sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

ORAR E OFERTAR NÃO ISENTA VOCÊ DE IR


Há duas falsas ideias missionárias no meio do povo de Deus que gostaria de refutar aqui:
Primeira, alguns pregam que há três atitudes diante de missões: fazer algo, ficar olhando ou fugir. Todavia, esse pensamento é antibíblico. Em nenhum lugar da Bíblia Deus diz que podemos ficar olhando ou fugir de missões. Pelo contrário, só temos uma alternativa: Ir. Marcos 16.15 não diz: “Fiquem olhando, fujam ou preguem o Evangelho em todo o mundo”; mas, “E disse-lhes: Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura.” Nada substitui o “ide”. Em grego a palavra “ide” significa “ir” mesmo (rsrsrs). Não há nenhuma mágica ou novidade no sentido da palavra. A ordem é que enquanto estivermos indo, preguemos o evangelho.
Segunda, é que se você não pode ir, então, pode orar e ofertar. Alguns usam isso como desculpa para não ir. Esse pensamento está errado pelo fato de transformar o “todo” (orar, ofertar e ir) de missões em fragmentos alternativos. Missões não é questão de escolha. Orar não é opção, como ofertar também não o é. Não são três alternativas em que podemos escolher uma ou duas, entretanto três mandamentos: orar, ofertar e ir. Todo cristão deve orar por missões e nenhum cristão é tão pobre que não possa ofertar para missões. Se somente orarmos e ofertarmos, seria o mesmo que disséssemos aos soldados que foram aos campos de batalha: deem o sangue, pois estarei aqui torcendo por vocês. Quando de fato deveríamos entrar na batalha orando, ofertando e indo. Afinal, aprouve a Deus salvar os que creem pela loucura da pregação (1Co 1.21). Orar e ofertar não nos isenta de ir. Ir não é questão de escolha, porém de obediência. Nada substitui a pregação. Não há um cristão que não seja missionário, pois se é cristão, automaticamente, é um missionário. Se não é um cristão, é um campo missionário. Ser missionário não é questão de escolha, todavia de ser cristão. O cristianismo é missionário em sua essência. Portanto, orar, ofertar e ir, não é questão de alternativa, contudo de submissão. Não temos escolha, mas mandamentos: orar, ofertar e ir. Afinal, amar Jesus é também fazer com que até o último povo da terra o conheça.
Nos laços do Calvário que nos une,
Luciano Paes Landim.

terça-feira, 27 de junho de 2017

CURSO DE TEOLOGIA SISTEMÁTICA

CURSO DE TEOLOGIA SISTEMÁTICA
Início: 07 de julho
Sexta-feira das 20h às 22h
Período: julho a dezembro/2017
Investimentos:
Matrícula: R$ 25,00
Mensalidades: R$ 50,00
Professor: Luciano Paes Landim
Local: Igreja Internacional Boas Novas (Rua 06 Lote 101, Vila Nova – São Sebastião/DF)

Inscrições: 61 – 98176-6400

Matérias:
Bibliologia
Teontologia
Cristologia
Pneumatologia
Angelologia
Antropologia
Hamartiologia
Soteriologia
Eclesiologia
Escatologia

quinta-feira, 20 de abril de 2017

Vamos Celebrar: 14 Anos da Missão SAEM

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Ao Senhor da Missão seja toda a glória!

