terça-feira, 28 de outubro de 2014

10 Livros Que Você Deve Ler Antes de Morrer


Neste post, desejo apresentar dez (10) livros que você deve ler antes de morrer. São eles:

1.       Confissões – Santo Agostinho

2.      A Imitação de Cristo – Tomás de Kempis

3.      As Institutas da Religião Cristã – João Calvino

4.      O Peregrino – John Bunyan

5.      Discipulado – Dietrich Bonhoeffer

6.      Ortodoxia – G. K. Chesterton

7.      Cristianismo Puro e Simples – C.S. Lewis

8.      Cristianismo Básico – John Stott

9.      Uma Visão Cristã dos Homens e do Mundo – Gordon Clark

10.  A Morte da Razão – Francis Schaeffer

Nos laços do Calvário que nos une,

Luciano Paes Landim.

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Os discípulos, a luz do mundo


“Vós sois a luz do mundo. Não se pode esconder a cidade edificada sobre um monte; nem se acende uma candeia para colocá-la debaixo do alqueire, mas no velador, e alumia a todos os que se encontram na casa. Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus.” Mt 5.14-16

O
 Senhor da missão nos tem proporcionado o privilégio de fazer parte desta congregação. Aqui nos reunimos para adorar a Deus, estudar a Palavra, orar, buscar comunhão e proclamar o evangelho. Temos como desafios ter a mentalidade de um verdadeiro discípulo de Cristo e fazer verdadeiros discípulos para Cristo (Mt 28.18-20). Somos discípulos, a luz do mundo. Devemos refletir a luz de Jesus neste mundo.

O texto bíblico supracitado nos leva a algumas reflexões:

Primeiro: em Jesus, Deus tornou a luz de sua revelação bem visível. Deus não quer que sua revelação seja escondida: “Também lhes disse: Vem, porventura, a candeia para ser posta debaixo do alqueire ou da cama? Não vem antes, para ser colocada no velador?” (Mc 4.21).

Segundo: os discípulos de Jesus são a luz do mundo. O Mestre fala: “Vós sois a luz do mundo”. Assim como Jesus, que é a própria luz (Jo 8.12), a luz dos discípulos deve brilhar, para que os outros vejam e louvem o Pai.

Terceiro: o brilho da luz dos discípulos glorifica a Deus. Jesus diz: “Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus.” Em 1Pe 2.12 diz: “mantendo exemplar o vosso procedimento no meio dos gentios, para que, naquilo que falam contra vós outros como malfeitores, observando-vos em vossas boas obras, glorifiquem a Deus no dia da visitação.”

Quarto: uma vida piedosa dá um testemunho convincente do poder salvador de Deus. Jesus diz: “brilhe... a vossa luz”. A evidência de que temos uma vida transformada pelo evangelho são os frutos produzidos.

Quinto: a influência e a responsabilidade do cristão neste mundo é se opor às trevas. O papel de cada cristão é refletir a luz de Cristo ao mundo, é dissipar as trevas.

Portanto, somos convocados, pela Luz do mundo, a mostrar o caminho, a sermos luz. Somos desafiados a não esconder a luz, mas anunciar a glória de Deus à nossa cidade, país e mundo. Que Deus, o Pai das luzes (“Toda boa dádiva e todo dom perfeito são lá do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não pode existir variação ou sombra de mudança”, Tg 1.17), nos use como instrumento em suas mãos.

Nos laços do Calvário que nos une,

Luciano Paes Landim.

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

12 Livros Sobre o Discipulado


Abaixo, uma breve lista de livros sobre o caminho do discípulo:

A. W. Tozer. A VIDA CRUCIFICADA: Como viver uma experiência cristã profunda. Editora Vida.

Caio Fábio. SEGUIR A JESUS: O mais fascinante projeto de vida. Editora Betânia.

Dietrich Bonhoeffer. DISCIPULADO. Editora Sinodal.

James Huston. O DISCÍPULO: O aprendizado é uma longa caminha com o verdadeiro mestre. Editora Palavra.

James Montgomery Boice. O DISCIPULADO SEGUNDO JESUS: O que significa viver tendo Cristo como Salvador e como Senhor? Editora Cultura Cristã.

John MacArthur. CRER É DIFÍCIL. Editora Cultura Cristã.
__________________. DOZE HOMENS COMUNS: A experiência das primeiras pessoas chamadas por Cristo para o discipulado. Editora Cultura Cristã.

John Piper. O QUE JESUS ESPERA DE SEUS SEGUIDORES. Editora Vida.

John Stott. O DISCÍPULO RADICAL. Editora Ultimato.

Karl Barth. CHAMADO AO DISCIPULADO. Fonte Editorial.

N. T. Wright. SEGUINDO JESUS: Coloque o Filho de Deus no centro da sua vida. Editora Palavra.

Richard Baxter. MANUAL PASTORAL DE DISCIPULADO. Editora Cultura Cristã.

