramente para as Escrituras Sagradas e estimula o cristão a avaliar o
movimento da autoestima de acordo com a Palavra de Deus. Ou seja, em vez de
encontrarem-se a si mesmos, os discípulos de Cristo devem negar-se a si mesmos.
03 -
O DISCIPULADO SEGUNDO JESUS. James Montgomery Boice, 240 páginas, Cultura
Cristã, 2001.
O
livro nos convoca a avaliarmos o significado, o caminho, o preço e as
recompensas do verdadeiro discipulado. Altamente recomendável!
04 -
UM HOMEM OLHANDO A SUA ESPOSA. Wadislau M. Gomes , 96 páginas,
Editora Monergismo, 2014.
Gosto
bastante de ler o Wadislau. O livro é tanto para os que vão casar como para os
que já são casados. O conteúdo é bíblico. O autor entende a teologia do pacto e
mostra que a razão principal do casamento é a glória de Deus. Recomendo a
leitura!
05 -
LIDERANÇA E INTEGRIDADE. Ronaldo Lidório, 112 páginas, Editora Betânia, 2008.
É o quinto livro que leio do autor neste ano. Vou ler mais livros do autor até o final do ano.
É o quinto livro que leio do autor neste ano. Vou ler mais livros do autor até o final do ano.
Nos laços do Calvário
que nos une,
Luciano Paes Landim.
terça-feira, 23 de junho de 2015
DICAS DE LEITURAS – 05 LIVROS
AUTOESTIMA:
UMA PERSPECTIVA BÍBLICA. Jay Adams, 160 páginas, ABCB, 2014.
Há uma diferença enorme entre a autoestima e a auto-renúncia. Adams contrasta a abordagem secular com a Bíblia. O autor convida o leitor a voltar-se inteiramente para às Escrituras Sagradas e estimula o cristão a avaliar o movimento da autoestima de acordo com a Palavra de Deus. Ou seja, em vez de encontrarem-se a si mesmos, os discípulos de Cristo devem negar-se a si mesmos.
Há uma diferença enorme entre a autoestima e a auto-renúncia. Adams contrasta a abordagem secular com a Bíblia. O autor convida o leitor a voltar-se inteiramente para às Escrituras Sagradas e estimula o cristão a avaliar o movimento da autoestima de acordo com a Palavra de Deus. Ou seja, em vez de encontrarem-se a si mesmos, os discípulos de Cristo devem negar-se a si mesmos.
TRÊS
TIPOS DE FILOSOFIA RELIGIOSA. Gordon Haddon Clark, 182 páginas, Editora
Monergismo, 2013.
O
livro é uma introdução ao estudo da filosofia da religião. Para o Dr. Clark,
tanto o racionalismo como o empirismo são falácias. A verdade, segundo o autor,
está naquilo que ele chama de "Escrituralismo" ou
"Dogmática". Resumindo a obra: devemos crer na Bíblia simplesmente
porque ela é a Palavra de Deus.
CRISTIANISMO
BÁSICO. John Stott, 208 páginas, Editora Ultimato.
O
autor mostra que Jesus foi uma pessoa histórica. Afirma com base nas Escrituras
as duas naturezas do Redentor: Humana e divina. As duas naturezas são distintas
e perfeitas. Stott diz que Jesus não somente deve ser admirado, mas adorado.
SAL
E LUZ: Compreendendo, vivendo e praticando a missão. Ronaldo Lidório, 224
páginas, Editora Betânia, 2014.
Procuro
sempre ler o missionário Lidório. É sempre edificante ler as palavras de quem
conhece o campo missionário. O autor mostra que a motivação missionária da
igreja deve ser a glória de Deus.
PARA
VÓS E PARA VOSSOS FILHOS: O BATISMO CRISTÃO. Paulo Roberto Batista Anglada, 64
páginas, Knox Publicações, 2014.
Gosto
muito de ler o Dr. Anglada. A presente obra é breve, porém, de grande
importância. Aqui o autor defende o batismo infantil afirmando que o mesmo se
fundamenta no reconhecimento de que a ação redentiva e revelacional de Deus
neste mundo é pactual.
Nos laços do
Calvário que nos une,
Luciano Paes
Landim.
segunda-feira, 22 de junho de 2015
quinta-feira, 18 de junho de 2015
quarta-feira, 3 de junho de 2015
quarta-feira, 13 de maio de 2015
O Desafio de Amar o Próximo
Esboço de Sermão
Jo
13.34-35
Introdução:
1.
Em breve Jesus deixaria os discípulos
(Jo 13.33: “Filhinhos, ainda por um pouco estou
convosco...”), mas antes quer legar tesouros espirituais aos seus
seguidores: seu amor, sua alegria e sua paz.