No dia 21 de abril de 2017, a Missão SAEM completa 14 anos. Tudo começou com um grupo de jovens que se reuniram no Parque da Cidade (21 de abril/2003, Brasília/DF) para um momento de oração, estudo bíblico, evangelismo e lazer. Depois do momento de evangelismo pessoal e por literatura, foi decidido a criação de uma sociedade missionária. Ela funcionaria assim: intercessão missionária, sustento financeiro para missões, treinamentos missiológicos, evangelismo urbano, rural, local, nacional e mundial, publicação de literaturas, consultoria missionária, conscientização missionária, etc.
Nesses 14 anos contribuímos para o sustento de missionários nacionais e internacionais, adotamos vários missionários em oração, treinamos milhares de pessoas com os nossos cursos presenciais e à distância, firmamos parcerias com igrejas e agências missionárias, cooperamos com a evangelização nacional e mundial, etc. Confessamos que quando olhamos para trás vemos que Deus fez muito mais do que havíamos pensado ou planejado.
Reconhecemos também que passamos por muitas lutas, desafios e dificuldades. Todavia, o Espírito Missionário sempre nos conduziu a entregar tudo nas mãos do Deus Missionário. Realmente, temos visto o agir e a fidelidade do Senhor das missões.
Louvamos o Deus de missões por usar cada saense. Somos agradecidos a Deus por nos chamar a levar o evangelho aos perdidos. Somos gratos por cada irmão e irmã que tem cooperado para que a Missão SAEM continue avançando com a Palavra do Evangelho.
A nossa oração é para que o Senhor da seara levante mais trabalhadores para a sua seara.
Só nos resta dizer uma: Até aqui o Deus Missionário nos ajudou.
Ao Senhor de missões seja toda a glória!
Nos laços do Calvário que nos une,
Luciano Paes Landim
(Presidente/fundador da Missão SAEM)

quinta-feira, 6 de abril de 2017

TEOLOGIA BÍBLICA DE MISSÕES

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Palestra ministrada no dia 05 de abril na aula inaugural do CFM – Curso de Formação Missiológica 2017 da Escola de Missões David Brainerd – Missão SAEM.
Introdução:
  1. Se você diz que ama a Deus, mas não tem visão missionária, então, você é um mentiroso.
  2. Aquele que não ama missões é possível que nunca tenha encontrado Cristo.
  3. Charles Spurgeon: “Todo cristão ou é um missionário ou é um impostor”.
Definições:
  1. Teologia.
  2. Bíblica.
  3. Missão.
Deus – o Autor da missão (Gn 3.15):
  1. A missão é um dos atributos pessoais de Deus.
  2. A missão se origina no ser e caráter de Deus.
  3. A missão é teocêntrica, e não antropocêntrica.
  4. O Deus vivo é um Deus Missionário.
Jesus – a mensagem da missão (1Co 1.18): 
  1. O Filho de Deus é a realização plena da Missio Dei.
  2. A missão de Jesus no mundo foi buscar e salvar o perdido (Lc 19.10).
  3. Jesus é o Missionário do Pai.
  4. Os Evangelhos (Mateus, Marcos, Lucas e João) retratam Jesus como o Messias Missionário.
  5. Ao mesmo tempo em que Jesus é o Missionário por Excelência é também a mensagem da missão.
  6. Jesus é o Evangelho.
O Espírito Santo – o poder para a missão (At 1.8): 
  1. O Espírito Santo é a força motriz da Missio Dei.
  2. A missão só existe de acordo com a Bíblia se o Espírito Santo estiver no comando.
  3. Ele é o protagonista da missão da igreja.
  4. Ele é o verdadeiro Evangelista.
  5. O Espírito Santo preserva e cuida do fruto missionário.
  6. Ele é Deus.
A Igreja – o instrumento para a missão (At 13.1-3): 
  1. A igreja é, em sua essência e coração, missionária.
  2. A tarefa missionária da Igreja é parte do decreto de Deus, no qual é convocada a participar, se realmente quer ser Igreja.
  3. A missão da Igreja é a continuação da missão de Jesus.
 O Cristão – o agente da missão (1Co 9.16): 
  1. Ser cristão é ser missionário.
  2. Aquele que diz que é cristão, mas não ama missões, é um mentiroso.
  3. Seguir a Cristo implica em pregar Cristo.
  4. Todo cristão ou é um missionário ou é um impostor (Charles Spurgeon).
O Mundo – o alvo da missão (Mt 28.19-20): 
  1. O Evangelho será pregado em todo o mundo, para testemunho a todas as nações (Mt 24.14).
  2. As boas novas não são exclusiva a um povo geográfico, etnia ou país.
  3. A mensagem de salvação rompe barreiras geográficas e étnicas.
  4. Ela deve ser ministrada a todos os povos, tribos e línguas.
  5. Assim, a Igreja deve ir em direção aos eleitos.
Satanás – o inimigo da missão (Mt 13.4 e 19): 
  1. Satanás é o inimigo da Igreja e de sua missão.
  2. O nosso adversário odeia a missão da igreja, pois a missão da igreja é proclamar a salvação aos povos com a finalidade de levá-los a glorificarem a Deus.
  3. O que conforta a igreja é a certeza de que Cristo garantiu a vitória de sua noiva – Igreja.
  4. O último livro da Bíblia garante o cumprimento da missão da igreja (Ap 5.9-14).
Implicações para hoje:
  1. Os desafios missionários no mundo nunca foram tão grandes como na atualidade.
  2. Não podemos nos calar. Não podemos sonegar aos povos o evangelho.
  3. Cabe-nos levar o evangelho por todos os meios legítimos, em todo o tempo, em todos os lugares, sob todas as circunstâncias.
  4. O alvo final de missões: o desejo de que Deus seja adorado e sua glória conhecida entre todos os povos da terra.
Nos laços do Calvário que nos une,
Luciano Paes Landim.

