Pular para o conteúdo principal

ESTRATÉGIAS DE EVANGELIZAÇÃO URBANA (Parte 03)

INTRODUÇÃO: Quantas igrejas existem em sua cidade? Biblicamente, apenas uma. Existe somente um corpo, um só Espírito, uma só esperança, um só Senhor, uma só fé, um só batismo, um só Deus e Pai (Ef 4.4-6; 1Co 12.12). John Stott afirmou: “A unidade da igreja é tão indestrutível quanto a unidade do próprio Deus. Dividir a igreja é tão absurdo quanto dividir o próprio Deus”. Ou seja, se as igrejas esperam evangelizar integral e transformadoramente as cidades, elas precisarão se unir e formalizar coalizões que expressem sua visão de Reino. Esta unidade, no entanto, opera também com diversidade. 

DISTRIBUIÇÃO DE FOLHETOS: Oportunidades sem conta são perdidas porque não temos folhetos na hora certa. Devemos ter folhetos no emprego, em casa, na bolsa ou carteira, etc. Devemos distribuir folhetos em feiras, rodoviárias, escolas, universidades, etc. 

O ENVIO DE CARTAS E LITERATURAS PELOS CORREIOS: É uma forma de enviar convites pessoais, para participarem da programação da igreja, aos visitantes ou interessados que permitiram serem cadastrados. Também é uma forma de evangelizar através de literaturas: Bíblias, porções da Bíblia, livretos, folhetos evangelísticos, etc. 

TELE-EVANGELISMO: As ligações telefônicas deverão ser breves e terão por objetivo: mostrar o interesse da igreja pela pessoa contatada; convidar para os cultos da igreja; orar pela pessoa e sua família; anotar o pedido de oração do contatado. Quando entrar a secretária eletrônica, o “tele-evangelista” deixará uma breve mensagem gravada, a fim de aproveitar a ligação. 

ENVIO DE E-MAILS: Através do cadastro dos visitantes será possível enviar e-mails com mensagens bíblicas. Podem-se enviar e-mails como convites, quando houver programação especial na igreja: Natal, Dia das Mães, Dia dos Pais, Dia das Crianças, Dia da Mulher, Encontro de Casais, etc. 

AÇÃO SOCIAL: “... partiam pão de casa em casa e tomavam as suas refeições com alegria e singeleza de coração” (At 2.46). “A vida não me é mais preciosa que o laço sagrado que a liga ao bem estar público de nossa cidade” (João Calvino). A ação social cria pontes para a evangelização. Evangelização e ação social são os dois lados da mesma moeda. Devemos criar escolas, creches, orfanatos, casas de recuperação, hospitais, faculdades, etc. 

CONCLUSÃO: A igreja contemporânea precisa levar mais a sério a evangelização integral das cidades. Ela deve influenciar decisivamente a cultura e impactar o processo histórico das nações. Tudo isso só é possível com uma teologia mais vigorosa, a busca constante por uma visão saudável de mundo, a contribuição de cada igreja local para a transformação da sociedade e, fundamentalmente, mostrando suas marcas indeléveis, exercendo suas funções biblicamente, e atuando com plantação e revitalização de igrejas saudáveis. 

Nos laços do Calvário que nos une,
Pr. Luciano Paes Landim.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

A IMPORTÂNCIA DA FIDELIDADE DOS DÍZIMOS E DAS OFERTAS

Introdução:
O assunto do dízimo é um dos mais importantes na vida do cristão. A prática do dízimo é um tema controvertido nas igrejas evangélicas, tendo, de um lado, defensores apaixonados e, do outro, críticos ardorosos. Para alguns, é uma espécie de legalismo judaico preservado na igreja cristã. Para outros, trata-se de uma norma divina que tem valor permanente para o povo de Deus, na antiga e na nova dispensação. Os críticos do dízimo afirmam que sua obrigatoriedade é contrária ao espírito do evangelho, pois Cristo liberta as pessoas das imposições da lei. Os defensores alegam que essa posição é interesseira, porque permite às pessoas se eximirem da responsabilidade de sustentar generosamente a igreja e suas atividades. O grande desafio nessa área é encontrar o equilíbrio entre tais posições divergentes. O que está em jogo é uma questão mais ampla — o conceito da mordomia cristã, do uso que os cristãos fazem de seus recursos e bens. A Bíblia trata do dízimo em vários textos, isto é…

A ORAÇÃO É A CHAVE PARA A OBRA MISSIONÁRIA

“Quando o homem trabalha, o homem trabalha. Quando o homem ora, Deus trabalha.” Patrick Johnstone

INTRODUÇÃO
O mundo luta com armas químicas, biológicas, bombas atômicas e etc.. São armas consideradas de muito poder. No entanto, existe uma arma mais poderosa do que essas citadas: a oração do justo (Tg 5.16). Ela é mais potente do que os mísseis norte-americanos, pois nunca erra o alvo. A nossa arma é a oração. A oração nos orienta a tomar decisões importantes na obra missionária e em tudo na vida. Ela promove comunhão na igreja (At 2.42).
A oração é a marca distintiva da igreja missionária. A oração é um meio para enfrentar a perseguição. Em At 12.1 diz: “Por aquele tempo, mandou o rei Herodes prender alguns da igreja para os maltratar.” No versículo 5 diz que enquanto o apóstolo Pedro estava aguardando o seu martírio: “... havia oração incessante a Deus por parte da igreja a favor dele.” Toda igreja que faz missão passa por perseguição. Todavia, a perseguição não é capaz de acorre…

Ilustração Missionária: “A Missão de Uma Vela”