Nos laços do Calvário que nos une,

Luciano Paes Landim.

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Nova Série de Estudos Bíblicos na IIBN em São Sebastião/DF


A nova série de estudo bíblicos na IIBN em São Sebastião/DF iniciará na primeira quarta-feira do mês de outubro de 2014. Você é o nosso (a) convidado!

sábado, 2 de agosto de 2014

O Livro Missionário


O conteúdo geral da Bíblia é missionário. Missão nunca foi invenção ou produto humano, pois este princípio partiu de Deus e está no centro da Bíblia. Se Deus é um Deus Missionário e se a Bíblia é inspirada por Deus, logo, significa que a Bíblia é um Livro Missionário. Não existe missão sem as Escrituras Sagradas, nem podemos entender a Bíblia à parte da Missão de Deus. Vemos que na própria natureza de Deus existe o imperativo de missão, logo, o caráter do seu Livro também é missionário. Há na Bíblia um apelo missionário.
John Stott asseverou:

“Por meio da Bíblia o próprio Deus está evangelizando, isto é, comunicando as boas novas ao mundo. Você deve estar lembrado da declaração de Paulo acerca de Gênesis 12.3, segundo a qual ‘a Escritura [...] preanunciou o evangelho a Abraão’ (Gl 3.8)”.

A responsabilidade missionária da Igreja não começa na Grande Comissão no Novo Testamento (Mt 28.18-20), nem em At 1.8. É a partir da vocação de Abraão, a Grande Comissão no Antigo Testamento (Gn 12.1-3) que, segundo a promessa de Deus, tanto seria abençoado como seria bênção a outras nações. Israel como nação, Igreja veterotestamentária, deveria compartilhar suas bênçãos com outras nações. Em vez disso, procurou receber a bênção sem realmente haver tentado ser uma bênção a outros povos. Mas houve um propósito divino e missionário na desobediência de Israel.
Continua Stott:

“Toda a Escritura prega o evangelho. Deus evangeliza por meio dela”.

A Bíblia não contém missão. Ela própria é o meio e o alvo da missão.
Afirma ainda Stott:

“Sem a Bíblia, a evangelização mundial é impossível. Sem a Bíblia não temos nenhum evangelho para anunciar às nações, nenhuma garantia para ir até elas, nenhuma ideia de como ir e realizar a tarefa, e nenhuma esperança de sucesso. O grau de compromisso da igreja com a evangelização mundial é medido com o grau de sua convicção da autoridade da Bíblia. Quando os crentes perdem sua confiança na Bíblia, eles também perdem o zelo pelo evangelismo. Por outro lado, quando confiam na Bíblia, ficam determinados a evangelizar”.

A Bíblia é a nossa autoridade em missão. Ela nos revela a mensagem do Evangelho, os motivos corretos para missão e os objetivos e métodos que agradam a Deus. Todo trabalho missionário deve ser fundamentado e dirigido pelas Escrituras Sagradas. A Bíblia inteira enfoca o propósito de Deus de se revelar a todos os povos na face da Terra através do seu povo.
Stott apresenta quatro razões por que a Bíblia é fundamental na evangelização:
                                                               
“Primeiramente, a Bíblia nos dá o mandato de evangelização. Em segundo lugar, a Bíblia nos dá a mensagem. Em terceiro lugar, a Bíblia nos dá o modelo para a evangelização. Em quarto lugar, nos dá o poder para evangelizar”.

Edison Queiroz nos fala sobre a base bíblica da missão:

“A Bíblia, desde Gênesis até o Apocalipse, é um livro missionário, a partir do ponto de vista bíblico, o propósito de Deus é simplesmente reconciliar o homem consigo mesmo. O problema é que muitas vezes estudamos a Bíblia, não para buscar o propósito de Deus e sim para buscar respostas ou bases para nossas ideias. Precisamos avaliar nossa hermenêutica a partir do ponto de vista dos propósitos de Deus”.

Greenway cita o missiólogo europeu, Johannes Verkuyl, referindo-se ao Novo Testamento:

“Do começo ao fim, o Novo Testamento é um livro missionário. Ele deve sua própria existência ao trabalho missionário das igrejas cristãs primitivas, tanto a judia como a helenística. Os Evangelhos são ‘recordações vivas’ da pregação missionária, e as Epístolas, mais do que uma forma de apologética missionária, são instrumentos atuais e autênticos do trabalho missionário”.