sábado, 25 de março de 2017

Pais Discipulando os Filhos

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“Ensina a criança no caminho em que deve andar, e mesmo quando for idoso não se desviará dele!” (Pv 22.6)

No presente texto, pretendo enumerar algumas atitudes que os pais devem ter para com os filhos:
  1. Não falhe! Se você falhar como pai ou mãe, cometerá um dos maiores erros que alguém pode cometer na vida. Não me refiro meramente aos erros que cometemos na criação, mas ao erro de não criar os nossos filhos.
  2. Jamais terceirize a educação do seu filho. A escola, a igreja e os familiares são importantes para o crescimento do seu filho, mas nada nem ninguém substituirá a educação dos pais.
  3. Seja para o seu filho aquilo que somente você pode ser. O seu papel não é dar ao seu filho aquilo que você não teve, pois os filhos precisam mais do que presentes, eles precisam da presença dos pais. Ou seja, a sua função é ser aquilo que ninguém mais pode ser na vida do seu filho: pai/mãe! Muitos pais querem que os filhos fiquem mais tempo na escola e muitos filhos querem que os pais fiquem mais tempo em casa.
  4. Nunca esqueça: seu filho seguirá seu exemplo e não seu conselho. Não adianta você falar para o filho não “arrotar” em público se você mesmo o faz. O ditado: “faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço” – não funciona.
  5. Evangelize e discipule o seu filho. Não espere que um missionário venha evangelizar e discipular seu filho. Essa missão é sua! Fale de Cristo ao seu filho.
  6. Não ensine ao filho “o” caminho, mas “no” caminho. Ou seja, não envie seu filho para a igreja, vá com ele! Não aponte para o filho o caminho certo, você precisa, também, estar no caminho certo e chamar o filho para andar nele junto com você.
  7. Ore pelo seu filho e ore com o seu filho. Mostre a ele que os momentos mais maravilhosos que podemos ter na vida são aqueles em que passamos a sós com Deus em oração.
  8. Ame, discipline e estabeleça limites ao seu filho. Um exemplo clássico na Bíblia no que se refere a um pai conivente com os erros dos filhos é o do sacerdote Eli. Hofni e Finéias promoviam escândalos a ponto de todo o povo ver. Eli deixou de disciplinar seus próprios filhos, mesmo sendo alertado por várias vezes. O preço pago por tal comportamento foi muito alto. Não seja complacente e conivente com os pecados do seu filho.
Nos laços do Calvário que nos une,
Luciano Paes Landim

