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Culto à Personalidade


A primeira ocasião que alguém aludiu que o homem poderia ser como Deus ocorreu no jardim do Éden. Foi Satanás quem referiu: “Porque Deus sabe que no dia em que dele comerdes se vos abrirão os olhos e, como Deus, sereis conhecedores do bem e do mal” (Gn 3.5). Desde o primeiro ser humano até os dias atuais, muitos tem seguido a alusão da serpente: desejarem ser como Deus.

A egolatria está intrinsecamente ligada ao culto à personalidade, pode ser facilmente relacionado com os indivíduos de personalidade forte e atraente. Isto é, quando líderes recebem adulações de seus seguidores, são seriamente arruinados. Pode acontecer também quando alguém procura unir pessoas em torno de si mesmo, em vez de Cristo. Aí estamos diante de um culto à personalidade. Assim, muitos cultos evangélicos acabam sendo simplesmente escandalosos.
O culto da personalidade é sempre maléfico. Um dos fatores de maior perigo e dano aos líderes cristãos é a bajulação de admiradores.

A solução é uma devoção genuína e total a Cristo por parte do líder cristão de tal forma que o mesmo não se enxergue além do que a Palavra de Deus diz que ele é: pobre e miserável pecador. Portanto, pregar Cristo é atrair as pessoas para Ele, não a nós.

Nos laços do Calvário que nos une,
Rev. Luciano Paes Landim.

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