2.
O amor é uma das marcas dos salvos.
Fomos salvos para amar o próximo.
3.
O propósito real da nova vida em
Cristo é o amor fraternal (1Pe 1.22).
4.
O amor é a marca característica do
cristão e a prova evidente do discipulado.
5.
Por que devemos amar o próximo? Qual é
o modelo de amor ao próximo? Qual é a evidência de que estamos amando o
próximo?
I. A ordem do novo mandamento: “Novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros...”
(v. 34a):
1.
O “novo mandamento” é a essência de
todos os “velhos” mandamentos da lei (Rm 13.8-10): “A
ninguém fiqueis devendo coisa alguma, exceto o amor com que vos ameis uns aos
outros; pois quem ama o próximo tem cumprido a lei. Pois isto: Não adulterarás,
não matarás, não furtarás, não cobiçarás, e, se há qualquer outro mandamento,
tudo nesta palavra se resume: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. O amor não
pratica o mal contra o próximo; de sorte
que o cumprimento da lei é o amor.”
2.
Tg 2.8,9 ensina que a “lei régia”
expressa concretamente o amor no modelo de Cristo, amando como Ele nos amou: “Se vós, contudo, observais a lei régia segundo a Escritura:
Amarás o teu próximo como a ti mesmo, fazeis bem; se, todavia, fazeis acepção
de pessoas, cometeis pecado, sendo arguidos pela lei como transgressores.”
3.
Não havia nada de novo a respeito do
mandamento para amar, uma vez que Lv 19.18 nos ensina: “amarás
o teu próximo como a ti mesmo”. O elemento novo aqui é composto de duas
partes:
a)
A mudança do termo “próximo” para “uns aos
outros”.
b)
A mudança da expressão “a ti mesmo” para “uns aos
outros”.
4.
Com seu ensino e com seu exemplo,
Jesus dar uma nova profundidade de significado ao “novo mandamento”.
II. O padrão do novo mandamento: “... assim como eu vos amei, que também vos ameis uns aos
outros” (v. 34b):
1.
O amor fraternal é o amor de escolha
(não de sentimento) que satisfaz os outros em suas necessidades e se estende
até o seu limite.
2.
A natureza do amor fraternal (1Pe 1.22):
“Tendo purificado a vossa alma, pela vossa obediência à
verdade, tendo em vista o amor fraternal não fingido, amai-vos, de coração, uns
aos outros ardententemente.”:
a)
Genuíno: (v. 22) “não fingido”.
b)
De coração: (v. 22) “amai-vos de coração”.
c)
Ardente: (v. 22) “uns aos outros ardentemente”, significa
“intensamente, intimamente, fortemente, profundamente”.
3.
O nosso padrão é o amor de Cristo por
nós.
4.
O amor cristão segue o modelo do
sacrifício amoroso de Cristo
a)
Jo 3.16: “Porque Deus
amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que
nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.”
b)
1Jo 3.16: “Nisto
conhecemos o amor: que Cristo deu a sua vida por nós; e devemos dar nossa vida
pelos irmãos.”
5.
Tertuliano relata que em seu tempo (um
século depois que o evangelho de João foi publicado) os pagãos diziam acerca
dos cristãos: “vejam como eles se amam!” E eles não estavam falando de mero
amor superficial, porque ele continua: “Como estão prontos a morrer uns pelos
outros!”
III. O cumprimento do novo
mandamento é a evidência do discipulado: “Nisto
conhecerão todos que sois meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros”
(v. 35):
1.
O amor sobrenatural dos cristãos seria
um dos principais atrativos entre os mundanos para levá-los a Cristo. Amar é
evangelizar.
2.
O amor ao próximo é o sinal
inconfundível dos seguidores de Cristo (1Jo 4.7-8): “Amados,
amemo-nos uns aos outros, porque o amor procede de Deus; e todo aquele que ama
é nascido de Deus e conhece a Deus. Aquele que não ama não conhece a Deus, pois
Deus é amor.”
3.
A comunidade dos discípulos é o
contexto principal no qual esse amor é expresso.
4.
Russell Shedd: “O amor mútuo dentro da
família de Deus é o sinal mais claro do poder regenerador.”
Conclusão e Aplicações
1.
Ilustração:
O espião chinês que se converteu. O amor
converte as pessoas!
2.
Auxiliando:
prestar assistência aos irmãos que necessitam (emprego, conselho, levar alguém
ao hospital, ajudar com uma sexta básica, etc.).
3.
Orando:
a oração é a nossa arma secreta. Devemos orar uns pelos outros.
4. Congregando: Em nossas reuniões podemos socorrer e acolher
uns aos outros.
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