quinta-feira, 16 de março de 2017

O papel missionário em situações de guerra e injustiça social

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O fato é que a guerra e a injustiça social só existem por causa da Queda (Gn 3), mas nem por isso, como igreja, podemos fechar os olhos diante de tamanhos desafios e oportunidades de exercer nosso papel missionário. Pois, ser indiferente ante os contextos de guerra e injustiça social não é algo cristão.
Afinal, a missão da igreja é uma missão de paz e justiça, dois temas vinculados tanto ao AT como ao NT. John Stott, o maior teólogo da segunda metade do século XX, falando sobre o legado evangélico do compromisso social, disse: “O avivamento evangélico, que revolucionou ambos os continentes, não pode ser visto apenas em termos de pregação do evangelho e conversão de pecadores a Cristo; ele suscitou também uma vasta filantropia e afetou profundamente a sociedade nos dois lados do Atlântico.”
O livro do profeta Isaías mostra que onde não há justiça, não há paz: “E o efeito da justiça será paz, e a operação da justiça, repouso e segurança para sempre” (Is 32.17). Vemos na Carta de Tiago mais do que em qualquer outro lugar do NT, um exemplo extremo de severidade no que refere ao trato para com a discriminação social e opressão econômica (confira os textos de Tg 2.1-4, 6, 15-17 e 5.1-6).
Quando acompanhamos a história da igreja vemos homens como Martinho Lutero, que afirmou que o dado religioso se constrói na história em meio aos fenômenos sociais, políticos e econômicos; João Calvino, que fez sérias denúncias sobre os pecados sociais, falando sobre a estocagem de alimentos que visam ao enriquecimento de poucos, denunciando a especulação financeira oriunda do egoísmo e da avareza do ser humano; Jonathan Edwards, que dizia que para se experimentar uma transformação social e cultural é preciso exaltar a Cristo; John Wesley, que segundo historiadores, foi um dos principais responsáveis em poupar a Inglaterra dos horrores de uma revolução sangrenta que ocorreu na França; William Wilberforce, que lutou no Parlamento inglês a favor da abolição da escravatura; Abraham Kuyper, que como primeiro ministro da Holanda dizia que a felicidade social e liberdade humana derivam-se totalmente de Deus; C.S. Lewis, que durante a Segunda Guerra Mundial, foi convidado pela BBC para dar uma série de palestras por rádio para a população britânica, explanando sobre o que é o cristianismo (mais tarde, estas palestras transformaram-se no livro “Cristianismo Puro e Simples”). Seus discursos tinham a função de falar de Deus num momento em que as pessoas viviam dentro de conflitos armados. E Dietrich Bonhoeffer, que passou a ver a vida sob a perspectiva daqueles que sofrem, a ponto de opor-se radicalmente ao nazismo, algo que lhe custou a vida. Observe que todos esses homens foram pregadores da Palavra (missionários, pastores, teólogos, escritores, etc.), pois criam que antes de qualquer coisa, eles eram embaixadores de Deus na terra, que nenhuma transformação significativa acontece sem o verdadeiro evangelho.
Algumas ações que devem ser tomadas pela igreja:
  1. Convencer-se de que a justiça e a paz social é um compromisso inerente ao cristão, pois quem leva a Bíblia a sério obriga-se a levar também a sério as situações de injustiça social e guerra.
  2. Reconhecer que precisa duma mudança e que é semeadora de transformação.
  3. Atuar na política positivamente, elaborando leis de justiça social no papel e no modo de viver e em tratados de paz.
  4. Acompanhar, animar, escutar, chorar e falar àqueles que são vítimas de guerras e de injustiças sociais.
Porém, aqui fica um questionamento: se ao estudarmos a história dos avivamentos vemos transformações significativas que ocorreram acompanhadas pela pregação do evangelho, por que não vemos um forte impacto social provocado pelo número de cristãos no Brasil? Qual mensagem está sendo pregada em solo brasileiro? Ela tem promovido justiça social e paz?
Não podemos nos esquecer de que a justiça de Deus não falha, não inocenta o culpado nem culpa o inocente, não é negociada nem comprada e muito menos subornada. Todos os que torcem a justiça como os que promovem guerras terão de se apresentar ao Juiz de toda terra. Não haverá delação premiada nem foro privilegiado. Cada um dará conta de si a Deus. E também devemos lembrar de que o efeito da justiça é paz; e a intervenção da justiça, trégua e segurança para sempre.
Nos laços do Calvário que nos une,
Luciano Paes Landim.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Breve relatório sobre nossa viagem ao Sertão Nordestino