Segundo Roger Greenway, os quatro Evangelhos podem ser vistos como “literatura missionária”:

1. O Evangelho segundo Mateus foi escrito para os judeus, para ensiná-los sobre Jesus e fazer deles a base para a missão da Igreja junto aos gentios;
2. O Evangelho segundo Marcos foi um “tratado” missionário para os gentios que precisavam de um breve relato sobre a vida e os ensinamentos de Jesus;
3. O Evangelho segundo Lucas, um gentio convertido à fé em Jesus, escreveu para os gentios como ele, os quais careciam saber que Jesus os queria em seu Reino tanto quanto os judeus;
4. O Evangelho segundo João foi escrito com o seguinte propósito missionário: “Para que creiais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais vida em seu nome” (Jo 20.31).

Assim sendo, é impossível entender devidamente missão no Novo Testamento sem considerar suas raízes no Antigo Testamento.
Russell Shedd comenta:

“A ordem de fazer missões é muito clara no Novo Testamento, porém Jesus buscou no Antigo Testamento a base para essa declaração. Se lermos a Bíblia toda sem observar sua ênfase sobre missões, provavelmente a estamos lendo superficialmente, como eu lia o Antigo Testamento, sem notar a centralidade do plano de Deus para as nações. Agora penso de modo diferente. Foi uma mudança de paradigma para mim!”

O Antigo Testamento confirma o propósito claro de Deus de alcançar todos os povos. A promessa do Salvador em Gn 3.15 foi dada aos pais de toda a raça humana. A aliança com Noé inclui seus três filhos, não exclusivamente Sem. Abraão foi escolhido para ser o pai duma nação com propósito universal. É esclarecido mais ainda na aliança com Moisés que Israel era um povo escolhido de Deus para servir entre as nações (Is 40-44), e para ser sacerdote de Deus no mundo (Ex 10.4-6). Finalmente, os resultados da aliança com Davi e Salomão mostram sua amplidão mundial. A ideia principal nos salmos é que Deus merece o louvor de toda a criação, e na dedicação do Templo, Deus declarou o Seu desejo de que todos O conhecessem (1Rs 8.43,60).
Os profetas igualmente difundem o grande desejo de Deus de alcançar o mundo todo. Sofonias 1.2,3 fala que todas as nações vão ser julgadas, por isso precisam do Salvador. Habacuque 2.14 esclarece nitidamente o propósito missionário de Deus: "Pois a terra se encherá do conhecimento da glória do Senhor, como as águas cobrem o mar".
Jonas, Amós, Isaías e Miqueias são modelos de como Deus ansiava mostrar-Se para as nações que Lhe pertencem. Ele elegeu Israel para ser o caminho do Seu conhecimento. O Antigo Testamento está repleto do conceito missionário de Deus em querer anunciar Seu amor e Sua mensagem de Salvação a todos os povos.
Portanto, missão está no centro da Bíblia e está também no centro da vida do verdadeiro cristão. Não há lugar mais seguro do que o lugar em que Deus nos colocou. A Bíblia inteira enfoca o propósito de Deus de Se revelar a todos os povos na face da Terra através do Seu povo. A Bíblia não contém missão. Missão é central na Bíblia.
Deus é o Senhor da missão. Deus é um Deus de coração missionário. É Ele quem envia:

1. Abraão (Gn 12.1-9);
2. Jonas (Jn 3.1-10);
3. Jesus (Lc 19.10);
4. O Consolador (Jo 16.7-15);
5. Os doze (Mt 10);
6. Os setenta (Lc 10.1-12);
7. Paulo (At 13.1 ao 14.28; 15.36 ao 18.22 e 18.23 ao 20.28);
8. O cumprimento da missão (Ap 5.9-14); e etc.

Nos laços do Calvário que nos une,
Luciano Paes Landim

BIBLIOGRAFIA:

A Bíblia Sagrada. Traduzida em português por João Ferreira de Almeida. Revista e Atualizada no Brasil. 2 ed. Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Carriker, C. Timóteo. (1992). Missões na Bíblia, princípios gerais. São Paulo, SP: Vida Nova.

_________________. (2005). A Visão Missionária na Bíblia, uma história de amor. Viçosa, MG: Editora Ultimato.

_________________. (2005). O Caminho Missionário de Deus, uma teologia bíblica de missões. Brasília, DF: Editora Palavra.

Edison, Queiroz. (2009). A Igreja Local e Missões. São Paulo, SP: Vida Nova.

Greenway, Roger. (2001). Ide e Fazei Discípulos. São Paulo, SP: Editora Cultura Cristã.

Peters, George W. (2000). Teologia Bíblica de Missões. Rio de Janeiro, RJ: CPAD.

Winter, Ralph D. & Hawthorne, Steven C & Bradford, Kevin D. (Editores). (2009). Perspectivas no Movimento Cristão Mundial. São Paulo, SP: Vida Nova.

LANÇAMENTO DA REVISTA MISSIONÁRIA “MISSIO DEI”

Estamos no mês de aniversário da Missão SAEM. No dia 21 de abril, comemoraremos 18 anos de existência da Sociedade de Apoio Evangelístico e ...