Pular para o conteúdo principal

Um Modelo a Ser Seguido/Um Modelo a Ser Evitado

Esboço de Sermão
(Sermão pregado no domingo 29 de dezembro de 2013 na Igreja Internacional BOAS NOVAS em São Sebastião/DF. 17º Sermão da série baseada na Carta de Paulo aos Filipenses)

Fp 3.17-19

Introdução:
1. Todos os cristãos são imperfeitos, portanto, eles precisam de exemplos de pessoas menos imperfeitas que saibam lidar com a imperfeição e que possam modelar o processo de busca do objetivo da semelhança de Cristo.

2. Paulo era fiel à cruz. Cristo era a glória de Paulo. A mente de Paulo estava voltada para as coisas celestiais.

3. Os cristãos filipenses tinham de concentrar-se em outros exemplos piedosos, como Timóteo e Epafrodito (2.19-20), e ver como eles se comportaram no serviço a Cristo.

I. Devemos seguir bons exemplos de comportamento cristão:
1. Devemos seguir bons exemplos de doutrina e de vida (v. 17):
a) Paulo era um exemplo para os crentes tanto na questão da doutrina quanto na questão ética.
b) Paulo, aqui, chama os crentes à obediência.

2. Devemos seguir exemplos de pessoas que protegem, dos falsos mestres o rebanho (v. 18):
a) Paulo pregou a verdade e denunciou o erro. Ele proclamou o evangelho e combateu a mentira.
b) Paulo chamou os falsos mestres de inimigos da cruz.
c) Inimigos da cruz eram aqueles que pregavam a salvação pelas obras e não pela graça.

3. Devemos seguir exemplos de exortação com firmeza e com lágrimas (v. 18):
a) Paulo tem firmeza e doçura nas palavras.
b) Paulo advertiu sobre o erro e chorou sobre aqueles que permaneceram nele.

II. Devemos estar em guarda contra maus exemplos:
1. Não devemos nos enganar acerca dos falsos mestres (v. 19).

2. Os falsos mestres adoram a si mesmos:
a) Paulo diz: “... o deus deles é o ventre”.
b) Eles vivem encurvados para o próprio umbigo.
c) O deus deles são eles mesmos. A vida deles é centrada neles mesmos. São adoradores de si mesmos.
d) A glutonaria é obra da carne, assim como a prostituição, a idolatria e a feitiçaria (Gl 5.19-21).

3. Os falsos mestres invertem os padrões morais:
a) Paulo continua: “... e a glória deles está na sua infâmia...” (v. 19).
b) Eles deveriam ter vergonha daquilo em que se gloriavam.
c) Eles não apenas levavam a bom termo seus maus desígnios, mas ainda se vangloriavam disso.
d) A recompensa deles é fugaz. A decepção deles é certa. A ruína deles é veloz.

4. Os falsos mestres têm suas mentes voltadas para as coisas materiais, em vez de espirituais:
a) O apóstolo é enfático quando diz: “... visto que só se preocupam com as cousas terrenas” (v. 3.19).
b) O coração deles está sedento de coisas materiais, em vez de buscarem as riquezas espirituais.
c) Eles vivem sem a perspectiva da eternidade.

5. Os falsos mestres caminham inevitavelmente para a perdição:
a) O apóstolo Paulo é claro em afirmar: “O destino deles é a perdição”.
b) Não há salvação fora da verdade.
c) O caminho da heresia desemboca no abismo.

Conclusão:
1. Devemos ser bons exemplos de cristãos.

2. Devemos buscar bons exemplos de comportamento cristão para seguirmos.

3. Devemos estar em guarda contra maus exemplos.

4. Você é um bom exemplo de cristão? Como ser um bom exemplo de cristão?
a) Leia e pratique a Bíblia.
b) Ore constantemente.
c) Busque a Deus em primeiro lugar e a sua vontade, e as demais coisas te serão acrescentadas.

Nos laços do Calvário que nos une,
Luciano Paes Landim.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

A IMPORTÂNCIA DA FIDELIDADE DOS DÍZIMOS E DAS OFERTAS

Introdução:
O assunto do dízimo é um dos mais importantes na vida do cristão. A prática do dízimo é um tema controvertido nas igrejas evangélicas, tendo, de um lado, defensores apaixonados e, do outro, críticos ardorosos. Para alguns, é uma espécie de legalismo judaico preservado na igreja cristã. Para outros, trata-se de uma norma divina que tem valor permanente para o povo de Deus, na antiga e na nova dispensação. Os críticos do dízimo afirmam que sua obrigatoriedade é contrária ao espírito do evangelho, pois Cristo liberta as pessoas das imposições da lei. Os defensores alegam que essa posição é interesseira, porque permite às pessoas se eximirem da responsabilidade de sustentar generosamente a igreja e suas atividades. O grande desafio nessa área é encontrar o equilíbrio entre tais posições divergentes. O que está em jogo é uma questão mais ampla — o conceito da mordomia cristã, do uso que os cristãos fazem de seus recursos e bens. A Bíblia trata do dízimo em vários textos, isto é…

A ORAÇÃO É A CHAVE PARA A OBRA MISSIONÁRIA

“Quando o homem trabalha, o homem trabalha. Quando o homem ora, Deus trabalha.” Patrick Johnstone

INTRODUÇÃO
O mundo luta com armas químicas, biológicas, bombas atômicas e etc.. São armas consideradas de muito poder. No entanto, existe uma arma mais poderosa do que essas citadas: a oração do justo (Tg 5.16). Ela é mais potente do que os mísseis norte-americanos, pois nunca erra o alvo. A nossa arma é a oração. A oração nos orienta a tomar decisões importantes na obra missionária e em tudo na vida. Ela promove comunhão na igreja (At 2.42).
A oração é a marca distintiva da igreja missionária. A oração é um meio para enfrentar a perseguição. Em At 12.1 diz: “Por aquele tempo, mandou o rei Herodes prender alguns da igreja para os maltratar.” No versículo 5 diz que enquanto o apóstolo Pedro estava aguardando o seu martírio: “... havia oração incessante a Deus por parte da igreja a favor dele.” Toda igreja que faz missão passa por perseguição. Todavia, a perseguição não é capaz de acorre…

Ilustração Missionária: “A Missão de Uma Vela”