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Instruindo acerca do significado do batismo.
Desafios:
Tivemos alguns desafios durante a viagem missionária ao sertão nordestino, dentre eles:
  1. A fundação da Base Missão SAEM Sertão em Marizópolis-PB, que atuará como agência missionária visando contribuir para a evangelização do Sertão Nordestino.
  2. Inauguração da Escola de Formação Missionária do Sertão em Marizópolis-PB, um projeto que visa proporcionar treinamento teórico e prático em missões no contexto sertanejo/nordestino. No primeiro módulo, ministramos cinco (05) aulas de Teologia Bíblica de Missões.
  3. Pregações nas cidades de Pilões e Riacho de Santana, ambas no Rio Grande do Norte. Na ocasião, também tivemos a oportunidade de pregar em um povoado de Riacho de Santana chamado “Tabuleiro do Padre”.
  4. Batismo na cidade de Pilões-RN.
  5. Visitação ao Pr. Gilliard Nunes e família, onde ficamos hospedados por três dias.
  6. Conhecimento de campo, para futuramente desenvolver projetos de evangelização, discipulado e plantação de igrejas.
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Pr. Gilliard e eu antes de pregarmos no povoado “Tabuleiro do Padre” em Riacho de Santana-RN
Perspectivas:
  • Sobre a Base da Missão SAEM no Sertão, nossa expectativa é que o Deus Missionário nos use na proclamação do evangelho a fim de que muitos sertanejos sejam alcançados. Cremos que é apenas o início de uma grande obra missionária.
  • A Escola de Formação Missionária do Sertão chega ao Sertão Nordestino com muita motivação. Os alunos creem que o curso de formação missiológica veio para ser um diferencial na região.
  • Estágio missionário. Firmamos uma parceria com o Pr. Gilliard Nunes (Pilões-RN) em que cooperará com a Base em Marizópolis com o intuito de oferecer estágio ou treinamento prático missionário a quem deseja ter experiências no contexto missionário sertanejo.
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Batismo.
Agradecimentos:
  • Aos intercessores. Agradecemos aos queridos irmãos que oraram para que essa viagem fosse realizada. Tudo aconteceu conforme a vontade de Deus.
  • Agradecemos aos irmãos que compraram ou ajudaram a vender nossos livros e livretos com o propósito de levantar recursos financeiros para a viagem, e também aqueles que ofertaram.
  • Agradecemos aqueles que nos deram palavras de apoio e ânimo. Vocês também tiveram grande importância nessa viagem missionária.
  • SAEM Sertão. Agradecemos a diretoria da SAEM Sertão (Victor, Frankle, Ricardo e Gilliard) pela recepção, hospitalidade e todo apoio nos proporcionado.
A nossa oração é para que o Deus Missionário nos use cada vez mais na proclamação do evangelho.
Vamos unir nossas forças em prol da evangelização do Sertão Nordestino!
Nos laços do Calvário que nos une,
Luciano Paes Landim.

LANÇAMENTO DA REVISTA MISSIONÁRIA “MISSIO DEI”

Estamos no mês de aniversário da Missão SAEM. No dia 21 de abril, comemoraremos 18 anos de existência da Sociedade de Apoio Evangelístico e ...